A criança de Ártemis
1 Préfácio
Prefácio
Marinês estava correndo de uma.... Roseira gigante?
Tudo estava estranho, desde aquela manhã, quando uma enorme roseira começou a lhe perseguir, pela floresta. Estava difícil correr com aquela criança de oito meses na barriga. Ela tropeçou e caiu, e a roseira veio para cima, atirando espinhos pela ponta do caule. Ela viu que morreria, então gritou o mais forte que podia:
-SOCORRO!! — a roseira pareceu hesitar por alguns segundos, mas aprontou-se para matar. Marinês ouviu um zumbido agudo e perguntou-se se era a morte chegando. Então a roseira foi atingida por uma flecha de prata, e caiu se desfazendo. Por um segundo a imagem da roseira tremeluziu, mudando para algo parecido com um tigre, que tinha um rabo de escorpião e um rosto humano. Então uma moça com uma capa prateada e uma túnica branca apareceu de entre os arbusto. Ela era bonita com um cabelo castanho cor de chocolate e olhos cinza-prateado. E, o mais importante; ela carregava um arco e uma aljava de flechas. Ela disse:
- Um manticore! Eles são raros por aqui!
- Quem é você? – disse Marinês
- Eu sou Ártemis, deusa da caça, dos animais selvagens, das crianças pequenas e partos. Protetora das donzelas e líder da caçada. E você quem é?
- Eu sou, ãnh, a Marinês.
- Quem é seu pai ou mãe divino?
- Desculpe, o que?
- Você é uma mortal comum. Bem, não importa, o que importa é que seu bebê vai morrer se não o tratarmos agora. – Ártemis fez um gesto e sua companheira recebeu uma luz prata e seus ferimentos sumiram – você deve ir fazer seu parto agora.
- Obrigada, eu acho.
- De nada, boa sorte e até mais.
Marinês foi ao hospital e teve seu filho. Um bebê forte e saudável, que decidiu chamar de Bruno. Bruno não sabia, mas além de seu pai ser filho do deus da guerra, Ares, seria considerado, a criança de Ártemis.
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