A babá

5 Não vai doe nada


Sabrina: on

— Ela é a sua namorada? — pergunto indo até o sofá.

— Não, é só uma amiga — responde Ana sorrindo ao me segui até o sofá.

— Então por que vocês fazem você sabe? — pergunto me odiando por esta corando ao pergunta aquilo.

— É que a nossa amizade acabou se tonando um pouquinho mais intima — disse ela sorrindo — mas nenhuma de nós quer algo mais serio.

— E por que não? — pergunto.

— Nós duas tivemos uma péssima experiência com o amor — responde Ana — e não queremos que o cupido apareça tão cedo e você esta interessada em alguém?

— Não, imagina se eu estivesse — digo um pouco constrangida.

— Vamos Sabrina eu sei que esta mentido — disse ela — posso até ter te conhecido a pouco tempo, mas qualquer um diria que você é uma péssima mentirosa.

— É para eu me senti ofendida por isso?,- pergunto curiosa.

— Não isso foi um elogio — disse Ana — é bom ser uma pessoa honesta, acredite isso é bem raro hoje em dia.

— Tudo bem tem um cara na minha sala — digo timidamente — e talvez eu goste dele.

— Talvez ou você tem certeza, mas é tímida de mais pra admiti? — pergunta ela.

— Tudo bem eu gosto dele — admito com a cabeça baixa e com toda certeza corada.

— Nossa como você é fofa dar vontade ate de morde — disse Ana — relaxa é brincadeira, bem a parte de morde porque realmente você é muito fofa.

Não sei se era possível, mas com aquele comentário eu havia ficado ainda mais vermelha: — Então já se declarou pra ele? — pergunta ela.

— Claro que não, por que eu faria isso? — pergunto.

— Pra que ele saiba como você se senti? — sugeri Ana.

— Ele nem sabe que eu existo — digo.

— Então faça ele te nota — disse ela — não deve ser tão difícil.

— Eu duvido — digo enfim arrumando coragem para olha-la nos olhos.

— Ah vamos Sabrina você é linda quem não nota você é cego — disse Ana me fazendo cora violentamente, eu devo esta parecendo uma lagosta a essa altura.

— Depois eu dou um jeito nessa sua falta de confiança — disse ela sorrindo — mas eu quero que saiba que você é linda dentro e por fora, nunca duvide disso.

— Como você consegui dizer essas coisas tão tranquila? — pergunto começando a volta a minha cor natural.

— Sou mais velha que você tenho a obrigação de dizer essas coisas — disse Ana.

— É você é a mais velha, mas não sou eu que precisa de uma babá aqui — digo começando a me anima.

— Olha só que espertinha — disse ela — pelo visto você não é tão certinha quanto eu imaginei.

— E o que fez você pensa assim? — pergunto brincando.

— Não sei talvez seja essa não aureola em cima da sua cabeça ou talvez seja essas asinhas nas suas costas — responde Ana entrando na brincadeira.

— Eu sou um anjo pra você? — pergunto.

— O diabo que não é — disse ela com um sorriso travesso — já que esse sou eu.

— É mesmo e por que você acha isso? — pergunto.

— Achei que já tinha dado provas o suficiente — disse Ana — mas já que você perguntou acho que devo ser um pouco mais direta.

— E como seria você sendo direta? — pergunto.

— Só pra começa assim — disse ela rapidamente me fazendo deita no sofá enquanto se enquinava sobre o meu corpo — posso continua ou o que fiz já foi prova o suficiente?

— O que você pretende fazer? — pergunto me sentindo um pouco desconfortável com a situação.

— Ah então quer que eu continue — disse Ana — relaxa não vai doe nada.

Andes seque que eu pudesse reagi Ana começa a me fazer cosegas e só para quando a minha barriga começa a doe: — Pensou que eu ia fazer outra coisa não foi? — pergunta ela se afastando.

— Eu não pensei em nada — digo me recompondo.

— Claro que não pensou — disse Ana revirando os olhos enquanto mexia a cabeça negativamente — mas relaxa anjinha eu não faria nada de ruim com você.

— Anjinha? — pergunto — jura que você vai me chama assim?

— O que eu posso fazer o apelido combina com você — responde ela saindo do sofá.

— Se é assim como eu deveria te chama? — pergunto.

— Pode me chama como quiser, nunca me imcomodei muito com esse tipo de coisa — respomde Ana — mas só po curiosidade me diz o nome do garoto que você gosta.

Continua...