A frieza dos Malfoys
5 Capítulo 4 (parte 2)
Notas iniciais
Narcisa- "Ele está cada vez fazendo mais perguntas, não sei o que digo mais"
E aí ouço meu avô:
Lúcius- "Você tem que fazer algo Draco, ele não pode descubrir, espero que você tenha se livrado de tudo que lembre aquela que você sabe"
Draco- "Já fiz tudo que estava ao meu alcance, mas ele sente falta de uma figura materna na vida dele, desfiz de tudo que poderia falar dela, menos aquilo que sabem..."
Lucius- "Se você tivesse casado com Louise Macmillan após aquilo ter acontecido, Scorpion teria uma figura materna e nunca tocaria no assunto"
Draco- "Nunca, tá ouvindo ??? Nunca irei casar com ela"
Narcisa- "Era o melhor para todos meu filho, até para nossa árvore genealógica"
Draco- " vocês só se importam com isso ??? O que adianta ter a "árvore genealógica prefeita" se vivemos em constante depressão ???"
O que ???????????? Meu pai indo contra a ideologia do meu avô ??? Será que estou sonhando ?????
Lucius- "chega Draco !!! Amanhã falarei com Macmillan, e você se casará com Louise, quer queira ou não"
Draco- Me mato, eu me mato !!!
E de repente meu pai abre a porta me apanha em flagrante, pega eu pelo sweater e me joga para o meio da sala. Minha avó fica chocada com a situação
— o que faz fora do seu quarto ??? Você não aprendeu que não deve ouvir a conversa dos outros ? — disse meu pai com um ódio.
— Casmurro fugiu, tive que ir atrás dele.
— Me dá esse rato imundo — disse isso arrancando o Casmurro da minha mão. — Você só irá ver essa animal quando voltar pra escola.
— Não é justo !!! Ele não tem culpa de nada, eu que deixei a porta aberta. — eu estava desesperado, Casmurro era das minhas poucas companhias.
— Draco, culpa foi minha, eu deixei a porta aberta quando foi ver Scorpion, devolve o ratinho do menino — disse minha avó para me defender.
Meu pai não estava nada feliz, estava com cara de quem queria socar um soco na parede. Me devolveu o Casmurro e foi embora. Fiquei lá com o Casmurro na mão vendo o meu pai desaparecendo pelo o corredor.
— Scorpion, escutou alguma coisa da nossa conversa ? — perguntou meu avô com uma cara nada amigável.
— Não, acabei de chegar.
— Vá para seu quarto querido. — disse minha avó colocando as mãos no meu ombro delicadamente e vai me levando para a saída.
Com aquela conversa consegui mais pequenas pistas, meu pai disse que se desfez de tudo, menos de uma coisa. O que será essa coisa ? Aposto que está dentro daquela passagem secreta. E mais, minha mãe "mancha" a árvore genealógica que quer dizer que minha mãe não era sangue puro e por isso que querem que o meu se case com Louise Macmillan.
Cheguei no meu quarto e anotei tudo que tinha ouvido, toda a pista é bem vinda, sinto que estou cada vez mais perto mas me sinto longe da resposta.
( 2 semanas depois)
Continuo preso, tenho lido para passar meu tempo mas não é o suficiente, queria escrever para Albus para contar tudo que aconteceu e também gostaria de ler as cartas que ele enviará para mim e que nunca cheguei a receber.
Apenas saio para as refeições ou para as festas dos amigos do meu pai, onde era completamente ignorado, os filhos não querem confianças com o defeituoso.
Meu pai parece que vai se casar, o Mr. Macmillan e meu avô estão ansiosos pelo casamento. Eu não tenho opinião, para mim é indiferente, talvez meu pai até se apaixone e deixa de ser um bicho do mato.
E sim, aquela passagem secreta ainda não saiu da minha cabeça, só estou a espera do momento certo para ir para lá e descubrir o que tem lá dentro, o problema é saber como abrir, segundo o Fantasma da Noite apenas um verdadeiro Malfoy pode abrir e eu sou um Malfoy.
Enquanto pensava eu ouvi uns barulhos na minha janela, pareciam que estavam a atirar pedras foi lá abri a cortina e tive uma supresa.
— Albus !!!! — e olhei pro lado de Albus e vi Hugo- Hugo !!! É tão bom vos ver !!!
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Louise Macmillan — Bruxa puro sangue, irmã mais nova de Ernesto Macmillan.
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