A Última Estrela

3 Primeiro dia de aula para outros


Notas iniciais
Desculpa a demora em postar. Mas muita coisa mudou minha vida ultimamente. Mas está aqui. Jurei que esse capítulo ia ser grande, mas o final ficou na medida certa... Rsrsrs

Quando o portal se abril e Sol entrou o caos se espalhou pela estrela que brilha. O teto ganhou o caos do chão e todos começaram a se alvoraçar. Alguns então tomaram o posto de apaziguadores, tentando de modo inútil a acalmar tanta gente, mas suas tentativas não surtiram muito efeito, exceto no humor de alguns apaziguadores, que ficou amargo.

Senhora Diona era uma dessas poucas pessoas, sabia que não estava adiantando nada. Então olhou para o Grande Pai que pareceu compreender a mensagem da senhora.

O Grande Pai olhou para frente, suas mãos se estenderam para cima, o teto se equilibrou na cor negra com milhares de estrelas, o chão tremeu. Todos caíram. Alguns, atentos, se agarraram as paredes, cadeiras ou qualquer coisa quem impediu o tombo. Os mais velhos nem balançaram, como à senhora Diona.

― Calmem! ― O Grande Pai disse sereno. ― É uma aventura dela, não de todas essas crianças. É sabido que portais com vida, como esse que a família Aurora carrega, é muito raro.

― Não há perigo de nossas crianças serem levadas como foi à menina? ― Perguntou à senhora Frovoan da estrela anil anã.

― Não. ― Respondeu o Grande Pai em sua voz paternal que acamou todos. ― Essa é uma aventura do coração desta criança. Não tem ligação com os filhos de vocês.

― Mas e se nossos filhos forem sugados pelo portal como foi Sol? ― Perguntou Quintos o comerciante que vendia groleo em sua loja na praça. Suas sobrancelhas eram grossas eram estranhamente grossas e arrepiadas, parecia uma coreo nadando pelos meteoros do anel roxo em torno de Córintion no céu.

― Bem... Poderia adiar a apresentação deles para o portal. Mas isso nunca aconteceu. ― O Grande Pai foi de um canto para outro do elevado que era o palco. ― Se o palco os leva para uma aventura, é aventura da vida deles que eles mesmos devem encarar então que assim seja. Coloquem essa ideia e desapeguem. A partir de hoje eles começam a trilhas um caminho que suas almas estarão ligadas para todo o sempre.

― Chega de história. ― Declarou à senhora Rora, em seu vestido azul cintilantes onde as extremidades da saia ganhavam uma cor laranja. ― Vamos continuar com a comemoração. Afinal meu filho é o próximo.

Rora era muito jovem para ter um filho de dose anos, afinal era do ultimo nascimento de estrelas, e em um relacionamento com o Feruona Bronze, um senhor velho com grandes bens e varias fontes de groleo pelo mundo. Logo fez o garoto Crol, que recebia esse nome por estar fora da hora.

Antigamente na época em que a senhora Diona era jovem, o Grande Pai ordenou que os meninos, nascidos fora de época de liberação para procriação, tivesse o nome de Crol e as meninas de Var.

A senhora Rora subiu no palco, pegou a braço de seu filho, com o cabelo em milhares de cachos na cabeça a dançar, e levou o garoto até o Grande Pai.

― Então continuemos... ― Disse o Grande Pai com a mulher ali parada no meio do palco atrapalhando a imensa ordem das fileiras de jovens estrelas. ― Filho, acho que algo de família está para você.

O Grande Pai ergueu a mão e um grande ponto brilhante desceu do teto.

― A família de seu pai carrega esse portal há muito tempo. ― Estendeu para o menino.

A senhora Diona olhava aquilo curiosa, sabia que aquele não era o portal da família de seu amigo Feruona. Então não soube sua reação a notar que nem o garoto nem a estrela se quiseram.

― Isso não pode ser possível! ― Exclamou indignada a Jovem senhora Rora. ― Tem algo errado!

Diona quase levantou, mas entendeu o que acontecia quando o Grande Pai continuou.

― Então que o coração do jovem senhor Crol Bronze diga seu desejo.

Colocou a mão sobre a cabeça do garoto. Em um canto, perto de uma estrela mediana meio amarela e branca, saiu uma pálida luz branca, sabia que não era uma estrela. Era menor que um planeta. Era uma pequena acompanhante.

E sei de qual planeta essa acompanhante está em volta.

A esfera cinza parou na frente do garoto e dela saiu uma corrente com pequenos elos brancos. Ao ser apresentado para o portal o que se foi visto foi à noite e nem uma vida além uma estrela e a Guia da acompanhante.

A senhora Diona não via a mesma imagem há tanto tempo que poucos, ou somente ela sabia o que estava acontecendo.

― Uma acompanhante? ― Perguntou a Senhora Rora indignada. ― Alguém como meu filho, de uma importante família receber uma acompanhante?

― Senhora Rora sente-se. Já passou tempo de mais próximo a essas crianças. ― Disse o Grande Pai. A mulher pensou em retrucar, mas os olhos de duas cores do Grande Pai tiraram a coragem da mulher que saiu do palco e voltou para seu lugar.

Depois de Crol as centenas de crianças passaram pela cerimonia, receberam seus portais e todo o resto foi tranquilo. A senhora Rora foi embora a passos largos, e todos os outros falavam sobre seus portais.

Quando olhavam para Diona suas expressões mudavam, alguns diziam que sentiam muito, outros olhavam com olhar triste e abatido, outros não sabia o que fazer então desviava o olhar. Mas Diona sabia que sua neta estava viva e segura.

― Faremos uma reunião de emergência referente à Sol. ― Disse o Grande Pai. ― Componentes do Conselho de Crise, reuniremos agora.

O Conselho de Crise era composto por cinco membros. A senhora Diona compunha o conselho, assim como o senhor Feurona. O velho comerciante Eriduno, pai do senhor Quintos. A maga da montanha que ninguém se lembrava do nome, simplesmente era chamada de Barbara.

A senhora Diona caminhou para o palco e atrás da cortina encontrou a moldura no chão, situou-se no circulo e foi levado por um tubo para seu assento em uma sala escura com um grande mapa do mundo brilhando no tampo da mesa.

A senhora Barbara já estava lá.

― Sabe que isso é inútil. Certo? ― Perguntou em sua voz rouca.

A senhora Diona apenas confirmou com a cabeça.

― Ele vai contratar serviços duvidosos. ― Continuo a velha senhora que não usava correntes com estrelas penduradas. ― Não vejo o que vocês veem com os olhos. Mas vi fatos importantes como esse quando meus olhos viam o futuro nos caldeirões...

― A senhora tem algum conselho para me dar então? ― a senhora Diona perguntou e o acento do senhor Feurona brilhou e velho apareceu, estava em trajes grossos e resistente, típicos de um trabalhador em minas de groleo.

― Comece a agir rápido. ― A velha se esgueirou para a luz que saia da mesa e foi possível ver seu rosto enrugado e cheio de manchas de idade, sua cabeça careca, sua boca banguela, suas roupas vermelho sangue, amarelo e laranja em volta de seu corpo meio gordo de senhora. ― Pois nosso Pai já está agindo agora em nossas costas.

A senhora Diona sentiu um grande peso no coração.

Notas finais
O próximo já possui nome. Será O Assassino. Vai ser um grande personagem para a trama. Até o próximo capítulo.