A fugitiva
8 Trancada
Notas iniciais
Hey Hey, sorry a demora :x
Semana de prova é ho-rri-vel shaushsua
Bom enfim...
Boa leitura ❤
– Olá, Beth. Ava paige comprimentou e tive vontade de avancar-lhe no pescoço, a odiava, tudo que estava passando era por sua causa. – Quanto tempo não é? Se parece muito com sua mãe. — Senti meu sangue ferver. – Não fale dela, apesar de ter me retirado a droga da memória não fale dela — Resmuguei minha voz saindo estranhamente rouca, ouvir minha voz sair assim após tantos dias me assombrou ela sorriu. – Não se preocupe terás suas memórias restauradas. – Não! Não as quero. — Reclamei e ela deu de ombros se sentando em uma cadeira, a única que tinha ali. – O que faz aqui? Achei que fosse... Alguém muito ocupada. — Falei nao querendo admitir minha curiosidade ela olhou para mim por alguns minutos. – E eu sou, não faz ideia do quanto, Bethanie, mais ja que não quer suas memórias de volta deixe-me confiar-lhe uma história. — Começou fiquei olhando para a porta louca para correr dali, ela seguiu meu olhar negou. – Você não vai a lugar algum Beth, tem guardas por todos os lados e também não pode fazer nada contra mim. — Ela esticou o braço e tocou em um tipo de escudo invisível. Baixei o olhar desanimada e grunhi. – Você, Thomas e Teresa eram as mentes deste lugar, voces tinham um futuro brilhante aqui mais Thomas não queria não gostava de ver seus amigos indo para o labirinto é morrendo pelo bem da humanidade. – Matar jovens imunes não é um ato heroico. – Nem todos são imunes. — Ela falou ignorando meu comentário. – Infelizmente você acabou seguindo os pensamentos heroicos de Thomas e se rebelou contra nós, graças a vocês dois tive 5 sedes nossas invadidas. — Falou e senti um pouco de orgulho de mim mesma. – Deveria ter matado vocês dois, mais resolvi mandar-lhes para o Labirinto Thomas, Teresa... — Pisquei sem entender. – Menos você. — Explicou. — Resolvi apagar suas memórias e deixá-la em uma de nossas instalações mais foi em vão. — Falou com raiva, a olhei. – Por que está me contando tudo isso? — Indaguei e ela arrumou o casaco sobre corpo. – Por que você é minha neta Beth, por isso estou lhe contando por que você é eu temos de estar juntas. — A olhei incrédula não podia ser verdade, como isso era possível, neguei.– Deixa eu adivinhar cruel é bom? Nunca, eu prefiro morrer a voltar a trabalhar com você. — avisei demorando me nas palavras para deixar clara a minha decisão ela lançou me um olhar duro e se levantou. – Vamos ver se continuará pensando assim daqui a pouco. — Murmurou prestes a sair, entrei em desespero imaginando ficar mais uma semana pressa naquele lugar ela se virou. – Não se preocupe viram tirar você daqui. — Avisou. – Espera. — Pedi e ela parou. – Eu vim para cá por um motivo, um unico motivo e você deve saber disso. — falei anciando por sua resposta, ela se virou e lançou me um sorriso. — Oh sim, Eu soube, está falando do Newton? — Engoli em seco antes de concordar. — Ele não tem nada haver com isso, é so um garoto comum, por favor. — Pedi e ela me encarou por longos minutos antes de baixar o olhar com um suspiro. — Não sou um monstro como pensa Beth, você ainda é minha única família, vou tentar entrar em contato com eles é mandarei o antídoto. — Senti um nó em minha garganta e parecia que tudo aquilo tinha passado por uma grande besteira sem importância, 3 semanas... 3 semanas de transformação, 3 semanas que o deixei, 3 semanas jogadas pela janela, detiveme a um aceno, a esperança se eavaindo. — Vou mandar alguém vir busca-la. — Ouvi a voz de Ava e nem me dei ao trabalho de esboçar alguma reação, para mim realmente não me importava mais, passou alguns minutos e uma mulher toda de Branco entrou no quarto, me levantei e fui guiada pelo braço por alguns corredores, entrei em um grande chuveiro, de uma ampla sala branca e fiquei por alguns minutos tentando me agarrar ao pouco de esperança que eu ainda mantinha, sai do chuveiro e me olhei no espelho as marcas do que tinha passado nos ultimos mesês estavam gravadas em todo meu corpo, minha pele branca tinha alguns machucados que estavam se cicatrizando agora, e uma cicatriz jazia abaixo do meu peito, estava mais magra desde que sai do Palácio dos Crancks, meu cabelo loiro estava seco e opaco uma mulher entrou com uma trouxa de roupas em mãos, brancas para variar, não sei descrever a vergonha que senti quando ela analisou meu corpo nu.
– Não se acanhe. — Pediu estendendo me as roupas. – Ande se troque Janson quer falar com você. — Falou, vesti as calças largas brancas e a regata cinza, ela me puxou para uma cadeira e começou a pentear meus cabelos os passando um creme. – Se as roupas começarem a ficar apertadas venha dizer-me sim? — Ela perguntou a encarei pelo espelho não entendendo. – Tá... Mais, não se preocupe, eu não como muito. — Expliquei e ela riu aumentando ainda mais minha confusão.– Não estou falando disso. — Resmungou esperei ela continuar a falar mais ela se levantou abrindo a porta. – Venha. — Chamou, me levantei receosa e caminhei pelo longo corredor juntamente com a senhora ao meu encalço paramos em uma porta branca e a abri o homem rato estava sentado em uma mesa e sorriu ao me ver indicando a cadeira a sua frente, fecharam a porta atrás de mim e sem escolhas me sentei a sua frente. – Bethanie, Como vai? — Ele perguntou, ri, ri como a muito não fazia. – Isso é uma piada? — Exclamei me controlando, ele me encarou. – Tem razão foi uma péssima pergunta. — Falou. – Tudo bem, próxima pergunta. — Pedi saarcastica, não iria demonstrar medo ou receio na frente deles, pelo menos isso eles não poderiam tirar de mim. – Sabe por que está aqui não é? Sua avó quer mante-la viva, e não será nada fácil com você tentando fugir a toda hora. — Bufei cruzando os braços. – Ela não é minha avó, pare de falar bobagens sim? Estou aqui por que fiz a droga de um trato com vocês e vocês nem se quer tiveram a decência de me falarem a verdade — Disparei o olhando de forma irritada ele olhou para baixo por alguns minutos que pareceu anos para mim, ele suspirou. – Beth cumprimos nossa parte do acordo. — Arregalei levemente os olhos a alegria me invadindo Derrepente, sabia que não deveria confiar em nada do que eles diziam mais por tudo que era mais importante me agarrei na ideia que eles diziam a verdade. – Sério? — Indaguei e ele concordou. – Mais não se anime tanto, voltamos lá 3 dias depois no Palácio dos Crancks, deixei as capsulas com o guarda, mais Newt não estava mais, ele se foi. — Deixei me afundar na cadeira toda a esperança que senti se esvaindo aos poucos, senti raiva remorso e principalmente tristesa, Newt não tinha ido, não tinha aceito meu pedido, depois de tudo... Ele escolherá morrer, escolherá me deixar, Janson me olhou. – Sinto muito. — Lamentou. – Tem certeza? — Indaguei em um fio de voz.ele umedeceu os lábios e se inclinou para frente. – Não estamos mentindo Bethanie, Só estou lhe dizendo isso por que quero que confie em nós. – Eu nunca vou confiar em vocês. — Gritei batendo a mão na mesa com força, as lágrimas invadiram meus olhos, ele ao contrário do que achei não faz nada apenas revirou os olhos e se levantou. – Você deve estar querendo ficar sozinha, Vou pedir para levarem você a um dormitório. — Avisou abrindo a porta e saindo, o ar gelado da tubulação me atingiu e naquele momento nunca me senti tao perdida, dois homens entraram na sala mais não deixei eles me pegarem. – Eu vou sozinha. — Avisei puxando meu braço, andamos por vários corredores até pararmos em uma porta, um dos trogloditas a abriu e me jogou para dentro, o quarto tinha duas beliches e três delas estavam ocupadas por garotas que dormiam observei tudo as escuras e andei até o banheiro fechando a porta atrás de mim, me encostei na mesma deslizando lentamente até sentar-me no chão. Coloquei meu rosto entre as mãos solucei e deixei que as lágrimas descerem com fluidez sem me importar. (... )- Ai acorda. — Alguem Bateu na porta escorreguei batendo a cabeça de leve no chão abri os olhos sonolenta e tentei me acostumar a claridade. – Ai se não sair vou arrebentar a porta. — Gritou uma voz feminina, me levantei e joguei uma agua no rosto. – Já vou. — Respondi e andei até a porta a destrancando uma garota morena e uma loira tinham duas carrancas miradas em mim. – Temos uma coisa para dormir chamada cama sabia? — Indagou a loira revirando os olhos. – Sonya! — Ralhou uma garota de cabelos negros. – Sonya nada Raquel, ela dormiu no banheiro, da pra acreditar? — Falou e entrou no banheiro a garota morena suspirou. – Não liga, qual é o seu nome? — Perguntou. – Sou Bethanie e você? — Perguntei ainda um pouco sonolenta. – Sou Harriet. — Respondeu, me sentei na beirada da cama. – De onde você veio? — A Raquel perguntou, demorei-me pensando em uma boa resposta e por fim dei de ombros. – Vim do deserto, bom é uma longa história. — Respondi dando um sorriso fraco. – Sério e como é lá? — Indagou Raquel se sentando ao meu lado, suspirei. – É quente, olha me desculpem mais não sei se posso falar agora tudo que vivi lá. — Me desculpei e elas ficaram em silêncio, Sonya saiu do banheiro e escorou-se na parede do banheiro. – Tudo bem. — Falou gentilmente Raquel. – Nós viemos do labirinto, chegamos ontem. — Explicou Harriet.– Bom pelo menos agora estamos a salvo. — Suspirou Sonya. Pisquei sem entender e abri a boca para lhe perguntar o por que quando a porta se abriu, nos levantamos. – Venham vamos lêva-las ao refeitório. — Fui logo atrás de Harriet quando o homem me barrou.– Menos você, a doutora quer fazer alguns exames. — Ergui as sombrancelhas. – Mais?
Notas finais
Shaushau espero que tenham gostado ^. ^ desculpem a demora.
É até o próximo Cap >>>
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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