A filha do egito e da grécia
15 O que fazer quando se enfrenta uma cobra gigante?
P.V Alexias
– Mais que droga é essa? – perguntei assustada é meu pai não estava brincando quando disse que precisavam de ajuda mais precisamente de uma tradutora. – isso é um pesadelo, não é possível!
Eu gritei olhando aquela cena, um bando de magos brigando com semideuses não brigando no sentido de “vou te matar” estava mais para “o somos melhores que vocês”, “cala a boca seu imbecil!” ou “seu retardado pra que essa roupinha ridícula de linho tão cafona” claro que a ultima foi dito por uma filha de Afrodite. Mais o que era interessante foi que os magos falavam egípcio e os semideuses falavam grego antigo me dando dor de cabeça para entender o que cada um falava.
Serio o que foi que eu fiz? Digam-me juro que tentarei me retratar. Imagine a cena eu uma garota de 15 anos jurada de morte que ainda nem beijou na boca (tirando o sonho com aquele cara, nossa tá calor aqui ou só sou eu?) chega ao seu querido acampamento onde todo mundo tirando o seu irmão te olham atravessado e ver malditos magos egípcios fazendo uma competição de quem fala mal melhor, e sabe o que é mais estranho?
Eles não conseguem falar inglês então não entendem porcaria nenhuma que cada um fala, é já disse quanto amo minha vida pois é eu adoro isso fica cada vez melhor! Aproximei-me de vagar e percebi que Sadie e Carter não estavam no meio daqueles magos malucos, vamos lá Alexias você consegue respira fundo e seja simpática.
– CALEM A BOCA! – gritei com o meu jeitinho doce, ou seja, estava com minha lança nas mãos [NA: anel dela vira uma lança] fazendo um olhar que faria até Hades se urinar de medo, todos ficaram em silêncio me olhando como se eu fosse um psicopata talvez eu vire uma. – o que está acontecendo aqui? – me virei para Rachel que parecia se divertir com a reação de cada um ao me ver.
Silêncio total. Agora eles calam a boca.
– Chegaram um pouco antes de vocês partirem – Rachel disse me olhando e fazendo um gesto estranho na direção de Annabeth, ok isso me lembra de que ela me deve uma explicação por agir estranha comigo. – eles não falam inglês e estamos quase em guerra quando você chegou. — é a guerra do quem xinga mais.
– Será que é por que vocês estão falando grego – disse revirando os olhos.
– Nós não estamos falando grego – alguém gritou e começou a confusão de novo, olhei para Quíron pedindo ajuda e ele se aproximou.
– O que faremos não podemos entrar em guerra por que não entendemos os que os outros falam – disse preocupada.
– Nós já entramos uma vez com os persas... – disse pensativo mais logo mudou a sua expressão quando viu o meu olhar assassino — eu não posso fazer nada de qualquer maneira o Sr.D saiu para uma reunião no olimpo e deu carta branca para matar todo mundo que não fosse grego e eles estão tecnicamente invadindo – me olhou com pena, já disse que odeio esse olhar? Bem eu odeio parece que a pessoa não é forte o suficiente e além de trazer recordações ruins – você fala egípcio?
– Da pro gasto – disse e Quíron olhou sugestivamente de mim para os magos – você sabe que eles vão pergunta a onde aprendi a falar egípcio não é? – falei com cara de poker-face.
– Prefere uma guerra se a expor? – perguntou, ótimo chantagem emocional eu não queria nem uma das duas mais minha vida já é uma porcaria por não afundar mais ainda? Aproximei-me dos magos egípcios e eles ficaram tensos e seus cajados apareceram e então eu percebi que ainda estava com a lança empunhada e logo ela voltou a ser um anel.
– O que vocês querem? – perguntei em egípcio.
– Finalmente alguém que fala inglês – disse um mago.
– Eu estou falando egípcio – disse calmamente e então eu me toquei era um feitiço de confusão todos pensavam que estavam falando normalmente mais ninguém entendia nada. – um feitiço de confusão – murmurei assustada era obvio que era uma armadilha mais como explicar isso a eles sem que me perguntassem quem eu sou?
– Uma maldição quem for de fora tiver outro deuses nunca entendera nada – disse até que sou boa para inventar coisas.
– Como saberemos que está falando a verdade? – perguntou um velho me olhando ameaçadoramente, por eu tô achando que ele quer sangue não paz em?
– Por que você está no nosso território, e nós temos todo direito de mata-los mais não paramos para falar com vocês e explicar a situação – disse. É eu até que estou me saindo bem. – e vocês ainda não disseram o que querem – tentei suar severa mais acho que fiz foi uma careta.
– Queremos montar acampamento aqui são ordens do deus Hórus – disse o velhote dando de ombros, espera os magos não estão proibidos de manterem contatos com deuses? Lei do primeiro nomo ou sei lá – sou Bartolomeu fist chefe do 15º nomo – disse pomposo.
–Você deve ter leves tendências homicidas não?– gritei explodindo, droga o que esse maldito Deus está pensando ele não tem cérebro não? – isso é impossível sinto muito pode voltar para casa tchau – eu disse sarcástica.
– Sinto informa que não vamos a lugar nenhum – disse com um sorriso perverso.
Cuidado – disse Akhesa – nem todos são humanos.
Então o que são?
Não sei mais com certeza querem provocar caos – disse.
Apófis?– perguntei com medo.
Que ótimo – resmunguei mentalmente [NA: isso é possível?]
– Quero falar com o sacerdote-leitor – disse nervosa.
– Isso não será possível – disse o tal de Bartolomeu. – como você sabe tanto sobre nós
– Por quê? – perguntei ignorando a sua última pergunta.
– Por que em breve ele estará morto como vocês — disse com uma voz diferente como se não fosse ele e sim...
Apófis – completou Akhesa.
O que ouvi foi explosões e gritos droga!
O velhote ia lança um feitiço em mais rápida e peguei minha adaga e cravei no seu coração no mesmo momento a imagem de uma serpente apareceu e depois desapareceu.
Então você a garotinha que acha que pode me vencer – disse uma voz horripilante – deixe-me te mostrar o seu futuro seu serzinho petulante.
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