A guardiã da Noite - A primeira noite
1 Capítulo 1 - A primeira noite
Notas iniciais
Bom, no início eu não tinha intenção de fazer isso, mas então as história veio surgindo na minha mente e eu fui escrevendo.
Não é uma história longa, e, caso eu tenha mais ideias, pode ser que se torne uma série (que seria tipo, sei lá, "Sakura Card Captors" - olha a vibe do exemplo kk), mas não garanto.
-Não digo que se vocês pedirem eu não me esforçarei mais para tentar bolar mais alguma coisa-
enfim, espero que gostem e não esqueçam de deixar um comentário, que vai me deixar muito feliz! Nem que seja só uma carinha feliz.
E é isso, aproveitem a história!
Foi quando ela ergueu pela primeira vez a lua em Equestria e a primeira noite reinou. Não havia muito para ver. a Escuridão era de certa forma assustadora, mas ao mesmo tempo acolhedora. O céu ainda estava muito vazio e Luna concluiu que precisaria trabalhar nisso.
-Isso é incrível — Celéstia disse ao seu lado.
-É tão lindo — Luna completou orgulhosa pelo seu trabalho.
As duas observaram os pôneis admirarem a escuridão, alguns se aproximaram dos outros e pareceram ficar com medo; Luna sabia o motivo, ela podia sentir, apesar de não ter medo e muito menos ideia do que era aquilo. Uma sensação obscura, como se algo estivesse rastejando pelo chão pronto para agarrar os seus cascos, apesar de ela ter certeza de que não havia nada por ali.
-Está tudo bem, irmã? — Celéstia perguntou.
-Não. Eu sinto que há alguma coisa aqui. Algo que parece viver na escuridão da minha noite — Luna explicou — algo poderoso e antigo.
-Será que quando liberamos o poder da Árvore da Harmonia algo mais aconteceu? — Celéstia perguntou.
-Talvez…
-Faz sentido. Se essa árvore representa a harmonia então é preciso existirem lados opostos para gerar essa harmonia, quero dizer, algo como o bem e o mal — Celéstia concluiu.
-Tia, eu sei que tudo isso é novo ainda. Quero dizer, até ontem éramos apenas pôneis! Nada de chifres mágicos ou essas asas! E ainda assim, no momento em que aquele poder foi liberado…
-Sentimos o que precisávamos fazer — Celéstia concluiu.
Em tão pouco tempo, muita coisa havia mudado. As duas começaram a relembrar o momento. Havia sido há algumas horas que as duas entraram em uma caverna misteriosa enquanto fugiam de um predador; foi então que viram uma árvore estranha, sua madeira era dura como se fosse cristal, pequenas pedrinhas transparentes pendiam de seus galhos sem folhas, musgo crescia pelas raízes e subia até metade do tronco e chegava em alguns galhos. Aquilo atraiu as duas rapidamente e logo elas começaram a limpar a estranha árvore, até encontrarem um símbolo do sol e da lua incrustada no tronco. Foi ai que o brilho veio, o tronco da árvore inteira foi iluminado, as pedrinhas nos galhos se tornaram pontos de luz e um raio de luz atingiu as duas. Quando voltaram a enxergar normalmente tudo havia mudado. Asas haviam surgido e um chifre também. Mas elas não se assustaram, sentiram-se apenas pacificas. No fundo elas podiam sentir o que aquilo significava. Uma onda nas cores de arco-íris foi liberada da árvore e as duas souberam que abrangeu toda a terra.
-Você ergueu o Sol e depois eu ergui a Lua. Essas marcas apareceram e tudo o mais, e agora eu sinto que… como se eu fosse responsável por essa força obscura, seja lá o que for — Luna concluiu.
-Entendendo — Celéstia disse — como vai fazer isso?
-Eu não sei — Luna disse e respirou fundo.
Fale com o autor