A mulher que não pode amar

1 Capítulo 1: A bela Mulher


Notas iniciais
Conheça a bela mulher que vai mexer com os corações dos homens e que vai fazer vocês a amar ao mesmo tempo que odiar.

No ano de 2015 no Brasil, Em uma das periferias de são-paulo, Em uma simples casinha de cor beje, com um muro sem pintura apenas com os tijolos amostra, e com uma grande janela a frente da casa com uma jardineira cheia de flores, Na quela singela casa morava Seu Rogerio e sua esposa Rosenda junto com sua única filha a Ana, Ana era uma jovem de 23 anos, Era uma mulher tão bela que chamava atenção por onde passava principalmente pelos homens que a devoravam com os olhos e as mulheres que invejavam tanta beleza, Seus cabelos eram naturalmente negros e ondulados e iam ate um pouco abaixo do seus ombros, Seus olhos eram cor verde tão claro e chamativos que era impossível não percebe-los, seus lábios eram pequenos e grossos como biquinho de passarinho, Sua pele era um branco quase pardo e seu corpo era de uma pessoa que estava na academia a muitos anos porem Ana nunca tinha pisado nem se quer em uma, Alem de sua beleza quase inigualável ela possuía uma personalidade que lhe acrescentava mais encanto, Sua personalidade era forte, decidida de si, Era elegante e fina mesmo nunca tendo estudado para isso, era muito inteligente, Porem todas essas qualidade escondiam quem Ana realmente era.

Era uma noite de Quinta e a bela mulher caminhava em direção ao seu lar apos um dia cansativo de trabalho no clube a qual trabalhava como garçonete em um dos restaurantes do local, A mesma usava a farda do trabalho que era uma saia social cor cinza que ia ate seus joelhos e alem disso tinha uma jaqueta de pano com botões, também cinza, Na quele momento o que Ana mais queria era chegar em sua humilde casa, Apos alguns minutos de caminhada ela logo chegava em frente ao portão da vila onde ficava sua casa, Ao adentrar a humilde vila ela avista as cinco fofoqueiras que estavam sempre fofocando a vida de Ana e se metendo na vida dela, Ana simplismente as ignorou pois o que mais queria naquele momento era finalmente chegar em sua casa, Não demorou e ela chegou e ao entrar já se deparada com seus pais, se sentando no sofá Ana falou enquanto tirava o salto de seus pés.
—Eu não nasci para ter que trabalhar assim! Por que mamãe? Por que papai? Por que temos uma vida tão miserável assim? — Perguntou Ana.
—Infelizmente é essa nossa realidade filha, Mais o importante é que vivemos bem, Claro que passamos por dificuldades e temos muitas dividas mais ao menos somos felizes- Respondeu Rosenda abraçada com seu marido Rogerio.
—Viver bem é comprar sem se preocupar! Viver bem é não passar dificuldades! Viver bem é ter sempre roupas boas e caras! Nos não vivemos bem mamãe.- Exclamou Ana olhando para seus pai.
—É uma pena que pense assim Ana, Espero que mude sua forma de pensar, Nos vivemos bem Sim! Vivemos como uma família, Apesar do aperto temos sempre o que comer, Onde dormir, e o mais importante é que somos felizes!- Exclamou Rogerio aumentando seu tom de voz.
—Não vou descutir com você papai, Estou muito cansada e amanhã tenho que retornar ao meu trabalho, Se me derem licença vou dormir- Falou Ana se levantando e dando um beijo na bochecha dos seus pai e indo em direção ao seu quarto.

Minutos depois Ana estava em sua cama bastante pensativa quando fala para sigo mesma ''Eu nasci para a vida cara...'' No dia seguinte Ana estava em frente ao seu espelho como de costume escovando seu cabelo enquanto se admirava no espelho ''Mais um dia de trabalho duro e miserável... Mais não tenho escolha, ou eu trabalho ou não vou ter o que comer e onde morar junto com meus pais que amo tanto...'' Falou para se mesma enquanto olhava para seu rosto no espelho, Logo apos alguns minutos a mas Ana saio de seu quarto e se encontrou com seus pais que estavam na cozinha comendo o café da manhã, Ana os dá bom dia e deles também recebe um bom dia e logo em seguida se senta na mesa e olha bem desanimada para seu café da manhã que era uma torrada, Rogerio percebendo a desanimação de sua filha, fala: ''O que houve? Ana.'' A jovem olha para seu pai e responde ''Estou sem fome... Na verdade estou cansada de comer esse tipo de coisa, Eu quero um banquete com frutas, sucos e muito mais, Eu não me conformo em ter que comer isso!'' Rogerio se irrita pelo que Ana fala e a responde com um tom de voz alto ''Agradeça a Deus por ter o que comer! Muitos estão por ai com fome e não tem nem uma torrada para comer! Com o que ganha só da para comer coisas mais baratas pois temos muitas dividas para ser pagar'' Rogerio respira fundo e se acalma um pouco e fala '' Desculpe filha... Desculpe por você ter que trabalhar tanto assim para no final do mês quando recebe seu pagamento não sobrar nada por causa das contas, Queria muito dar uma vida melhor para as duas porem infelizmente nem um lugar não aceita mais um velho cansado de 69 anos...'' Fala o pai da jovem um pouco desanimado enquanto recebe um abraço de lado de sua esposa Rosenda, A jovem não se comovendo nem um pouco com as palavras de seu pai, revira os olhos e da tchau para os dois saindo sem nem ter provado um pedaço de seu café da manhã, E la vai Ana como de costume em direção ao clube onde trabalha, Na saída da vila ela avista as cinco fofoqueiras Dona Leonor, Glaucia, Maria Rita, Miranda e Dona Branca, Dona Leonor era a mais fofoqueira entre elas e era ela quem se dava mais mal com Ana entre todas as cinco, As duas não se gostavam nem um pouquinho, Leonor se empenhava ao máximo para ver defeitos em Ana para poder sair espalhando para todos, Ana passa pelas cinco e da um sorriso sínico para elas e logo sai da vila e pega o mesmo caminho de sempre para o clube, Ana vivia em uma cidade pequena e praiana onde quase todo mundo se conhecia, Todos conheciam a Ana como a mulher mais bela de toda cidade e as pessoas sempre paravam para olhar a beleza invejável da jovem, Ana gostava muito de saber que as outras pessoas sentiam inveja dela, Logo ela chega a seu trabalho e depois de atender algumas mesas um homem chama atenção da bela mulher.

—Com licença! Será que a senhora viu minha esposa? Ela possui cabelos loiros e curtos, sua pele é branca e é magra e um pouco baixa, Ela estava usando um vestido longo- Perguntou o homem que ao mesmo tempo que falava, admirava a beleza da moça.
—Desculpe senhor mais eu não vi ninguém assim por aqui.- Respondeu Ana dando um leve sorriso para o homem.
—Não sei se vai ajudar em alguma coisa mais o nome dela é Cecilia.- Falou o homem retribuindo o sorriso da bela mulher.

Um pouco longe dali havia uma mulher exatamente do jeito da descrição do homem, era exatamente ela, a esposa do homem, A mulher estava um pouco fora de sí ja que tinha bebido muito, Ela também procurava seu marido e olhando em volta o vé porem não gosta nada do que vê, Ela viu o homem trocando sorrisos com uma jovem e bonita mulher e por estar embriagada logo pensou em bobagens, A mulher ficou furiosa com o que viu e foi imediatamente em direção aos dois fazendo um escândalo.

—Do que se trata isso?!-Perguntou o mulher com um tom de voz muito alto e bravo chamando atenção de todos que estava no local.
—Cecilia? Finalmente há achei.- Falou o homem ignorando o barulho que sua esposa fez.
—Não se faça de bobo! Eu sei que você estava jogando charme para essa ai!!!- Exclamou Cecilia um pouco tonta por estar embriagada.
—Calma Cecilia! eu apenas estava perguntando se essa senhorita te viu por ai!- Falou o homem um pouco sem jeito olhando para Ana que estava também envergonhada com o mal entendido.
Cecilia então fica mais agressiva insultando Ana com palavras como ''Esfarrapada, Rata de periferia, Pobretona e caça maridos'' o homem envergonhado por sua mulher a segurou e a levou para fora do restaurante enquanto Ana estava se sentindo muito humilhada totalmente sem jeito com os olhares dos clientes, Todos na quele momento estavam pensando mal de Ana, Ana rapidamente saio do local de cabeça baixa e adentrou a cozinha onde uma lagrima saio de seus olhos, Mais não era uma lagrima de tristeza, e sim uma lagrima de raiva, Ana estava muito envergonhada com a situação ''Eu odeio tudo isso! Eu odeio esse lugar! Odeio ter que trabalhar assim!'' Pensou Ana muito irritada.

Notas finais
Ana conseguira olhar para a cara dos clientes depois dessa? Ela ficará parada sem fazer nada depois dessa humilhação? Descubra no proxímo capítulo de: A mulher que não pode amar.