A babá
6 Já disse fofa?
— Bem o nome é Leandro — disse Sabrina ainda mais vermelha que fofa meu Deus se ela fosse o meu tipo eu até tentaria alguma coisa, mas não é então vou fica na minha.
— Então você gostaria de me conta alguma coisa sobre ele? — pergunto me apoiando nas costas do sofá.
— Não seria um incômodo? — pergunta ela.
— Incômodo nenhum eu quero sabe — digo — e alem do mais a gente vai ter que convive por mais de um mês seria bom nos conhecemos um pouco até porque estudamos na mesma escola.
— Verdade — disse Sabrina — mas eu não sei por onde começa.
— Que tal a personalidade? Seria um bom começo — sugiro.
— Bem ele é gentil, simpático, maduro, atencioso, leal — começa ela. — Tá tudo bem já entendi ele é um cara legal — digo — nossa não vou te dá corda outra vez não.
— Desculpa eu me empolguei — disse Sabrina se encolhendo um pouco envergonhada, já disse que ela é fofa? Então ela é muito fofa.
— Era brincadeira Sabrina — digo sorrindo — e senta, por favor, já esta me dando agonia ver você em pé.
— Desculpa — disse ela se sentando no sofá.
— Não precisava se desculpa anjinha — digo sem sai do lugar — você não fez nada errado e não se desculpe novamente senão serei eu que devera pedi desculpa aqui por tora as nossas paciências.
— Tudo bem — disse Sabrina.
— Ótimo agora que sei que ele é um cara legal — digo — me diz ele é bonito?
— Hã... — começa ela — bem...
— Tá não precisa termina deu pra entende — digo — não vou ter força a fala já entendi ele é bonito, mas posso lhe pergunta só mais uma coisinha?
— Claro não tem problema — responde Sabrina olhando pra mim.
— Como você se apaixonou por ele? — pergunto focando em seus olhos azuis tentando lhe transmitir confiança.
— Bem é meio difícil de explica — responde ela — não sei nem como por onde começa.
— Mas tenta isso não vai fazer mau nenhum — a incentivo a dando leves tapinhas em seu ombro — pode ser difícil no começo, mas vai ser tona mais fácil depois do inicio.
— Como você tem tanta certeza disso? — pergunta Sabrina.
— Digamos que eu já tive essa mesma conversa a muito tempo atrás — digo — mas eu estava numa posição diferente do que estou agora.
— Você nunca dá uma resposta completa, não é? — pergunta ela.
— Não mesmo eu tenho um afeto muito grande por enigmas — digo — e quer sabe eu to cansada de fica em pé.
— Você é muito volúvel sabia? — pergunta Sabrina sorrindo.
— Pode ter certeza que eu sei — digo pulando as costas do sofá caindo ao seu lado fazendo ela se afasta um pouco pra trás — e pode inclui um pouco maluca também.
— Sinceramente como é que a gente nunca se encontrou antes? — pergunta ela.
— Eu já disse isso e você esta mudando de assunto — digo. — Posso deixa pra outro dia? — pergunta Sabrina.
— Tudo bem de certa forma o seu tuno já acabou a algum tempo — digo rindo da cara de surpresa que ela fez.
— Desculpa eu tenho que ir — disse Sabrina se levando rapidamente indo até a mesa onde havia deixado o livro que trouxera.
— Quer que eu te acompanhe até a parada de novo? — pergunto olhando pra ela parada na porta.
— Não precisa serio — disse Sabrina abrindo a porta — então até amanhã.
— Sabrina espera — chamo antes que ela pudesse fecha a porta.
— Sim? — pergunta ela.
— Não precisa vim amanhã — digo me lembrando de uma ligação que eu havia recebido mais cedo.
— Por que não? — pergunta Sabrina com um olha confuso.
— Eu marquei de encontra as minhas amigas amanhã e eu maio que esqueci de avisa por causa de tudo que aconteceu hoje — digo coçando a cabeça — e eu não posso falta é um aniversario.
— Sem problema — disse ela fazendo um gesto com a mão me incentivando a ir — então te vejo depois de amanhã?
— Claro não tenho planos mesmo pra esse dia — digo com um sorriso — e alem do mais você deveria me manda fazer uma caminhada uma vez por dia.
— Nossa é mesmo eu acabei esquecendo — disse Sabrina só se lembrando agora do pedido do meu tio — então depois de amanhã eu vou te fazer sai de casa pra caminha.
— Só se você for me fazer companhia — digo — é chato caminha sozinha.
Continua ...
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