A mulher do meu destino

93 I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more


Notas iniciais
*I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more = Eu amei você por mil anos Eu vou amar você por mais mil - Trecho da música "A thousand years" de Christina Perri Olá! Bem, depois de um longo tempo de espera, dez meses, 250 mil palavras, 816 páginas e 92 capítulos, finalmente eu trouxe para vocês o último capítulo. Primeiramente gostaria de pedir desculpas pela demora. Como a maioria sabe, estou terminando a faculdade e ando muito atarefada com meu TCC (monografia). Sei que tenho sido negligente não só com as fics que publico, mas principalmente com as que acompanho. Peço paciência, pois prometo que em dezembro (que é quando termino a faculdade), eu voltarei a comentar e ler todas as fics que prometi. Vocês sabem o quanto eu amo ler fics, então se sumi é porque tenho um forte motivo. Gostaria de agradecer a todos por lerem, comentarem, favoritarem e recomendarem a fic. Foi por vocês que continuei e até alonguei a fic. Sem o apoio de vocês, acredito que a fic teria tido apenas uns trinta capítulos. Quero agradecer também ao meu marido Leo Luz e a minha amiga Carol. O Leo é o revisor e consultor de assuntos masculinos. E a Carol, além de dar ideias sobre os filhos do casal Aredhel e Loki, é minha revisora oficial de cabarés... hauahuahau Agradeço também aos amigos e parentes que talvez nunca lerão a fic, mas que me aguentaram por meses falando do Loki como se ele fosse uma pessoa que morasse em minha casa. Sei que andei muito esquisita esses últimos tempos.. u_u Confesso que a fic pode até ser apenas uma distração para vocês, mas ela fez parte da minha vida durante esses meses. Eu sonhei incontáveis vezes com suas histórias e cenas. Dessa forma, para mim, é muito mais que apenas uma fanfic, é parte de mim. É isso aí gente, são dez meses convivendo e escrevendo os pensamentos e memórias desse deus.. Que não é apenas minha paixão, mas sim um amigo, uma versão masculina minha.. Como disse a Carol uma vez, não tem como separar onde termina o Loki e começa a Gabi, nós dois somos parecidos demais.. “Você sempre foi o Loki”, ela disse. Talvez por isso que eu tenha conseguido escrever tanto “por ele”. Dessa forma, não posso dizer que aqui me despeço dele. Na verdade, ainda que fôssemos contrários (como ele e o Tom), ainda assim, não seria uma despedida. Ainda veremos Loki sendo Loki em “Asgard Dirty Secrets” (que já está no ar nesse link aqui: http://fanfiction.com.br/historia/555687/Asgard_Dirty_Secrets/ ) e em outra fic do Loki que irei fazer. Esta outra fic não será baseada na marvel, será mais ligada à mitologia, mas digamos que será uma versão minha sobre o Loki da mitologia. Será uma fic bem diferente, mas prometo que terá comédia, tretas, drama e cabarés.. Sem mais delongas.. Boa leitura..

O meu outro eu passava as mãos pelos cabelos, visivelmente perturbado. Tentei ser enigmático, sabia que revelar coisas sobre o futuro era algo perigoso. “Brincar” de alterar o passado era algo que sempre poderia trazer graves consequências. Agora fazia sentido a forma como revelei as coisas. Eu não havia sido claro, parecia falar em forma de parábolas.

– A minha família toda corre risco? — o outro Loki perguntou aflito – Ele os matará igual ao meu sonho? — franziu o cenho.

– Sim. Sua família corre risco. — afirmei — Ele busca vingança e quer as Infinity Gems. Ele nunca esqueceu que prometemos o Tesseract a ele e que nunca o entregamos. — lembrei.

– Se eu fizer o que disse.. — ele recomeçou – Se eu continuar estudando sobre as Gems e dominar o uso delas, tenho a chance de mudar esse destino? — indagou.

– Sim.. — confirmei – Mas tenha em mente duas coisas. A primeira, deve seguir minha recomendações a risca. E a segunda.. — respirei fundo – Tenha em mente de que haverá perdas.. Sacrifícios deverão ser feitos. — alertei.

– Eu faço qualquer coisa para manter Aredhel e meus filhos a salvo. — meu outro eu murmurou.

– Fique ciente de que haverá muitas mortes e você terá que lidar com as consequências de suas escolhas.. — falei seriamente.

Ele me encarou com um semblante sério e passou a mão pelo queixo.

– Não me importa os outros. A mim só interessa a minha família. — disse decidido.

– Eu sabia que diria algo do tipo.. — dei um sorriso torto – Preste atenção no que tenho a dizer. — pedi.

Não entrei em detalhes. Achei mais conveniente não revelar que meus planos dariam errado em parte e que isso tudo custaria a vida dos pais de Aredhel. Afinal, se não fossem eles, teria sido minha esposa. Cada morte que ocorreu nesse longo caminho até aquele momento foi necessária. Como naquele tempo eu não havia citado nada sobre Cul, achei melhor deixar do jeito que estava. No final das contas tudo deu certo. Pelo menos para mim. Não achei relevante revelar sobre as mortes do marido de Sif, de Barton, Greta, Jane e William. Se não tivesse sido Greta e Jane, teria sido Aredhel e meus filhos, tentando evitar que Cul levasse Hela. E quanto aos demais, morreram em batalha tentando derrotar os soldados de Cul. Infelizmente sacrifícios tinham que ser feitos e existem coisas inevitáveis. Naquele momento compreendi como Aredhel se sentiu diante do que sabia sobre os filmes. Sabendo que no final do filme tudo daria certo, seria perigoso tentar alterar o enredo da história. Mais mortes poderiam acontecer ou mudar totalmente o desfecho da guerra. Não que eu não lamentasse por James e Thor, mas eu seria hipócrita se negasse que estava disposto a sacrificar qualquer um por minha família. Mesmo depois de tantos anos, meu pensamento não havia mudado, continuava o mesmo daquele Loki do passado, só Aredhel e meus filhos que importavam para mim.

Tampouco comentei sobre a segunda morte de Aredhel, a ida dela para o passado fora algo primordial para que nos conhecêssemos. Sabia que ficaria paranoico com a possibilidade de perdê-la, mesmo sabendo que a recuperaria pouco mais de um mês depois. A morte dela era algo que não poderia alterar, sem arriscar nunca conhecê-la. Tudo deveria acontecer como ocorreu, só assim daria certo no final.

Depois de explicar sobre as Gems e esclarecer alguns pontos, já estava pronto para retornar à minha realidade. Observei o outro Loki voltar para a cama e acariciar o rosto de Aredhel. Nesse instante eu lembrei de que tinha outro alerta para dar.

– Cuidado com essa sua fixação por ela.. — dei um suspiro — Vai acabar machucando-a novamente. — alertei – Tente conter seu ciúme desmedido e esse seu gênio explosivo. — recomendei – Já basta essa culpa que carregaremos para o resto de nossas vidas.. — falei com pesar.

– Eu jamais a machucaria daquela forma novamente. — ele disse decidido.

– Mas há tantas outras formas de machucá-la.. — disse com tristeza me lembrando do que quase fiz quando Aredhel conseguiu a maçã para James – O amor e a fidelidade de Aredhel são inquestionáveis. Sempre se lembre disso. — fui sério.

Despedi-me rapidamente, peguei a Gem do Tempo e parti de volta para meu tempo.





Cheguei ao salão de relíquias momentos depois de ter partido. Para meu alívio, quase imediatamente senti minhas forças se restabelecerem. Acomodei a Gem em seu devido lugar e retornei ao quarto, encontrado Aredhel sentada na cama a me esperar, lendo um livro.

– Espero que essa saída não tenha sido para colocar em prática algum novo plano mirabolante.. — ela disse calmamente baixando o livro.

– Não era nada mirabolante. Confie em mim. Era apenas uma coisinha que havia esquecido de fazer. — falei rapidamente enquanto trocava de roupa.

– Sei.. — ela deu um suspiro.

Terminei de me trocar e sentei-me ao lado dela. Aredhel deixou o livro na mesinha ao lado e estendeu seus longos dedos, tocando minha mão.

– Eu sempre confiei em você.. — ela murmurou em meio a um sorriso tímido e ergueu o rosto me encarando – Tenho uma fé cega em você, mesmo você tendo mentido e ocultado tantas coisas de mim. — afagou minha mão.

Cheguei a me sentir mal ao ouvir aquilo. Não só por ser verdade o que ela dizia, mas também pelo eu que acabara de fazer. Tinha tido a oportunidade de poupá-la de alguns sofrimentos e perdas, mas por um bem maior decidi não interferir no destino.

Dei um suspiro e ergui o seu rosto para que me encarasse.

– Se menti ou escondi algo durante esses anos, saiba que foi por você e nossos filhos. — fui sincero.

– Eu sei meu amor.. Eu sei.. — ela sorriu e deu-me um beijo nos lábios.





Na manhã seguinte, Aredhel deixou as gêmeas e Fenrir aos cuidados de Broomhilda e descemos para o café. Encontramos as demais crianças se retirando da mesa.

– Madrinha! — gritaram Wagner e Katarina, correndo em direção aos braços de Aredhel.

– Meus amores.. — Aredhel os abraçou.

– Papai! — disse Igor me abraçando e pedindo colo em seguida.

– Bom dia pai e mãe. — sorriu Váli.

– Bom dia.. — disse Narfi sem emoção olhando de mim para Aredhel.

Não era só de Igor que Narfi tinha ciúmes, também sentia de Wagner e Katarina. Os gêmeos eram loucos por Aredhel, viam nela a mãe que lhes faltava. Fiquei observando a cena e lembrando do quanto a perda de Greta fora sofrida para eles e James. Desviei o olhar das crianças e encontrei os olhos verdes de Igor a me encarar com um sorriso meigo. Ele passou os pequenos braços por meu pescoço e descansou a cabeça em meu ombro. Senti um nó se formar em minha garganta. Eu não podia refutar a verdade. Eu já gostava de Igor como se filho meu fosse e, de certa forma, gostava de James e seus filhos. Então, por mais que eu tentasse negar, estava evidente que era culpa o que eu sentia. Meneei a cabeça tentando afastar tais pensamentos. Sentia muito pela perda de todos, mas não me arrependia das escolhas que fizera.

– Madrinha, papai disse que seu aniversário e de Narfi é daqui a dois dias. Vamos ter bolo? — sorriu o menino de cachos dourados no colo de Aredhel.

– Teremos sim, Wagner. Vamos festejar como em todos os anos.. — respondeu Aredhel.

– A senhora prometeu que iria fazer meu bolo de morangos este ano. — cobrou Narfi.

– Irei fazer, meu amor.. — Aredhel afagou os cabelos do filho.

Aredhel e eu nos despedimos das crianças e sentamos à mesa. Apenas Hela, Siegfried e James ainda estavam comendo. Todos conversavam animadamente à mesa, comentando sobre a festa de aniversário. Enquanto eles faziam planos, eu mesmo apenas sorria sozinho, pensando no que havia planejando para minha amada esposa.



Dias depois, chegara o tão esperado dia. Aredhel levantou cedo para preparar a pequena festa de nosso filho. As crianças logo se ofereceram para ajudá-la, o que transformou a produção de um simples bolo em um total desastre na cozinha. Mas ao invés de ficar incomodada, Aredhel parecia adorar a bagunça deles. Ao longe ouvi o alarido todo e quando cheguei ao local, encontrei todos cobertos de farinha e minha esposa a rir de tudo aquilo. Confesso que ficava feliz em vê-los tão alegres, parecia que os dias ruins tinham ficado para trás.

Mesmo com alguns contratempos, Aredhel conseguiu preparar um jantar de comemoração. Passada a agitação e a comilança toda, Aredhel se retirou alegando estar muito cansada. Vi meus planos libidinosos para aquela noite se desfazerem. Muito contrariado, ajudei Broomhilda a colocar meus filhos para dormir e parti para meu quarto.

Entrei no quarto e estava tudo escuro. Imaginei que Aredhel já deveria estar dormindo. Fechei a porta e entrei evitando fazer barulho. Mal havia dado alguns passos quando senti uma presença atrás de mim. Antes que eu pudesse dizer ou fazer algo, senti um tecido deslizar sobre minhas vistas, cobrindo meus olhos. Rapidamente reconheci o cheiro de jasmim que acompanhou o movimento. Era Aredhel quem estava a me vendar.

Eu ri de leve. Repentinamente, percebi que ela trocara de lugar. Senti seus dedos delicados tocarem minhas mãos. Aredhel tinha se teletransportado para minha frente. Sem aviso, ela amarrou as minhas mãos. Fiquei tenso e logo ouvi sua risada baixa.

– Aredhel.. — comecei a falar – O que está tramando? — indaguei.

– Sshh.. — sibilou para mim e senti seu dedo sobre meus lábios.

Aredhel voltou a me tocar, seus dedos passearam pela linha de meus ombros, até alcançarem meu pescoço, provocando ligeiros calafrios em mim. Senti ela amarrar algo em meu pescoço. Fiquei mais confuso ainda. Inesperadamente, fui puxado.

– Venha! — ordenou – Hoje é você que me deve obediência.. — ouvi-a dizer em meio a uma risada jocosa.

Eu não acreditava que Aredhel havia criado coragem de me dominar. Mordi os lábios de excitação, tentando imaginar o que ela planejava.

– Vamos! — puxou-me novamente — Obedeça sua rainha, meu servo! — ordenou me guiando.

– Servo? Como ousa me chamar.. — comecei a protestar.

Fui calado pelos lábios de minha esposa. Ela me deu um beijo profundo, massageando minha língua com a sua de forma voraz. Separou-se de meus lábios e senti-a morder o lóbulo de minha orelha esquerda.

– Apenas obedeça a sua dona.. — sussurrou de forma sensual ao meu ouvido.

Tudo o que senti foi minha excitação formigar dentro de minhas calças. Poderia facilmente me livrar daquelas amarras e agarrar Aredhel naquele momento, mas decidi que faria o jogo dela.

Aredhel me guiou e de repente me lançou à cama. Amarrou meus braços acima de minha cabeça, deslizando suas mãos por meu corpo em seguida. Eu podia não estar vendo, mas conseguia identificar claramente o engatinhar de Aredhel sobre a cama, se afastando de mim. Ela delicadamente se sentou sobre meu quadril e roçou sua feminilidade em meu sexo. Parecia rebolar sobre ele, estava me provocando de forma enlouquecedora. Ela levou suas mãos ao meu abdome e, ainda sobre minha roupa, apertou com força minha pele. Deixei escapar um gemido. Aredhel subiu com as mãos, mantendo as fortes carícias até meu peito. Senti seu hálito doce próximo ao meu rosto.

– Aproveite meu amor.. Desfrute da sensação de ser dominado.. — sussurrou.

Apreciava o calor da respiração dela em meu pescoço e, ocasionalmente, o toque de seu nariz em minha pele. Ela tomou meus lábios em um beijo sôfrego. Mordia meus lábios e, por vezes, a ponta de minha língua. Aredhel deixou meus lábios e senti-a se afastar. Suas delicadas mãos começaram a abrir a minha calça de forma lenta. Exalei o ar de forma exasperada ao constatar os dedos dela tocarem minha masculinidade. Dei um gemido alto ao sentir o calor dos lábios dela deslizarem por meu membro. Aredhel passeou a língua por toda a extensão dele. Movia sua boca quente e úmida sobre meu sexo em um ritmo avassalador. Minha mente se enuviava com o prazer que sentia.

– Aredhel.. — gemi seu nome – Eu vou gozar. — avisei.

Minha esposa intensificou o vai-e-vem de seus lábios e em pouco tempo me derramei no fundo de sua garganta. Ainda estava tentando me recuperar quando notei algo frio tocar meu rosto. Aredhel subiu resvalando o item gelado por meu rosto até alcançar o tecido que cobria minha visão. O tecido foi puxado lateralmente e ouvi o som de seu rasgar. Ele caiu de meu rosto e abri os olhos. Encontrei os olhos de Aredhel a me fitar, apenas iluminado pela fraca luz das duas arandelas que ficavam sobre a cabeceira de nossa cama.

– Agora vem a segunda parte.. — Aredhel sorriu para mim.

Ela ergueu à altura de meus olhos sua adaga. Naquele instante entendi que o item frio que havia sentido em minha pele, era aquela arma.

– Você adora rasgar minhas roupas.. Vamos ver do que acha de eu fazer o mesmo com as suas. — ela disse com um sorriso malicioso.

Aredhel levou a adaga até próximo ao meu pescoço. Tinha um sorriso lascivo e quase doentio nos lábios. Passou a lâmina por dentro da gola de meu traje e puxou lentamente. A metal desceu cortando o tecido, partindo a peça em duas, expondo meu peito e arranhando de leve a minha pele. Tranquei os dentes e sorri de lado. Estava cada vez mais empolgado com a surpresa de Aredhel.

Ela repetiu o ato nas mangas e na lateral da peça, próximo às minhas costelas. Atirou as tiras do traje de couro ao lado de meu corpo e alisou meu peito, arranhando de leve próximo aos meus mamilos.

– Oh.. — franziu o cenho em uma expressão falsa de preocupação – A adaga cortou de leve a sua pele.. — apontou para os arranhões avermelhados que tinham ficado em minha pele.

Aproximou os lábios dos pequenos cortes e passou a língua por eles, enquanto me fitava nos olhos. Aquilo era tortura. Eu respirava pesadamente, sentindo meu membro latejar outra vez. Ela fez o mesmo em cada corte que tinha em minha pele. Depois, com a adaga, cortou minhas calças, mas dessa vez tomou cuidado para não me arranhar.

Aredhel ficou de pé sobre a cama e cortou as próprias roupas com a lâmina. Em seguida, se despiu dos farrapos de forma sensual. Balançava os quadris de forma sinuosa, me mantendo hipnotizado com seus movimentos. Ela voltou a sentar sobre meu sexo e ficou a resvalar sua feminilidade nele. Aredhel franziu o cenho e cerrou os olhos, gemendo baixinho enquanto se masturbava sobre mim. Mordi meus lábios com força a ponto de fazê-los sangrar. Eu estava prestes a explodir de excitação novamente. Meu corpo tremia desesperado por se saciar naquele sexo apertado. Quando Aredhel alcançou seu orgasmo, tranquei minha mandíbula, tentando conter minha vontade de arrebentar aquelas amarras e possuí-la de uma vez. Ela sorriu para mim, pegou a adaga e cravou-a no travesseiro, ao lado de meu rosto. Apoiou as mãos sobre meu peito e, deslizando sobre mim, deixou-se ser penetrada por meu membro. Gemi alto ao sentir a sua umidade me envolver e apertar-me naquele abraço quente que eu tanto amava.

Rapidamente ela começou a rebolar sobre mim. Um suor nervoso de excitação descia por meu rosto, enquanto meus gemidos se misturavam aos de Aredhel. A cavalgada se intensificou e com um grunhido alto me derramei dentro dela. Ela cravou as unhas em meu peito e gritou meu nome, arqueando o corpo para trás. Esbaforida, ela se debruçou sobre meu peito, respirando descompassadamente.

Aredhel não tinha ideia do animal selvagem que havia despertado. Ela podia até estar cansada, mas eu estava longe de estar satisfeito. Enquanto ela tentava recuperar o ar que parecia lhe faltar, arrebentei as amarras que me mantinham preso à cama. Tirei minha esposa de cima de mim e pus-me de joelhos sobre a cama a encará-la.

– Aredhel.. — passei as mãos vagarosamente por suas coxas — Agora vou lhe ensinar quem manda aqui. — apertei com força os dedos sobre o quadril dela – Você vai pagar pela audácia que teve hoje.. — sorri – Vire-se e fique de joelhos! — ordenei.

Ela deu um sorriso torto e prontamente me obedeceu. Eu juntei algumas tiras de couro de meu traje, que estavam espalhadas na cama, dei um nó em uma das pontas e puxei firmemente, formando um chicote. Segurei com força a cintura de Aredhel com uma das mãos e a outra fechei sobre o nó do chicote. Ergui o braço e dei a primeira chicotada nas nádegas de Aredhel. Ela deu um grito e virou a cabeça para me encarar. Sua expressão era um misto de surpresa com lasciva.

– Você me bateu.. — fez beicinho – Você vai me castigar muito? — perguntou fingindo estar com medo.

Aproximei meu rosto do dela e sussurrei ao seu ouvido.

– Estou só começando.. — sorri cinicamente.

Ela sorriu de volta e empinou o bumbum para mim. Dei mais três chibatadas nela. Aredhel gritava e empinava mais o bumbum a cada nova chicotada. Ao ver os vergões se formarem na pele alva dela, achei que já fora o suficiente. Não queria machucá-la, então joguei longe o chicote. Beijei a pele avermelhada e quente de suas nádegas com cuidado. Ela parecia estar queimando ao toque de meus lábios. Aredhel gemeu e senti-a estremecer. Virei-a de frente para mim e fitei-a por um tempo. Seus olhos brilhavam de luxúria. Distribuí beijos cálidos por seu ventre e subi até alcançar seus seios. Os mamilos dela estavam intumescidos. Eu envolvi o mamilo do seio esquerdo com meus lábios e sorvi-o, enquanto levava dois de meus dedos até sua intimidade. Comecei a marcar os seios de Aredhel e com os dedos massageei o clitóris dela vagarosamente. Ela gemia despudoradamente e puxava os meus cabelos, contorcendo-se e delirando de prazer.

Afastei-me dela, pus-me entre suas pernas, segurei sua cintura com ambas as mãos e penetrei-a em uma única estocada. Ela gritou e pressionou suas pernas em volta de minha cintura.

– Ah.. Como você é gostosa e apertada, meu amor.. — disse em meio a um grunhido.

Eu me movia dentro dela de forma desesperada. Os gemidos de Aredhel só aumentavam o meu desejo e exasperação por saciedade. Tudo o que eu conseguia pensar era em nossa satisfação mútua. Aredhel tinha o poder de me arrebatar e levar ao delírio. Meu quadril se chocava com violência contra o dela. Eu estava desvanecendo, perdido naquele frenesi.

– Goze para seu rei, Aredhel.. Goze.. — pedi.

– Loki! — ela gritou, cravando as unhas em meu ombro, atingindo seu ápice.

Desfazia-me, suando e gemendo, sendo consumido naquele desvario de prazer. Continuei me movendo até me esvaziar novamente dentro dela. Ainda meio arfante, encostei minha fronte na dela, passei minhas mãos por suas coxas, até chegar ao seu bumbum. Dei um leve aperto e ela mordeu os lábios.

– Amanhã você vai acordar dolorida, meu amor.. Mas ainda não terminei com você. — revelei e tomei seus lábios novamente.

Nós nos amamos por mais duas vezes naquela noite. Foi um aniversário memorável não só para Aredhel, mas principalmente para mim.





A chuva caía do lado de fora do palácio e o vento soprava violentamente as cortinas dos quarto. Aredhel ainda dormia encolhida em meus braços, com um sorriso travesso em seu rosto. Arrumei seus cabelos atrás de sua orelha e fiquei contemplando seu ressonar. Passeei os dedos pelo seu corpo nu e vi-a esboçar um leve sorriso no rosto, pelo menos até chegar às suas nádegas. Aredhel franziu o cenho em uma expressão de dor. Eu afastei o lençol e vi que os vergões estavam bem mais visíveis em sua delicada pele que na noite anterior. Mordi os lábios e passei os meus dedos com cuidado pelas marcas.

– Desculpe-me, meu amor.. Exagerei.. — murmurei.

Ela disse meu nome baixinho, mas manteve-se dormindo. Puxei-a para perto de mim, aninhando-a em meus braços. Dei um beijo em sua fronte e aproximei meus lábios de seu ouvido.

– Acorde meu amor.. Está fazendo um dia lindo lá fora.. — sussurrei.

Aredhel abriu os olhos lentamente e deu um sorriso fraco. Lançou um olhar para a sacada do quarto e seu sorriso se alargou.

– Sim.. Um dia perfeito.. — murmurou.

– Vamos levantar. Parece que vai chover o dia inteiro. Terá um dia todo para aproveitar a chuva. — falei animado.

– Calma, meu amor.. Ainda temos uma vida toda pela frente. — ela disse calmamente.

Sorri e resvalei meu nariz por seu rosto. Aredhel tinha razão a vida para nós e nossos filhos estava apenas começando.



Mais alguns anos se passaram, mas poucas coisas mudaram. Thor e Sif pareciam felizes juntos e passaram a se dedicar ao treinamento dos filhos. Ambos tinham a ideia fixa de que os filhos deveriam ser grandes guerreiros. Ele voltou à sua paixão por aventuras e batalhas, contando com seus velhos amigos de sempre. Fandral, Volstagg, Sif e Thor voltaram a circular pelo reino, sempre unidos. Vez ou outra, Hogun vinha nos fazer uma vista e juntava-se ao grupo. E quanto a Thor e eu voltamos a ser os irmãos de outrora. Depois de anos, ele voltara a confiar plenamente em mim.

Aredhel continuava a se esforçar na educação e treinamento de os nossos filhos. Ela ainda se dedicava a seus eternos estudos e a me ajudar em algumas decisões no reino. Aredhel sempre se mostrou interessada sobre assuntos ligados ao bem estar da população de Asgard, sendo assim, era participativa quando uma decisão desse tema tinha de ser tomada.

James se mantinha viúvo e era um pai dedicado. Com a ajuda de Aredhel, educava os filhos tanto sobre Asgard, quanto sobre Midgard. Ensinou a eles tudo o que aprendera comigo e com Aredhel. Periodicamente seus pais e irmãs vinham lhe visitar e ver os sobrinhos. Mesmo não querendo admitir, tinha de aceitar que James havia virado meu amigo. Ainda sentia ciúmes do relacionamento fraternal dele com Aredhel, mas confiava nele. Ele e Váli juntos eram praticamente meu braço direito na administração do reino. James e Aredhel sempre tinham uma opinião mais ponderada sobre alguns assuntos e, no final, na hora tomar decisões importantes para o reino, eu sempre acabava levando a opinião deles em consideração. Com o tempo, a medida em que Váli assumia maiores responsabilidades no reino, James voltara a se dedicar ao teatro itinerante. Às vezes passava semanas viajando pelos reinos. No início deixava os filhos aos cuidados de Aredhel, mas com os anos passou a levá-los consigo. Eles também tinham a mesma paixão pela arte de atuar do pai. Wagner era a cópia fiel de James e Katarina lembrava Greta, só que era loira. Hela, Eisa e Fenrir algumas vezes se juntaram a James em suas viagens itinerantes. Meus três filhos não pareciam ter o mesmo interesse em seus estudos e treinamentos com os demais irmãos.

Váli continuava evoluindo em seus estudos e cada vez mais se parecia comigo. Apesar de ter o gênio idêntico com o meu, tinha herdado o bom coração da mãe. Ainda assim, as vezes se mostrava ser impaciente e vingativo em demasia, mas pelo menos era muito esforçado e responsável com seu aprendizado.

Narfi, ao contrário do irmão mais velho, parecia não levar as coisas a sério. Tudo para ele parecia uma brincadeira. Muitas vezes eu perdia a paciência com seu comportamento durante os treinos. Ele era displicente, imprudente e perigoso. Só tinha interesse em aprender sobre venenos, magias e técnicas de tortura ou que causassem maiores estragos.

Por outro lado a irmã mais velha, Hela, abominava lutas. Só tinha interesse em magias de cura e era apaixonada por atuar. Essa sua paixão me deixava irritado, pois para mim era pura perda de tempo. Para piorar ela se recusava a continuar a desenvolver sua habilidade de tirar vidas e recebia o apoio da mãe nesse quesito. Minha princesinha cada vez mais se parecia com Aredhel.

Fenrir era um garoto muito diferente dos irmãos e, de longe, era o menos parecido comigo no jeito de ser. Acredito que ele havia herdado de Aredhel o amor pela vida dos seres vivos. Se recusava a machucar as pessoas e a comer qualquer animal. Aredhel dizia que ele era “vegetariano”. Era como chamavam Midgardians que não consumiam carne. Apesar disso, tinha a habilidade nata de controlar os animais, principalmente os lobos. Na verdade passava boa parte do tempo ao ar livre, na companhia de uma pequena matilha de lobos. Algumas vezes fez Aredhel, James e eu sairmos à sua procura de madrugada, pois não havia retornado para casa no fim do dia. Sempre o encontrávamos dormindo no chão, em meio aos lobos.

Igor era o mais obediente de nossos filhos. Mesmo sendo apenas um garoto, esforçava-se ao máximo em seus estudos e levava muito a sério seu treinamento. Várias vezes procurava Thor para lhe auxiliar em técnicas de batalha. Seus treinos com o Thor eram a diversão de Narfi, que ria da forma como o irmão adotivo apanhava do tio. Podia não ser meu filho biológico, mas sentia muito orgulho do menino que se tornara.

Einmyria e Eisa ainda meninas começaram a mostrar suas habilidades especiais. Einmyria era vidente. Todos os dias ela contava sobre algo que havia sonhado. Alguns desses sonhos se realizavam quase que imediatamente, outros só em um futuro mais distante. Já Eisa lia pensamentos. Por este motivo sofria com o isolamento e a antipatia por parte das demais crianças, pois sempre comentava o que estavam pensando. Com o tempo, Eisa aprendeu que era melhor não comentar o que descobria sobre os outros. Chegou a me pedir para ajudá-la a aprender a controlar o que “ouvia”. Assim que pude comecei a pesquisar sobre o assunto, também era de meu interesse que minha própria filha não tivesse livre acesso a todos os meus pensamentos. Sempre procurava controlar o que pensava quando estava perto dela.

Notícias de Midgard também chegaram até nós. Thor e Aredhel continuavam a visitar os Avengers. Em uma das muitas visitas deles à Terra, descobriram que Romanoff e Banner estavam juntos como um casal. Também revelaram que o Capitão havia encontrado um par. Aredhel sempre vinha cheia de novidades sobre os avanços de Stark e sobre novos integrantes do grupo. Ocasionalmente ela levava os nossos filhos em sua companhia. Logo, meus filhos se tornaram muito próximos aos filhos dos amiguinhos de Thor.



O tempo passava devagar e tudo parecia ter finalmente encontrado o seu lugar.

Era noite e eu caminhava a passos lentos naquela grama verde e levemente úmida pelo sereno. Meus dedos da mão esquerda estavam firmemente entrelaçado aos de Aredhel, que tentava acompanhar meus largos passos, com seus mais curtos. Menor que eu, ela parecia tão frágil, mas era só aparência. Disso eu tinha certeza.

Levei sua mão direita até meus lábios e depositei um beijo demorado. Ela, munida de um cesta branca, sorriu para mim e afastou-se, indo em direção à pequena árvore de jasmins que havia ali perto em nosso jardim. Acompanhei com os olhos o seu caminhar calmo, vendo seus longos e escuros cabelos balançarem ao sabor da brisa periódica, que fazia os galhos das árvores ao redor se curvarem perante sua vontade. Logo em seguida pude sentir no vento o perfume que eu adorava, o cheiro de minha esposa misturado com jasmim. Pisquei os olhos lentamente e dei um longo suspiro. Pelos deuses, como eu amava Aredhel.

Deitei-me na grama e fitei aquele céu único de Asgard. “O céu daqui é tão diferente..”, ouvi a voz de Aredhel dizer em minhas lembranças. É muito curioso as coisas que guardamos na memória. Ainda lembrava claramente do dia em que encontrara Aredhel no jardim e a ouvira dizer aquelas palavras. Já fazia tanto tempo, mas ainda lembrava como se tivesse acontecido no dia anterior.

Fiquei a contemplar as estrelas e, em pouco tempo, me vi relembrando minha vida. Observando as constelações foi impossível não lembrar de tudo o que havia vivido, conquistado e perdido. Lembrei-me de minha infância, da adolescência, do amor de Frigga, de meu relacionamento com Odin, dos momentos felizes de minha juventude ao lado de Thor. Também relembrei das dores que sofri e que causei. A descoberta de minha real origem, a mágoa que tive de Odin, a inveja de Thor e minha vingança sobre Midgard. Por fim me lembrei da entrada de Aredhel em minha vida.

Aredhel se aproximou com sua cesta de flores, sentou-se ao meu lado e, em meio a um sorriso meigo, começou a colocar flores de jasmim em meus longos cabelos. Encarei aqueles olhos castanhos escuros e peguei-me refletindo sobre a importância dela para mim.

Levei anos para admitir que ela era a pessoa na qual eu mais confiava. Aredhel era mais que minha esposa, era minha amiga, companheira e cúmplice. Tudo começou sem intenções sinceras, apenas baseada em minhas ambições e desejos de vingança. Queria apenas usá-la, mas inesperadamente nossa amizade nasceu e foi se tornando algo quase puro. De um trunfo, uma arma a ser usada em meus planos, Aredhel havia se transformado em uma amiga fiel. Demorei muito tempo para notá-la de outra forma, para vê-la como mulher. Naqueles tempos eu jamais me permitiria ou admitiria me apaixonar por uma Midgardian.

Desde que nos conhecemos ela sempre esteve ao meu lado, fosse nas boas ou más decisões. Podia não concordar com meus métodos, mas de certa forma tínhamos a mesma maneira de pensar. Ela nunca tentara me modificar, me amava incondicionalmente. Ainda assim, eu havia mudado por ela. Fiz concessões, me comprometi e fiz escolhas impensadas. Por ela aceitei que outras pessoas viessem a fazer parte de minha vida. Eu diria que, em suma, havia me humanizado por Aredhel. Ela, em contrapartida, também havia mudado. Aredhel tinha se doado inteiramente, vivia por mim. E, em alguns momentos, ela havia cedido demais aos meus caprichos e coadunado com minhas atitudes em demasia. Infelizmente isso acabou lhe custando muito caro. Por seu amor a mim, deixara tudo para trás, se afastara de uns e perdera pessoas que lhe eram queridas. Então tudo o que havia restado de sua vida pregressa se resumia a família que havíamos formado juntos.

Foram nossas semelhanças que nos aproximaram e suas diferenças que me conquistaram de vez. Aredhel era uma mulher bondosa, apesar da vida ter lhe machucado em demasia. Se dizia vingativa e rancorosa, mas era incapaz de guardar mágoa por muito tempo. Tinha uma compaixão que era sua fortaleza, mas também seu ponto fraco. Era dotada de uma coragem e perseverança invejáveis, mas o que eu mais amava era sua inteligência. Via em Aredhel a mesma sede de conhecimento que eu possuía. Como eu, ela era perspicaz, ambiciosa e incansável em sua busca por seu aperfeiçoamento. Satisfação também não era algo de sua natureza.

Juntos, de fato, éramos perigosos. Nós dois havíamos enfrentado todo tipo de inimigos e sobrevido até então. Tínhamos sofrido muitas perdas e superado muitos momentos dolorosos. Eu havia errado muito, mas vinha procurando aprender com esses erros. Sendo que alguns desses eu jamais iria me perdoar. Seriam marcas que levaria para minha eternidade. Aredhel sofrera demais com minha maneira de agir. Eu a sufoquei, a magoei demais, mas ainda assim, segundo Aredhel mesma, ela era muito feliz ao meu lado. Quanto a mim, eu me sentia grato todos os dia por tê-la como minha esposa. Sem sombra de dúvida me considerava sortudo por ser merecedor de seu amor. Eu poderia afirmar, com toda a certeza dos nove reinos, que Aredhel, desde que nascera, estava destinada a mim. Toda nossa história era a prova viva de que os deuses, as estrelas, o universo inteiro havia conspirado para que nosso destinos se cruzassem.

Aredhel colocou a última flor em meu cabelo e inclinou-se em minha direção, me dando um beijo demorado nos lábios.

– Eu te amo tanto, minha vida.. — ela murmurou e sorriu para mim.

O tempo passa e com ele também se vão bons e maus momentos. Ao longo dos anos eu aprendera que na vida quase tudo era passageiro, inclusive o tempo e a dor. Passara os tempos de tristeza e os de alegria. Tinha ficado para trás alguns sonhos, algumas esperanças, mas também passara a agonia. Só não havia passado meu amor por Aredhel.

– Eu também te amo, Aredhel.. — respondi – Você é minha vida.. Meu destino.. — sorri de volta.

Aredhel era a mulher do meu destino. Eu a amara por tantos anos e tinha a certeza de que a amaria por milhares mais.



Fim

Notas finais
“Gostaram? Odiaram? Comentem.” É só o que restou mesmo.. Comentar.. É só isso.. Não tem mais jeito.. Acabou.. Boa sorte.. Se lembra quando a gente chegou um dia a acreditar que tudo era pra sempre? Sem saber que o pra sempre sempre acaba.. Mesmo tentando não parafrasear algumas músicas, é inevitável para mim não lembrar de algumas canções nessa breve “despedida”. Afinal, música é o que não faltou nessa fic. Todas as canções que deram nomes aos capítulos, hoje me fazem lembrar dos mesmos. Geralmente eu escolhia o nome do capítulo e a música ficava tocando em “loop” eterno na minha cabeça até que eu terminasse. Mas enfim.. Esse projeto chegou ao fim. Sei que para alguns a história se estendeu demais, ou ficou chata, ou violenta, ou até repetitiva, mas pelo menos sei que fiz as coisas do meu jeito. Segui minha intuição e deixei a história fluir naturalmente, como se realmente esse casal fosse real, vivo e palpável. Infelizmente, como tudo na vida, um dia tinha que chegar ao fim. Afinal um dia o para sempre.. Sempre acaba.. Sendo assim, deixo para vocês os bons momentos que ficaram e meus eternos agradecimentos. E que Loki esteja sempre com vocês.. Beijos! E até! o/ Fics relacionadas: Menáge: http://fanfiction.com.br/historia/531933/Keep_calm_and_kneel/ Continuação da fic: http://fanfiction.com.br/historia/555687/Asgard_Dirty_Secrets/
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