Notas iniciais
Aviso: Decidi começar a postar de 15 em 15 dias, porque eu estava com muito problemas e e isso me enrolava muito. Estamos em agosto a época que eu já havia mencionada a chegar,que eu tomaria uma fase que eu ia me encontrar mais disposta, mas voltar para o colégio e na primeira semana de volta ter que fazer 20 trabalhos para a outra semana. È eu sei muitos não gostariam de estar na minha pele, eu sei! E com essa nova fase vai haver mudanças, ou seja, eu a autora vou mais narrar a história. Porque sinceramente ficar vendo quem tem falar o seu ponto de vista, é bem complicado! Só vou colocar se o capítulo vier exijir isso de mim. Ps: Meninas agora, não vou deixar de postar mesmo, agora tenho um pc só meu, o que já estava na hora.

Ponto de vista Sakura

A minha imagem refletida no espelho de manha não era as das melhores, e por que seria? justo no dia do depoimento! O rémedio que tomei para conseguir dormir tinha funcionado no início da magrugada, mas os pesadelos que eu tive fez ele perder o efeito, então lá estava eu acordada as 05:00 da manha, e foi assim que eu fiquei durante as três horas que se seguiram, deitada na cama olhando o teto branco, no início a minha respiração era ofegante por causa do susto com os pesadelos, mas depois ele foi se alcamando.

Algumas horas antes...

O teto do meu quarto era branco com estrelas florescentes, que somente se acendiam no escuro. Essa pintura não fazia o menor sentido, ainda mais quando olhava o resto do meu quarto rosa com preto.

Pela primeira vez me sentia segura dentro do meu próprio quarto, era como a Ino sempre dizia " o Nosso quarto é o nosso mundo, niguém é permitido entrar sem a sua permissão!" E ela estava certa, a minha mãe nunca entrou no meu quarto sem a minha permissão, ela sempre batia na porta e perguntava se podia entrar.

Quando ela bateu na porta pontualmente 08:00, eu ainda continuava na cama enrolada no cobertor virada para um lado, calada, envolvida no silêncio do quarto.E novamente 3 suaves toques na porta me fizeram virar e olhar para a porta.

Sakura — Entrar! — Gritei.

Laura — Sakura, Acordar estar ... na hora! — disse me olhando deitada. — O que faz ainda na cama? — me perguntou brava, como sempre.

Sakura — Estou doente, e não posso depor! — Falei e virei.

Laura — Você só estar de brincadeira comigo?! — Disse irritada e continou — SAKURA LEVANTA! EU NÃO MUDEI AS MINHAS COISAS DA PARTE DA MÃNHA PARA VOCÊ FICAR FINGINDO QUE ESTAR DOENTE! — Gritou comigo, o que me surpreendeu e eu logo vi o meu pai na porta do quarto.

Daniel — O que houve?

Laura — nada! só a sua filha fazendo manha, para não ir depor!

Meu pai me olhou e olhou de volta para a minha mãe, que decidiu sair do quarto falando as seguintes palavras.

Laura — Quero você lá embaixo pronta em meia hora! Estar me ouvindo?- Me sentei na cama assentindo, o que a fez finalmente descer. — Ótimo!

Eu conhecia o meu pai desde pequena e sabia ler cada uma de suas expressões, mas agora seu rosto era impassível, sem qualquer emoção, então eu nem poderia calcular o que viria. Ele esfregou a têmpora com uma das mãos, e fechou a porta do meu quarto.

Daniel — O que estar acontecendo com você e sua mãe?

Sakura — Nada pai! Eu juro! — Falei rápido.

Daniel — Por que você não quer ir depor? Isso têm algo haver com você ter saído ontem tarde de casa?

Sakura — NÃO! — Falei quase num grito.

Daniel — Você sabe que pode confiar em mim, sobre qualquer coisa, não sabe?

Tentei abri um sorriso, mas não consegui assenti e assim ele deixou o meu quarto.

Agora nesse exato momento...

Já estava cansada de me olhar no espelho e ver um rosto pálido, sem qualquer maquiagem.Sair do banheiro vestindo Uma blusa branca de alça com um casaco preto de lã por cima, com uma caça jeans e botas pretas de veludo sem salto.

Prendi o cabelo num coque e desci as escadas não esquecendo de colocar o celular em mãos no bolso. Minha mãe já estava impaciente na cozinha no notebook e com seu café amargo que no momento parecia passar todo seu amargo para ela.

Laura — termine o seu café, e vamos logo! Não tenho dia todo!

Meu pai colocou a tigela com cereais e leite na minha frente e eu comecei a comer, colher por colher enquanto Minha mãe sempre que podia desviava seu olhar do computador para mim. " Alguma coisa estava errada" meu cerebro dizia minha mãe estava agindo de um jeito estranho comigo. E eu não sabia porque.

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Entrei no carro junto com a minha mãe na frente, Coloquei o cinto e ela ligou o carro, e em silêncio ficamos até o primeiro sinal quando ela perguntou.

Laura — Há quanto tempo?

" Há quanto tempo, o que?" Perguntei confusa.

Laura — há quanto tempo você voltou a tomar os remédios que falei, que se tomesse iriam para um internato com ou sem a permissão do seu pai?

"Essa não!" é a gora que vou embora para o internato, embora que por um lado não seria tão ruim.... Sakura, não! O que eu estou dizendo?" pensei comigo mesma.

Laura — AINDA ESTOU ESPERANDO A RESPOSTA! — Gritou.

"Conto ou não conto?" Era pergunta que rondava a minha cabeça, que estava me levando a vários assuntos de uma só vez, que envolvia o incêndio no colégio e também a suposta morte do Sai.

Mas em pensar em uma das coisas que eu deveria contar, mesmo que pareça errado, só havia o fato de eu ter trocados os remédios de dormir da minha mãe por pastilhas que se pareciam com os remédios.

O sinal ficou verde e ela acelerou fazendo a curva para a direita e longo foi reto e entrou na rua esquerda subindo uma ladeira e virou descendo de frente ao um sinal amarelo, o que me fez pensar " òtimo mais 3 minutos de acréscimo com os dez para chegarmos a delegacia" Não posso fugir mais desse assunto, então eu começo a dizer as palavras que ela estava louca meses atrás em ouvir, quando descobriu que eu estav tomando seus remédios para dormir.

Sakura — Ontem eu tomei um!Foi porque ...

Laura — Bom saber disso! — Me interrompeu ignorando o resto do que eu ia dizer.

Sakura — Mas foi porque eu não estava bem ... Eu tive pesadelos!

Laura — Ok, entendo você ter um pesadelo. Mas isso não lhe dar o direito de trocar os meus remédios por pastilhas!

A olhei chocada, e ela simplesmente ignorou a minha expressão e continuou falando, uma das coisas que jamais imginei dela.

Laura — Eu já tive a sua idade, mas só que eu era responsável! Eu pedia a minha á mãe, você não precisava esconder isso de mim. E qual era o pesadelo?

"Pronto! Era isso que eu não temia tão cedo em falar com a minha mãe, ainda mais ela sendo uma psicócologa/ Advogada, e isso se aplicar também ao fato de você nunca saber qual das profissões dela vai se mostrar. Embora eu tenha as minhas dúvidas, tenho quase 99,9% de que nesse exato momento, ela é a advogada Laura Mika Haruno.

Laura — e então?

Sakura — Ah sobre o incêndio! — Disse nervosa passando a mão no cabelo.

Laura — Por que estar tão nervosa? — Perguntou e acionou a marcha e entrou na longa fila do trânsito.

"Pronto! A psicológa resolveu aparecer, isso é mal!"

Sakura — Mãe, por favor pare de me ler como se eu fosse um livro! — Pedi quase já lamentando.

Laura — Então me conta, o que aconteceu no seu pesadelo para você ficar tão nervosa? — Perguntou mais calma.

" invente!" essa era apalavra que veio na minha cabeça, mas depois essa foi trocada por "esconda" e se seguiram até " Ela não deve saber! O pacto acima de tudo!"

Sakura — Sonhei com ... com ...

Laura — Com quem?

Sakura — não foi "com quem?" Foi com o incêndio!

Laura — E o que acontecia nele!

Sakura — Eu estavano meio do fogo! — Falei e apertei os olhos, e quando os abrir uma lágrima caiu.

Comecei a chorar e não era para só convencer a minha mãe, e sim pelo fato de estar mentindo para ela sobre tudo o que eu estava fazendo.

Laura -Querida deve ser pelo fato de você ter feito algo errado e se impressinou bastante com o que viveu num só dia! Não se preocupe tudo vai ficar bem! Chegamos! — Disse estacionando o carro em frente a delegacia.

Desci do carro e logo vi Hinata descer do carro com o Neji e caminharem até a mim mas a minha mãe barrou Hina de se aproximar.

Laura — Não é prudente vocês se falarem antes de um depoimento! — Falou nos olhando.

Sakura -Mãe!

Neji — ela tem razão, sakura! Vamos Hinata? — disse no seu tom casual de sempre. — disse antes de puxar Hinata para dentro para a delegacia.

Sakura — Mãe, o que foi isso?

Laura -Querida são os procedimentos, eu sei o que faço!

Sakura — È o que eu espero! — falei antes de entrar.