Notas iniciais
Angelhy narrará em primeira pessoa sua infância e juventude.

Em uma linda manhã nos campos Holandeses um casal apaixonado chamado Georgel e Elisabhet estavam prestes a explodir de alegria pois sua pequena filha Angely Piell montterr acabara de nascer em uma cama com a ajuda de uma parteira camponesa, a casinha era feita de madeira e tijolos no meio da floresta mesmo sem sua mãe nunca ter ido ao médico Angelhy nasceu saudável e linda, Elisabethy nunca quis provar nada industrializado da cidade e Georgel não parava pra descançar era lenhador e marcineiro viajava e voltava da cidade com sua caroça e seu cavalo preto trovador dia e noite mas naquele dia em especial ele não foi trabalhar, seu maior presente tinha acabado de nascer e avia puxado os olhos verdes do seu pai e os poucos fiozinhos de cabelo eram loiros como os da sua mãe...

— parabéns é uma linda menina Helisabeth!, parabéns senhor Georgel. Diz a parteira segurando o bebê enrolado em um pano.

Ele se aproxima com os olhos banhados de lágrimas.

— olha amor como a nossa filha é linda!

Elisabeth não conseguiu conter a emoção seus olhos encheram de lágrimas.

—ela é linda como um anjo, e é nossa, nossa filha nossa Angelhy...

5 anos depois:

Narração de Angelhy:

Eu tinha 5 anos de idade e corria pela mata perto da minha casa camponesa seguindo uma borboleta amarela, usava um vestidinho branco e um sapatinho dourado comprados pelo meu pai na cidade, ele sempre me trazia um presente de lá papai sempre foi muito trabalhador eu sempre tive muito orgulho dele mamãe o amava muito e sempre vai amar, eu corria como um passarinho selvagem enquanto eu corria via uma vasta vegetação com muitas árvores e plantas de diversas espécies, passei sobre um campo de flores amarelas parei ali e me deitei sobre as flores sentindo seu perfume adocicado, fiquei olhando as nuvens e seus formatos sentindo a brisa do ar perfumado pelas flores e acabei dormindo estava cansada de tanto correr e já avia perdido de vista a borboleta amarela, tinha varias ao meu redor e de diversas cores meu sono foi interrompido pelo grito de mamãe ela me chamava de lonje.

— Angelhy! ANGELHYY!!

Eu acordei assustada e levantei correndo.

— TO INDO MAMÃE!!

Eu corria muito rápido entre o campo alguns camponeses plantavam e colhiam perto da li.

—oi tio thomas, oi tia Camila, oi tio Ramisedh.

— olá pequena Angelhy olha o pêssego suculento que colhi pra você!

— obrigada tio Thomas agora tenho que ir pra casa, mamãe me chamou.

— volte amanhã pra me trazer uma água fresquinha da cachoeira mais bonita que vir.

Diz entregando a fruta a menina.

— vou trazer, até tio.

~Ele a observa de lonje.

Eu cheguei em casa exausta mamãe tava com a mesa do almoço pronta, iamos comer carne de porco do mato com arroz e verduras e pra tomar suco de limão pegos do pé por mim e mamãe, tínhamos a mesa farta graças ao trabalho duro do papai, ele ainda não tinha chegado como quase sempre.

— mãe, será que o papai vai demorar a chegar?

— não sei filha ele saiu hoje de manhãzinha quando você ainda tava dormindo e apesar do trovador ser muito rápido a cidade fica lonje daqui.

— ele ainda não chegou então?

— não sei filha, eu nunca fui a cidade, só sei o que eu pai me conta agora come quietinha ai.

— sim senhora.

Já era noite e eu olhava os vaga-lumes na janela do meu quarto, mamãe colhia as verduras no solo e eu a observava também mas minha atenção estava nos vagalumes, derrepente vi a sombra de um homem montado num cavalo pensei ser o meu pai e são correndo de casa ao me aproximar ele me puxou pelo braço e me levou mata adentro, começei a gritar:

Mamãe! Mamãe!

Ela me viu e correu atrás desesperada.

Angelhy! A mamãe vai te salvar esse malvado não vai te fazer mal!

mas seu cavalo era muito rápido pra mamãe me alcançar, fiquei me perguntando porque aquele homem avia me levado pro meio da floresta, tive muito medo...

Ao chegar em frente a uma cachoeira o homem saiu do cavalo e pude ver eu rosto, não acreditei quando vi.

— você?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.