A garota do Capuz

1 O Começo Antes do Começo.


Notas iniciais
Bem, Primeiramente essa é minha primeira fanfic, e eu decidi fazer com a história da chapeuzinho vermelho, que eu li o original ultimamente e tem um final bem sangrento. Gostei. bem, é isso espero que aproveitem. (Re-escrito).

– Mariane! — Gritou minha mãe.

– Uhnm, tenho que ir pessoal, minha mãe está me chamando...

Olá, me chamo Mariane, e vou contar-lhes minha história.

Era um dia claro e belo de verão, então sai para conversar com meus amigos, tinha 13 anos quando tudo isso aconteceu.

– Oi mãe.- Indaguei

– Filha, a senhora Josephine, que mora lá no final do vale fez umas compras e pediu para entregar, você poderia levar para mim?

– Claro mãe, pode deixar.- Respondi

– Filha não se esqueça de voltar antes do pôr do sol.

– Eu sei mãe!

Sai de casa e me direcionei a partir das referências de minha mãe, apesar de não conhecer essa tal senhora Josephine, dentre todos que conheço neste vale. Deve ser só uma senhorinha antissocial.

Andei um bom tempo mato adentro.

–Por que essa senhora tinha que morar tão longe de tudo? — Reclamei.

Ouvi barulhos ao meu redor.

– Quem está aí? – Perguntei. E me arrependo até hoje disso.

Algo enorme se levantou e, meu Deus, aquilo não era humano, tremo toda a vez que me lembro disso.

Tinha uns dois metro e meio de altura ou até mais. Comecei a correr com tudo o que tinha, não olhava para onde ia, só percebi que tinha cometido o maior erro da minha vida quando caí. Estava perdida, não sabia mais onde ir.

Estava com medo e sozinha no meio da floresta. O sol já ia se pôr. Até esse dia eu perguntava o porquê de todos terem medo do vale após o anoitecer. Já não pergunto mais.

Aprendi da pior maneira possível que certas perguntas não devem ser feitas jamais, essa era uma delas.

O que vi na minha frente é inexplicável, as sombras dançavam e cantavam. Me chamavam. Desapareciam e reapareciam logo após, percebo que tem alguém humano al no meio e chamo.

Eu vi, entre as sombras. Vi uma mulher, seu corpo estava destroçado. Ela sorria, um sorriso maligno e alucinado. Tamanho foi o terror dessa cena eu desmaiei

Acordei em um lugar estranho, não era o vale do Oeste, era diferente era um lugar completamente cinza tudo parecia estar morto e havia um cheiro terrível de madeira queimada.

Começo a andar, tem algo familiar aqui, não consigo entender o que, mas este lugar... sinto que o conheço, sinto que... sinto que pertenço a este lugar...

– Oh! Você está aí querida... – Na colina logo a minha direita surgiu uma mulher que eu nuca vira antes.

– Quem é você?

– Siga-me e poderá se salvar, ou fique aqui com eles – Ela deu as costas e saiu.

Eu fiquei sem saber o que fazer, não tinha entendido nada, até que me virei e vi quem eram “ELES”.

Ainda sinto aquele terrível gosto de subir pela minha garganta, fiquei paralisada com o choque, só me recuperei quando eles estavam próximos, corri colina acima, ela já não estava mais lá... eu vi a distância ela com dois cavalos, ela tinha partido e me deixado.

Me virei e vi: “ELES” estavam se aproximando cada vez mais, eram corpos humanos em decomposição, pareciam mortos mas andavam. Conseguia ver pedaços de seus corpos caindo conforme eles se moviam...

O terror daquilo me paralisou novamente. Naquele momento eu pensei: “Vou Morrer. ”, sinto um baque na nuca, algo veio pelas minhas costas, era grande e rápido, não consegui ver direito o que era, mas estava matando todos aqueles... aquelas coisas... Desmaiei.

Acordei em uma floresta, ouvi barulhos de casco de cavalo e vi aquela mulher novamente. Ela parou e desmontou do cavalo ao me ver.

Estávamos em algo que parecia um pequeno acampamento, troncos de arvore nos rodeavam no centro havia uma pequena fogueira, eu me sentei e senti uma terrível dor de cabeça, tinha um cheiro ocre de madeira úmida. A floresta é fechada e úmida, sinto um gosto de bile.

– Foi você que me salvou?

– Como assim? Oh! Você é a garota que estava na colina, como chegou aqui tão rápido? – Mulher.

– Não foi você quem me tirou de lá?!?!

– Não, mas de alguma forma você saiu de lá.- Diz ela parecendo impressionada. — Qual é o seu nome garota?

– Mariane.

– Nome Incomum. D/e onde você é Mariane?

– Eu venho do vale do Oeste. Eu desmaiei e quando acordei estava naquela campina onde você me viu. Como cheguei até aqui? E onde eu estou? –Pergunto.

– Bem eu esperava que você me contasse isso, mas pelo visto não vai acontecer. E você está em saliea. A propósito, meu nome é Alexandria.

Alexandria e eu conversamos um pouco e eu conto para ela minha história.

– Bem, então você veio de um lugar chamado de vale do Oeste, não faz a menor ideia de onde está e para finalizar, não sabe quem te salvou, só que é anormalmente grande e rápido? – Diz Alexandria.

– Basicamente... Sim.

– Bom pela descrição, eu chutaria um “Lycan”, mas eles não salvam pessoas assim do nada, talvez você tenha algo que é valioso para eles ou ele apenas não te viu e tinha contas pessoais a acertar com os “Apodrecidos”. – Alexandria.

– Apodrecidos? – Mariane.

–Sim, é assim que chamamos eles, aquelas coisas que estavam perto da colina. – Explica Alexandria.

–Ah! – Digo com voz desanimada — Você disse que poderia ser um Lycan certo?

–Sim certo, porque? – Pergunta ela curiosa.

–Mas que um deles não me salvaria a menos que eu tivesse algo valioso correto? – Mariane.

–Sim está certo. –Alexandria.

–Mas disse também que é mais provável que tenha sido um acaso. – Mariane.

– Vá direto ao assunto. – Diz impaciente.

–Se não foi um Lycan, e sim um acaso como você disse. Como eu cheguei aqui mais rápido que você? – Mariane.

Depois de alguns segundos de silencio ela respondeu com algo que me deixou mais chocada ainda.

– Mais curioso ainda, se foi um Lycan, como ele te trouxe? Porque não te devorou? E principalmente, porque ele te deixou aqui sabendo que eu estava a caminho? – Alexandria.

–Talvez ele ache que você seja uma boa pessoa? – Sugiro inocente.

–Impossível, sou uma “Caçadora”. Caço coisas como ele, e se você estiver comigo eu vou te treinar para matar coisas como ele. – Diz Resoluta.

– Bem... eu não sei se serei de grande ajuda, mas... conte comigo para o que precisar.

Notas finais
Por favor, me digam caso ocorra algum disparate nesta estória. Cara. Deu um trabalho escrever isso. Depois de postar conversei com uma amiga minha, que ja tem mais experiencia em fics, e ela me passou alguns conselhos. Final da história: Reescrevi tudo (umas 500 vezes) porque estava uma merda.