A história nunca foi tão diferente

1 Capítulo 1: Introdução


Notas iniciais
Eu gostaria de avisar que essa fic estara no lugar da temp. três que eu estive escrevendo, porém ela não terá ligação com as fics passadas.
Aviso novamente:
ELA NÃO TERÁ LIGAÇÃO COM AS FICS PASSADAS.

Tudo começa no ano de 1943, durante o fim da segunda guerra mundial surgiram ali muitas franquias, contudo, naquele ano surgia o estabelecimento conhecido como Fredbear´s Family Dinner. O primeiro restaurante se tornou popular entre crianças e adultos pelo jeito como eles conseguiam criar um entretenimento, usando fantasias de pano bem simples e colocando seus funcionários para entreter o publico. A maior magica ali era nenhuma criança ou adulto desconfiava da vestimenta e não tinham noção de como as fantasias se moviam.

Dando um toque bem mais harmonioso e magico. Infelizmente com as fortes disputas empresariais deu fim a franquia e o lugar foi comprado, porém isso são apenas boatos, coisas ditas ao povo sem provas ou fundamento, esses boatos foram usados para encobrir algo maior, o assassinato de uma criança em frente ao local, nunca se soube a arma do crime, nem o responsável, nem muito menos os motivos. Só se sabia uma coisa, que aquele ato era responsabilidade do dono do local, que hoje já não se tem noticias.

Trinta e três anos depois, o estabelecimento reabriu, após fechar suas portas em 1943 e reabri-las em 1976, porém dessa vez sendo filial de outra empresa e responsabilidade de outro senhor de negócios, além de possuir agora uma nova aparência e um novo método de entretenimento, que na época estava fazendo muito sucesso e a responsabilidade pelo sucesso feito se dava agora não ao uso de fantasias de trapos, mas sim ao uso de fantasias mecanizadas e o uso de robôs para a alegria de todo o publico.

O criador daquelas fantasias mecanizadas já havia trabalhado no primeiro estabelecimento e junto com o administrador atual da empresa os dois fundiram suas ideias mirabolantes com o uso das fantasias de pano, com isso criando os primeiros animatronics conhecidos, eles foram apelidados de Fredbear e Spring Bonnie e tanto eram fantasias, tanto quanto eram robôs, algo que deixava muitas pessoas curiosas e sem compreenderem a mente brilhante do homem de 39 anos. Claramente ele não criou os animatronics sozinho, pois também teve a ajuda de um de seus colegas de trabalho, chamado Willian Afton, o agora dono financeiramente da empresa mãe, a Fazbear entertaiment, além de pioneiro na produção de robôs o mesmo gostava de trabalhar ao lado de seu companheiro, Fundador da empresa e um dos personagens mais icônicos dessa história, Henry Fazbear.

Infelizmente essa história de robôs teve um triste fim.

O homem conhecido como William Afton não tinha as mesmas ambições que seu colega, certa vez William viu quatro crianças jogarem um rapaz qualquer na boca de Fredbear, ele continuou esmagando e mastigando a cabeça daquele garoto. Algo nele dizia que aquilo deveria acontecer. A culpa então foi dada ao robô que muito em breve seria tirado dos shows.

Mas o tempo o moldou em algo pior, pesadelos que ele tinha com o garoto o fizeram sequestrar aquelas crianças, as mesmas quatro e mais uma, inocente, mas que sempre andava com aqueles moleques.

—Ana! Você viu aquilo? –Mal sabiam eles que haviam acabado de presenciar o homem fantasiado que lhe tiraria a vida.

—Venham aqui garotos, tenho algo de especial para lhes dar. –Pouco a pouco eles iam se aproximando, mas já era tarde caso quisessem voltar, os robôs do palco começaram a dar erro, assim chamando atenção suficiente para o assassinato perfeito.

—Agora vocês já podem morrer. –Um medo subiu na espinha de todos eles, o homem então os nocauteou e os arrastou até uma sala, aonde nem mesmo os funcionários podiam ir, por não ser autorizado, o show já havia acabado e os animatronics precisavam ser reajustados por Henry.

O seu maior erro foi ir até a sala dos fundos para pegar uma peça especifica das Sprig locks. E então se deparar com a mais horrível, triste e a última cena que ele veria.

—Oi Henry! Isso não é o que você esta pensando. –O homem olhou horrorizado e perguntou:

—Então... O que seria isso? –O homem pegou do fundo de seu bolso uma arma e gritou antes de fazer qualquer coisa de que pudesse se arrepender

—Me responde William! Eu não quero fazer isso, então fala logo. –Ele foi virando a arma para seu rosto e perguntou uma última vez:

—O que você está fazendo! –Eu sorri, mas... Já não era eu mesmo. –Você não vai apertar o gatilho, você não teria coragem, nunca teve.

—Eu esperava que essas não fossem suas últimas palavras para mim, nem muito menos minhas para você. –Ele olhou para mim com lagrimas em seus olhos.

—Enxugue as lagrimas Henry podemos superar, juntos! –Eu então fui me aproximando dele, e quando ele menos esperava tomei a arma de suas mãos.

—Ninguém vai saber o que houve aqui, ou melhor, eu vou matar você, todos vão pensar que você matou essas crianças e então eu assumo o poder das filiais. –Ele olhou confuso e antes que eu pudesse mata-lo perguntou:

—Por que esta fazendo isso? –Eu o olhei com um sorriso de dar inveja.

—Eu... Quero... Montar... Uma... Familia... Nesse... Lugar. –Eu sentia algo... Subindo minhas costas devagar e de forma tão maldita, era o pior dos pecados rastejando a minha alma.

—Eu ainda não entendo por que... –Eu o olhei de forma tão enfadonha.

—1/3 das pessoas me compreenderia, são esses um terço que merecem viver, você colega... Faz parte dos 2/3. –Eu sorri uma última vez para ele e atirei.

—Eu entendo agora... Os mais insanos são os que sempre conseguem se mantiver sãos perante o fim, ou às vezes o começo de algo terrível, hoje William é esse dia, e é hoje que você sabe que não vai parar. –Ele parou de falar, o chão estava banhado ao sangue dele.

—Então, enfim as ovelhas negras vieram para o abatedouro. –O homem olhou novamente o sangue escorrendo pelo chão e entre seus dedos e voltou à realidade. –O que foi que eu fiz? Henry! –Ele chorava muito, mas então a voz veio de longe o chamando. –Quem está ai?... Por favor, não entre aqui, eu imploro.

—Por favor, não chore, você não fez isso... Nós fizemos. –Ele olhava confuso e quando conseguiu sair de seus pensamentos perguntou uma pergunta que o assombrou durante alguns minutos, que mais pareciam séculos. –Quem é você?

O homem viu seu reflexo na poça de sangue e reparou que ele estava dialogando consigo mesmo, e quando aquela voz aparecia de seu interior ele soltava pequenos deboches. –A loucura William sempre foi sua maior característica, mas você sempre me manteve guardada, mas agora você é apenas uma marionete em meu bolso. –A silhueta de William começou a mudar e sua aparência no reflexo mostrava seu verdadeiro eu, o monstro que sempre habitou nele... Sua maior obra, responsável pelo fim de seu autor.

—Os maiores artistas sempre começam assim, não é, e agora juntos iremos pintar todas as filiais com o sangue vermelho grifado nas paredes e quando virem isso se lembraram de nós. –O homem que um dia foi responsável por grandes criações já havia sumido, ali restava apenas uma figura distorcida dele... Um artista enviado pela morte, para deixar sua maior arte ali.

Notas finais
Espero que gostem, alias, para aqueles que leram até o fim, essa fic estará exposta por pouco tempo, e terá poucos capítulos, até porque não teria graça entregar meu livro assim de bandeija