A filha do egito e da grécia

8 São as memórias que fazem o mundo. E visitas inesperaveis


Notas iniciais
conheçam um pouco mais sobre o passado da Alexias e me digam o que acham ok.

No capitulo anterior

“– Sou e você é também? – perguntei.

– Mais ou menos é complicado – disse tentando desviar do assunto.

– Tudo bem temos a noite toda. – disse me sentando no chão e ela me imitou.

Suspirando começou a conta a sua história.”

P.V ALEXIAS

Flashback on:

Eu quase tive uma vontade enorme de mata a Rachel mais ela voltou ao normal e tive pena quando vi sua cara confusa.

– O que aconteceu? – perguntou se sentado na cama que antes eu estava desmaiada. — há nada de mais só mais uma profecia apocalíptica no mundo – disse sarcástica ao mesmo tempo em que deixava uma lágrima cair e escorrega pela minha bochecha. – podemos, por favor, falar sobre isso depois – falei me esforçando para não chorar, olhando diretamente para Quíron e ignorando o olhar preocupado do meu irmão. Minha cara devia está horrível porque ele concordou.

– Certo descanse amanhã falamos sobre isso antes eu tenho que fala com o Sr.D – disse saindo me deixando com Percy e Rachel que parecia constrangida acho que de certa forma pensava que a culpa era dela. É de alguma maneira era.

– Bom eu vou deixa-los a sós – disse saindo tentando desfaça sua carinha triste provavelmente pensando que era culpada pela tragédia apocalíptica da minha vida, respirei fundo e encarei o meu irmão.

– Sei o que você vai fazer, mais, por favor, pare – disse antes que ele pudesse abrir a boca – não tente me consola com aquele papinho que tudo vai fica bem por que não vai! – gritei deixando as lágrimas escoriem me lembrando de Hugo meu melhor amigo que fiz quando tinha 7 anos e que morreu para me salvar. – já me disseram isso antes e eu te peço se que me ajuda pode, por favor, me deixar sozinha?

– Claro – disse saindo mais antes que ele feixe a porta disse.

– Obrigada você é o melhor irmão do mundo – dei um sorriso fraco que ele retribuiu finalmente paz pensei me deitando na minha cama e deixando a o mundo dos sonhos me leva.

Flashback off:

– Então é isso — disse terminando de conta a minha história a Saide que ouviu tudo calada, tinha falado da profecia e do meu sangue grego egípcio.

– Nossa – disse me olhando sentada com a mão no queixo. – e eu pensando que era a única com problemas apocalíticos. Isso é ótimo.

Olhei para ela com cara de poker-face.

– O QUE?! FICOU MALUCA! EU VOU MORRER QUANDO FIZER 16 ANOS! SÓ TENHO 15 ANOS!!! – gritei que nem uma louca.

– Calma estou falando que vamos para esse tal de acampamento e como você me conhece então provavelmente não vamos ser mortos – explicou.

– Aaah – disse inteligentemente. – mas por que vocês vem pra cá?

– simples vamos avisar aos nossos conterrâneos gregos sobre essa profecia – disse dando de ombros – mais isso não vem ao caso como é ai? Tem muitos gatinhos? – perguntou com uma cara safada.

– Tem o chalé de Apolo são filhos do deus da beleza por ai você tira – disse sorrindo, era bom ter uma conversa normal como uma adolescente de vez em quando.

– Serio já viu algum sem camisa? Não deu tempo de responder comecei a desaparecer e a ultima coisa que eu ouvi foi. – Alexias...

[NA: cara isso já está ficando repetitivo]

Acordei com Annabeth me balançando quando viu que finalmente eu tinha acordado falou.

– Eu soube sinto muito – viu foi exatamente por isso que não queria que Percy me consolasse, o “sinto muito” pode parecer coisa tola do mundo mais foi a ultima coisa que ouvi dele.

Flashback on: [NA: gente alexias está com 8 anos conheceu o Hugo com no seu aniversario de 7 anos ele tinha 11, NÃO SEI FAZER CENAS DE AÇÃO OK.]

O gigante ergueu novamente o tronco da árvore que ele usava como arma e me jogou contra a parede da sua caverna quando ele ia da o golpe final Hugo se levantou (ele estava desacordado) empunhou sua espada e cortou a garganta do gigante mais não antes do mesmo pega o tronco e perfura a sua barriga fazendo que ele cair no chão assim como o meu mundo, os minutos que eu demorei pra chegar até ele pareceram um vida.

– Vai fica tudo bem – disse cuspindo sangue enquanto eu chorava desesperada, eu era só uma criança meio esquisita com monstros me perseguindo a cada esquina, mais ainda sim uma criança que estava perdendo a única pessoa que se importava.

– Eu preciso que você me prometa uma coisa. – disse olhando pra mim e secando algumas lágrimas escorregavam pela minha bochecha.

– Qualquer coisa – disse com a voz rouca pelo choro e desesperada para ajuda-lo.

– Seja forte, se proteja, lute, viva e o mais importante não esqueça que tanto egípcia quanto grega está bem? – eu balancei a cabeça por que se eu abrisse a boca gritaria com todas as minhas forças que nada estava bem. – ei vai fica tudo bem e só sinto muito deveria ter cuidado melhor de você. – disse e continuo torcido sangue fazendo esforço para manter os olhos abertos.

– Você me protegeu muito bem – disse beijando sua bochecha – eu te amo meu querido irmão – e ele riu foi a ultima vez que eu ouvi o seu riso.

– Sinto muito pequena sereia e eu te amo mais – e ele se foi assim com os meus gritos, foi nesse dia que disse que nunca rezaria pra nenhum deus exceto Héstia a deusa dor lar. Ela era a única que me ajudou e a Hugo, foi a única que quando o sol amanheceu me arrancou do corpo já frio dele e fez a sua cerimônia fúnebre foi ela não meu pai, não os deuses egípcios ou gregos foi a única que me considerava uma filha, e quando eu perguntei mais tarde do porque de ela ter me ajudado simplesmente respondeu:

– Por que eu escolho você alexias, a escolho para me representar você veio de dois lugares mais continua com um coração puro – ela me deu um anel – Zeus proibiu seu pai de vim na verdade o amarrou no próprio trono, mais ele me mandou que entregasse isso a você.

Naquele momento eu perdoe meu pai mais não Zeus. Não os deuses que colocavam o poder na frente da família. Não as pacas que permitiram que alguém tão bom vivesse tão pouco.

E naquele momento eu soube o que era o sentimento de ódio, e como eu o odiava o sentimento de pena nas pessoas.

Um sinto muito. Por que Hugo? não foi sua culpa, foi minha por ter sido fraca. E o por mais que quisesse culpa alguém, era só eu.

Flashback off:

– Não sinta – disse e me levantei tive impressão que minha cara estava horrível – por que me chamou?

– bom já é meio-dia e por incrível que isso pareça Percy já acordou — disse Annabeth rindo mais logo ficou seria quando percebeu o meu olhar — tem dois egípcios fora do acampamento querendo falar com você – disse. – te lembra de alguma coisa?

Saide? Droga por que só comigo?

Notas finais
gostaram? deu uma pena da Alexias.