A salvação que gera o caos

4 Apresentações a parte


Notas iniciais
Boa leitura °u°

Narrado Por Christopher

Dentro daquela sala tinha o que eu jamais pensei que iria encontrar lá no mercadinho, pensei que Maggie e Tim tivessem olhado em cada canto daquele mercadinho. O que eles estavam fazendo enquanto eu estava lá na frente?

Não posso pensar besteiras, mas fiquei curioso em saber o que eles fizeram. Voltando no que tinha me deixado surpreso, dentro daquela sala. Eram duas garotas, uma com a aparência de 16 anos, baixa, morena dos cabelos longos e estava dormindo abraçado com uma menina menor um pouco parecida com ela, mas com o cabelo curto e parecia ter por volta de sete a oito anos, estavam com os rostos um pouco sujos, me aproximei um pouco delas e as chamei por “PSIU”. A garota mais velha acordou e rapidamente pegou um revolver 38 que estava do seu lado no chão, mirou em mim e disse:

??: -Q-quem esta ai?

Christopher: — calma, não irei fazer mal a vocês, me chamo Christopher, e também estou usando este mercadinho como abrigo – falo isso com as mão levantadas

??: — Okey Christopher, mas você pode ter sido mordido.

Christopher: — também não, escute estou com um grupo de amigos aqui, sei que pode parecer estranho, mas venha ficar conosco – falei com um toque meio suave para tenta convencer aquela garota de que ela não esta só, ainda não esta só.

?? ; — Ta okey então, mais se tentarem algo, vou meter bala na cabeça de vocês!

A garota mais nova acordou, se virou para a maior e disse:

Menor: — mana o que esta acontecendo?

Maior: -nada Lisa, apenas conhecendo outras pessoas que estão vivas e que estão no mercadinho também.

Lisa: — serio?- Lisa e se levanto e virou para mim e diz – você e humano certo?- com uma carinha de duvida que eu achei muito...Kawaii.

Christopher: — Venham –disse com um sorriso meio tranquilizador no rosto. Lisa se levantou rapidamente e depois a sua irmã.

Antes de eu as leva-las para o inicio depois uma volta no mercadinho para ver se estava tudo bem, e para nossa sorte, sim estava tudo bem, vimos somente uns cinco zumbis mortos e imaginei que a garota tinha matado todos os cinco. Fomos para o resto grupo estava, todos estavam sentados no chão menos Reydo, que estava no canto sentado em cima de um balcão de madeira e com uma latinha de Sprite na mão e bebendo bastante. Não posso julgar o cara por fazer isso, ele estava fazendo pelo bem dos outros, ele estava fedendo a cadáver, era melhor ele manter um pouco de distancia. Também já que nós quase morremos pela má patrulha de Maggie e Tim, Reydo estava com uma vontade de matar os dois.

Quando eles me viram com as duas garotas, ficaram meio confusos, olhei para Maggie e Tim e disse:

Christopher: — nossa a patrulha de vocês foi ôô... uma bosta. O que vocês realmente ficaram fazendo? – disse em um tom sarcástico que me lembrei de Reydo a poucos minutos.

Tim: — Nó-noós... – Reydo se levantou e deu um soco na cara de Tim e depois disse – que merda vocês fizeram? Responda logo! – ele segurou Tim pelo cangote, eu ia tentar acalmar Reydo, mas Dante foi mais rápido.

Dante: — o rapaz... Se aclame – disse Dante com o sorriso no rosto, tentando abaixar o braço. Mas Reydo não respondeu ao seu ato de pacifismo, se virou com muita raiva e disse – CARA EU E CHRISTOPHER QUASE MORREMOS PORA CAUSA DO TRABALHO MAL FEITO DESSES DOIS! ENTÃO SE EXPLIQUE TIM! – Reydo estava com muita fúria nos olhos, percebi que não iria ser capaz de ajudar Tim. Por outro lado queria saber qual e o motivo?

Tim começou a chorar e deu um grito – NÓS FICAMOS EM UM CANTO COMENDO AS MELHORES COMIDAS, E FICAMOS COM MEDO DE ENFRENTAR ALGUM ZUMBI! – Reydo o soltou, não disse nada simplesmente foi para o seu canto e ficou sentado lá. Não pude julgar os dois, eles estavam realmente com muito medo e ter um ato de covardia de inicio seria bem normal, e confesso que estava do lado deles. Eu vi o terror de enfrentar a morte de frente, então não os julguei. Caminhei até o meio e disse:

Christopher: — Ahahan – chamando a atenção de todos, apontei para as duas irmãs e voltei a dizer – encontrei essa duas garotas, e acho que elas deveriam se juntar a nós. Venham pra cá e se apresentem, por favor!

As duas se encaminharam para o meio e se apresentaram começando por Lisa.

Lisa: — Oi meu nome e Elisa, mas podem me chamar de Lisa. Eu prefiro assim – ela deu um sorriso e voltou a dizer – tenho 9 anos de idade.

eu apontei para cada um e foi dizendo os nomes:

Christopher: — esse aqui e o Tim – Tim respondeu- olá-. Christopher retornou – esse aqui e o Dante – Dante responde – prazer.

Eu aponto para Maggie – essa e a Maggie – Maggie responde – oi- e por fim eu apontei para Reydo e disse – aquele estranho lá no canto e Reydo, ele ta assim, mas e um cara legal – tentei dar um sorriso tranquilizador que funcionou. Me virei para a mais velha e disse – agora e a sua vez! – fiz um gesto na mão, como se esperasse que ela se apresentasse. Ela olhou para todos e disse – me chamo Elizabeth, mas podem me chamar de Beth.

Depois delas se apresentarem, pegamos algumas comidas e fomos para o canto mais confortável do mercadinho, seria a parte de papeis higiênicos, pegamos alguns e sentamos em cima em forma de circulo. Colocamos a comida no meio e começamos a comer. O silencio estava pairando bastante no mercadinho até Reydo olhar para Beth e dizer:

Reydo: — como sobreviveram, ao inicio do apocalipse?

Beth engoliu seu pão e olhou para Reydo e disse – por que contaria a você? – ela mastigou o pão novamente.

Reydo: — porque precisamos saber mais um dos outros, já digo a você não confie em ninguém, e não depende de ninguém. De agora e diante e cada um por si! – Reydo bebe um gole da sua latinha de refrigerante.

Beth: okey me convenceu eu conto, mas o que aconteceu para você ficar tão nervoso com Maggie e Tim naquela hora?

Reydo: — fiz uma pergunta primeira, primeira às damas! – Reydo da um sorrisinho que eu achei um pouco engraçado.

Beth: Okey, vamos lá... eu e Lisa como deu para perceber somos irmãs, e nosso pai era policial, quando começou estávamos em casa. A nossa sorte que era o dia de folga do nosso pai- Beth e interrompida por Maggie levantando a mão e dizendo – e a sua mãe? – Beth ficou um pouco triste e disse: -minha mãe esta morta- senti sua voz tremular. Maggie abaixou a cabeça meio triste também ou arrependida e disse:

Maggie: — me desculpe, não tive a intenção, mas eu entendo como você se senti – Maggie diz deixando sair uma lagrima de seu rosto.

Beth: — tudo bem... voltando, com o nosso pai em casa estava tudo ido como sempre, mas um homem entro em nossa casa, meio estranho atacando meu pai, e o mordeu. Meu pai pego a faca na cozinha e enfio na barriga do homem, mas nada tinha acontecido. Meu pai pegou outra faca e enfio desta fez na cabeça do homem, ele tinha caído morto, meu pai subiu até seu quarto e pegou este revolver – Beth amostrou seu 38 – e então saímos de casa, já que nossa casa tinha sido invadida por outras pessoas malucas, nós pegamos o carro, e meu pai acelero, quando chegamos no centro, vimos um caos, pessoas mortas no chão, sendo comidas por outras pessoas. Então meu pai resolveu vim para cá, a zona oeste, onde ele começou a ficar estranho, a cuspir sangue, viu seus olhos mudarem, meu pai me deu seu revolver e mandou eu fugir. Ele dizia que iria ser seu fim, corremos e de longe viu meu pai cair no chão, como se tivesse uma convulsão e depois se levantou com outra estética, parecia com os malucos de antes. A coisa que fiz foi pega a minha irmã e fugi, achamos este mercadinho, entramos e alguns zumbis aqui dentro, os matei com um tiro na cabeça. E nos escondemos na sala onde Christopher nos encontrou. Agora e a sua vez senhor Reydo! – Beth olhou para ele e deu um risinho.

Reydo: — bem... Christopher tinha pedido para eles darem uma volta, para ver se existia algum zumbi aqui dentro, mas eles não tiveram coragem, se esconderam por alguns minutos e depois retornaram com algumas armas... e quando eu e Christopher fomos pegar comida deparamos com três cachorros zumbi. E um deles levou o meu tênis – Reydo da uma risada e aponta para o pé que estava sem tênis, e voltou a dizer – dois dos cachorros veio na minha direção, pensei que iria morrer, mas tive sorte e sobrevivi. E isso!

Vimos que a nossa situação estava ótima e que daria para nós passar um mês, para esperar que a fase de infecção passasse e possamos colocar nossos planos em ação!