A vida de uma pessoa anormal

2 Capítulo 2 - O que é essa caneta?


Notas iniciais
Bom, pessoal.. eu vou fazer a história com a narração de cada um dos personagens e esse capitulo vai ser narrado pelo Leo, espero que gostem! é nois! o/

LEO

Matar um monstro até que foi legal, mas por outro lado fiquei bem assustado, nunca vi nada igual, o dia continuou normal, mas eu, Marcus e Pedro não paravam de nos entre-olhar. Quando o professor falou dos cortes de Pedro, ele inventou a desculpa de que caiu na rua.. nada de mais, só poderia ser verdade.

A caneta parecia uma caneta comum, mas nunca conseguirei olhar para ela do mesmo jeito novamente. A alavanca preta a transformou em uma espada de prata, porque isso seria normal?

– Leo? — Disse Karen uma garota da minha sala — O que você está pesando?

– Sei lá, é que você não sabe o que aconteceu hoje.. — Disse

– Mas imagino, idiota. — Disse ela — Acha que eu acredito mesmo que o Pedro caiu na calçada e fez aqueles cortes? É claro que não!

– Mas o que você sabe? — Perguntei

– Sobre a caneta? Bem pouco, mas creio que ela esteja relacionado a algo grande, e esses monstros querem muito ela. Ela contém um poder, isso em tenho certeza.

– Então o que podemos fazer? — Disse Pedro entrando na conversa — Imagino que as outras alavancas ativem outros tipos de armas.

– Exatamente — Disse Karen — Vocês tem que tomar muito cuidado. Aliás, eu ouvi uma história sobre uma caneta dessa, e ela tem que ser devolvida em São Paulo.

– São Paulo? Estamos bem longe de lá — Disse Pedro — Como chegaremos lá?

– Não sei, mas vocês tem que fazer isso — Disse Karen — Ou nosso mundo será destruído!

– Certo, mas não temos como ir para lá — Disse Leo

– Posso dar um jeito, é claro.. — Sorriu Karen

– Ah, não! — Resmungou Leo

Já ter essa caneta era bem ruim, mas agora, leva-la até São Paulo, isso era maluquice! Não temos como fazer isso.

– Olha, tenho alguns dons, e posso fazer suas famílias esquecem de vocês por 1 mês. — Disse Karen — O que vocês acham?

– Certo — Disse Pedro — Se é para o bem da humanidade eu topo!

– Eu também! — Disse Marcus chegando atrás de mim — Vai ser legal!

– Acho essa ideia muito maluca, mas eu topo, vai. — Falei

Ok, agora vamos nos matar para transportar essa caneta. Mandar ela por correio seria muito mais fácil, mas se for para salvarem as mulheres eu topo, se é que me entendem. He-He.

A noite chegou, se se a Karen já fez aquele tal de dom, acho que já posso sair, arrumei minha mochila com água, comida, lanterna, meu notebook, escova de dente e travesseiro, nada mau. Sai de casa sem ninguém perceber, parecia que eu estava invisível pois ninguém me viu, acho que é o tal de dom. Achei Marcus e Pedro com mochilas prontas em frente ao meu apartamento.

– Tive uma ideia — Falou Pedro — Pegamos um ônibus, acho que conseguimos chegar até lá, seguros. O que vocês acham?

– É, pode ser — Disse Marcus — O que você acha Leo?

– Ok, Ok, vamos logo para voltar logo, não quero ser kill para nenhum monstro.

Fomos andando até o ponto de ônibus, felizmente não encontramos nenhum monstro, e isso era incrível, enfim chegamos ao ponto de ônibus, pagamos e passagem e entramos. Sentei na ponta do banco, Pedro sentou no meio e Marcus na Janela. Pedro começou a folhear um mapa de São Paulo, acho que isso é importante. Estava ficando com sono, mas quando vi Pedro e Marcus já tinham adormecido, mas estavam com rostos assustado, mas minhas pálpebras pesaram e eu acabei dormindo. No meu sonho eu estava no escuro e quando a luz clareou eu estava em um campo de batalha, em frente a uma lojinha, com três caminhos a seguir.. isso só pode ser minha imaginação.

– Leo..?! — Alguém tocou meu braço, me virei, era Pedro e estava muito assustado — Esse lugar é o que eu estou pensando?

Olhei em volta, Marcus e Pedro estavam perto de mim e tinha várias tropas indo em direção aos caminhos.

– Sim. — Respondi com animação — É aqui!

Sorri animado, eu finalmente ia realizar meu sonho, participar de um jogo!

–Bem vindos a Summoner's Rift-

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.