A Última Estrela
5 O Protetor
Notas iniciais
Não pense em um poderoso corpo de soldado, inteligência de espião ou um grande homem capaz de ajudar nossa jovem Sol. Ela estava tão longe de qualquer portal pertencente a um herói que nem um poderia ser recrutado por Diona para ajudar Sol.
A senhora ouviu o que todo o conselho sugeriu e a decisão foi tomada.
Analisariam a região com o objetivo de encontrar alguém adulto com o portal mais próximo da jovem para resgatar ambos. Diona discordou, pois tal coisa demoraria muito tempo.
Não temos tempo...
Todos a olharam.
Não adianta mais, o caldeirão não funciona.
Todos reagiram com espanto. Diona e o Grande Pai se olharam. Ele estava na cabeceira e olhava para a mulher e sabia que era um blefe, então os dois viram a verdade no olhar do outro.
Vocês fação isso que decidimos, não posso passar por cima de uma decisão deste conselho. Mas peço que me permitam agir fora dos planos para ajudar minha menina e salvar nosso povo.
Todos não tiveram escolhas e autorizaram.
Minha amiga conte comigo para o que precisar, disse Feurona. A senhora Barbara declarou: Faça o que for preciso muitos dependem de hoje. O Grande Pai pensou em se manifestar, mas o conselho foi unanime.
― Faça o que for preciso senhora Diona.
Então ela se levantou e partiu, não foi em busca de nada. Em sua casa chegou e com o movimento das mãos o tapete no meio da sala se moveu para o canto, o chão se abril e uma escadaria surgiu. Girou e grades desceram de todas as entradas da caverna e a deixou isolada.
Desceu a escada e em três metros teve a companhia das paredes. Depois surgiu um novo salão onde muitos equipamentos estavam cobertos por lençóis e de acordo com que ia andando apontava a mão para velas, elas acendiam, balançava a mão para os lençóis que escorregavam para trás e saiam de sobre o móvel.
Um grande espelho foi descoberto e recebeu a luz do dia em Córintion que vinha de algum lugar o teto. E lá ela pode ver o portal mais próximo de Sol.
Mas ignorou e foi para um caldeirão, jogou terra, um pedaço velho e enferrujado e metal, uma esfera de uma estrela que morrera e agora era negra e colocou gelo no pé do caldeirão.
Tirou seu pingente do pescoço e expos sobre o caldeirão.
― Crano!
Seu colar começou a girar e a esfera-chave a brilhar...
O caldeirão não suportou o calor que desceu e se partiu e uma densa fumaça ficou no formato no lugar. Senhora Diona colocou a mão nela e dentro tirou um cajado
― Deve resolver.
Com o cajado em mão apontou para o teto, um disparo de luz abril um rombo poderoso, por ele a senhor Diona foi levado por um tapete que ordenou a flutuar. Do lado de fora estava quem precisava.
― Jovem Crol. ― Disse a senhora Diona serena enquanto o garoto e todos na proximidade estavam incrédulos. ― Tenho um pedido para lhe fazer.
Senhora Diona batel o cajado no chão e todos, menos Crol, esqueceram o que aconteceu. Na verdade até o buraco no chão sumiu e uma fumaça densa envolveu o garoto e a senhora e logo estava no porão da senhora Diona.
― Sim, pode falar senhora.
― Você possui o portal mais próximo de Sol. ― Disse Diona indo para seu caldeirão partido, girou o cajado sobre ele. ― Tem alguém que vai persegui-la para trazer os portais que estão com ela. Preciso que você a proteja desse perigo e a traga de volta em segurança.
― Mas por que eu? ― O garoto ficou tomado pela confusão.
― Ninguém pode usar seu portal. E com isso você pode chegar até Sol e protegê-la. ― O caldeirão seguiu o encanto e se juntou. Com o cajado Diona trouxe muita coisa para dentro do caldeirão. ― Sei porque seu portal foi aquele e para onde ele vai.
― Do que está falando senhora Diona?
― Você estava pensando em Sol. Por isso seu coração quis ir para o mais próximo dela, então escolheu aquele portal. Aquele é o portal da acompanhante Lua, o satélite que acompanha o planeta que Sol foi enviada.
O garoto Crol não pareceu confortável. Ficou encabulado com o assunto.
― E um enorme perigo está vindo para a vida de Sol. ― Diona pegou um pedaço de metal dourado. ― Esse é o famoso ouro da Terra. ― Aproximou com cuidado do caldeirão, muita coisa flutuada e se jogava em pequenas dozes.
Fracos despejavam líquidos. Potes, pó, pedaço de coisas, grãs. Galhos se partiam e partes pequenas caiam. Do teto caiam lascas laranja e uma vela acesa se jogou dentro do caldeirão. Mas quando o ouro foi apresentado ao caldeirão o mesmo explodiu e a fumaça, fogo e calor foi sugado para o caldeirão.
― Não queria que alguém jovem tivesse de fazer isso. Mas meu portal é o nosso sol, e não há outro tão próximo quanto o seu. E devido o tempo só você pode chegar a Sol a tempo para protegê-la.
― Senhora Diona estou com medo. ― O garoto estava apavorado, ao ver coisas levitando, um caldeirão e do enorme perigo que a mulher dizia estar a caminho. ― Não sei se sou capaz...
― Claro que é. ― Diona exibia um sorriso. ― Estou confiando a você meu jovem a vida de minha neta e isso é a situação mais importante de minha vida. ― Entregou o cajado para o garoto. ― Tem poder o suficiente para te proteger e traze-los de volta. A questão é, nem sempre enfrentamos os problemas com coragem ou estamos prontos para ele. Agora é a vez de pensar como homem... Vai proteger sua amada meu jovem?
O garoto sentiu vontade fazer isso, mas o medo cobriu seu coração não sabia o que estava fazendo.
― Não ouse em invadir minha casa! ― Declarou Diona séria para o teto.
― Tarde de mais...
O assassino estava no chão e o teto caia em pedaços e a luz do dia em Córintion o iluminava.
― Sabe que nada pode me impedir Diona. ― O Grande Pai falou enquanto flutuava descendo a escada da sala ― Eu abri caminho para ele...
― Giral escuro! ― Diona falou com alguns movimentos com as mãos. Um Brilho negro foi em direção ao assassino, ele desviou do golpe, que acertou em cheio o Grande Pai e o fez ficar branco enquanto raios negro o envolviam, o ser não sentiu nada.
― Errou senhora Dioana.
O Assassino em saltos e pulos, derrubando parte da mobília e correndo pela parede saltou para dentro do caldeirão. E dentro dele desapareceu em um brilho de luz e uma enorme torrente de fumaça cinza escura saiu do caldeirão.
― Não. Eu não errei...
― Seu feitiço de proteção não impedira que o assassino faça mal para a Sol.
― Não estou preocupada com ele...
Então o Grande Pai se encheu de fúria e ficou com uma nuvem negra apavorante em volta de seu corpo, ao entender que o feitiço era para ele mesmo.
― Vá embora! Não me obrigue a destruí-lo.
― O equilíbrio do mundo precisa de mim! ― Declarou o Grande Pai confiante.
― Este mundo não tem mais equilíbrio. ― Diona falou ― Procure outro plano caso o meu dê errado.
Quando o Grande Pai notou sua expressão de espanto já era tarde. Diona e Crol já haviam notado...
― Como faço para proteger a Sol senhora Diona? ― Crol perguntou.
― Pule no caldeirão...
O Grande Pai e moveu, mas Diona entrou na frente e um faixe de luz indo o Pai encontrou uma parede de Luz vermelha. Foi a ultima coisa que Crol notou depois de apoiar um braço no caldeirão e saltar para dentro de um liquido dourado que jurou ser quente, mas estava gelado, como um dia de neve na sombra de Córintion.
― Deixe seu coração lhe guiar... ― Ouviu a senhora Diona gritar enquanto tudo ficava negro e tinha estrelas por toda parte.
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