A vida dura de um Sim
1 Capítulo 1 - O inicio
Notas iniciais
Pois é, e cá estou eu, para contar a minha triste vida, e a revolução na história dos Sims.
Tudo começa com uma criança/adolescente/adulto/cachorro/E.T. que compra, ou baixa na internet — no caso dos folgados -, o The sims, seja lá qual for: um, dois, três, ou quatro, futuramente.
Ele(a) entra na loja e grita:
– Nossa! The sims! Nossa! Eu vou comprar! Ah, meu Deus! É The sims, gente! É The sims! – E aí, começa... O nosso fim.
O desgraçado(a) chega em casa dando pulinhos gays de felicidade e instala o jogo. Ótimo, até aí, está tudo bem. Então ele vai criar a merda da família, mas é óbvio o que ele vai fazer. Vai criar a própria família, a mamãe, o papai, a irmãzinha(o), e é lógico, ele. Nossa! Que bonitinho! Uma família feliz! NÃO, NÃO É FELIZ, EU TE DIGO QUE NÃO É!
O filho da put*, como está na família, usa aquele clássico ‘klapaucius’ ou ‘rosebud’ (motherlode, etc.) e por aí vai. Ele cria aquela casa monstruosa que demora cerca de 5 horas para terminar, e começa a controlar os Sims. E não é surpresa que ele vai controlar a si mesmo, é lógico, porque é um egocêntrico filho da put*. Ele passa o resto do seu dia mandando e mandando e mandando, e não está nem aí se o personagem (como por exemplo: Eu.) está feliz, ele só manda. Por preguiça de mandar-nos para o banheiro ele deixa até a gente fazer nas calças! Quase morremos de fome, e se morrermos, ele não está nem ai! O que é isso, céus, nós temos sentimentos sabiam?!
Mas vocês não perdem por esperar, enquanto nós conversamos e falamos ‘huablueblabuyahadmdi’ — Ou Simlish, para os cultos — e aparece um avião¹ no nosso balão de fala, mal sabem vocês, que estamos planejando o fim da humanidade.
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