P.O.V. Elijah.

E não é que o plano da Elena deu certo. Ela está mesmo grávida, em compensação o que a senhorita Cullen disse é mesmo verdade.

A criança é mais forte que a mãe e está lhe quebrando os ossos e se alimentando do seu sangue, mas a parte do sangue foi fácil de resolver.

–Estou com vontade de comer torta de limão.

–Vou buscar.

–Não é melhor você ficar com ela. Caso algo aconteça.

–Tudo bem.

A duplicata era formada em medicina e especializada em casos do sobrenatural.

Havia feito diversos cursos em diversas áreas da medicina convencional e dado um jeito de aplica-los em seres sobrenaturais e resolver seus problemas.

–Ai! Ai!

–Calma, vou enfaixar e vai dar tudo certo.

–Vai sim.

No fim Elena comeu a torta de limão e jantou macarronada feita pela prima.

–Renesmee, quero ir ao banheiro.

–Tudo bem. Vamos lá.

Ela levou a prima escada á cima e quando desceu estava sozinha.

–Onde ela está? O que houve?

–Relaxa Romeu, a Julieta foi dormir.

–Onde ela está dormindo?

–No quarto dela. Gênio.

–Ela está bem?

–Sim. Está.

Quando amanheceu ela estava de pé. Claro que alguém a tinha que ajudar.

Elena tomou banho, se vestiu e desceu as escadas para tomar café da manhã.

–Ele está com fome.

–É mesmo?

–É.

–Mas, e a mamãe? Mamãe está com fome?

–Sim. Muita.

As meninas comeram e Elena ficou enjoada.

–Acha que vai vomitar?

–Sim.

Dito e feito.

–Vai escovar os dentes que vou limpar isso.

–Tá.

Com um movimento de mão o chão estava reluzente.

–Prontinho.

–Como foi que fez isso?

–Eu sou metade bruxa, lembra?

–Então tem os poderes de ambos os seus pais?

–É. Eu fiz a barreira mística em volta da casa esqueceu?

–Verdade.