Notas iniciais
Lindos, vou pôr aqui o nome do pessoal da história, mas tipo só das garotas do time, porque às vezes eu uso o nome delas e às vezes o sobrenome. Só pra entenderem quem é quem. O sobrenome vem primeiro e o nome depois ok? :) Akemi Mariko = A capitã. 1,67 cm. Cabelo grande e cacheado. Akino Seikori = A muralha. 1,69 cm. Loira, cabelo curto. Matto Sakura = 1,67 cm. Cabelo castanho. Matsoeru Mureni = 1,73 cm. Cabelo preto, longo. Takeshi Aiko = 1,63 cm. Cabelo azul, curto. Yoko Hana = A rosinha, a que gosta do Akashi. 1,65 cm. Cabelo rosa choque de maria-chiquinha. Keiko Emi = A gentil, fora da quadra. 1,72 cm. Loira com as pontas laranja. *Todas são do mesmo ano, porém de salas diferentes. Isso já que o time é novo, entenderam? 'rs * Ainda não vou pôr quem gosta de quem aqui. É surpresinha HAHA

Aomine andava pelo colégio quando Momoi veio correndo até ele, sorrindo e saltitando.

– Dai-chan!

– Nani? – Ele disse com as mãos nos bolsos.

– Tetsu vai jogar em uma semana. Nas preliminares do Inter-colegial. Vamos? Vamos ver?

– Hum? Talvez... A gente também tem jogo.

– Eu já vi as datas. Elas não batem. – Momoi sorriu.

– Talvez eu vá.

– Hum? Nande?

– Nada.

– Ne, ne?

– Hum?

– Quem sabe se a Nana-chan não está lá? – Ela deu um sorrisinho.

Ele arregalou os olhos.

– Pare de falar essas coisas.

– Hihi. – Ela riu – Ne, o time feminino da Seirin está ficando conhecido por causa dela.

– Hum...

...

Sakura corria pelo colégio procurando Naname, quando a avistou. Correu até ela.

– Nana-chan!

Ela virou.

– Você soube? O time masculino vai começar as preliminares para o Inter-colegial. – Sakura sorria – Vamos assistir?

– Nande?

– “Nande?”. Sua prima é a treinadora! E eu quero ver os meninos jogando. – Ela se balançava com as mãos nas bochechas.

Naname fez cara de tédio, bufando em seguida.

– Ok, eu vou.

– Ai, que ótimo! – Sakura a abraçou, mas os seios de Nana a impediram um pouco – Ano, Nana-chan. Como você tem isso tudo?

Nana a fitou apertando os olhos.

– Sai... – Ela a empurrou com um dedo na testa de Sakura.

– Hai, hai... – Sakura riu – O resto do time vai também. Vamos nos encontrar aqui. Depois te falo a hora.

– Tá...

...

Assim como o time masculino começaria as preliminares para o Inter-colegial, o time feminino também. Porém seriam meses à frente.

– Por que vamos começar a treinar agora se só vai começar em três meses? – Mureni reclamava.

Katsuo respirou fundo.

– Você quer vencer?

– Hai... – Ela fez cara de tédio.

– Então fica quietinha. – Ele disse apontando e balançando a prancheta para Mureni, e virando-se para todas – O treino a partir de agora vai ser muito pior, então se alimentem bem, durmam no mínimo oito horas por dia e fiquem relaxadas.

– Com esses treinos não vai dar não. – Aiko riu.

– Se alonguem e vão para o lado de fora correr na pista de corrida.

Algumas reclamaram um pouco. Hayato era famoso por arrancar o couro delas durante o treino. E com o treino ficando pior, elas tinham certeza que estavam ferradas!

Todas corriam na pista. Naname estava com as mãos nos bolsos, caminhando!

– KOUSEN! – Katsuo gritou.

Ela o olhou com cara de tédio, preguiça.

– Corre, se não vai fazer 40 polichinelos, 50 abdominais e 30 flexões!

Mariko agarrou o braço de Nana, fazendo-a correr.

– Corre, corre sua doida! Ele vai arrancar sua pele!

– Hai, hai... – Ela disse começando a correr.

Em menos de um minuto Nana ultrapassou as meninas. Katsuo arregalou os olhos. Elas deram várias voltas na pista por um bom tempo. Quando o treinador assoprou o apito todas caíram no chão de cansaço.

Katsuo deu cinco minutos de descanso e elas foram para a piscina.

– Agachamentos e saltos. E nem reclamem dizendo que na água é mais difícil! É por isso mesmo que estão aí!

– Eu nem ia reclamar. Pelo menos a gente vai se refrescar. – Sakura disse rindo para Aiko, que assentiu.

Katsuo marcava um minuto no cronômetro, quando assoprava o apito dava um minuto de descanso.

– Oe, ruiva. – Mureni disse – Por que não tira essa blusa? Não está de top?

– Estou, mas não quero. – Nana deu de ombros.

– Mas assim com a blusa encharcada você vai forçar mais.

– Eu sei. – Nana disse pondo uma mexa atrás da orelha.

– Agora os saltos. – Katsuo disse apitando.

Elas começaram. Hayato fez essas repetições sete vezes até as garotas começarem a “suar” debaixo da água! Enquanto elas pulavam na piscina na vez dos saltos, Riko se aproximou com o time masculino. Seikori os viu e corou, desviando o olhar. Nana percebeu.

– Oe, Katsuo-kun. Já está acabando?

– Hai. Vai treinar o time?

– Hai, as preliminares vão começar. Já está treinando as meninas?

– Já. Quero que elas fiquem logo em forma.

Mureni revirou os olhos.

– Quer é matar a gente. – Ela murmurou.

Kagami fitou Nana que esfregava o braço na testa, pela franja estar pingando.

– Oe, minna! – Hayato assoprou o apito – Podem sair. Por hoje acho que está bom.

– E vocês, entrem! – Riko exclamou.

Todas saíram e passaram pelos meninos. Seikori passou por Izuki de cabeça baixa. Nana olhou para ela desconfiada. Ela correu até Seikori e pôs o braço ao redor do pescoço dela.

– Vamos, coradinha. – Ela cochichou.

– Hã? – Seikori não entendeu.

– Melhor você não ficar tão vermelha assim, se não ele vai perceber. – Nana cochichou ainda mais baixo.

– Hai... – Seikori assentiu ainda mais envergonhada por Nana ter percebido.

Enquanto elas se afastavam Kagami caminhava em direção ao banco para tirar a blusa, mas esbarrou em Hare, que quase caiu.

– Ai!

– Hum... Gomen, não te vi. – Ele disse sério.

– Normal. – Ela deu uma risadinha. De tão pequena e ele tão alto, ele não a viu – Sem problema – Ela disse voltando a andar.

– Ano... – Taiga a chamou.

Ela se virou, esperando. Ele mexeu no cabelo um pouco.

– Vai fazer o que depois que ir embora?

– Hum? – Hare foi pega de surpresa. – Etto... Nada. – Ela disse mexendo na ponta do seu cabelo curto e molhado.

Ele tirou o telefone do bolso e deu a ela.

– Coloca seu número aí. Quando eu acabar aqui vou te ligar.

– Hum! Hai... – Hare corou, pondo seu número no telefone.

Devolveu o telefone a ele.

– Até depois.

– Hai. – Ela sorriu envergonhada e foi embora.

...

Naname passeava pela cidade no fim de semana. Depois que as dores do treino apaziguaram um pouco, ela voltou a andar e mexer os braços sem sentir dor. Parou em frente a uma loja vendo um porta-joias com uma bailarina girando. Ajeitou a alça da bolsa enquanto se lembrava da irmã.

Quando despertou e voltou a andar, esbarrou de frente com Aomine.

– Yo. – Ele disse de cima.

Ela bufou e passou direto por ele. Ele a seguiu, e ela revirou os olhos.

– O que você quer?

– Nada. – Ele disse pondo as mãos nos bolsos – Nunca vi você sem o uniforme. Fica bem de calça.

– Por quê? Quer reparar na minha bunda também, hentai?

– Não, mas agora que disse... – Ele virou a cabeça para ver, mas Nana deu um tapa em seu braço.

– Pare de me sacanear.

Ele riu.

– Pelo visto seu braço melhorou. Como se cortou?

Ela parou e o encarou, surpresa.

– Como sabe?

Ela usava uma blusa de manga curta e a marca em seu antebraço era bem clara, além de já estar à noite. Não havia como ele reparar!

– Eu não reparo só nos seus peitos.

Ela fez cara de tédio.

– Vai no jogo dos garotos essa semana? – Ele perguntou.

– Hai.

– Então a gente se vê lá.

– Ah não... – Ela reclamou olhando para cima.

– Oe... – Ele parou na frente dela pondo a mão em sua bochecha.

Nana a tirou bruscamente.

– O que você tem?

– Não, o que você tem? – Ela disse irritada – Acha que pode fazer o que bem entende?

– Não, só queria pôr a mão no seu rosto. – Ele disse, surpreso com ela.

– Você é convencido, isso sim!

Ele a olhou com os olhos pidões.

– Não faça isso. – Ela o olhou com cara de tédio.

– Por quê? Vai se derreter?

Daiki abaixou a cabeça e aproximou o rosto do dela, sorrindo de forma marota.

– Idiota... – Ela disse.

Nana passou por ele, e ele a seguiu levando-a para casa de novo. Na porta da casa dela, ele tentou beijar sua bochecha, mas ela pôs o dedo na testa dele e o afastou. Entrou e fechou a porta na cara dele. Aomine riu indo embora, estava começando a gostar de perturbar Nana.

...

Daiki e Momoi estavam na arquibancada do colégio que Seirin enfrentaria. Ela pulava sentada enquanto via Kuroko se aquecer.

– Oh, Tetsu... – Ela se derretia.

Daiki fitava o time feminino da Seirin que entrara no ginásio naquele momento.

– Olha ela! Nana-chan! – Momoi gritou acenando.

– Pare com isso! – Ele abaixou a mão dela.

– Nande?

Nana olhou para Daiki e franziu a testa seriamente, se sentando em seguida com as meninas.

– Por isso. – Ele disse com cara de tédio.

– O que você fez pra ela? – Satsuki perguntou desconfiada.

– Nada! – Ele disse balançando as mãos.

– Duvido. – Ela disse emburrada.

O jogo começou e a bola estava com o time rival. Kuroko desaparecia na quadra e quando reaparecia dava um tapa na bola e passava para Kagami, que fazia sempre uma enterrada. Hyuga fez várias cestas de 3 pontos, Izuki analisava a quadra com seus olhos para planejar as jogadas. Todo o time feminino gritava “Seirin” e torcia loucamente. Nana estava sentada quieta observando as jogadas e ações de todos. Momoi gritava para Kuroko, torcendo. Daiki não tirava os olhos de Naname, que ainda estava quieta. Naquele momento ela fitava Riko.

Quando faltavam cinco segundos para o fim do jogo, Nana se levantou aos poucos como as outras, começando a torcer. A adrenalina começou a correr em seu sangue. Kagami fez a última cesta dando o ponto da vitória, e todas as meninas gritaram e pularam.

Depois que o juiz fez os times se cumprimentarem, Nana correu sorrindo em direção a eles passando direto e pulando em cima de Riko.

– Nana... – Riko tentava respirar – Você pode... Me matar dormindo?!

– Gomen, gomen. – Nana ria sem parar – Parabéns! – Ela abriu os braços e abraçou Riko, esfregando sua bochecha na dela.

Enquanto Riko brigava com ela por quase esmagá-la, Daiki observava Nana, que não parava de rir. Ele gostava do sorriso dela e agora descobrira que ela era um “pouco” empolgada.

– Ne, Dai-chan. – Momoi disse sorrindo – Ela é bem animada.

– É sim... – Ele disse admirado, vendo aquele sorriso.