A flawless Life

1 A flawless Life - The big end or bad luck?


Notas iniciais
No gran-finale da história "A flawless Life", Madeleine Palms conta tudo sobre antes sua viagem á Miami, e algumas coisas inesperadas que aconteceram em Las Vegas, onde ficou por um bom tempo.

Acha que acabou? Não! Quem teve a sorte de tirar a chance de contar o gran finale da minha história se deu super mal! Mas vou te contar tudo o que aconteceu antes da minha viagem á Miami, para realizar meu sonho de ser rapper. Sim, eu consegui, mas vou te contar pouco a pouco.

Era de noite, umas dez horas. A mulher que me ajudou foi super carinhosa comigo. Me levou á um hotel perto de um local que oferece chá. Fui lá, tomei um banho, e ela me deu uma roupa bem básica mesmo. Eu estava toda limpinha para ir para o aeroporto para ir á Las Vegas. Ela me deu vários cordões (lindos por sinal), pulseirinhas e brincos. Ela me falou que quando eu chegasse em Las Vegas, eu fosse no hotel chamado Bonne Star Hotel, um dos hotéis mais chiques de Las Vegas, dissesse meu nome, que eu já começaria a trabalhar lá como camareira. Ela me deu uma boa quantia em dinheiro para eu comprar umas roupas novas para mim.

No caminho para o aeroporto, ela disse:

— Quero que saiba que gostei muito de você. Estarei rezando para que tudo dê certo pra você em Las Vegas e quando você for para Miami.

— Obrigado, senhora. Deus te abençoe muito por isso (Digamos que eu era um pouco religiosa por causa dos meus avós).

Chegamos no aeroporto, fomos ao check-in, passei, e fui para o avião. Ela mandou um beijo pra mim de longe, que eu percebi. Levei todos os conselhos dela pra minha vida, e o jeito de ser dela também. Ninguém estava sentada ao meu lado, estava na poltrona 03, mas eu até me senti melhor, que assim, não teria outra pessoa para me traumatizar igual á mulher que me sabotou. Estava com muitos pensamentos positivos e otimismo, apesar de que, também, vinha na mente tudo o que aconteceu durante esses últimos dias. Depois de algumas horas de viagem, finalmente cheguei em Las Vegas. Dessa vez eu estava apressadíssima pra ir logo no hotel. Ajeitei logo tudo pra sair do aeroporto e passei 30 minutos procurando o hotel, até que um velho senhor me disse aonde era (acho que ele faleceu, tinha aparência de ter uns noventa anos, descanse em paz). Cheguei lá, e tinha MUITA gente, fiquei impressionada como tinha tanta gente. Fui a secretaria do hotel, e disse:

— Olá, bom dia! Meu nome é Madeleine Palms e meu nome foi cadastrado aqui para eu ser camareira do hotel. Pode conferir, por gentileza? (Eu toda com classe, ainda tenho).

— Sim, senhora! Seu nome está cadastrado. Vou pegar seu uniforme. Um momento por favor! (Disse o moço, que eu acho que era uma moça, não sei).

Ele também me deu a chave do meu quarto. Eu pensava que eu tinha que pagar a hospedagem, mas camareiros tem um quarto pequeno, mas tem. Disse que eu iria começar a trabalhar amanhã. Então, subi a escadaria do hotel, fui ao meu quarto, coloquei o uniforme na cama. Desci, saí do hotel e fui logo numa loja comprar minhas roupas. Comprei umas básicas, outras bem caprichosas e chiques, comprei um MP3, um cartão SD, pedi pra um garoto colocar umas músicas lá de rap e pop. E adivinha o que eu comprei também? Minhas novas louboutins. Aaaaaaaaaaaaaaai. Eu pulei quando vi a última louboutin que tinha lá. Sobrou um bom dinheiro, resolvi guardar para caso de emergência. Voltei para o hotel, fiquei tão animada que já pedi para começar o serviço naquele mesmo dia.

Comecei a arrumar os quartos, toda dançante, alegre, conheci os outros funcionários do hotel, uma simpatia comigo. Só que tinha uma menina lá, que eu acho que tinha 18 anos, olhava pra mim com um jeito de "se você se sentir a dona da situação eu te arrebento", com uma cara enjoada...mas nem me importei, e fui arrumando os quartos, lindamente e limpamente.

De repente surge um jovem, dos cabelos loiros e olhos verdes, bem bonito. Ele fixou o olhar dele em mim que até fiquei parada. Ele veio até mim e perguntou:

— É nova aqui? Qual o seu nome?

— Madeleine. E o seu? (E eu lá dançando, e também apressada para arrumar os quartos).

— Patrick. Muito prazer! (Falou ele).

— O prazer é todo meu! (Soltei um sorriso que ele até ficou sorrindo também).

Então voltamos ao nosso trabalho. Estava na hora do almoço. Estava com uma fome. Como eu era uma recente contratada do hotel, me ofereceram um banquete com vários tipos de comida. Não comi tudo claro, mas comi o bastante pra me sentir satisfeita (apesar de eu ter nascido gordinha, eu sou muito magra atualmente, mas como um corpo de dar inveja). Recoloquei meu uniforme e voltei ao serviço. Na porta do almoxarifado, estava o Patrick. Ele me viu. Tentei correr (não sei porque, eu gostava dele, mas eu não queria, seriamente). Ele perguntou:

— Está correndo de mim, Madeleine?

— Não, claro que não! Só estou apressada pra terminar o serviço. Primeiro dia né? (Disse eu com cara de que mentiu).

— Ah, mas relaxa. Você vai se acostumar com essa correria que o hotel tem. (Falou ele com uma cara pensativa).

— Eu quero te fazer um convite: um jantar no restaurante do hotel. (Falou ele).

— Eu? (risos). Ah...é...pode ser! (Eu fiquei tão nervosa, eu mal conhecia o garoto).

— Então eu te encontro ás oito e meia lá. Tchau! (Disse ele dando tchau com o olhar brilhando. O olhar dele é maravilhoso).

Já fiquei toda ansiosa. Pensando como eu iria para um jantar, se eu estava sem vontade. Estava perto de oito e meia. Coloquei o carrinho com os utensílios de serviço de hotel na sala de serviço e fui ao meu quarto. Me apressei o mais apressado que eu pude. Fui tomar banho. No momento do banho, eu me senti tão bem, leve, calma. Parece que o momento do jantar teria alguma coisa que me deixasse melhor do que eu já estava. Coloquei um vestido negro, bem justo, maravilhoso. Coloquei um salto que eu comprei, básico também. Um batom vermelho bem marcante. Na hora que eu desci, muitos funcionários ficaram olhando pra mim e dizendo: "Aquela não pode ser a Madeleine". Não falei nada pra não pensarem que eu estava se sentindo a "exibidona".

Cheguei no restaurante do hotel, e Patrick estava lá, lindo como sempre, com uma blusa de manga longa preta, uma cor bem levinha, não muito escura e uma calça azul jeans. Sentei na cadeira da mesa onde ele estava. E começamos a conversar, puxar um papo. Eu estava distraída olhando os lustres do restaurante. Patrick aproveita e pega na minha mão, delicadamente. Depois de alguns segundos, ele fala:

— Madeleine. Você é uma garota super carismática, gostei do seu jeito de ser. E eu queria muito estar ao seu lado a partir do momento se você aceitar o meu pedido de namoro.

Eu fiquei surpreendida porque, ele não veio logo á mim e disse: "quer namorar comigo?". Não, ele veio gentilmente, com fala de gente que revoluciona tudo. Então eu disse:

— Patrick, eu confesso que estranhei quando a gente se esbarrou, porque isso é muito novo para mim. Mas eu gostei de você, muito. Eu aceito seu pedido.

E a gente se beijou. Sim, o Patrick foi o garoto que tirou o meu famoso bv. Eu realmente sou muito difícil para namorar porque pra mim, não tenho para isso.

Em um momento, Patrick perguntou o que eu estou fazendo aqui, nesse grande mundo que se chama Las Vegas. Eu resolvi não contar a verdade, porque ás vezes sou insegura. Falei que fui para Las Vegas ter uma vida melhor, independente. Ele falou que estava ajudando a mãe, que estava com problemas de saúde (eu senti que ele falou da vida dele mesmo, mas depois dali, eu não me senti a vontade de falar a verdade). Saímos do restaurante, cada um foi pro seu quarto. Troquei de roupa, botei minha roupinha de frio (começou um nevoeiro lá, acho que tinha começado a época de frio), e pensei no Patrick, nos meus pais, nos meus avós, e tudo de ruim que aconteceu. Ah, e o estupro? É. Acho que não lembro do estupro porque eu oro pra que eu esqueça daquele momento nojento e ruim em que eu fui estuprada. Eu comecei a chorar pela saudade que eu estava sentindo da minha família, não mantive contato com ninguém, parecia que Los Angeles e Las Vegas não tinha ainda o telefone. No dia seguinte, já estava ativa novamente para o trabalho. Tudo a mesma rotina. Trabalho, horário de almoço, trabalho e noite de sono. Os dias passavam, eu e Patrick ficávamos mais unidos, fizemos até um passeio numa lancha alugada, numa folga que a gente teve no mesmo dia. Teve momentos magníficos!

Três meses se passaram! Três meses! Estava tudo perfeito, consegui um bom dinheiro guardando, com o meu salário entre outras coisas, e ainda não tinha contado ao Patrick que em breve eu iria viajar para Miami. Então, eu resolvi contar para o Patrick a verdade. Que meu sonho é ser rapper, que eu fui sabotada e estuprada. Só que justamente na hora que eu vou contar, a camareira que não gosta de mim grita bem alto o nome de Patrick, então já deu tudo errado. Já veio em minha cabeça em comprar a passagem para a viagem á Miami. Resolvi então comprar no dia seguinte, e esse dia seguinte chega. Arrumo os quartos, deixo tudo limpo. Patrick pediu pra que a gente almoçasse junto no horário do almoço, só que eu cancelei, porque eu tinha que ir comprar a passagem. Consegui comprar a passagem, estava agendada para 26 de outubro, e nesse dia falta 9 dias para a viagem, e então eu tinha tempo pra contar tudo pra Patrick. Mas quando saí do aeroporto, já pensei em inventar uma história para o Patrick (eu odeio mentir, mas não queria que ele soubesse naquele momento).

Cheguei no hotel e fui disfarçadamente ao meu quarto. Quando eu entro, Patrick está lá, sentado na cama, chorando. Ele disse:

— Então você vai viajar, né?

— Patrick, eu iria te contar, só que não era a hora certa ainda. (Sentei perto dele).

— Mas era pra ter dito! Eu iria aceitar. Eu tentaria ir com você! (Disse ele).

— Não! Você tem que ficar aqui Patrick, sua mãe precisa de você. Eu tenho que viajar porque é algo que estou fazendo para realizar meu sonho: ser rapper. (Ainda falando, saiu de repente da minha boca que eu fui estuprada, e que fui sabotada).

Patrick ficou surpreso e me abraçou. Eu chorei. Ele disse:

— Mad (ele falou meu apelido)! Eu vou te dar um tempo pra pensar! Não vou se afastar de você por causa do que aconteceu contigo. É só pra você seguir bem com seus planos.

Eu dei um abraço e um beijo nele, e disse que era pra ele cuidar da mãe dele e não deixar ela sozinha. E ele pediu pra que eu sempre mantivesse a esperança que daria tudo certo quando eu chegasse em Miami. Ele saiu do quarto, foi ao quarto dele, ajeitou as malas dele, se demitiu do hotel e foi embora. Comecei a chorar. Fiquei magoada, triste, porque Patrick era a única pessoa que estava comigo todo esse tempo, nesse três meses, mas eu parei de chorar e foquei logo na viagem. Fui á secretaria do hotel e avisei que eu iria se demitir, mas eu só pararia de trabalhar aqui depois do dia 26, que é o dia da minha viagem.

E o dia 26 de outubro de 2006 chegou. Acordei umas 7 horas (que eu me lembro). Estava toda ativa, bem positiva e nervosa com a viagem. O horário da viagem estava marcada para ás 3 horas da tarde. Tomei um banho logo cedo, tomei meu café, e ajeitei minhas coisas para deixar a mala bem ajeitada. Desci para a parte central do hotel, e quando eu cheguei lá, estava todos os funcionários, o proprietário do hotel, e até a menina que não gostava de mim estava chorando. Tinha lá uma mesa cheia de doces, um bolo lindo, uma pena que não dava para eu comer. Dei um abraço em todos, e perguntei se o Patrick estava presente, e fizeram uma cara de que aconteceu algo, eles disseram "não". Eles (funcionários), me deram muitos presentes. Roupas, sapatos, bijuterias, tudo lindo. Pra guardar aquilo tudo, pedi uma mala a alguns dos funcionários (uma moça ofereceu uma mala dela, agradeci e ofereci um dinheiro pra ela comprar uma nova pra ela não quis, eu insisti, mas ela não quis). Eu dei um abraço nela, e agradeci muito.

Já estava apressada, fui ao meu quarto e naquele momento, já fiquei pensando: "eu vou ficar rica, poderosa, ser uma rapper de sucesso, #1 na Billboard, várias parcerias, várias rixas" (é né, parece que aconteceu, haha). Desembrulhei todos os presentes numa rapidez. Uma pessoa bate na porta, pensei que era algum funcionário do hotel para falar algo. Não, era a mãe do Patrick, dona Rosa. Eu falei:

— Bom dia! Em que posso ajudá-la?

— Olá! Você é a Madeleine Palms, não é? (Falou ela).

— Sim, sou eu. Porquê? (Falei).

— Eu sou Rosa Thompson, mãe do Patrick, ele falou que você namora ele, e que trabalhava aqui. (Disse ela. Ela estava com umas olheiras meio grandes, estava bem visível).

— Aconteceu algo com ele? (Disse eu, preocupada).

— Ele não te disse, né? No começo do ano, ele sofreu muitos problemas de saúde, e ele estava com suspeita de leucemia, então eu internei ele, e ele se curou depois de 5 meses internado. Em junho, ele veio trabalhar aqui, porque eu comecei a ficar doente, um problema no fígado, que é hereditário. Ele começou a me cuidar. Ele tinha falado sobre você, que você era linda, carismática, alegre. Ele foi no hospital onde eu tava internada e disse que você ia viajar hoje. A leucemia dele voltou, ele está fraco, ele consegue se sentir bem, mas ás vezes ele piora. (Falou ela, começando a chorar).

— Ele não me disse. É...eu...tenho que ir no hospital agora. (Já comecei a chorar toda desesperada e culpada).

— Não! Ele não quer que você vá. Ele pediu pra que eu trouxesse isso pra você. (Era uma caixa dourada bem bonita, e dentro tinha um cartão, com a seguinte frase):

"Ame ou lute..."

— Ele pediu pra que você terminasse essa frase, com muito carinho. (Disse ela).

— Ele já sentiu que eu terminei essa frase. Diga a ele que essa frase eu vou colocar numa música minha, quando eu começar a produzir o meu primeiro álbum. (Disse eu, com uma cara de otimismo).

— Seja assim, Madeleine. Eu e Patrick lhe desejamos sorte! Até breve! (Ela me deu um abraço).

— Até, Dona Rosa!

Depois que ela saiu, eu chorei mais ainda, toda culpada pela volta de leucemia do Patrick. (Infelizmente três dias depois da minha viagem, o Patrick faleceu). Mas eu me lembrei de tudo que aconteceu de bom, eu e ele juntos, fiquei mais tranquila e fui ajeitar as coisas o mais rápido possível.

Ficou tudo arrumado. Tomei um banho, comecei a cantar uma música do rapper Tupac, que significa muito pra mim esse rapper maravilhoso. Coloquei uma saia até o joelho (bem justa), uma blusa de manga longa branca até o pulso né, linda. Passei um batom vermelho (amo batom vermelho). Inaugurei minhas louboutins, maravilhoooooooooosas. Peguei minhas malas e desci.

Quando eu chego na parte central do hotel, estão todos lá novamente, batendo palmas. Eu sorri, e disse:

— Espero que você tenham a oportunidade de ouvir meu álbum quando ele for lançado futuramente! (E continuaram a bater palmas).

— Até breve, pessoal! Amo vocês. (Falei, emocionada).

Peguei um táxi, comecei a suar de nervosa. Tentei me acalmar, não me sentir ansiosa, mas eu não controlava. E felizmente, cheguei no aeroporto. Só faltava uma hora para minha viagem. Fiz o check-in, demorei 30 minutos por causa da tamanha demora. Não teve excesso de bagagem, então corri pra entrar logo no avião. Quando eu chego lá, o piloto e co-piloto avisam que o avião está com problemas técnicos e vão ter que adiar a viagem. Eu fiquei parada, e em câmera lenta, joguei minha bolsa no chão, me ajoelhei e comecei a chorar, pensando que, justamente, no dia que eu iria finalmente me livrar de tudo que eu sofri, algo de ruim acontece. Mas, Deus é tão maravilhoso que tinha um avião disponível para levar todos que querem ir para Miami. Então eu dancei, até chegar no avião, chorei de alegria, bem feliz.

Sentei na poltrona 26, justamente no dia da viagem. Conheci três garotas incríveis, que disse que me ajudariam a chegar numa gravadora musical de Miami. Depois de 7 horas de viagem: CHEGUEI EM MIAMI!

Desci do avião, toda emocionada, feliz, dizendo:

— Eu consegui! Depois de dias de sofrimento, de dor, de angústia e solidão. Estou aqui!

Era de noite, então eu tive que ir para a casa das meninas que conheci no avião. A casa era bonita, simples, mas bonita. Foram gentis comigo (agradeço pelo carinho e acolho delas).

No dia seguinte, me senti toda preparada para um novo desafio de uma gravadora me contratar. Coloquei um short curto, uma blusa preta e uma jaqueta maravilhosa e minhas louboutins, claro. As minhas amigas me levaram até uma gravadora, que era bem conhecida. No caminho, no carro, cantamos uma música da Missy Elliott com vários palavrões, e começamos a falar de várias coisas, começamos a rir. Cheguei no centro da cidade de Miami, estacionei o carro bem perto da calçada da fama, pisei com pé direito e fui, linda e glamourosa indo para a gravadora. Pelo incrível que pareça, um homem negro (sem preconceito, certo?) ficou olhando para minha bunda, mas não levei a sério. Continuei andando e cheguei na gravadora, fiz minha audição, e fui contratada.

Uma mensagem boa pra vocês: Eu não vim aqui contar minha história para vocês terem pena, é pra quando vocês realizarem o seus sonhos, não desista. Pode acontecer algo de ruim, pode, porque é destino. Mas, lute, batalhe. E fique com essa seguinte frase:

"Ame ou odeie, sempre confie na batalha e na luta". (Palms, Madeleine/ Thompson, Patrick)

Até breve, leitores. E não se esqueçam de ouvir o meu hino, WORK, que eu conto essa minha história.

Notas finais
Em 2011, Madeleine lançou sua primeira mixtape, o "Ignorant Art", com nove faixas, participando da mixtape o rapper YG, Problem, Chevy Jones e Joe Moses. Em 2012, lançou seu primeiro EP gratuito, o "Glory", com seis canções, e parcerias com o rapper B.o.B, T.I., Pusha T e o cantor Mike Posner. No mesmo ano, Madeleine também lança sua segunda mixtape, o "TrapGold", com onze faixas, com uma só parceria, com o também rapper Juicy J. Em 2014, Madeleine lança seu primeiro álbum de estúdio, o "The New Classic", com doze faixas e mais três na versão 'deluxe'. O álbum inclui parcerias com a cantora Charli XCX (que lhe rendeu o #1 na Billboard por 7 semanas, sendo a 4° rapper no mundo a conseguir ficar nesse topo, junto com os Beatls), com a cantora Rita Ora (que conseguiu obter o #3 na Billboard), com o rapper T.I., Mavado e Watch the Duck. No álbum também inclui a música que retrata a história da vida dela, que foi um grande sucesso e é considerada a melhor música dela até agora. No mesmo ano, Madeleine relança seu primeiro álbum de estúdio, chamado "Reclassified", incluindo cinco novas faixas, em parceria com a cantora dinamarquesa MØ e com a cantora americana Ellie Goulding e também com Jennifer Hudson. Atualmente, Madeleine está trabalhando para o seu segundo álbum de estúdio, intitulado "Digital Distortion".
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!