Notas iniciais
Ohayo minna, como vão? Aqui esta mais um capitulo pra vocês, infelizmente nossa viagem no tempo acabou no ultimo capitulo, e nao se esqueçam, a Mônica nao se lembra de nada. Hoje vocês vão descobrir uma das pessoas misteriosa. O capitulo ficou um pouco menor pela divisão da historia. Este capitulo foi escrito em pleno jogo do Brasil, sem comentários, por isso pode estar meio caidinho, o motivo vocês já sabem kkkk Boa leitura.

Do Contra a observava dormindo e mal podia conter sua felicidade, quais as chances de tudo aquilo acontecer? Mesmo sendo estranho, ele estava feliz por ter entrado naquela casa, por tê-la seguido e pelas badaladas do relógio! Tudo tinha valido apena, se fosse pra ter esse momento com ela. E desde que ela adormeceu, ele não fechou os olhos, não conseguia.

Ele observava seu rosto, cada traço, cada marca, mesmo sabendo ele nunca havia reparado o quanto ela era linda, exibindo no sorriso seus dentes. Como alguém poderia falar que aquilo era um defeito se era isso que ela tinha de mais bonito, saber dos seus defeitos. Ele sabia o quanto ela é esquentada, cabeça quente, impulsiva, que batia nos meninos, e ele a amava, amava por ela ser assim, do jeito que é, e não mudaria um fio do seu cabelo.

–assim é você, Mônica.

–um...

–ela vai acordar, vou fingir que estou dormindo.

Mônica abriu os olhos lentamente, ainda meio tontos por causa das badaladas e se deparou com do contra “dormindo”. É verdade que ela se assustou e por pouco não lhe deu um soco e o empurrou dali, ela não conseguiu, ele não merecia. Então ela se levantou com cuidado e se sentou na sua frente.

–DC... Eu não me lembro de ter dormido no seu colo. Alias, eu não me lembro de nada.

Mônica realmente não se lembrava de nada, nem da viajem, dos passeios ou do seu amor por Do Contra, nada. Mesmo assim ela ainda tinha no peito a sensação de que faltava algo, ou alguém. No seu coração ela sentia a falta do amor por ele, e ele por ela.

Ela parou para observa-lo. Seus traços japoneses lhe fascinavam. Ele dormia de boca aberta.

–você é o garoto que tem como objetivo contrariar as pessoas e é feliz. Você sempre esteve presente mesmo estando tão longe. No começo eu te achava estranho por fazer tudo ao contrario, mas depois de um tempo eu descobri que esse é você Do Contra, e que nada pode te mudar. Eu sei que a sua felicidade, a minha felicidade e a felicidade de todos que estão a sua volta é graças a você, ao seu jeito divertido e sincero. Eu sei que você gosta de mim, ou mais do que isso, eu sempre soube, afinal, você não tem medo de mostrar. Você é uma caixinha de surpresas e eu estou longe de te entender por completo, mas eu sei que um dia eu vou conseguir. Eu não sou muito boa com as palavras, mas eu queria agradecer. Muito obrigada... Mauricio.

Ela sorria, precisava dizer aquilo pro bem dos dois.

–agora você pode parar de fingir que esta dormindo!

–rooooooonc!

–Do Contra!

Os dois começaram a rir e foi o melhor que ela pode dar, ela não o merecia.

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–que surpresa em? Parece que as coisas estão se resolvendo.

–mais que isso meu pequeno querubim.

–que mane querubim, é Ângelo.

–desculpe-me se você não tem senso de humor.

–me admira você ter senso de humor. Agora entendi o porquê de não deixa-la com o Cebola.

–mesmo sendo aquele ingrato, a vida ainda é preciosa.

–parece que ela se esqueceu de tudo.

–é normal. É como um sonho bom, enquanto o vivemos ele esta presente, mas quando acordamos vamos nos esquecendo aos poucos, as pessoas geralmente não se preocupam com o que não é real.

–ainda acho que ela esta confusa.

–mas isso logo vai acabar.

–como assim?

–tudo vai se esclarecer. O tempo esta acabando.

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–força Cascão.

–eu estou tentando mais não abre.

–e o que nós fazemos agora?

–sei lá.

–ei, o que é aquilo?

–aquilo o que?

–eu pensei ter visto alguém. Parecia uma garota.

–espera Maga, aonde você vai?

–eu vou ver, pode ser a Mônica, e se não for ela pode estar assustada.

–Maga, aí esta muito escuro, você não vai conseguir ver nada.

–é rápido.

Ela foi em direção a uma parte daquela sala aonde não havia luz alguma, ate desaparecer completamente dos olhos do seu amigo sujinho.

–Magali o que a Mônica iria fazer aqui? Magali... Magali... Magali cadê você? Responde.

Mas ela não respondeu.

–agora ferro de vez.

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–então você fez a garota faminta sumir nas sombras, embora eu ache que já vi isso em algum lugar, foi um bom truque.

(Ângelo) muito obrigado.

–mas é melhor você não fazer mais nenhum truque, eles podem não resistir. Você deve estar os protegendo a todo o momento.

(Ângelo) sim. Ainda estou impressionado com os vultos.

–eu ainda não acabei com eles.

Foi se abrindo um sorriso malicioso em sua boca, todos podem ser mais assustadores do que pensamos se lhe dermos essa oportunidade.

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Do Contra e Mônica andavam um ao lado do outro, no mesmo ritmo.

– será que vamos sair daqui? É estranho, parece que dormi por horas e ainda é noite.

–foi mais do que isso.

–é claro você ficou o tempo todo acordado.

–eu discordo, se formos contar o numero de vezes em que eu pisquei...

–DC, que porta de vidro é aquela?

–uma porta qualquer, a pergunta correta seria por que aquela porta é de vidro e não é preta?

–eu vou entrar.

–então tchau...

Ele acabou a seguindo, que porta curiosa que chamava sua atenção.

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–Maga? Ela sumiu? Como ela pode ter sumido assim do nada? Isso esta parecendo àqueles filmes onde o grupo se separa e vão sendo atacados um por um. O que será que vai acontecer comigo? E o que é aquilo na parede?

Ele foi chegando mais e mais perto da parede e viu que o liquido que escorria era água.

–água? Fala sério, tinha que ser água? Só falta ser plano do Cebola. E só pensar em Cascão que já se pensa em água. Por que ninguém pensa em refrigerante ou algo assim?

As paredes realmente estavam com água, como se estivessem suando. Ele não sabia de onde aquela água estava vindo, mas sabia que ela não parava e que o chão estava ficando alagado. A água já estava na altura do seu joelho, e logo tudo aquilo estaria inundado!

–eu preciso sair daqui.

Ele caminhou, com um pouco de dificuldade ate a porta, por causa da água que já estava na sua cintura.

–eu não quero morrer na água, vai, abre pitombas, à água não para de subir, abre, força Cascão, o seu fim não pode ser na água.

Notas finais
E então? deixem seus comentários. Muito obrigada por estarem nos acompanhado e comentando, ate quarta.