Notas iniciais
Capítulo único.

Dia 17 de setembro, noite por volta das 00:00, um taxista honesto no auge se sua meia idade, havia trabalhado o dia inteiro, estava fazendo sua ótima corrida com um senhor, levando-o á um condomínio, grato o senhor pagou sua corrida, e disse para ficar com o troco, o taxista sorriu e agradeceu ao cliente.

O taxista pegou o primeiro retorno e ia em direção a sua casa, a pista estava sem trânsito, pouco movimentada, seguindo à frente ele viu uma mulher linda, pele branca, olhos claros, usando um vestido branco, aparentemente estava saindo de uma festa, ela estava acenando pedindo para que o taxista parasse, o taxista se encantou pela beleza da jovem moça, e parou, atraído pela beleza dela, e seus desejos, ele achou que não seria apenas uma viagem simples, que teria algo a mais, ele abriu o vidro do passageiro elétrico, olhou para a moça linda, que logo soltou um sorriso, seus olhos sorriam, ela com sua voz doce, e seu olhar penetrante, parecia que podia olhar a alma, disse á ele para fazer uma corrida, ele não pensou duas vezes e topou.

- Qual o destino que você quer ir? Disse o taxista.

- eu quero explorar a cidade, quero conhecê-la disse a moça.

Ele solicitou que a mesma entrasse no carro, ela disse que não podia tocar na maçaneta do carro, e pediu para que ele abrisse a porta para ela, o taxista ficou abismado, com dúvidas, e pensou "Uma garota tão jovem, e linda, ela com suas mãos delicadas deve ter feito a unha, e deve estar com medo de borrar."

O taxista abriu a porta a ela, e ela sentou no carro.

O motorista seguiu sua corrida, passando por pontos turísticos da cidade, ela ficou com um riso enorme no rosto, seus olhos brilhavam, ela pediu para que ele parasse, para ela sair um pouco do veículo, ele parou ela correu à frente abriu os braços e ficou rodando, de braços abertos sentindo o vento, ao taxista nunca havia visto algo tão lindo.

Ela foi em direção á um rio e ficou olhando o taxista foi em sua direção e disse para que ela fosse ao rio, ela disse que não, novamente o taxista ficou sem entender, a moça fez um feição triste....

O taxista logo foi próximo á ela, e foi tocar em seu rosto, novamente ela não deixou.

- Porque não posso te tocar? Disse o taxista.

-Porque você não entenderia, mais pra frente te explico. Disse a moça.

Com seus olhos tristes, e feição tristonha.

O Taxista logo pensou, em leva-la para conhecer mais a cidade, ele foi ao táxi e ela foi atrás e ele abriu a porta a ela, e ela entrou no carro e foram fazer um tour pela cidade, ela novamente voltou a sorrir, o Taxista sentia sensação de prazer ao vê-la sorrindo, ela começou a olhar suas pernas, lindas, sedutoras ao vestido, por alguns segundo se sentiu com sensação de tesão.

As horas foram passando, eram 4 horas da manhã ela pediu para ele leva-la para casa, e foi parar próximo de um cemitério, ele ficou meio assustado pela escolha de parada da mulher, e ela pediu para que ele abrisse a porta, o Taxista novamente foi abrir a porta, e ela não tinha expressão facial, os olhos dela ficaram sérios e fixos a ele, então ele disse o valor da corrida.

-Moça a corrida ficou em 170$. Disse o taxista.

- Estou sem dinheiro agora, mas irei passar meu endereço para você e amanhã te darei o dinheiro. Disse a moça, e argumentou irei te passar o endereço da minha casa, te darei o dinheiro amanhã.

Com um papel ela descreveu o endereço para ele, e ele anotou.

Ele achou que talvez ela não tenha dinheiro amanhã, mas estava animado para ir na casa dela na tarde do dia seguinte. Ele achou que ela iria suprir seus desejos sobre ela.

Então ela se despediu, seguiu andando na porta do cemitério, e o Taxista entrou no carro, quando ele foi olhar ao cemitério novamente ela havia desaparecido.

Assustado ele pensou "nossa eu estou com tanto sono, que estou imaginando coisas." E foi embora.

No dia seguinte, ele se arrumou em casa, colocou seu melhor perfume, arrumou seu cabelo e partiu em direção á casa da moça linda. Seguiu o endereço e estacionou o carro, deu uma admirada na sacada da casa, e foi apertar a campainha, seguidamente uma mulher idosa, de boa aparência, com colares de ouro, abriu a porta, e ele disse, ontem eu dei uma carona a uma mulher bonita, de olhos claros, de vestido branco, ela tinha me dito que morava nessa casa, a mulher disse que não havia nenhuma moça lá, mas mesmo assim chamou o Taxista para entrar e disse que iria pagar a viagem, entrando na casa com mobílias lindas, uma casa vintage, com arquitetura inglesa, ele olhou a um quadro e disse, senhora aquela é a moça que eu fiz a corrida ontem.

A idosa revoltada disse...

- Que brincadeira é essa?! Aquela do quadro é minha filha, ela morreu á 5 anos atrás e ontem foi o aniversário dela.

O Taxista gritou e saiu correndo da casa, e foi para a rua correndo e consequentemente ele foi atropelado por um carro em alta velocidade. Morreu na mesma hora do acidente.

Notas finais
Perdão por alguns erros de português, tive tempo para corrigir.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!