A babá

15 Esta entregue


Pra ser sincera não entendi nada que a minha amiga quis dizer com aquilo, mas isso já é normal ela sempre foi assim estranho seria se eu entendesse, um pouco depois o meu celular vibra indicando que havia recebido uma mensagem.

Mensagem: on

[Sabrina] — Ana pode vim aqui?
[Diaba] — O que houve?
[Sabrina] — Os meninos já estão indo embora, então você poderia vim me busca?
[Diaba] — Sua carruagem esta a caminho.

Mensagem: off

Depois que guardo o celular no bolso chamo a garçonete para paga o meu pedido, assim que termino saio da cafeteria indo até onde havia estacionando a moto a pegando coleção em seguida a ir até o cinema encontrando Sabrina parada na causada: — Esperou muito? — pergunto parando a moto ao seu lado.

— Não quase nada — responde ela sorrindo.

— Que bom quer que eu te leve até onde? — pergunto lhe dando o capacete.

— Pode ser até a parada de ônibus da sua casa — disse Sabrina subindo na garupa já com o capacete.

— Mas não vai ser mesmo até a parada — digo dando partida.

— Como assim? — pergunta ela confusa.

— Vou te deixa em casa ta muito tarde para eu te deixa sozinha esperando um ônibus — respondo.

— Não precisa fazer isso — disse Sabrina segurando firme em minha cintura.

— Sei que não, mas eu quero fazer isso — respondo — então aonde mora?

— Tudo bem fica unas três paradas depois da sua casa — disse ela por fim me guiando pelo caminho.

Não demorou muito para chegamos na casa: — Viu esta entregue e sã e salva — digo tirando o capacete para ver melhor a construção — e a propósito a sua casa é linda.

— Obrigado — disse Sabrina tirando o capacete antes de desce da moto.

— Foi um prazer, além do mais agora sei aonde procura se eu quiser uma companhia mais tranquila — digo pegando o capacete.

— Não sei se vejo isso como algo bom — disse ela com um meio sorriso.

— Mas também não é de todo ruim, não é mesmo? — pergunto.

— Talvez — disse Sabrina — e he quer entra?

— Se não for um incomodo — digo.

— Incomodo nenhum — disse ela.

— Os seus pais não vão reclama por você esta levando uma estranha pra sua casa? — pergunto.

— Não, nenhum pouco eles estavam querendo te conhece mesmo — responde Sabrina.

— Andou falando sobre mim foi? — pergunto com a sobrancelha levantada — espero que só coisas boas.

— Não se ache muito eles só querem sabe sobre a "criança" que estou cuidando — disse ela.

— Então essa criança aqui aceita o convite — digo — mas primeiro tenho que estaciona a moto.

— Pode ir eu fico aqui esperando — disse Sabrina vendo eu me afasta coma a moto.

Não demorou muito para encontra um bom lugar para estaciona-lá, assim que fiz isso ando rapidamente em direção a casa de Sabrina a vendo me esperando na varanda da casa: — Não mudou de ideia enquanto estive fora, né? — pergunto me aproximando.

— Bem que eu queria — responde ela — os meus pais podem ser um pouco inconvenientes.

— Então o problema são os seus pais? — pergunto com a sobrancelha levantada — não o fato que eu também posso ser bem inconveniente?

— Esqueci desse detalhe — disse ela abrindo a porta — mas já é um pouco tarde para muda de ideia, mãe, pai cheguei.

— Estamos na sala querida — responde a voz de uma mulher.

— Já to indo, ah mãe eu to com a Ana aqui — disse Sabrina me guiando até a sala aonde encontro um casal sentados no sofá assistindo TV.

— Sabrina por que não avisou que traria visita filha? — pergunta sua mãe se virando em nossa direção e pude ver sua confusão ao olha pra mim, com toda certeza ela pensava que eu seria uma criança não uma adolescente.

— Desculpa mãe, mas ela meio que ser convidou — responde Sabrina com um sorriso sem graça, fofa.

— Me convidei nada eu só ofereci carona pra casa — digo me divertindo com a situação, claro que eu tava meio receosa, pô pelo que pude nota nos poucos minutos que tive na casa é que eles eram bem religiosos e infelizmente muitas vezes isso quer dizer homofóbicos.

— E fez bem em oferece a carona já esta muto tarde pra Sabrina fica sozinha naquele parada — disse a mulher.

— Mãe eu sei me cuida — disse Sabrina.

— Nós sabemos filha, mas nós nos sentimos melhor por ter aceitado a carona — disse seu pai se virando pra nós.

— Viu que eu estava certa em te trazer Sabrina — digo com um sorriso de lado a vendo emburra — até os seus pais concordam comigo.

Continua…