A ressurreição do fantasma vigilante
24 The Walking Sex
Notas iniciais
– Denise soocoorrooo! — Gritou Cascão assustado com o zumbie q estava chegando perto demais.
Denise mirou na cabeça e atirou. Voou miolos por toda parte.
– Que vergonha casca-boy, pedindo ajuda pra uma garota...
– A arma descarregou! — disse jogando as pistolas no chão e pegando uma submetralhadora. A arma nao era tao pesada como o rifle que Mônica pegou.
O braço de Denise latejou.
– Vamos logo! Ele está começando a sentir prazer!
Isso deveria ser bom, exceto pelo fato de que quanto mais prazer o garoto sentia, mais perto eles chegavam da morte.
– Rápido! — gritou Mônica do outro lado do labirinto.
Denise e Cascão correram atras dela. Mas agora tinha uma parede de zumbies com escudos de madeira ali em frente.
– Corre! — Gritou Cascão. Ele sabia que nunca conseguiria matar todos
Ele se virou e ali estava mais um zombie,na sua frente a dois centímetros de seu rosto estava a cabeça em decomposição. Cascão podia sentir o bafo quente e fedorento dele, mesmo estando de costas
" Calma, calma Cascão, calma" ele pensava tentando mirar, ate que o Zombie vira e ele olha em seus olhos mortos.
– Céééreeebross!
Essa foi a deixa pro Cascão largar a arma e sair correndo na direção contrária.
Denise bateu a mão no rosto.
– Se o Zumbie quiser só cérebros, o Cascão ta a salvo.
De repente o braço de Mônica e Denise começam a doer.
– Vamos logo! Temos que acordar o Cebola! — disse Mônica, sem deixar a dor aparecer, para o desanimo de Denise, que estava tentando arrancar as algemas.
– E o Cascão? — pergunta Denise.
– Ele se vira! Se quiser ir atrás dele vai! — disse Mônica correndo na direçao contrária.
– Agora estou mesmo perdida. — Disse Denise indignada com os parceiros que tinha. Ela queria que a Carmen estivesse ali, ou a "Maitê", e principalmente o Fantasma. Ele jamais a deixaria sozinha no meio daqueles monstros e nao era medroso como o Cascão. Ela ignorou a dor no braço e jogou a punisher no chão, trocando a pela sub-metralhadora que era de Cascão. Ela deveria ser forte agora, mesmo estando longe de seu parceiro.
Mônica estava com uma dor na consciencia por ter abandonado Denise e Cascão, mas ela deveria seguir em frente ou todos morreriam. Ser líder nunca é fácil, as vezes você tem que colocar sua responsabilidade acima de seus sentimentos para que eles não morram depois de um dia cheio de decepções. Ela os amava e sabia que eles entenderiam.
Ela correu, mesmo com a sua dor passando para as pernas. Ela já não usava mais as pistolas e tinha deixado o rifle para trás por pesar muito, os zumbies que tinham entrado em seu caminho, perdiam a cabeça a base de socos.
Cebola estava feliz, quem o visse por fora, só veria o riso bobo do garoto.
Em sua mente passava um tipo de cinquenta tons de cinza versao turma do Cebola.
Ele estava algemado na cama, enquanto Mônica ia chegando devagar sobre a cama e indo até ele. Ele queria tocá-la agora, mas estava algemado.
Como se lesse seus pensamentos, ela balançou o dedo em sinal de negativo e tirou a camisa. Ela não estava de sutiã, então revelou logo de cara os seios fartos. Cebola gemeu. Ele queria tocá-los, apertá-los, mordê-los...
Mônica deitou em cima dele e se pos a se esfregar no garoto. Agora ele podia senti-la, mas pareceu errado, e ele nao sabia o porque.
Ele deixou de se importar quando Mônica passou os dedos por sua face e mergulhou sua boca na dele, , fazendo com que explodisse em deliciosas sensações como a primeira vez que ele a beijara.
Isso estava errado... Por algum motivo ele não deveria. Ele abriu a boca para dizer algo, mas Mônica colocou seu seio sobre ela. Ele meio que não pode resistir.
Denise estava com o corpo dolorido. Cebola deveria aprender a controlar seus hormonios, porque, Meu Deus, naquela hora devia estar pegando fogo a mente de Cebola. Ela meio que preferia participar daquela putaria toda do que ser caçada por Zumbies. Por falar neles, ela percebeu um em cima de uma mureta distante. O rifle que monica tinha perdido estava aos seus pés. Ela só tinha que atirar. Ela tinha medo e não sabia direito como usar aquela merda de arma.
Ela colocou a mira em um olho. Ela só tinha que atirar, seria facil. Denise mirou, ela estava certa de que a mira estava certa, na cabeça.
Só tinha que apertar o gatilho. Ela fez pressão e, quando foi atirar, sua mão tremeu, pois alguém tocara seus ombros. Ela iria se assustar, ou virar atirando na cabeça dele, se seu toque não fosse assim tão especial.
Ela sabia antes de olhar que o Fantasma Vigilante estava atrás dela.
– Fantasma! — exclamou grudando a sua boca na dele.
– Acho que você tem que parar dee receber assim. — ele disse abraçando a. — senti saudades.
– Promete não me deixar mais? — ela pergunta entre dentes, pois estava com muita dor.
– Não posso prometer isso, desculpa. Tem algo errado com você.
– São essas pulseiras! Elas me fazem sentir dor!
Com um movimento rapido ele abriu a pulseira e viu quando ela se apertou ate q as duas partes se fundissem.
O fantasma soltou um palavrão.
– Se algo acontecer a você eu mato a Bianca de novo. Denise, presta atenção. O Cebola está depois daquela curva exatamente no centro do Labirinto. O Cascão ja o achou, mas a única pessoa que pode acordá-lo é a Mônica. — isso pareceu doer nele. — você tem que levá-la até ele.
– Você vem comigo não é? — pergunta chorando.
– Não posso fazer isso. Agora é com vocês e com o vegetal.
E assim sumiu.
Denise se aventurou novamente pelo labirinto, mas desta vez, sem o peso da dor, que ela sabia que Cebola a estava causando por prazer.
– Careca acorda! — gritou Cascão dando um soco na sua barriga, mas ele não parecia sentir. Nessa hora, ja estava chovendo, e era uma chuva forte que se misturava as lágrimas de Cascão. Lágrimas de medo e de dor. Ele sabia que o amigo estava puro êxtase, e que Bianca fora muito ctuel em fazer isso, fazer Cebola matar seus amigos por prazer. Ele duvidava que existia alguém pior que ela no mundo.
Mônica estava tremendo e mancava. Ela tinha que acordá-lo, até porque sabia que no fundo sabia que era tudo culpa dela. Se ela não tivesse escolhido o Do Contra, ele não teria morrido. Se se empenhasse em descobrir quem era o Fantasma Vigilante, ele não iria atrás de Bianca.
Ela às vezes pensava que não fora feita pra amar, que não podia ser feliz.
Ela estava quase desistindo quando Denise chegou.
– Mônica! Você está bem?
Mônica assentiu.
–Mas a Bianca não vai ficar quando isso acabar.
Isso não podia estar acontecendo! Não com Cebola pelo menos, porque com o Dc ja deveria ter acontecido.
Monica estava descendo as mãos pelo seu corpo e arrancando sua roupa pelo tajeto. Ela demorou um pouco ali, na hora de tirar sua calça. Ficou brincando de fazer círculos com o polegar enquanto acariciava seu orgão. O estranho era que a sua barriga doía do nada de vez em quando.
Mas ele não se importava, não com a boca gostosa de Mônica no penis. Ela sugava e lambia, levando o a um imenso prazer. Ele sentia seus dentes arranhando de leve seu orgão, e ele gostava. Quando ela se retirou sua boca dali, esperma estava caindo em volta. Ela se pos a lamber e brincar com a línga pela sua glande. Depois ela passou a beijar todo o seu corpo, deixando o líquido branco por ali mesmo, traçando o trajeto até a sua boca. Ela se pos a beijá-lo com voracidade. Ele queria brincar tambem, então ela abriu as correntes que o prendia à cama. Eles rolaram um pouco, enquanto Cebola apertava lhe as Nádegas e arrancava lhe a roupa. Então ele finalmente a derrotara. Ele ia agora fazer o que sempre sonhara, e parecia que ela ia deixar.
Então abriu suas pernas, deixando o com total acesso. E Cebola começou o ato.
– Cebola! — Gritou Cascão com a voz falha, esmurrando seu rosto. Não adiantava, ele não acordava. Cascão estava todo machucado por culpa dos zumbies e a agua alagara tudo em volta do lugar onde estava a cadeira.
– Cascão! — gritou Mônica. — Ajuda!
Ele viu Mônica e Denise lá embaixo, na água. Denise estava desmaiada e Mônica a carregava. Era de se admirar a força da garota. Ela estava com a pulseira e morrendo de dor, mas mesmo assim ainda tinha forças.
Cascão pegou sua mão e a ergueu. Graças a Deus ela não era mais tão gorda assim.
– Mônica! — gritou Cascão. — A ilusão dele é com você. Faça algo.
(Não vou descrever as coisas que a Monica gritou, até eu fiquei com medo.)
Então a ideia ocorreu-lhe.
– Cebola! Quem está no meu corpo é a sua mãe!
Algo estava acontecendo com Mônica. Ela estava mudando. Seu sorriso desapareceu, ela já não tinha mais dentes salientes estava familiar até demais. Ela coneçou a ficar mais gorda, seus seios cairam e pareciam que estavam murchos. Ali, onde o corpo dela se ligava ao seu se encheu de pelos e, depois que piscou viu se de cara com a dona Cebola!
– PUTA QUE PARIU! — gritou assustado e tentou recuar, mas ainda podia senti-la.
Assim Cebola acordou. Caiu da cadeira e ia direto para onde a agua estava cheia de zumbies boiando, se Mônica não o segurasse.
– Obrigado. Caracoles, que sonho...
Então ele levou um soco na cara. Cascão e Denise tentaram segurar Mônica, mas ela estava irada.
– Parabens. Passaram no primeiro teste! — disse Bianca aparecendo de repente.
– Eu vou te matar sua vadia!
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