A nova garota

58 Praia! (Parte dois)


Notas iniciais
ESTOU EU DE NOVO POSTANDO NA MADRUGADA! SINTAM-SE HONRADOS! ATENÇÃO!!! Pessoas! Estou pensando em criar um grupo de facebook da fic! Ou então de watzap! Eu fiquei bastante na duvida, e então decidi o seguinte, aquele que tiver masi votos, eu vou fazer! AGORA DECIDAM-SE! WATS, OU FACE?

(N/A: Está fazendo o que? Volte e leia as notas inciais! É importante!)

Bem... Depois de conseguir estancar o sangue que saia do meu nariz, finalmente fomos para a praia. Só tínhamos que andar um pouquinho para chegar lá! Mas durante o caminho, Kanato me chama.

— Thammy – Kanato me chamou de repente. Ele estava usando uma sunguinha roxa. Comparado aos outros meninos ele tem corpo de criança, mas ainda assim é o suficiente para eu ter que prender a respiração perto dele – Q-Que biquíni e esse? – ele perguntou vermelho que nem um pimentão. Eu lhe encarei.

— Eu ia vir com um maiô – murmurei – Mas Mika de repente insistiu em comprar esse... Não sei porquê...

— E-Eu tento imaginar... – Disse engolindo um seco, e em seguida olhando para Mika lhe lançando um olhar venenoso. Eu franzi a testa. Somei um mais um e deu dois! Entendi o que ela quis fazer ao comprar isso.

— Acho que eu entendi – murmurei encarando Kanato, corada – Provavelmente ela deve ter bancado uma doida e pensado que iria chamar sua atenção... Tsc... – Eu revirei os olhos – Ela deve ter caído do berço quando criança! Só pode! – eu disse rindo.

— É... – ele disse rindo bem devagar e sem-graça.

E então, chegamos na praia.

— A praia aqui é um pouco deserta – comentou Mika – Então vai ser mais tranquilo! De vem em quando posse ser que passem algumas pessoas que também moram por perto, ou então estão em algum hotel, mas fora isso é quase vazia.

— Tsc... – murmurou Ayato – Pensei que veria mais peito!

— Eu també... – Murmurou Laito.

— Kanato – Eu murmurei colocando as mãos nas suas orelhas – Você ainda é uma mente pura! Tente não ser contaminado pelos seus irmãos idiotas! – declarei.

— C-Claro... – Ele murmurou assentindo.

— Meninos! – Mika gritou tirando o protetor-solar da bolsa – Alguém quer me ajudar a passar?

— EU! – Gritaram Laito e Ayato ao mesmo tempo correndo em sua direção. Eu revirei os olhos. Que idiotas!

Algumas horas depois! (“Sério, Angel?”) (N/A: Sim! Sério! Não consegui encontrar inspiração para escrever essa porra! Tá legal? Eu só planejei uma parte que tem treta, o resto, a criatividade me deixou no vácuo!)

Como falar? Bem... Começou a chover! SIMPLESMENTE COMEÇOU A CHOVER DO NADA!!!! Parecia que a semana toda iria ser de praia, um sol e calor infernal, todos curtindo o mar... MAS DE REPENTE, COMEÇA A CHOVER!

Esse clima é muito estranho!

Por isso estamos todos em casa, sem nada para fazer. E eu estou usando meu pijaminha, já a essa hora porque é confortável!

Agora, na sala, estamos, eu, Laito, Subaru e Kanato. Fazendo o que? PORRA NENHUMA!

— Estou com fome – falei me levantando do sofá – Vou buscar uns biscoitos na cozinha! Alguém quer também? – perguntei.

— Eu quero – disse Kanato abraçando o urso dele com mais força. Eu suspirei.

— Okay! Eu já volto! – falei indo em direção ao corredor para ir para a cozinha. Mas... No caminho, de repente, eu encontro Shu, parado na frente de uma porta, espiando a fresta. Eu franzi a testa. O que ele está fazendo? Me perguntei.

Logo ele deu um longo suspiro e então andou com passos lentos para outro cômodo. Eu, curiosa como sou, fui bem devagar e espiei pela fresta da porta.

Quase que eu desmaio no chão, ali mesmo!

Dentro do quarto, estavam Ayato e Mika, trocando uns beijos... Ele segurava ela, apoiando-a contra a parede e.... Por favor... Não me obriguem a descrever o resto! Só digo que eu rapidamente sai dali com a cabeça fervendo e vermelha, rapidamente, correndo em direção a cozinha, arfando.

— Isso foi... constrangedor – Falei para ninguém em especial.

— Você viu, não foi? – Perguntaram de repente, fazendo-me dar um pulo assustada. Percebi que era Shu, que estava apoiado na porta de cozinha, com uma cara meio triste.

— Eu vi – Falei cruzando os braços – Não venha choramingando ou reclamando, algo desse tipo! Foi você quem provocou tudo isso!

— Tsc... – ele olhou para o teto – sinceramente eu... – E então ele parou, me encarou, e balançou a cabeça – Deixa para lá!

— O que? – Eu disse levantando uma sobrancelha – você começou! Termina agora!

— Eu não quero desabafar!

— Okay, então não fale – Murmurei abrindo o armário procurando os biscoitos. O silencio reinou uns minutos até que ele finalmente falou.

— Tá! Eu falo! Já que insiste tanto – Disse bufando e se sentando em uma cadeira que tinha na pequena mesa da cozinha. Eu ri.

— Não importa o que você fale, a Mika ainda tem razão em ter terminado com você!

— Você acha isso? – Perguntou bufando – Ou foi somente porque ela disse o próprio ponto de vista?

— Tá, então qual é seu pronto de vista? – Perguntei levantando uma sobrancelha enquanto abria o pacote de biscoito. Ele suspirou.

— Ela te contou como foi a historia do termino, né?

— Sim! – falei – E você foi muito insensível! Sabe, a Mika realmente gostava de você, e você foi cruel e frio!

— Eu fui? – perguntou levantando uma sobrancelha – Eu só fui sincero! O tempo inteiro! Hora nenhuma eu fiz algum pedido de namoro, ou então uma declaração de amor! A não ser na vez que eu bebi! Ela quem sempre levava as coisas ao extremo! Como se tudo que eu falasse ou fizesse, ela levasse na forma romântica, algo que eu nunca fiz! Ela criou simplesmente na cabeça essa ideia que estávamos juntos de verdade! – disse bufando. Eu lhe encarei por uns segundos, procurando alguma forma de retrucar, e então murmurei bufando:

— Touché! – falei cruzando os braços. E então eu adicionei – Mas... Se você não gostava dela, podia ao menos ter esclarecido a ela! Você viu como ela gostava de você! E realmente magoou ela... Você ao menos podia ter falado que não gostava tanto assim...

— E quem disse que não? – Disse meio alarmado. Eu leh encarei levantando uma sobrancelha. Ele corou de leve, quase imperceptível, e então continuou a falar – Ela era meio animada de um jeito legal, que me fazia sentir alegre! Eu só não gostava de demonstrar isso! No fundo eu realmente pensei que não estávamos tendo um relacionamento serio! – declarou por fim. Eu lhe encarei.

— Sabe... – murmurei – Mika me disse, que na noite em que terminaram, ela queria que você tivesse ido atrás dela, debatido com ela, discutido, de uma forma que no final vocês possam fazer as pazes. Porque não o fez? – perguntei. Ele somente ficou calado encarando o teto.

— Do que adiantaria? Sinceramente... Vocês garotas são estranhas! Ao mesmo tempo em que ela queria terminar comigo e me bater, queria que eu fosse atrás dela para fazermos as pazes? – Disse balançando a cabeça e bufando – As vezes vocês não fazem sentido... – Disse encarando o teto. Por mais que eu não queria admitir, ele tem um ponto! E então ele suspirou – Mas mesmo assim, não adianta mais! Ela não liga para mim! Fica praticamente se exibindo para cima dos pervertidos lá, só para enfatizar que está solteira... Tsc... – Ele fechou a mão em um punho com raiva.

— Isso é ciúme, senhor preguiça? – perguntei rindo.

— O que? – Disse rapidamente – Claro que não! – Declarou se levantando e saindo da cozinha. Eu ri.

E então peguei meu pacote de biscoitos e voltei para a sala, pensando no que acabou de acontecer...

***

Hora de dormir! Nossa... Estou com tanto sono... A primeira coisa que fiz ao deitar na minhac confortável cama foi apagar que nem uma pedra. ERRADO!

PORRA!

“Como assim?” Digamos que o seguinte: O quarto da Mika é ao lado do meu. As paredes aqui são meio finas e... As camas são meio velhas, rangem demais e...

Como esclarecer que o AYATO FOI PASSAR A NOITE NO QUARTO DELA?

Sim... Você leu direito... NESSE SEGUNDO OS DOIS ESTÃO LÁ NAS MIL MARAVILHAS, SEM NEM SE INCOMODAR EM CONTAR O BARULHO! E EU NÃO ESTOU CONSEGUINDO DORMIR POR CAUSA DESSA PORRA!!!

Já me revirei mil vezes na cama, tampei meus ouvidos com o travesseiro, mas nada adianta. Até que eu perdi minha paciência, peguei meus cobertores e comecei a me dirigir para fora do quarto. VOU DORMIR NA SALA, DESDE QUE SEJA MAIS LONGE DO BARULHO!

Assim que cheguei lá, encontrei Shu, que estava dormindo, com os fones de ouvido nas orelhas. Um dos colchões que foram colocados na sala estava vazio... Já que um certo Ayato decidiu privar todos na casa de ter uma noite de sono!

— Shu... – Eu murmurei cutucando-o no ombro. Ele abriu os olhos e me encarou.

— Eu estava dormindo – falou.

— Eu sei! – falei – Só vim informar que também vou dormir na sala! Por culpa do barulho...

— Só não divido meus fones com você – avisou aumentando o volume dos fones e se deitando com a cara no travesseiro. Pude perceber que ele estava meio triste. Eu lhe necarei, e então dei uns tapinhas encorajadores em seu ombro.

— Sinto muito, Shu! – falei indo em direção no outro colchão e me deitando no mesmo.

— Não diga que “sente muito” – ele disse levantando a cabeça para me encarar – Isso não muda em nada.

— Como você está reagindo a tudo isso? – Perguntei.

— Não sei – Disse balançando a cabeça. É impressão minha, ou seus olhos estão um pouco marejados? – Eu me sinto muito mau... Não sei dizer... Queria entrar lá agora mesmo a parar isso tudo...

— Eu acho que entendo – falei – Nunca namorei... Então não teria como eu entender! – alei. Ele assentiu, se deitando de lado, aumentando ainda mais o volume dos fones, e dormindo.

Então... Eu estava quase dormindo, quando de repente, entrando na sala também, vem Kanato.

— Thammy? – ele sussurrou ao perceber que eu estava aqui – Também não conseguiu dormir?

— Sim – falei me sentando – E ao que parece, não foi somente eu quem tive a ideia de dormir na sala!

— Tsc... – Murmurou Subaru entrando na sala também – Aqueles dois nem se importam em se conter!

— Pois é! – falei bocejando – Bora dormir? Eu posso dividir a cama com alguém!

— Comigo! – Os dois falaram ao mesmo tempo, e então logo em seguida trocaram um olhar venenoso.

— Eu vou! – rosnou Subaru.

— Não! Eu quem vou dormir com a Thammy- ele disse puxando um braço meu.

— Tsc! Eu e quem vou! – Disse Subaru Puxando meu outro braço!

— Ei! Parem vocês dois – eu disse corada.

— Eu achei que você disse que não gostava mais! – Sibilou Subaru encarando Kanato com um olhar mortal.

— Eu menti! – Rosnou Kanato. Eu me senti fora de alguma conversa. Sério... Do que estavam falando.

— Sério? Pois agora eu também gosto! – Rosnou Subaru Me puxando contra si.

— Mas eu e quem vou dormir com ela! – Gritou Kanato me puxando.

— CHEGA! – gritei com raiva – QUE TAL DORMIREM OS ODIS?

— O que? – Perguntaram em uníssono.

— Venham logo! – eu disse me deitando na cama – E não reclamem se ficar apertado!

Logo eles vieram, meio hesitantes, cada u deitando de um lado.

Eu somente fiquei parada, encarando o teto, até que de repente, Kanato passa um braço por mim me trazendo para perto, fazendo com que eu deite minha cabeça em seu ombro.

— K-Kanato? – gaguejei corada. Ele não respondeu, só ficou calado, provavelmente dormindo.

E então, de repente, Subaru abraça minha cintura, encaixando a cabeça em minhas costas.

Eu corei ainda mais.

A posição que eu dormi foi meio desconfortável, já que eu fiquei, ao mesmo tempo dormindo abraçada em Kanato, com Subaru me abraçando por trás.

Notas finais
ESTOU SENTINDO UMA TRETA! :D