A nova garota
51 Revelações da noite de ano-novo... Dois!
Notas iniciais
Pov´s Thammy bêbada ontem
Kanato me levou no colo até meu quarto e me colocou na cama.
– Pronto! — ele falou rapidamente – Agora eu vou embora...
– NÃO! – gritei segurando sua mão e puxando-o para mim – Você vai ficar e me colocar para dormir! – Falei rindo.
– Teddy... – Kanato sussurrou colocando o urso em cima da cômoda – Não olhe... É assustador – Ele falou virando o urso para o outro lado. Eu comecei a rir a inda mais. Eu? Assustadora? Ai, ai... Kanato e tão lindo que chega a ser engraçado!
Eu sai da cama e fui em direção ao armário e comecei a tirar meu vestido.
– O QUE ESTÀ FAZENDO? – Kanato gritou corado.
– Ora, ora, mestre... – falei com um sorriso fofo – Você é muito pervertido observando uma menina se ocar – falei tirando meu vestido e ficando somente de roupa intima.
– EU VOU OLHAR PARA O OUTRO LADO! – Ele gritou se virando de costas. Eu ri enquanto pegava uma roupinha para dormir. Tirei meu sutiã, já que acho incomodo para usar enquanto dorme, e coloquei meu pijama, e em seguida deitei na cama.
– Pode olhar agora! – falei. Ele se virou para me encarar, bem devagar.
– PORQUE ESTÀ VESTIDA ASSIM? – Ele rapidamente gritou corado.
– Assim, como? – perguntei com um bico.
– S-Somente de blusa e calcinha... – Ele falou ficando cada vez mais vermelho. Eu comecei a rir, e então puxei Kanato, deitando-o ao meu lado.
– Porque está calor – falei apoiando minha cabeça em seu ombro.
– Mas a alguns dias atrás estava até nevando! – ele falou, constrangido.
– Há... É – Falei me sentando, e começando a rir.
– V-Você é muito estranha! – Vociferou.
– E eu te amo! – falei com uma voz fofa.
– Tá... – ele disse corando de novo – Agora vá se vestir...
– Mas eu ainda estou com calor – Falei lhe lançando um olhar questionador.
– C-Como... – Ele gaguejou. Eu subi em cima dele, ficando com as mãos em seu peito, e sussurrei roçando os lábios em sua orelha:
– Bem... Deve ser porque a sua presença me faz ficar quente – Falei mordendo o lóbulo de sua orelha e colocando devagar as mãos dentro de sua blusa.
– P-pare! – ele gritou rapidamente me empurrando – V-Você está somente delirando.
– Não... – Falei deitando a cabeça em seu ombro – Eu só quero te fazer feliz, mestre..
– Porquê está me chamando de mestre? – ele disse corado.
– Ué... Não era para eu ser submissa a você?
– M-Mas isso já acabou faz muito tempo – Falou rapidamente. Eu comecei a rir.
– Mas eu quero ser a sua marionete especial... Meu mestre – sussurrei com os lábios roçando em sua orelha. Senti ele estremecer.
– Por favor... Pare...
– Porque? – Perguntei arregalando os olhos – Você não me quer? – perguntei pegando sua mão, e levando-a para dentro de minha blusa.
– N-Não! – ele gritou rapidamente.
– Porque não? – Perguntei. Segurei suas mãos e as coloquei por debaixo de minha blusa e acima de meus seios.
– O que está fazendo? – ele gaguejou.
– Sabe... Eu queria que eles fossem maiores... – Falei com um bico – para poder lhe satisfazer melhor...
– Do que está falando? – ele gritou corado.
– Você pode aperta-los se quiser – falei fechando os olhos.
– N-Não... – ele gritou tentando tirar as mãos do local, mas eu as segurei e falei:
– Não precisa ficar com vergonha... Pode apertar – Falei, segurando em suas mão, lhe instigando.
– ... – Ele somente ficou de boca aberta, constrangido, como se quisesse pular da janela. Não Thammy... Sua boba! Ele nunca iria fugir! Senti ele hesitante apertar meu peito, bem devagar, bem constrangido.
– Isso... – Falei sentando em seu colo, encaixando as coxas em seu quadril – Não precisa ter medo... Mestre... Somente continue... – Falei. Ele apertou novamente, apalpando o local, corado.
Eu fechei os olhos e soltei, sem conter, um gemido.
– C-Chega! — ele falou rapidamente tirando as mãos de meu peito – Eu não... – Ele disse, e então parou no meio da frase, corando ainda mais. Senti uma coisa roçando em minha intimidade por debaixo dos seus jeans e cueca.
– Ora... Mestre – falei com um sorriso fofo – Está ficando animado? – Perguntei rebolando em cima de seu colo.
– ... – Eu ele comprimiu os lábios, corando de novo, provavelmente tentando conter um gemido.
Eu sorri, começando a me mexer, sentindo sua ereção contra minha intimidade. Cavalguei em cima de seu membro, sentindo minha intimidade ficando molhada ao mesmo tempo em que um gemido saia de meus lábios.
– T-Thammy... Pare! – pediu Kanato tentando não gemer.
– Mas você está gostando... – Falei.
– N-Não es... – Antes que ele possa terminar de falar, finalmente não aguentou e deixou escapar um gemido agudo. Eu sorri. Sai de cima dele por um segundo.
– Mestre... Eu estou excitada – Falei corada.
– Então não tente fazer isso de novo! – Ele disse corando.
– Mas eu quero continuar – Falei sorrindo.
– M-Mas... EI! Porque você está tirando sua calcinha? – Ele gritou rapidamente.
– Está friozinho... – Falei enquanto jogava minha calcinha em algum canto do quarto.
– E-Então se vista de novo! – Ele gritou corando e colocando a mão na frente do rosto. Rapidamente eu sentei em cima dele, e segurei suas mãos.
– Não fique tímido – falei – Pode olhar... – Eu disse corada, abrindo minhas pernas.
– E-Eu não quero ver! – Ele gritou rapidamente desviando o rosto e fechando os olhos com força.
– Porquê... – Eu comecei a perguntar, as então uma resposta se passou pela minha cabeça – Ho... – murmurei saindo de cima dele e me encolhendo em posição fetal, chorando.
– Porque está chorando? – Kanato perguntou.
– Porque... Porque... – eu funguei.
– Porque, o que? – ele murmurou.
– Porque ao que parece... Você é gay! – acusei, derramando em lágrimas.
– O que? – Ele perguntou corando.
– Você não quer meu corpo... Então você .... – Eu murmurei.
– Não! – ele afirmou rapidamente – E-eu não sou gay... E-eu só não...
– Sério? – perguntei animada, rapidamente eu lhe derrubei subindo em cima dele.
– O que você... – ele gaguejou.
– Então... – falei lhe ignorando – No fim você me quer? – perguntei enxugando as lágrimas.
– NÃO! – declarou rapidamente.
– Pode fazer o que deseja – Falei sentando em seu peito, e abrindo as pernas dando-lhe uma visão de minha intimidade.
– O QUE ESTÀ FAZENDO???? – Ele gritou corando ainda mais.
– Estou aguardando você prosseguir, mestre – falei.
– P-Prosseguir o que?
– Com o que você quiser- falei.
– Então deixa eu ir embora! – ele pediu corando cada vez mais.
– Isso eu não posso fazer! – Murmurei sorrindo.
– E-Então o que quer que eu faça? – Ele perguntou.
– Bem... – Eu olhei para o teto, corando com um sorriso um tanto malicioso. Escorreguei em seu peito, aproximando minha intimidade de seu rosto – E-Eu queria fizesse amor comigo.
– Q-Que? – Ele gaguejou corado.
– Queria sentir prazer, através de você! – Falei fitando o teto.
– Você só vai me soltar se eu fazer isso, né? – ele perguntou corado. Eu assenti, rindo. Ele corou, me fitou durante um segundo, engolindo um seco. Eu fechei os olhos, e esperei. E então, devagar e hesitante aproximou os lábios de minha intimidade.
Eu soltei um barulho que parecia a mistura de um arfar e um gemido, e agarrei o tecido das cobertas da cama, gemendo.
Sentir seus lábios chupando e sugando em minha intimidade, me deixava cada vez mais excitada! Eu nem tentava conter os gemidos que saiam sem parar pelos meus lábios.
Senti sua língua passar pela minha vagina, me fazendo estremece e arrepiar toda.
– Vai Kanato! – eu gemi, alto e agudo. Senti sua língua acariciando meu clitóris, me fez gemer. Alto! Bem alto e agudo.
Toda minha intimidade se contorcia contra seus lábios.
– Kanato! – eu gritei em um gemido – E-Eu vou gozar! – avisei gemendo.
– O-Oque? – Ele murmurou parando um segundo.
– Não para não! – Ordenei segurando em seu cabelo. Eu percebi que ele corou, mas mesmo assim ele continuou, até que eu não consegui mais aguentar, cheguei em meu ápice.
E então... Eu gozei. Eu dei um enorme suspiro enquanto jogava minha cabeça para trás e sentia um liquido sair de mim.
Logo Kanato me empurrou para longe, corado.
– Pronto! – falou se levantando – Já fiz o que você mandou! Agora vou embora! — disse, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, eu lhe puxei novamente, sentado sobre seu colo, prendendo-o. E então eu peguei meu próprio lençol, e usei para amarrar suas mãos na cabeceira da cama.
– O que está fazendo? – Ele gaguejou.
– E-è que eu não quero que você vá embora! – gaguejei corando.
– Mas você está maluca! – ele gritou corando.
– Não... – falei – Não estou!
– Está sim! – Reclamou.
– Não... – falei rapidamente, chocada. Coloquei as mãos em seu peito e aproximei o meu rosto do seu – Eu te amo... A única coisa que eu quero é te satisfazer e te fazer feliz! Eu quero te amar, te proteger e te dar prazer e amor! O que eu quero... É lhe satisfazer de todas as formas possíveis... – Falei abaixando lentamente o zíper se sua calça.
– O-O que está fazendo? – gritou corando.
– Estou retribuindo o que o mestre fez por mim... – Falei abaixando sua calça e sua cueca. Kanato se mexeu impaciente tentando soltar as mãos, mas não conseguiu.
– Pare! – ele gritou.
– É meio pequeno... – Falei – Quer dizer... Não é tão pequeno assim... É de médio para pequeno – Falei
– Do que está falando? – ele murmurou olhando para o teto e corando ainda mais.
– Isso... – Sussurrei. Eu aproximei o meu rosto do seu membro, e abocanhei. Ouvi Kanato arfar, e se mexer meio inquieto, mas eu não liguei, eu fiz o meu trabalho.
Movimentei meus lábios, chupando o local, e lambendo toa a extensão de sua intimidade. Kanato arqueou as costas, tentando em vão contar um gemido, mas eu coloquei as mãos em sei quadril, abaixando-lhe novamente.
– T-Thammy – Ouvi Kanato falar entre um gemido. Eu não evitei sorrir. Continuei meu trabalho, lambendo, chupando e sugando.
Tirei a boca de seu pênis um segundo, e passei a língua, lambendo a cabecinha. Nesse momento
– T-Thammy... E-Eu vou... — Kanato deu um enorme suspiro agudo parecido com um suspiro, e gozou. Senti um liquido amargo preencher minha boca.
Eu engoli tudo de boa vontade.
– P-Pronto? – perguntou Kanato, arfando – acabou? Posso ir embora? – pediu arfando, corado.
– Não – falei – Sabe mestre... Você não entende nada mesmo, né? – perguntei rindo. Ele negou com a cabeça, corado. Eu ri.
– Acho que já está na hora de terminarmos o que começamos – murmurei posicionando-me em cima de sua intimidade, pronta para lhe receber.
– O-O-O-O q-q-q-q-que está f-f-f-f-fazendo? – Gaguejou Kanato.
– Eu não me importo se doer – falei com um sorriso fofo enquanto acariciava seu rosto – Eu só quero que minha primeira vez seja com você – falei selando meus lábios aos seus.
– N-não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não! – Ele disse corando cada vez mais. Sua intimidade estava roçando na minha. – M-me solte! – ele gritou – E-eu não quero que seja assim – ele disse corado.
– Como assim?
– Er... – Ele parecia estar bolando algum tipo de plano. Não Thammy, sua besta! Kanato te ama demais para te enganar ou fazer algo assim! – E-è que ... Eu... Hm... Porque talvez seja melhor que eu esteja solto na sua primeira vez? – Ele disse parecendo mais uma pergunta do que justificativa.
Eu lhe encarei estreitando os olhos por um segundo, então falei.
– Tudo bem – Eu disse desamarrando suas mão – Agora vamos voltar ao que... – Antes que eu pudesse terminar o que falava, ele me empurrou da cama, subiu as calças, pegou o urso dele e começou a correr para o lado de fora.
– MESTRE! – gritei – Espera! – Falei segurando seu pulso – Você mentiu para mim? – Falei com lágrimas nos olhos.
– Sim! – falou com frieza – Agora eu e Teddy vamos embora! AGORA!
– Não! – falei segurando seu braço com fora e chorando – Por favor... Eu quero que você fique! Não me deixe assim... – Pedi.
– Estou indo embora! – gritou sem nem me olhar nos olhos.
– Eu prometo que não faço nada de novo! – declarei com as lagrimas transbordando pelos olhos. Catei minha calcinha que estava jogada no canto do quarto e a vesti – Eu só quero que você fique comigo – Falei me ajoelhando na sua frente, praticamente lhe implorando.
– Não acredito em você! Né, Teddy? – Falou dirigindo a última pergunta ao urso.
–Um dia... – eu sussurrei – Um dia eu vou provar para você que estou falando a verdade... Que eu realmente amo você – Sussurrei – Mas por favor... Fique comigo até eu dormir! – pedi fazendo bico.
Ele bufou.
– Tá... – falou. Eu sorri, limpando as lágrimas, e então puxei seu pulso, levando-o até a cama, e deitei apoiando a cabeça em seu ombro.
– Boa noite amor... – Sussurrei – sabe... – falei lhe encarando, pensativa – Eu sei que você não acredita que eu estou falando sério... Mas eu te amo Kanato... Eu realmente queria lhe satisfazer de alguma forma mas... – Eu senti algumas lágrimas escorrendo em minha bochecha – Tudo o que fiz foi em vão! – Falei rindo – Mas quero que saiba que eu realmente amo você! – falei aproximando os lábios de seu rosto e depositando um beijo em sua testa.
Em seguida eu apoiai a cabeça em sem ombro novamente, e dormi quase instantaneamente.
Pov´s Thammy época atual.
Quando o vídeo acabou, eu ainda fiquei fitando a tela da televisão, tentando assimilar tudo o que aconteceu.
– O que você estava falando antes? – perguntou Ayato ao meu lado – Sobre que o que aconteceu com você não foi tão humilhante? – Disse com sorriso maldoso.
– CALA A BOCA, CARA QUE TRANSOU COM A ARVORE! – Gritei com raiva.
– Thammy – disse Mika rindo – Você tem que admitir que...
– ADMITIR UMA OVA!!!! – gritei – Sério... Que porra é essa? QUE PORRA É ESSA??? – gritei frustrada.
– Foi você seduzindo o Kanato – Disse Laito.
– EU SEI! – gritei frustrada. Segurei uma almofada, coloquei no rosto, e gritei, gritei com a maior fora possível até sentir falta de ar nos pulmões.
– Então era por isso que o Kanato estava com tanto medo assim! – declarou Mika rindo. Eu olhei para Kanato durante um segundo. Percebi que ele tremia um pouco, e me encarou meio incrédulo um segundo. Logo eu corei, corei feito um tomate que fez fusão com um morango, se pintou com a cor do cabelo do Ayato, se cobriu de Ketchup e pimentão.
E então eu vomitei no chão.
Pov´s Mika
Estou com uma câmera, rindo e filmando o pessoa.
– Olá, fãs! – falei virando a câmera para mim – Estou aqui agora mostrando para vocês as reações pós-bebedeira. Não... Não é ressaca... E bem pior que isso! É quando a gente descobre o que fez quando estava bêbado – Falei rindo – Enfim... Agora vamos começar pelo meu namorado! – Falei virando a câmera para Shu que estava deitado no sofá – Como você está reagindo aos vídeos.
– Normal – falou – Não é algo que interfira na minha preguiça!
– Tá... Vou ao próximo – Falei – Reiji! Como você está reagindo? E que monte de livros são esses? – perguntei apontando para uma pilha de livros ao seu lado.
– São livros de psicologia — falou ajeitando os óculos – Estou tentando não cair no delírio ao saber dessas terríveis histórias – falou engolindo um seco, e então murmurou bem baixinho com um tom de traumatizado – Galinha...
– Okay... Okay... O próximo! – falei rindo. Fui até o jardim, onde encontrei Ayato segurando um machado e apontando para a arvore.
– O que está fazendo? – perguntei.
– EU VOU MATAR ESSA ARVORE! – gritou – ELA ME FEZ A PORRA FICAR COÇANDO O DIA INTEIRO – falou apontando para as calças – Eu odeio arvores! – disse batendo com o machado repetias vezes na arvore. Eu ri, e então entrei na casa novamente.
Lá encontrei Subaru, segurando um sabão na mão.
– O que está fazendo? – perguntei.
– Isso! – rosnou, e então mordeu o sabão, e começou a mastigar – O Laito me beijou... que nojo – declarou com a boca cheia de sabão. Percebi que ele queria cuspir, mas não o fez. Eu ri.
– Vocês estão exagerando – Falei.
– Não estamos! – gritou Laito aparecendo com uma garrafa de enxaguante bucal de menta na mão pela metade – Estou tentando esquecer essa memória péssima! – Disse para em seguida virar a garrafa na boca.
– Tá legal... Tá legal... Entendi – falei rindo – E você, Kanato? – perguntei apontando a câmera para onde ele estava, encolhido em posição fetal no canto da casa, chorando.
– Pode destruir aquele CD? – pediu chorando.
– Mas isso não vai apagar o que aconteceu, não é? – perguntei. Ele negou com a cabeça, chorando.
– Pode me deixar sozinho? – pediu soluçando.
– Claro – falei rindo. Eu procurei Thammy, que estava em seu quarto, quando tudo com um machado.
– MERDA! MERDA! MERDA! – Ela gritou acertando várias vezes a cama.
– O que está fazendo? – perguntei.
– ESTOU APAGANDO O LOCAL ONDE A MERDA ACONTECEU! – Ela gritou furiosa.
– Mas isso...
– SEI QUE NÃO VAI APAGAR O QUE ACONTECEU! PORRA! – ela gritou então acertando o próprio armário.
– Provavelmente você não vai mais poder dormir aqui por um temp...
– FODA-SE! – ela gritou – ESTOU GOZANDO NA CARA DAQUELES QUE FALAM QUE VIOLENCIA NÃO ACALMA! – disse batendo várias vezes nos destroços restantes da cama.
– Na verdade... Você gozou para o Kanato – Falei rindo. Ela me encarou por um segundo, segurando o machado. Pensei que ela fosse me acertar, mas não, ela largou no chão e começou a chorar.
– NEM ME LEMBRE DISSO! – gritou chorando enquanto ia em direção ao banheiro, pegava duas escovas de dentes de uma vez e começava a escovar a boca.
– O que está fazendo? – perguntei.
– Eu chupei o pau dele, Mika... – ela respondeu chorando enquanto escovava várias vezes.
Eu ri virando a câmera para isso.
– Vira? Essa é a reação pós-bebedeira! Agora... Tchau! – falei parando de filmar.
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