A babá

34 Capítulo 28: Se apaixonou foi?


— Quer ver que tem? — pergunto brincando antes de começar a lhe fazer cocegas a fazendo rir tentando pedi que eu parasse — viu tem graça.

Quando paro finalmente noto que estávamos perigosamente perto uma da outra, com ela deitada ofegante com o rosto corado e os cabelos espalhados pelo travesseiro enquanto eu ficara em cima dela com a respiração tão pesada quando a dela, bom senso volta aqui — penso quando de repente sinto o meu celular vibrar no bolso da calça me fazendo sentar na ponta da cama para ver do que se tratava: — Algum problema? — pergunta Sabrina ao ver meu rosto.

— Nenhum só tenho que ir para casa — digo me levantando.

— Tem certeza? A sua cara não é de alguém que não tem problemas — disse ela também saindo da cama.

— Você tá muito curiosa nos últimos dias — digo num tom de brincadeira.

— O que eu posso fazer? Eu me preocupo com você — disse Sabrina.

" Coração: — Ela gosta de você!!!

Celebro: — Não crie esperança a toa ela falou que se preocupa como amiga.

Coração: — Deixa a menina criar esperança não vai fazer mal algum.

Celebro: — Você realmente não pensar, né?

Eu: — Calem a boca eu to querendo pensar!!!!"

— Mas dessa vez não precisa se preocupar tanto — digo abrindo a porta.

— Quer que eu te acompanhe até a porta? — pergunta ela.

— Não precisa fica ai e continua assistindo a série para você conseguir me acompanhar — respondo saindo rapidamente a porta e descendo as escadas.

Ana: off

Sabrina: on

A Ana é realmente rápida quando quer fugir, não que ela tivesse motivo para isso — penso bufando enquanto me jogava de volta para cama e abraçava o meu travesseiro percebendo no momento que tinha ficado o seu perfume nele — nunca tinha notado esse perfume antes será que é novo? Pera por que eu to pensando nisso?

Com isso em mente começo rolar pela cama ainda abraçada no travesseiro só parando ao ouvir o meu celular tocar: — Alô — digo o atendendo.

— Oi Sabrina tá ocupada? — pergunta Leandro.

— Não muito, por quê? — questiono pausando a serie.

— É que os meus pais queriam saber se você quer almoçar aqui em casa semana que vem — responde ele parecendo um pouco nervoso.

— Você realmente é bem próximo dos seus pais — digo um pouco pensativa.

— Eu sou mas isso não é algo comum? — pergunta meu namorado.

— É eu acho que deveria ser — digo.

— Aconteceu alguma coisa com os seus pais? — pergunta ele.

— Como os meus não — respondo soltando um suspiro — Leandro posso te ligar depois?

— Claro sem problema — confirma ele antes de desligar.

— Será que eu ligo? — me pergunto pegando o cartão que a Ella me dera vendo o seu numero do lado de uma caricatura dela sentada em cima de uma poltrona vermelha.

Sabrina: off

Ana: on

— Então por que me chamou? — pergunto entrando na cafeteria no centro e indo até a mesa onde a Rebeca estava sentada.

— Bem eu queria te contar uma coisa — começa ela — e não podia ser pelo celular.

— E o que seria tão importante que não podia ser dito pelo celular? — pergunto me sentando em sua frente.

— Ana não tem aquele nosso acordo? — começa minha amiga parecendo meio nevosa.

— Sim a amizade colorida — digo sem me importar muito — tá querendo acabar com ele por acaso?

— Na verdade sim quero — confirma ela sendo direta não me surpreendendo muito.

— Se apaixonou foi? — pergunto brincando.

— Eu não, mas você sim — responde Rebeca sem rodeios.

— Pera ai, o que você disse? — pergunto confusa.

— Que você está apaixonada e pela Sabrina — disse minha amiga.

— De onde você tirou essa conclusão? — pergunto querendo mudar de assunto.

— Ana você não é exatamente difícil de ler — responde ela — e a sua amiga de infância falou comigo e as outras.

— Ella quando eu te achar vou te matar — ameaço irritada — essa desgraçada não consegue ficar de pico calado?

— Ana não aja como esse ela tenha contado algo que ninguém tenha notado — disse Rebeca — que diz pelo o que eu vir as únicas pessoas que não sacaram isso ainda foram a própria Sabrina e o namorado dela, mas aqueles dois são cabeça de vento demais para notar alguma coisa.

— Cara a coisa tá pior do que eu pensava — digo encostando a minha testa na mesa — se até você notou então eu não devo ter tanta esperança.

— O que você está insinuando? — pergunta minha amiga me puxando para mais perto.

— Eu? nada, por que eu insinuaria alguma coisa? — pergunto me fazendo de inocente.

— Eu não sei se te dou um soco ou espalho por ai que você é frouxa demais para se declarar para a garota que gosta — disse ela voltando a se sentar — mas eu tô feliz por você ter voltado ao normal, mas diz ai o que pretende fazer a partir de agora?

Continua...