A herança dos Zaoldyeck

8 sonhos, solidão necessária e raptor


Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeeeey!!!!!!! *desviando das pedras/outros projéteis arremessados pos vocês*
Eu seeeeeeeeei! Eu sei q eu tô devendo um monte de caps. Mas não me matem blz?
Eu vou escrever mais pra vcs, meus queridos!

Enfermaria de Hogwarts:

“ ‘Onde........ Onde estou? É quente..... Queima? Inferno.....?...... AAah!’

Esses foram os primeiros pensamentos desconexos de Victoria depois que a mesma e seu irmão desmaiaram. Abrindo os olhos, ela se encontrou numa escuridão sem fim. Estava deitada num tipo de pedestal cumprido de mármore negro. Ela se sentou, olho esquerdo ardia.

Mais que repentinamente, vários seres enormes, negros e assustadores apareceram, envoltos cada um numa chama de cor diferente.

‘O quê diabos....?’ — ela pensou se sobressaltando e quase caindo do pedestal, enquanto um dos seres bizarros, mais especificamente o envolto por chamas azuis, se adiantou e se dirigiu a ela:

–Nós, humana, somos os Sete Demônios que Controlam as Sete Chamas do Purgatório que Queimam os Sete Pecados Mortais! E você é a herdeira do Sangue Imperial do Purgatório....

–Humana o seu pônei saltitante cor-de-rosa de crina arco-íris, ô demônio do caramba! — Victoria o cortou, irritada. — Meu nome é Victoria. — terminou com um olhar desafiante voltado para os sete.

–Hahahahahahahaha!!! Você tem espírito, pequena! Talvez seja capaz de nos controlar... -falou o demônios envolto em chamas azuis, completamente divertido. — Eu sou Satan’s Blaze, a primeira chama. — continuou avançando na garota com más intenções, enquanto os outros seis apenas observavam murmurando entre si cinicamente.

Porém, a paciência dela, que já estava no limite havia muito, acabou de vez. Victoria levantou uma sobrancelha e estendeu a mão para o demônio que dela se aproximava.

‘Eu já li sobre o Sangue Imperial do Purgatório..... Isso vai ser interessante...’ — pensou. Nesse momento um sorriso cruel brotou em seus lábios, intrigando os sete demônios.

Correntes surgiram ao redor do Satan’s Blaze, o prendendo à menina, que segurava a ponta das mesmas. Victoria o puxou de forma que ela estivesse o encarando por cima.

–Não me subestime, seu verme. — ela disse fria e cruelmente. Os demônios todos estremeceram por um momento.

Mas logo começaram a rir escandalosamente. A Zaoldyeck começou a perder a consciência.

–Pode usar meu poder.... Victoria. — foi a ultima coisa que ela ouviu de Satan’s Balze antes de fechar os olhos enquanto tudo escurecia à sua volta.”

Victoria acordou assustada, mas logo se acalmou quando se viu cercada pelos amigos.

Killua estava a seu lado, também deitado numa maca da ala hospitalar. Os gêmeos se entreolharam, e quase que lendo as mentes um do outro, percebendo que ambos haviam acordado ao mesmo tempo.

O que se seguiu foi decepcionante para os irmãos. A professora Lilith e Tom haviam se retirado assim que os dois acordaram, evitando seus olhares. E para completar, a diretora McGonagal parecia hesitar a cada palavra quando começou a falar:

–Senhorita Zaoldyeck, Senhor Zaoldyeck, o que lhes vou contar agora deve permanecer sob absoluto sigilo, entenderam?! — perguntou energicamente. — Miller, Devastian e Rosengold! Fora daqui! Agora! — completou, enxotando os três do recinto.

–Que cruel Minerva.... — comentou um garoto de coroa e cabelos azuis, surgindo do nada atrás da diretora, que se virou, lhe lançando um olhar severo. Apesar da aparição repentina, depois de tudo pelo que os gêmeos passaram nada mais os surpreendia, nem mesmo o fato do garoto estar flutuando sentado e de pernas cruzadas, sorrindo totalmente cínico.

–Isso não importa, Code:Emperror. — lhe respondeu a mais velha.

–A partir do momento que isso envolve meus trinetos, é sim da minha conta, Minerva. — lhe respondeu ele.

–Trinetos....? — perguntou Killua, franzindo o cenho e encarando Code:Emperror.

–Trinetos, sim. — respondeu McGonagal. — Este é Code:Eperror, um dos quatro fundadores da Eden e herdeiro do Sangue Imperial do Purgatório.

–Assim como eu. — murmurou Victoria.

–Exato, pequena. — concordou o de cabelos azuis.

–Mas e eu? — perguntou Killua.

–Você é um Tipo Especial, pequeno. — respondeu Emperror, sorrindo maliciosamente.

–CHEGA, EMPERROR! — gritou Minerva, furiosa. — Ainda... Não é... A hora. — completou tentando se controlar, ela havia mudado de ideia sobre deixar os dois a par de suas próprias histórias com mais detalhes.

–Não é a hora de que, diretora? — perguntou Victoria, irritada e sombria. Killua apenas colocou a mão no ombro da irmã, os dois se entreolharam e voltaram seus olhares para Minerva, intimidadores como só os Zaoldyeck conseguem ser.

–Ainda não é a hora. — respondeu ela baixinho, se virando e saindo em direção da sua sala.

–Logo, logo vocês saberão de tudo... Logo, logo.... — comentou Eperror, como que para acalmar os trinetos, antes de seguir McGonagal.

Horas depois, margens do Lago Negro:

Kate, Teo e Carol se reuniram com Killua e Victoria às margens do enorme lago nas propriedades da escola, preocupados e curiosos.

Os três contaram para os gêmeos o que acontecera depois do surto de poderes dos dois. Já os gêmeos disseram que tiveram sonhos estranhos, mas que nenhum dos dois se lembrava direito o que acontecera nos respectivos sonhos. Além, é claro, de relatarem o comportamento estranho de McGonagal.

A tarde do pequeno grupo passou rapidamente fora das aulas, já que, devido aos acontecimentos passados pelos cinco, eles foram dispensados das aulas pelo dia.

A noite chegou, Carolizzy foi para seu quarto no dormitório da Sonserina e os outros para seus quartos no da Grifinória, e todos dormiram sem sonhos.

Manhã seguinte depois do café, corredores de Hogwarts:

Apesar de terem tomado o café-da-manhã juntos, os amigos não conversaram e, quando o horário de aulas se aproximou, todos tomaram caminhos separados para a sala da primeira aula. Por pelo menos algum tempo, a solidão era necessária para os adolescentes digerirem os acontecimentos repentinos que se haviam seguido nos últimos dias.

Victoria andava cabisbaixa, envolvida nos próprios pensamentos, quando de repente foi puxada para dentro de uma sala de aula vazia.

Ela se encontrou com uma mão forte a segurando pelo pulso e a porta já trancada. Na meia penumbra, ela não conseguiu identificar o homem que a puxara (sim, homem, pois aquela mão e cheiro eram definitivamente masculinos). Victoria apenas conseguia ver os contornos dos ombros e peitoral fortes de seu raptor, alem da sombra de um sorriso completamente cheio de malícia, luxuria, desejo e arrogância.

Isso até que o dito cujo a puxou e agarrou pela cintura, a fazendo perceber que conhecia o homem que a tinha nos braços naquele momento. Era....

Notas finais
E aí? Gostaram? Comentem. Não gostaram? No que posso melhorar? Deixem nos comentários.

Vcs gostaram dos meus desenhos? Ou nem foram ver? Devo fazer os outros personagens?

Muahahahahahhahahahhaha
Quem será o raptor? Ou melhor, já que eu já sei quem é, quem vcs acham que é?