Notas iniciais
Oi oi gente linda!!!! Nossa, to elétrica hj meu deus! Mas serei breve aqui porque estou tentando ter uma conversa produtiva com meu bananinha kkkk Boa leitura lindhos!

Certo, aquele belo gelo estava o tirando do sério.

Duas semanas, duas semanas que Kate nem olhava na cara de Nathan, quem dirá falar com ele. Ele não podia negar que estava realmente mexido com isso, e não era de um modo bom.

O menino suspirou a olhando tocar piano, era algo tão natural para ela, o que era lindo.

Naquelas duas semanas, ele percebeu uma coisa, tudo o que aquela menina fazia era lindo, ela era linda... só por respirar.

E um milagre aconteceu os olhos dela foram para Nathan. Ele quis sorrir, sentia muita falta daqueles olhos tão fofos e aquele lindo sorriso estampado em seus lábios sempre. Daquela vez seus olhos não estavam fofos e nem havia um sorriso em seus lábios, ela estava séria.

O contato visual não durou mais do que dois segundos até ela virar a cabeça. Nathan engoliu seco sentindo seu coração formigar, estava amortecido há duas semanas.

O sinal bateu indicando o fim da aula. Kate se levantou do banco do piano arrumando as coisas em sua bolsa a colocando no ombro e se levantando pra sair.

Nathan se levantou apressado e foi até ela.

– Kate.

Ela continuou andando.

– Por favor Kate, me escuta – ele implorou segurando o pulso dela.

– Eu não quero conversar Nathan, muito menos ouvir – ela disse ainda sem olhar para ele.

– Então me fale pelo menos o que eu fiz para te deixar assim, porque eu juro que nunca fiquei tão confuso.

Ela parou de andar e Nathan também. Bem rápido ela se virou fazendo seu cabelo flutuar por alguns segundos, aquilo foi lindo.

– Como pode ser tão cínico? – dava para notar o tom choroso em sua voz – por favor, me deixe em paz – e dito isso ela se esvaiu pelos corredores.

Nathan ficou acompanhando seus passos até Kate desaparecer de sua vista. Gemeu de frustração e deu com as costas nos armários.

– Kate...

Ele só queria que ela voltasse a falar com ele, sorrisse daquele jeito que só ela fazia, tocasse em seu braço o fazendo arrepiar e beijasse sua bochecha logo depois dizendo "tchau Nathan".

– Droga, o que eu fiz? – ele se perguntou arrumando a mochila no ombro e saindo tentando ver o que havia feito de errado.

. . .

Nick ia andando calmamente até a sala de Sarah. Eles haviam combinado de assistir um filme.

Pinguins de Madagascar, que filme produtivo, não é?

Sarah tarada do jeito que sempre foi queria assistir 50 Tons de Cinza, agora Nick criança do jeito que sempre foi queria assistir Pinguins de Madagascar.

Nick ganhou a discussão com o argumento "se fomos assistir 50 Tons de cinza eu vou te querer transar com você até ficar roxa”.

Sarah poderia ter se animado com a ideia, mas duas coisas que interferiam em qualquer escolha sua era, seu cabelo e corpo, se algo fosse afetar um dos dois ela saia fora, e ficar roxa ela não iria, de jeito nenhum.

Ele sorriu para o nada com as mãos nos bolsos do jeans, já havia se acostumado com o arrepio no corpo todo ao pensar em Sarah, e toda vez que pensava em Sarah lembrava dela nua fazendo a melhor streptise que ele poderia ter visto na vida, se excitava só de lembrar daquela carinha de safada, o cabelo todo passando para um lado enquanto tirava a roupa devagar rebolando... oh senhor.

Mordeu o lábio finalmente chegando à sala da morena, ela ainda estava em aula. Ele a olhou pela janela, estava em cima do palco com seu grande salto atuando com uma menina ao seu lado.

Ele sorriu se apoiando na parede vendo sua morena atuar, ele a achava tão sexy andando de salto, não dava pra explicar.

Quando a aula aparentemente acabou Sarah desceu no palco com a ajuda de um menino que segurou sua mão.

A expressão de Nick se fechou. O abuso começou ali.

Quando tocou os pés no chão a morena sorriu para o menino agradecendo e ele sorriu de volta.

Nick suspirou enraivecido ao ver que ela pelo jeito havia se esquecido do cinema e ficou ali conversando com o garoto, esquecendo de seu namorado que estava ali esperando por ela.

A coisa passou dos limites quando ele tocou o ombro dela, Nick perdeu o controle e entrou na sala.

Olhou furioso para o menino que se afastou de Sarah.

– Vamos – ele disse olhando agora para Sarah.

– Espera um pouco Nick – ela disse.

Ele bufou e saiu da sala andando em passos pesados para a saída.

Se ele era ciumento, possessivo e bravo? Acho que sim.

Foi até seu armário o abrindo pegando sua jaqueta.

– O que você está fazendo? – Sarah chegou atrás dele.

– Quem era aquele garoto e porque ele estava tocando em você?

– Ah, é isso – ela suspirou massageando as têmporas – ele é meu colega de turma e estava me perguntando sobre a aula.

– E pra isso precisa tocar em você?

– Não me diga que vai dar uma de ciumento – ela cruzou os braços.

– É, infelizmente quando um menino fica sorrindo e tocando na minha namorada, eu sinto ciúmes, desculpa por ser normal – ele disse fechando a porta do armário com força e voltando a andar.

– Nicholas Hawks, eu não vou correr atrás de você se é o que espera – ela permaneceu parada – não tem motivo algum para você ficar enciumadinho.

– Enciumadinho? – ele se exaltou se virando para ela – talvez se você parasse de dar trela pra qualquer um eu não tivesse mesmo motivos para ficar bravo.

– Ah, então eu estava dando trela? – ela riu – você é patético.

– É claro, eu sou o culpado!

– A partir do momento que não confia em mim é! – agora foi ela que se exaltou.

– Você me dá motivos né!

Ela chegou bem perto dele o encarando.

– Está insinuando que estou te traindo?

Ele não respondeu. E assim ela saiu.

"Quem cala consente" ela pensou saindo rápido sentindo as lágrimas dominarem seus olhos.

. . .

– Sem pânico, eu já cheguei – Charlie entrou no quarto de Emily que sorriu revirando os olhos.

– Eu nem sabia que vinha, como entraria em pânico?

O garoto deu de ombros e ela sorriu soltando seu livro o chamando com a mão, e ele como um cachorrinho foi correndo sentando ao lado dela.

– Vai dormir comigo hoje? – ela perguntou dando um rápido selinho em seus lábios depois acariciando seu cabelo.

– Mas você não esta mais machucadinha – ele fez voz de bebê beijando a bochecha da menina.

– E preciso estar para você dormir comigo?

– Não – ele sorriu – mas já expulsei Sarah daqui muitas vezes.

Ela pareceu triste.

– Mas eu posso ficar aqui com você até umas onze – ele acariciou a cintura dela beijando seu pescoço.

– Melhor do que nada né – ela deu de ombros e Charlie sorriu.

O garoto a olhou e passou seu corpo por cima do dela o deixando embaixo de si.

– Linda, linda, linda – ele dizia baixinho a beijando enquanto as mãozinhas dela escorregavam por seu corpo.

Ela sorriu mordendo de leve o lábio dele.

– Já estou liberada para atividades físicas – ela disse e Charlie ergueu a cabeça para olhá-la – só uma informação – ela deu de ombros e Charlie sorriu voltando a beijá-la.

– Atividades físicas... – ele sorriu agora beijando o pescoço dela.

E quando ele ia levar sua blusa, Sarah entrou.

– Mas não é possível, toda vez que eu entro nesse quarto vocês estão se comendo!

Os dois riram.

– Vou ficar lá embaixo então, esperando para dormir no meu quarto – ela disse saindo e os dois riram mais.

. . .

Era bom não ter que usar só calça agora, Emily se sentia livre, duas semanas haviam se passado e suas dores haviam ido embora e seus machucados cicatrizaram, só o da barriga que ainda era visível, porém a camiseta cobria de um jeito ou de outro.

Mas ainda sim Charlie insistia em levá-la de carro para a Academia e por isso quando ela saiu de casa naquela manhã, encontrou Charlie apoiado na porta do carro, calça jeans e uma camiseta branca manga curta lisa simples, o relógio em seu pulso brilhava com o sol extremo e seus lindos olhos verdes estavam protegidos pelos óculos de sol estilo aviadores com as lentes totalmente pretas e a armação dourada.

Emily sorriu, usava um salto médio simples, uma saia branca meio rodada (ela não gostava muito das justas por ficarem subindo e Charlie se aproveitaria disso) e uma camiseta justinha manga curta preta com listrinhas finas brancas na horizontal, seus cabelos estavam soltos como sempre e a maquiagem não muito carregada estava perfeita.

Charlie sorria, adorava vê-la de saia e vestido porque suas pernas ficavam amostra...

Ela foi andando até ele segurando sua bolsinha com a alça comprida que ia até sua cintura inevitavelmente semicerrando os olhos por causa do sol.

– Oi – ela colocou a mão em cima dos olhos como a aba de um boné para conseguir olhar para Charlie já que tinha que levantar a cabeça para olhar em seus olhos.

– Oi loira – ele beijou a testa dela segurando sua cintura, porém ela não se contentou e o puxou pela nuca beijando seus lábios intensamente, Charlie sorriu durante o beijo pousando as mãos na bunda dela dando uma leve apertada, Emily mordeu o lábio dele o puxando um pouco – o primeiro beijo do dia é sempre o melhor – ele sorriu e sem querer quando levantou as mãos da bunda da loira levou a saia dela junto pra cima. A menina arregalou os olhos.

– Charlie! – ela arrumou rapidamente a saia.

– Desculpa – ele não pôde evitar o riso.

Ela deu um tapa no peito dele.

– Não basta apertar minha bunda ainda tem que levantar minha saia?

Ele sorriu.

– Não tem nenhuma parte do seu corpo que eu não tenha visto, loira – ele ergueu as sobrancelhas.

– Ta, mas quer que o resto das pessoas vejam também?

– Nananinanão, seu corpo é propriedade minha – ele sorriu e ela revirou os olhos.

– Vamos logo.

Eles entraram no carro e partiram.

Os dois mal entraram na aula de música quando a voz da co-diretora Carla saiu dos alto-falantes espalhados por toda a escola:

– Por favor alunos todos para o auditório, todos para o auditório, obrigada.

Emily e Charlie se olharam e Emily fez um bico dando de ombros.

Charlie suspirou cansado envolvendo os ombros de Emily praticamente se apoiando nela para andar. A loira olhou para ele como se dissesse "qual o seu problema?" ele apenas sorriu se desencostando tanto dela enquanto andavam até o auditório.

No caminho viram Kate andar apressada, Emily franziu o cenho e logo atrás dela veio Nathan com um olhar triste indo atrás dela.

– O que será que aconteceu entre os dois? – Emily perguntou realmente curiosa, Kate andava meio estranha.

– É uma ótima pergunta – ele disse coçando o queixo de leve – Nathan também está bem estranho... meio tristonho, sei lá. Só parece estranho.

– Eles se amam – Emily sorriu mordendo o lábio – só falta descobrirem isso.

Charlie sorriu.

– "Só" – ele riu – mas algo me diz que eles já sabem.

– Uhum – ela concordou sorrindo se apoiando nele.

– Eles realmente ficam bem juntos – Charlie sorriu para Emily.

– Sim – ela assentiu.

– É, ficam bem juntos, assim como a gente – ele apertou Emily contra seu corpo.

– Porque a gente é top – Emily disse rindo e Charlie concordou rindo a beijando.

Entraram no auditório onde já havia muitas pessoas e se sentaram nas duas primeiras cadeiras que viram no meio do auditório. Ele passou novamente o braço pelos ombros dela, marcando território sempre.

Sarah entrou no auditório sozinha, e se sentou em um lugar aleatório, Emily estava bem perceptiva aquele dia por isso reparou quando Nick entrou, nem procurou por Sarah e se sentou em qualquer lugar também.

"Será que ta todo mundo louco?" ela pensou fazendo bico, Charlie riu e ela se virou para ele.

– O que?

– Seu bico de pensadora – ele disse – é fofinho.

Ela sorriu revirando os olhos e em pouco tempo todos haviam entrado no auditório e Carla e Alexander apareceram no palco.

Começaram falando do final do semestre e blá blá blá...

E só ai Emily foi se tocar, haviam se passado seis meses já... isso era impressionante, passou muito rápido, seis meses ali, seis meses com aquele moreno...

Ela olhou para Charlie enquanto o discurso continuava e em certo momento ele olhou para ela e a viu o encarando, sorriu minimamente beijando a ponta de seu nariz e voltou a olhar para frente.

– Te amo – ela disse, assim, repentinamente.

Charlie engoliu seco olhando para ela, era sempre um choque ouvir isso.

– Eu também te amo – ele segurou o rosto dela que sorriu o beijando não ligando para o discurso.

– ... e por isso que faremos uma viagem comemorando esse maravilhoso e bem sucedido fim de bimestre.

Os dois desgrudaram os lábios com a frase de Carla vendo todos comemorarem.

– Viagem de fim de bimestre? – disseram ao mesmo tempo e depois sorriram.

Aquilo poderia ser muito interessante...

Notas finais
Então, comentários? seria muito bom porque to sentindo muita falta dos comentários de vcs, tipo muita mesmo, na boa, parece que a fic ta ruim pelo número de visualizações e acompanhamentos comparado com os comentários, então obviamente sem maratona pra vcs como castigo por serem fantasminhas. Então bora lá comentar! Beijinhos no core de todos vcs e até sábado que vem!