A night at Weston College
1 A sala dos P4
Notas iniciais
Aqui estou eu novamente com mais uma fic de Kuroshitsuji (fazer o quê? Eu amo esse mangá).
Mas essa fic tem um porquê de existir, é o presente de aniversário (MEEEEEGAAAAAA atrasado) da minha linda e doidinha amiga Asa noturna. Ela é a moça dos shipps inusitados
Asa, eu sei que demorei muito mais do que seria o aceitável, mas escrevi de coração e espero muito, muito, muito que ela esteja do seu agrado.
Então, boa leitura
A vida dos novos P4 como eram comumente conhecidos os monitores dos quatro dormitórios da Escola Weston não andava nada fácil. Desde a expulsão dos anteriores, naquela ocasião que não havia sido bem explicada, o clima no colégio Weston tinha se tornado pesado e uma aura negra tomava conta de tudo. Não para os reles alunos normais é claro, para eles tudo continuava na mais completa tranquilidade.
O mesmo não ocorria dentro do grupo do P4. Eles sabiam de tudo o que havia ocorrido, haviam presenciado o que aconteceu naquele horrível chá da meia noite, onde parecia que um pesadelo havia ganhado vida.
Agora eram os novos monitores e o que deveria ser sido algo que os enchesse de alegria e honra, veio com um gosto amargo de algo estragado.
E para piorar os novos P4 não se davam tão bem assim. A verdade é que a saída dos seus senpais foi repentina demais. E agora eles andavam meio perdidos.
Edward passava a maior parte do tempo sozinho, pensando no que havia visto e tentando entender o que realmente acontecia com aquele mordomo do primo. Afinal, desde quando mordomos eram capazes de lutar daquela forma?
Estava imerso nos seus pensamentos, nem ao menos havia tirado o uniforme. Era tarde da noite e havia perdido o sono. Decidiu ir à sala dos prefects, saiu do seu dormitório e dirigiu-se para lá. Tudo estava silencioso e escuro, achou a sua cópia da chave no bolso e abriu a porta, sentou-se de lado com as pernas jogadas sobre o braço da poltrona da sala dos prefect e estava nessa posição quando Cheslock entrou. O monitor da Violet House estava entendiado e mesmo quando tocava o seu violino, que era a coisa que mais amava fazer, o único som que conseguia tirar do instrumento era uma lamúria triste e fúnebre.
Quando viu o monitor da Green Lion, sorriu um pouco, gostava de provocar o rapaz. Era uma das suas diversões.
_Não tente pensar muito. Isso pode ser decepcionante para você — provocou e sentou no sofá de dois lugares.
Edward o olhou bravo e bufou, mantendo-se em silêncio.
_No que pensa tanto? Em por que ainda não conseguiu uma namorada?
_Não me enche. Sou novo demais para isso — respondeu sério, virando a cara para o punk.
Cheslock riu.
_Mas até a sua irmã que é mais nova tem noivo. E você, nada?
_E desde quando isso é da sua conta?
_Não é. Mas pode ser — insinuou.
_O quê? — Edward franziu o cenho.
Cheslock abanou a mão.
_Esqueça, você é muito burro. Para entender é preciso cérebro e você só tem músculos.
Edward bufou impaciente, era inútil discutir com o outro.
_Posso entender qualquer coisa. Não sou nem um pouco burro como você imagina.
Cheslock encarou o loiro. Era bonito sim e sabia que não era nem um pouco burro, mas aquela arrogância com que ele olhava para o musicista era algo que o irritava profundamente. Gostaria de quebrar aquela pose de cavalheiro da alta sociedade, superior à todos.
Resolveu apostar num jogo arriscado. Um jogo arriscado e estúpido. Mas, principalmente queria ver como o outro reagiria. Claro que isso nada tinha haver com o fato de Edward Midford ser loiro, com aqueles olhos verdes profundos; nem com o fato de ter porte de atleta e se mover de modo ágil durante as partidas. É claro que não!
_Será mesmo que pode entender qualquer coisa? — levantou-se do sofá e aproximou-se de Edward.
_Mas é claro! — Edward cruzou os braços.
_Vamos ver então — Cheslock avançou sobre o outro.
O punk jogou o loiro sobre a mesa, subindo em cima do mesmo e o beijando. Edward o empurrou com força
_O que é isso? Tá louco?
_É tão burro que não sabe o que é um beijo? — respondeu Cheslock, um sorriso de escárnio estampado no rosto.
É claro que o prefect da Violet House menosprezava o da Green House, achava que aqueles que se destacavam nos esportes não estavam à altura daqueles que se dedicavam às artes.
O loiro o empurrou mais, porém Cheslock o segurou pelos pulsos, o imobilizando contra o tampo de madeira.
_É claro que eu sei. Só não sei por que fez isso? — Edward se debateu mas foi em vão, embora Cheslock parecesse magro, era bem forte na verdade.
O outro riu.
_Porque eu quero. Porque você se acha superior a todos, metido a esportista. Fica desfilando por aí com essa pompa de gente rica. Se liga, aqui todos são ricos. Você não é melhor do que ninguém.
_Você costuma beijar quem não gosta? — Edward não podia fazer nada, estava imobilizado, então a única coisa que podia fazer era irritá-lo com palavras.
Cheslock riu, deslizou a língua no pescoço de Edward.
_Só os que têm uma bundinha empinada como essa — as mãos correram para o traseiro do loiro, apertando ao mesmo tempo que mordia com força a pele muito clara do pescoço do rapaz.
Então algo aconteceu, aquela mordida dada na intensidade certa quebrou toda a pose de Edward, a dorzinha se transformou em impulsos nervosos que agiram imediatamente no membro do loiro, fazendo erguer-se numa ereção constrangedora. Esse detalhe, não tão pequeno assim, não passou desapercebido por Cheslock, que logo levou a mão ao membro alheio, massageando e apertando o volume.
_Tudo isso só com uma mordidinha, Edward? Sério mesmo que é tão sensível assim?
A risada que se seguiu feriu os ouvidos e o orgulho do Midford, mordeu os lábios com raiva, seria capaz de socar o outro. Mas por algum motivo não o socou e o punk voltou a provar o gosto do pescoço do loiro, distribuindo mordidas e chupões.
A cada carícia feita pela boca de Cheslock, Edward se sentia mais e mais excitado, a ponto das suas calças o incomodarem terrivelmente. Já não tinha forças para resistir, já não queria lutar para que o outro parasse de fazer aquelas coisas tão vergonhosas. Surpreendeu-se quando percebeu que suas mãos estavam apoiadas docilmente nos ombros do outro, retirou-as subitamente.
_Não finja que não está gostando. Não finja que não está excitado, Edward; seja sincero!
Cheslock sentou-se sobre as pernas do outro, imobilizando-as, não acreditava realmente que ele quisesse fugir, mas acima de tudo não queria correr o risco do loiro dar um bote e acabar escapando, principalmente agora que ele tinha percebido que Midford não era imune aos seus toques.
Tirou a gravata do Edward e a esticou nas mãos, tensionando o tecido em frente aos olhos verdes dele.
_O que…
_Sch, quieto — ralhou Cheslock enquanto erguia as mãos de Edward acima da cabeça e amarrava os punhos com a gravata, depois desceu apalpando os braços e tórax do rapaz, sentindo o calor do corpo por cima da camisa do uniforme.
_Mantenha os braços erguidos e não se machucará...muito.
Por alguns minutos Edward não entendeu exatamente o que o outro dizia, mas então Cheslock enfiou a mão no bolso traseiro da calça e tirou de lá um pequeno objeto retangular. Edward viu o outro desdobrar o canivete, expondo a lâmina prateada, arregalou os olhos, levemente aterrorizado por estar submisso a alguém armado. Cheslock tinha todo o poder sobre o loiro e essa certeza excitou a ambos igualmente.
A lâmina desceu e Cheslock arrancou botão a botão da camisa e por vezes Edward sentiu o frio do metal raspando no seu tórax, sem feri-lo no entanto.
A camisa foi afastada e os mamilos delicados do rapaz foram trabalhados habilidosamente pelos dedos do punk.
_Hhhgggnn ...não… — trincou os dentes, tentando segurar os gemidos que insistiam em querer sair da sua garganta, delatando o quanto aquelas carícias o estavam excitando.
_Oeee, ainda se segurando Edward? Posso te chamar de Edward, não?
O loiro não respondeu, não queria correr o risco de abrir a boca e soltar algum som manhoso, apenas olhou para o outro e rezou internamente para sua expressão facial não o denunciasse.
Cheslock deitou-se sobre ele, selando os lábios, lambeu o lábio inferior de Edward, pedindo passagem com a língua. Passagem essa que foi negada veementemente, obrigando o outro a levar a mão ao rosto do loiro, apertando suas bochechas com uma mão só, até que a dor o obrigasse a abrir os lábios minimamente, tendo a boca finalmente invadida pela língua atrevida do punk.
Edward ainda se debateu, tentando se livrar dos lábios do outro.
_Me deixa, Cheslock!
_Ainda teima que não quer? Tsc tsc tsc — a voz tinha tom de chacota e Cheslock desceu a mão, apalpando o membro ainda coberto pela calça — Não é o que isso daqui mostra — apertou um pouco os dedos na ereção do loiro e dessa vez, conseguiu arrancar um gemido dele.
Adorou o som. E continuou massageando, tensionando os dedos no pênis de Edward, habilidosamente achando a ponta coberta e concentrando as esfregadas ali. Seus olhos estavam presos no rosto do loiro, atento à qualquer expressão que o arrogante Midford não conseguia esconder; completamente deliciado com o rubor que tomava conta das faces do garoto abaixo de si.
_Ahhhaaah — o gemido longo escapou da garganta de Edward quando este atingiu o seu limite, sujando as roupas.
A vergonha tomou conta de Edward, havia atingido o orgasmo apenas sendo tocado por cima das roupas e ainda por cima com um homem o tocando, contra a sua vontade.
_Ainda vai insistir que não está gostando? Mesmo depois de gozar, Edward?
Cheslock riu e abriu a calça do loiro, puxando-a para baixo junto com a roupa de baixo, o membro melado pelo semên e ainda semi-ereto de Edward saltou para fora. A calça foi totalmente retirada e jogada no chão, o punk voltou a masturbar o loiro, segurando-o com todos os dedos e movendo a mão firmemente, deixando o pênis alheio imediatamente ereto novamente.
Novos gemidos encheram o quarto, Edward já não conseguia contê-los direito, trouxe ambas as mãos , amarradas uma à outra, à boca, tentando abafar o sons constrangedores. Eles aumentaram de intensidade quando sentiu Cheslock abrir as suas pernas e tocar a sua entrada, o dedo malicioso massageando a sua musculatura, usando o esperma que escorria pelo pênis e virilha para lubrificá-lo.
_Hunngghh — gemeu quando sentiu o primeiro dedo invadir a sua entrada. A dor era mínima mas era desconfortável e vergonhosa.
A boca de Cheslock tomou um mamilo, rodeando o botão com a língua inúmeras vezes até abocanhar o biquinho e sugá-lo com força ao mesmo tempo que inseria o segundo dedo. Tinha que ir com calma, o rapaz estava tenso, ele podia sentir isso no tanto que ele apertava o seu dedo com a musculatura tensa da sua entrada. Ia ser uma delícia se enterrar ali, naquele aperto gostoso, tinha certeza que ia gozar logo de tanto tesão que estava por ele, por isso queria ainda aproveitar mais um pouco daquele corpo ainda intocado.
Não podia acreditar que Greenhill ainda não o tivesse requisitado. Por acaso o mais velho não tinha visto o quanto o Midford era bonito e desejável?
Continuou investindo os dedos dentro do rapaz, devassando-o, fazendo-o se contorcer de prazer.
_Hhhhgggg aah ahaa — os gemidos de Edward saíam mais sofridos e altos.
_Ah Edward — comentou com a voz rouca de desejo e recebeu de volta um olhar quente e excitante que quase o fez gozar.
Tomou o outro mamilo entre os dentes, mordiscando, enviando ondas de prazer pelo corpo do outro que estremecia e arrepiava. Inseriu o terceiro dedo, girando-os , fazendo movimentos de vai e vem, forçando-os mais para dentro até tocar o ponto sensível do outro e Edward arqueou as costas, soltando o gemido mais erótico que Cheslock havia ouvido até então.
Não conseguiria se conter mais. Estava quase no seu limite, retirou os dedos e abaixou a calça, segurou o pênis rígido pela base e se posicionou, ajeitando as pernas do Midford em torno da sua cintura.
Segurou o queixo de Edward, obrigando-o a olhá-lo nos olhos.
_Vai doer, você sabe não? — perguntou com uma aparente calma.
_Apenas faça. É isso o que você quer — Edward respondeu duro.
Cheslock voltou a beijá-lo e dessa vez Edward abriu os lábios de primeira, recebendo a língua do outro que deslizou pela sua e se enroscou, tirando o seu fôlego. E quando o punk se afastou alguns centímetros, tinha um sorriso debochado nos lábios.
_E você não?
Edward se manteve em silêncio. E Cheslock empurrou o membro contra a entrada de Edward, vencendo a resistência inicial. Gemeu, aquilo doía nele também.
“Maldito garoto apertado!” — pensou, forçando ainda mais o seu quadril contra o do loiro até finalmente estar todo dentro.
Suspirou e ficou parado alguns minutos até conseguir abrir os olhos e ver as lágrimas que escorriam pela face do outro abaixo de si. Mordeu o lábio, levemente apreensivo e decidiu voltar a tocá-lo.
Deslizou as mãos pelo peito de Edward, acariciando a pele, beliscando de leve os mamilos, beijou o pescoço pálido, trilhando a pele branca e delicada com a língua, arrastando os dentes de leve, apenas para excitar. E ficou feliz quando Edward começou a gemer arrastado.
Puxou o quadril para trás, se retirando até a metade e voltando a entrar, começou a se mover, lento e firme, sua respiração ofegante cadenciando o ritmo das estocadas e fazendo Edward gemer cada vez mais.
Segurou forte na cintura do loiro e ditou o ritmo mais rápido, fazendo os corpos se chocarem entre si. E o prazer tomou conta de ambos.
_Cheslock… ahaaa hhhaa …- gemeu e jogou os braços amarrados em torno do pescoço do punk, trazendo-o mais para si, buscando mais contato com o corpo do outro que ia tão fundo dentro de si.
Jamais havia imaginado que aquele tipo de coisa fosse tão gostosa. Nunca nem sequer havia imaginado a possibilidade de estar sobre a mesa de reunião da sala dos prefects fazendo sexo com outro homem.
Mas a realidade é que estava e o Cheslock ia fundo e firme dentro de Edward, e ele estava sentindo tanto prazer que mal percebeu que havia abraçado o outro.
Cheslock o abraçou de volta e ergueu-se, sentando sobre a mesa e trazendo Edward sentado sobre si. Continuou movendo o quadril, estocando o outro ao mesmo tempo que as mãos se moviam sobre o traseiro alheio, incitando-o a mover-se também. Adorou quando o percebeu que o loiro rebolava jogando o quadril contra a sua ereção.
_Isso Edward, tão gostoso… sabia que essa sua bundinha empinada não ia me decepcionar — apertou as nádegas do outro, incitando-o a mover-se mais rápido.
Edward não raciocinava mais, imerso em tanto prazer, queria apenas uma coisa: que Cheslock fosse cada vez mais rápido, cada vez mais fundo, tocando no seu ponto sensível. Aumentou a velocidade dos seus movimentos, estava vagamente consciente que estava rebolando no pênis de Cheslock mas isso não mais importava, rolou os olhos nas órbitas quando conseguiu que ter seu ponto tocado.
_AHhahaa — gemeu alto e apertou o abraço.
Cheslock continuou o estocando, mirando aquele ponto que fazia com que o outro gemesse daquele jeito tão indecente. E estocou ali até que Edward se retorceu, gemeu quase gritando e se largou nos braços do punk.
Cheslck deitou-o na mesa novamente, e viu a prova do novo orgasmo sujando ambos os abdomes. Continuou num ritmo rápido e brusco, com movimentos curtos e intensos e acabou se derramando dentro do outro.
Retirou-se e da mesa praticamente caindo no chão de tanto que as pernas tremiam por causa do orgasmo recente, passou a mão pelo rosto retirando as gotinhas de suor que brotaram perto da raiz do cabelo.
Edward mantinha-se largado sobre a mesa, os olhos semi-cerrados, a respiração ofegante saindo dos lábios úmidos. Estava tão imerso no êxtase pós-orgasmo que nme havia percebido que continuava com as pernas abertas e Cheslock pôde ver seu gozo escorrendo pelas coxas pálidas do loiro. Teve vontade de se enterrar novamente ali, vontade essa que se fez presente no modo como seu pênis pulsou mas tratou de ignorar essa ânsia. Já tinha conseguido mais do que imaginava que conseguiria um dia.
Levantou-se e ajeitou a roupa, ensacando a camisa amarrotada e fechando a calça. Estendeu a mão ao Edward que corou e sentou-se na mesa por si mesmo.
_Espero que não abra essa sua boca sobre o que aconteceu aqui — falou um Edward corado e bravo.
Pulou da mesa e seus joelhos dobraram-se quase o levando ao chão mas Cheslock foi ágil e o segurou pelas axilas. O loiro se debateu e livrou-se das mãos do punk.
_Não conto se você não contar — riu Cheslock.
_E por que eu iria contar? — Edward vestiu a calça, fazendo uma expressão de dor.
_Tá doendo muito?
_Vá à merda — respondeu, ajeitando a camisa aberta e fechando o blazer por cima, escondendo o estrago que o canivete do outro fez no uniforme.
_Ora, depois você se acostuma. Não vai doer tanto da próxima vez — comentou divertido, sabia que estava provocando o Midford mas simplesmente não conseguia resistir.
_Não haverá próxima vez, você é louco e doente — Edward havia pego os sapatos e estava saindo sem nem ao menos se preocupar em calçá-los.
Teve o braço agarrado com força, os dedos de Cheslock apertaram a carne branca, afundando dolorosamente.
_Não diga isso. Jamais diga que sou louco e doente, não por esse motivo. Não quando eu sei que você aproveitou esse momento tanto quanto eu.
_Está me machucando — os olhos verdes brilharam de raiva.
_Posso machucar muito mais. Não me provoque — Cheslock soltou o braço de Edward e este controlou o ímpeto de levar a outra mão ao local machucado.
_Vai me ameaçar agora? É isso?
_Me diga que não gostou e que não quer que eu o toque novamente e eu não o farei mais — os olhos de Cheslock estavam presos dos de Edward.
_Idiota! — o loiro abraçou os sapatos e saiu daquela sala rápido, fugindo pela porta que foi deixada aberta após ele sair. Cheslock ainda podia ouvir o suave som dos passos dados pelos pés descalços do outro no corredor e riu, riu muito, deliciado com aquela maravilhosa noite de trabalho.
Olhou para a porta aberta por onde o outro havia saído à poucos minutos.
_É. Acho que ele entendeu direitinho.
Pegou o seu blazer, trancou a porta e saiu assobiando pelos corredores vazios da escola.
Notas finais
Foi um shipp muito diferente dos que costumam povoar a minha mente mas eu gostei do desafio de escrever.
Um beijo para quem leu até aqui.
Dois beijos para quem comentar (sim, porque eu amo comentários)
Ja ne
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