A estranha garota
15 É de família
Notas iniciais
–Se você fosse uma maníaca que viajasse no tempo onde você guardaria seu truque? Seu livro mágico? Sei lá, seu gênio da lâmpada?- Seitaro perguntou.
–Acho que comigo mesma, eu teria um rápido acesso, o protegeria mais facilmente... — Olho para ela analisando-a. – Deve estar nela em algum lugar. — Olho para ele.
–Por que está olhando para mim, vai lá você!
–Eu não disse nada nem coisa do tipo sabe...
–Só vai logo caramba.
Eu ando até ela e olho seus bolsos, se tem algo dentro de suas mãos fechadas ou coisa do tipo. Tiro suas botas e dentro há um caderninho.
–Achei alguma coisa, parece importante... E fede também.
–Me dá aqui.
Entrego para o Seitaro e ele analisa.
–Agradeça por sua burrice ser de família, sua mãe é assim burra igual você. Ela é descuidada demais. De qualquer forma não importa, pega esse colar em forma de chave dela ai- o Seitaro aponta.
Eu vou perto dela e tiro o colar dela, entregando-o para o Seitaro.
–Entendi, vamos lá para o lugar onde sua mãe bagunça tudo. Sempre sonhei e ir para o espaço tempo mesmo.
–Então o colar é uma chave?
–Tecnicamente sim.
–Tá bom, vamos leva-la também de uma vez.
–Prende-la no espaço tempo?
–Sim, esse é o nosso plano cabeçudo!
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–Algo pior que a morte... Talvez ficar presa no que ela usa para viajar no tempo.
–E como iriamos fazer isso mesmo?
–Iremos ver o que ela faz, fazer e prender ela lá.
–Do jeito que você fala parece até simples.
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