A verdade sobre o furia da noite
1 o nosso heroi
Notas iniciais
tio kaidou
Ele estava caindo em um mar de chamas, todos, dragões e humanos, olhando com piedade o fim da guerra que já durava gerações e o fim do nosso herói também, ele se sentia impotente, o garoto que venceu uma guerra vai morrer por ela sem se despedir do seu amor.
Olá você também deve estar vendo a esta destruição, mas para entender melhor como isso tudo começou você precisara viajar comigo a um passado não muito distante, um passado de guerras, magias e DRAGÕES.
Esta é a Ilha de Berk, um lugar que neva nove meses por ano e chove granizo nos outros três. Tudo que se cultiva aqui é duro e sem sabor, assim como as pessoas. Como em qualquer outro lugar, temos algumas pragas e eventuais batalhas. Por outro lado, temos campos, montanhas e um lindo pôr-do-sol.
Aqui só existe um problema, enquanto alguns lugares têm mosquitos, pernilongos e percevejos, aqui existem dragões, de todos os tamanhos e formas, cada um mais assustador que o outro, com uma missão: destruir a ilha dos humanos e roubar seus alimentos, pelo menos era isso que nosso herói pensava.
Mais você deve estar se perguntando quem e o nosso herói, ele deve ser alguém forte musculoso e poderoso, cheio de cabelos pelo corpo, não, você este redondamente enganado, nosso herói é uma criança diferente, diferente de todas as outras ao seu redor, mas sabe qual a sua diferença, enquanto todos são vikings grandes e corpulentos, nosso herói é pequeno, ruivo e franzino por isso seu nome, soluço, nome dado a criaturas pequenas, espantosamente ele é o nosso herói, espantosamente ele é herdeiro da tribo dos holigans cabeludos e espantosamente ele é o pior viking já visto em 300 anos de existência da vila de Berk.
Voltando a história, estávamos em mais uma das noites frias em Berk, só não tão frias pelo fogo que ardia em todos os lugares, mais não era um fogo de fogueira ou de lareira, eram chamas de dragões, é, os vikings estavam em mais uma batalha contra os repteis de sangue verde, de um lado machados e espadas voando para todos os lugares, tentando atingir as criaturas voadoras, do outro, rajadas de fogo quentes como o sol, sendo atiradas para todos os lugares, garras grandes como facas, usurpando todos os tipos de comidas e fugindo, vez ou outra haviam baixas dos dois lados
Ele estava vendo as batalhas ocorrendo ao seu redor, os vikings sendo mortes e em chamas, os dragões sendo retalhados e esfolados, enquanto outras pessoas tentavam apagar os incêndios causados pelo fogo, incluindo os jovens berkianos: perna de peixe: um menino loiro, pequeno e gordo, cheio de sardas, os gêmeos cabeça quente e cabeça dura: dois gêmeos tão franzinos quanto soluço, só que louros, altos e extremamente psicopatas, seu primo o musculoso e idiota, melequento, e a mais forte e corajosa viking, a loira de olhos azuis e a paixão de soluço, Astrid.
E vendo tudo isso acontecer ao seu redor, ele não poderia ficar parado, tinha que ajudar, capturar, matar ou estraçalhar um dragão, por menor que fosse e finalmente se tornar um herói, alguém digno de seu destino, mas antes teria que pensar em um jeito de sair da guarda de seu mestre e ferreiro da tribo bocão bonarroto, “mais como?” ele pensou e viu em um gronkel rodopiando em sua direção a sua chance de escapar e se tornar um herói, matando o dragão.
Enquanto pensava, o dragão chegava cada vez mais perto, soluço escapou por pouco pegou um punhal e seu escudo modificado (com algumas funções bem uteis como veremos no decorrer da historia), quando ia apunhalar a besta, um vulto negro lhe chamou a atenção, rapidamente ele apertou um botão e o escudo lançou uma bola com cordas, por incrível que pareça ele acertou, porém quando ia para a floresta capturar seja lá o que tinha pego, se viu erguido e carregado por uma grande mão e o dono da mão um homem grande, ruivo, com uma barba que parece um porco espinho eletrocutado e uma barriga que é maior que um navio de guerra, pelo seu rosto podia se dizer que ele estava extremamente estressado, enquanto caminhava com soluço ainda erguido o homem gritava em meio ao caos:
“O QUE VOCE ESTA FAZENDO AQUI? PORQUE NÃO ESTA COM O BOCÃO ?.”
E soluço respondeu, medindo cada palavra:
— Pai eu ia matar um gronkel que caiu na ferraria quando vi um vulto preto, eu o capturei, ia atrás dele mais o senhor me pegou antes e.
Antes que soluço pudesse terminar o pai dele já tinha chegado à ferraria e o deixado lá, a ferraria era um armazém amplo, cheio de machado, espadas, lanças, maças e outros utensílios de esfolar e matar dragões (é eu sei gosto muito de falar a palavra esfolar) com uma grande forja no meio, lá era o local onde soluço passava a maior parte do tempo, criando os mais diversos tipos de engenhocas, desde armas até utensílios para uso doméstico, ele não pode mais sair o resto da noite, pois seu pai deixou bocão incumbido de cuidar dele fazendo-o só ver e admirar o heroísmo dos outros.
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No dia seguinte
Acordei bem cedo antes do meu pai, preparei um café da manhã, fiz minhas higienes, fui a ferraria do bocão peguei meu escudo e meu punhal, e sai da vila sem que ninguém percebe se rumando em direção a floresta, ou quase ninguém.
Eu tinha ido à floresta, atrás de seja lá o que eu tenha capturado, a floresta em berk poderia ser descrita como um grande pântano cheio de lama onde se afunda até os joelhos na mesma, cheia de mosquitos e nanodragões voando ao redor e uma floresta densa cheia de árvores grandes e retorcidas: ou seja um verdadeiro matagal.
Quanto mas eu adentrava mais escura a floresta se tornava, mais difícil era andar entre as árvores e mais fundo eu ficava na lama, até que eu achei um resto de árvores quebradas e quando cheguei mais perto vi que tinha algo a mais, ali havia uma garota....
Continua.....
Notas finais
tio kaidou
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