— O que está fazendo?

Sherly virou a cabeça no travesseiro e encarou Joan na porta.

— Vem aqui. – Indicou o espaço vazio ao seu lado.

— Eu não vou deitar na cama do cara morto.

— Vem logo – insistiu.

Hesitante, Joan sentou na cama.

— Está com medo de quê? Deita logo. – Joan cedeu e se deitou, dividindo o único travesseiro com Sherlock.

— Você sabe que foi aqui que ele se matou, né?

— Errado. O que você vê?

— O teto.

— Brilhante percepção, mas talvez algo menos previsível? Dessarte nunca avançaremos.

— Qual a necessidade? Você já tem a resposta.

— É, mas isso é mais divertido.