A babá
3 Amiga de estudo
Devo admiti que não esperava que a Ana pudesse ser uma pessoa sociável, pois tinha uma imagem totalmente diferente no que se tratava dos otakus e principalmente porque eu nunca a vir com muita freqüência no colégio e não era só porque eramos de salas diferentes, porque aquele colégio é relativamente pequeno aonde todos conheciam todos, mas eu nunca ouvira alguma coisa sobre ela no colégio bem não que eu lembrasse nunca gostei de fofocas:
— Sabrina o seu tuno já não havia acabado? — pergunta ela aparecendo na sala me tirando dos meus devaneios.
— É mesmo — digo me levantando do sofá — nem tinha notado.
— Deu pra ver — disse Ana — tava pensando no que?
— Só estranhando o fato que eu nunca te vir com muita freqüência no colégio — digo sinceramente.
— Eu meio que fico ocupada — responde ela com um sorriso de lado — ou melhor algumas pessoas acabam me ocupando.
— Amigos? — pergunto.
— Em parte — responde ela — a outra só aprecia a minha companhia, agora está tarde a gente pode termina essa conversa outro dia, mas hoje não vai dar tempo.
— Verdade — digo já preocupada com o que os meus pais estavam pensando sobre a minha demora pra volta pra casa.
— Venha eu lhe acompanho até a parada de ônibus — disse Ana.
— Não precisa — digo indo até a porta.
— Não é questão de precisa — disse ela — mas sim porque eu quero fazer isso.
— Tudo bem — digo me rendendo.
— Ótimo essa rua fica um pouco perigosa de noite — disse Ana abrindo a porta e esperando que eu passasse.
Depois que eu saio ela me acompanha e fecha a porta antes de me segui até a rua: — Então o que você pretende fazer depois que se forma? — pergunto tentando evita que o silencio constrangedor se estabelecesse pois a parada ficava um pouco longe.
— Ainda não sei bem — disse ela — tem tantas opções que eu fico até confusa.
— Mas você esta no terceiro ano — digo surpresa com aquele comentário.
— Então imagina a pressão que eu estou passando pra escolhe — disse Ana — e aqui estamos na parada de ônibus.
— Então até amanhã — digo — e é melhor você pensa com calma sobre isso, mas não muita.
— Pode deixa — disse Ana começando a volta pra sua casa.
No outro dia eu estava lendo um livro na sala quando de repente a campainha toca chamando a minha atenção, mas antes que eu pudesse me levanta para atende Ana aparece: — Deixa que eu atendo — disse ela correndo até a porta.
— Quem é? Pergunto.
— Aquela amiga que e disse que viria estuda aqui hoje — responde Ana.
— Seja bem vinda — digo cumprimentando a mais ga de Ana logo depois de me levanta do sofá a minha dela era loira de olhos castanhos um pouco mais alta do que eu — sou Sabrina fui contratada pelos tios da Ana.
— Muito prazer em te conhece — disse a loira — meu nome Rebeca sou da mesma sala que a Ana.
— É um prazer — digo — pretende fica até a hora do almoço?
— Isso vai depende muito da Ana — disse Rebeca com um ar um pouco malicioso.
— Bem Rebeca vamos pro meu quarto fazer os nossos deveres — disse Ana guiando a sua amiga pelos ombros até o corredor.
— O que foi isso? — pergunto.
Sabrina: off
Ana: on
— Rebeca seja um pouco mais cuidadosa, por favor — peço parando na frente da minha porta.
— Por que eu deveria? — pergunta ela se virando de frente pra mim colocando os seus braços ao redor do meu pescoço.
— Porque ela não sabe — digo tira do os seus braços de mim — e pretendo que continue assim, agora vamos termos deveres pra fazer.
Eu abro a porta do meu quarto e entro junto a ela que fecha a porta: O que você nem vai me recompensa? — pergunta Rebeca fazendo biquinho.
— Rebeca não estamos aqui pra isso — digo indo até a minha mesa.
— Mas o deve pode espera, não é mesmo? — pergunta ela voltando a se aproxima.
— Talvez — digo.
— Eu devo tenta de convence? — pergunta Rebeca voltando a me braça por trás e começa a beija o meu pescoço.
— Quem sabe? — pergunto me virando pra ela e abraçando a sua cintura.
— Só devo avisa que eu posso ser bem mais persuasiva — disse ela antes de começa a me beija.
Continua...
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