Então, agora eu estava em Nova Orleans. Tinha acabado de sair do vôo.

- Pai, aonde nós vamos morar?

- é sobre isso que eu queria conversar com você, Maddie, Vou te enviar para uma internato.

- O quê? Por quanto tempo?

- Não sei.

Duas horas depois, eu estava diante de uma construção de pedras, sombria. Eu estava diante de minha nova casa, um colégio militar, em um dia frio de neve.

Sozinha.

Uma menina de seis anos, que agora, iria estudar em um internato por tempo indefinido.

- Ora, ora, entre- uma monitora disse, entusiasmada. Entusiasmada demais.

Enquanto eu passava pelos corredores, ouvi alguns brutamontes dizerem coisas como "o cheiro dela é forte" ou piores, como "hmm, carne de semideus". E, obviamente, eu logo iria descobrir o que tudo isso significava.