A fugitiva
6 A perda de um amigo?
Notas iniciais
Heyhey fedelhos? Como estão? ( Nao sei se alguém acompanha a fic mais mesmo assim ♡)
Queria dizer que sim eu shippo Newtmas, É amo os dois juntos mais não consigo escrever fic gay sorry. E por que eu estou explicando? Por que me perguntaram por msg pela milesima vez kkk
Bom... Espero que apreciem o Cap.
Boa leitura ❤❤❤❤
— Vai só mais um pouquinho. — Insentivou Minho me observando estiquei os dedos e consegui envolver o mesmo com os dedos. — Isso. — Comemoramos, Me sentei na gaiola e analisei o ferro era moldável. — Hã... Você sabe abrir isso? — Indaguei e ele se sentou. — Joga ai vamos ver. -Pediu, joguei o ferro que caiu em sua gaiola, Ele pegou e ficou vários minutos mexendo com o pequeno objeto.Bufei. — Vamos sair daqui antes dos 20 anos? — Perguntei. — Haha. — Ele revirou os olhos e levou a mão até o cadeado mordeu o lábio nervoso enquanto tentava abrir a gaiola quando a porta se abriu e o tal Marcos surgiu da porta com um sorriso fúnebre. — Bom dia meus ratinhos preferidos. — Cantarolou, caminhando com dificuldade até o Centro da sala. — O que quer com a gente? — Indagou Minho ríspido recebendo uma risada. — Ora tudo ao seu devido tempo rapaz. — Ele fitou a gaiola vazia de Carina mais se manteve calado. — Onde está Newt? — Indaguei após alguns minutos. — O loiro? Ora não se preocupe, Eu estou cuidando dele. — Falou irônico. — Seu desgraçado. — Falei sentindo minha garganta se apertar com a angustia. — Quando sair daqui eu mesmo vou acabar com você. — Minho ameaçou e Marcos pareceu ofendido pois se aproximou da gaiola de Minho a passos lentos. — Você se acha muito esperto não é privilegiado? — Indagou com raiva surpreendendo nos com o o fato dele mudar de humor tão repentinamente. — Não muito. — Falou o coreano Saarcastico, Marcos retirou uma arma do bolso vi Minho arregalar os olhos e não pude deixar de me assustar com o barulho do gatilho. — Eu vou estourar seus miolos imune. — Ralhou ele mirando em Minho. Olhei em volta e peguei a vasilha de comida, a acertei na cabeça de Marcos, Ele se virou lentamentamente em minha direção. — Você não vai matar ele. — Afirmei não conseguindo pensar em nada mais inteligente a ser dito. _ Tudo bem. — Sorriu. — Mato você primeiro. Não consegui ver direito quando a arma disparou errando o alvo, Marcos arregalou os olhos a vida insana se esvaind ode seus olhos, Ele caiu com o ferro prensado em sua nuca dando me a vista de Minho fora da gaiola. — Não se ameaça uma garota babaca. — Falou o coreano dando uma piscadela em minha direção não pude deixar de abrir um sorriso quando ele abriu minha gaiola e me ajudou a sair. Peguei a arma de Marcos que jazia no chao e segui Minho para o lado de fora. — Que tal procurarmos separados? — Perguntou Minho, Olhei para o lado de fora o sol jazia forte no meio do céu, neguei. — Nem pensar vamos juntos desta vez. — Ele deu de ombros vasculhamos o prédio todo e a cada cômodo vazio minhas esperanças de encontrar Newt e Carina bem diminuiam, já estava escurecendo quando terminamos de olhar tudo, saímos pela porta da frente, cai de joelhos exausta, irritada pelo fato de todos que eu amava sumirem. — Hey para com esse drama Beth pela Santa mertila, estamos fudidos mais pelo menos estamos livres. — Falou Minho positivo como sempre. Me levantei e ele pois a mão em meu ombro. — Poxa você realmente me animou bastante, obrigada. — Falei Saarcastica. — Ele deve ter escapado com certeza Beth, eu conheço aquele cara de Fu como a Palma de minha mão. — Me levantei sabendo que Minho nada mais fazia que tentar me "animar", recomeçamos a andar e me castigava o fato de não conseguir me livrar do pressentimento que Newt precisava de nossa ajuda.Continuamos caminhando perto de grandes blocos de concretos, Minho se mantinha em silêncio, apertei o passo. — Admita que estamos perdidos. — Bufei e ele olhou me de soslaio. — Não estamos não, Se estivéssemos com Thomas estaríamos seguindo exatamente por aqui. — Falou convicto, Revirei os olhos. — Acha que eles estão com Thomas mesmo? — Perguntei e ele demorou alguns segundos para responder. — Aquele cabeça de Plong é o cara mais sensato que eu conheço com certeza é isso que ele pensaria em fazer, quanto a Carina... Sinceramente? Acho que ela partiu dessa pra melhor. — Falou surpreendendo me sua calma, engoli em seco. — Talvez ela esteja viva não devemos ser pessimistas. — Murmurei tentando acreditar em minhas próprias palavras. Continuamos seguindo viagem por mais 3 dias nossa sorte foi ter encontrado dois crancks insanos que concordaram em trocar um pouco de água pelos nossos cobertores e com o cair da noite entendemos o motivo sentia meus nervos duros conforme procuravamos um abrigo "seguro" para passar a noite quando vi uma luz um pouco mais longe da onde estávamos.
_ Esta vendo aquilo? — Perguntei a Minho que se quer deu ao trabalho de virar-se. — A morte iminente? To eu to vendo. — Respondeu saarcasticamente. Revirei os olhos e virei seu rosto. — Parece um carro. — Falou, nos entre olhamos, era difícil de acreditar que isso seria fácil assim. As luzes estavam a ficar maiores e quando vi o rosto de Thomas na janela não pude deixar de sorrir feliz e abracei Minho. — Nós conseguimos! — Comemorei Thomas desceu do automóvel cujo um homem moreno não muito de idade dirigia. — Pensei que tinha esquecido da gente, coisa feia. — Exclamou Minho. — Não precisa agradecer. — Falou irônico, andei até o mesmo e o abracei rapidamente. — Uh vocês fedem. — Murmurou Gally de dentro do Berg, pensei que Minho retrucaria de alguma forma mais o mesmo parecia aliviado demais por termos conseguido que nem se deu ao trabalho. — Como conseguiram? Procuramos vocês por toda a parte. — Exclamou Caçarola. — É uma longa história. — Murmurei bebendo uma garrafa de água como se fosse a última do mundo, Thomas derrepente pareceu se lembrar de algo importante pois arregalou os olhos. — Perai, cadê o Newt e a Carina? — Perguntou, encarei Minho que desviou o olhar suspirei. — Carina está morta, e o Newt... Não sei, eu pensei, que ele pudesse estar aqui. — Desabafei e todos pareceram ficar sem fala, Minho foi o primeiro a se manifestar. — Quem são aqueles trolhos? — Apontou com um balançar de cabeça ao homemmoreno e a garota que estava com ele se virou. — Eu sou Brenda Arrepiado, e esse é Jorge. — Respondeu nos fitando. — Eu sou Minho. — Falou de má vontade. — E ela é a Bethanie. — Completou, escorando se no banco. — Por que vocês não dormem um pouco? — Perguntou Brenda, fitei Thomas. — Espera, mais para onde vamos? — Perguntei e ele e Jorge se encararam. — Vamos para uma cidade, Não muito longe daqui. — Falou, Pisquei, Nao estava entendendo nada. — O que? E quanto ao braço direito? — Acha que é fácil achar eles assim? — Perguntou Brenda irritada, ergui uma sombrancelha surpresa. — Desculpe, É que estou com dor de cabeça. — Falou e voltou a fitar-nos.— Trabalhei para o cruel a alguns meses atrás, eu e Jorge, e sei que aquele seu amigo loirinho não esta na lista de Imunes queridinhos do cruel. — Falou e foi como se é tivesse levado um soco pois perdi todo o ar, Jorge suspirou e olhou me pelo retrovisor. — Achamos que ele pode estar no Palácio dos Crancks. — Falou o mais velho. — E por que raios ele iria estar lá? Vocês simplesmente acham que ele está lá e isso é suficiente? — Perguntou Minho irritado.— Fica calmo ai o esquentado, Se ele não é imune quer dizer que ele está em fase de transformação, leva algumas semanas, mais o fulgor vai dominando sua cabeça. — Explicou o homem. — Dentro de alguns dias, o seu amigo, Nao vai passar de mais um cranck. — Completou Brenda, senti minha visão embaçada por conta das lágrimas, e balancei a cabeça. — Mais a uma cura não há? — Perguntei a voz embargada, Caçarola pois a mão em meu ombro. — Fica calma Beth. — Pediu gentilmente. — Nós vamos dar um jeito de traze-lo conosco Beth. — Falou Thomas firmemente. — Agora durmam um pouco, vocês precisam. — Murmurou Brenda, a contra gosto tive de concordar, sentia cada músculo do meu corpo implorar por descanso, encostei a cabeça na janela do carro e em poucos minutos adormeci. ***Acordei em uma cama, Pisquei confusa, me sentei perguntando me como raios tinha ido parar ali, era uma espécie de cômodo, provavelmente algum prédio abandonado, ouvi passos se aproximarem e Brenda apareceu com uma muda de roupas em mãos, ela suspirou.— Ah que bom que acordou, achei que tinha morrido. — Falou, levei a mão a cabeça graças a enchaqueca que me atingiu derrepente e a fitei. — Como assim? — Parece que você desmaiou enquanto dormia, então trouxemos você para cá. — Respondeu abrindo um sorriso mínimo. — Precisava ver a cara daquele garoto Asiático ao ver que você não acordava. — Falou debochando. — O nome dele é Minho. — Retruquei e olhei em volta. — E onde eles estão? — Perguntei, ela colocou a muda de roupas em minhas pernas. — Jorge, Thomas e Minho foram atrás do garoto loirinho, e o resto foi atrás de Calleb, um dos antigos integrantes do Braço direito, ele saberá nos dizer onde estão acampados. — Concordei concluindo que já estávamos na tal cidade. — Agora tome um banho e coma algo. — Pediu e com um gesto apontou para a porta do "banheiro". — Pode demorar o quanto quiser, só não beba a água, não é potável. — Explicou Murmurei um "obrigada" e adentrei no que um dia foi um banheiro, lavei me e vesti a calça larga e uma regata preta um pouco justa demais para o meu corpo, como Brenda parecia não simpatizar muito comigo passei o resto da tarde retirando os nòs do meu cabelo quando Thomas entrou, me levantei e corri até eles, minha esperança se esvaindo ao ver o rosto abatido do garoto. — E então? — Perguntei, senti Brenda parar a alguns passos de mim anciosa por notícias novas. — Sinto muito Beth. — Falou Jorge. — Ele estava lá mais... Não quis vir conosco. — Thomas falou parecia tão afetado quanto o resto de nós. — Mais... Que droga de mundo é esse?! — Exclamei sentindo como se tudo no mundo parasse de ter sentido, andei de um lado pro outro, era tão injusto... Gally e Teresa apareceram algumas horas mais tarde animados com a notícia da localização do Braço direito, mais o clima tenso ainda pairava ali dentro. Me sentei na mureta da janela, o vento frio clareando meus pensamentos.— Beth? _ Se não comer algo vai voar. — Falou Minho me assustando, estendeu uma Barra de cereais que aceitei em silêncio, ele se sentou em minha frente na janela e por alguns minutos ficou fitando o visão catastrófica da uma parte da cidade. — Como você tá? — Perguntou sério, dei de ombros. — Viva... E você? — Perguntei e ele riu. — Vivo... — Respondeu e suspirou. —O Thomas, ta muito mal Beth, todos estamos, mais ele não iria querer ver você assim... Não iria querer ver nenhum de nós assim, nem o Thomas, você entende? — Perguntou se inclinando para obter minha atenção, me fitou nos olhos. — Vocês três, devem ter sido como irmãos... — Comentei e ele concordou. — Nós fomos, e é por isso que não quero ver ninguém assim, sei que é o que ele quer e apesar do pouco tempo ele gostava muito de você, Beth. — Falou, sorri minimamente, ele mal se dava conta de que já nos conhecíamos muito antes do labirinto. — Eu sei, Obrigada Minho, você é um bom amigo. — Agradeci e ele piscou. — É o que todos falam. — Sorriu e se levantou. — Vou tirar uma soneca, você vem? — Perguntou, neguei com um aceno. — Não pode ir, acho que dormi demais. — Sorri ele concordou e bagunçou meu cabelo. — Boa noite. — Boa noite. — Desejei e o observei se deitar em um sofá Velho em um canto mais afastado do cômodo, já era tarde da noite quando decidi não aceitar o fato de que tínhamos perdido Newt, precisava falar com ele, ve-lo com meus proprios olhos, não acreditava que ele estivesse tão ruim ou agressivo, Não era do feitio dele, andei na ponta dos pés tendo o máximo de cuidado possível ao pegar uma das armas de Jorge, se iria sair sozinha tinha que ter algo para me defender, abri a porta com cautela mais foi em vão pois quando estava descendo as escadas ouvi alguém chamar-me. — Aonde vai? — Pergutou Jorge e só ai lembrei me de não o ver entre os corpos adormecidos no quarto. — Vou até o Palácio dos Crancks. — Seu amigo já era. — Não, e eu vou ir ve-lo. — Falei deixando clara minha decisão. — Vai sozinha? — Ele não vai me machucar. — Ele riu e balancou a cabeca voltando a ficar serio. — Você está se arriscando muito, hermana. — Falou ficando a alguns degraus de onde estava. — É o que se faz pelos amigos. — Dei de ombros descendo mais alguns degraus quando ele contrariado me parou. — Eu te levo. — Falou, concordei e a passos silenciosos o segui.
Notas finais
Enfim eu só gostaria de agradecer a quem está acompanhando a fic ♡ de verdade, Nao sabe como fico feliz em ver que alguém a lê (mesmo que não comente)
E a questão de comentários... Nao cai os dedos deixar um "gostei" ou "continua fera"
Isso da muita força ao autor...
Mais... Eu vou continuar a fic até o fim rs que aliás esta próximo, Mais uns 5 Cap se minha mente não inventar nada a mais.
Beijos e até o próximo Cap ♡
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