A Verdade contada por Foxy

8 Primeiro dia de trabalho parte 2


Notas iniciais
Bem, esse capitulo foca mais no terror. Mas, ainda muito sangue, sofrimento, braços voando por aí estão por vir. ^_^ OBS: Se eu não postar no sábado, posto no domingo. Não pude postar na data certa porque estava estudando para uma prova que vai ter (na minha escola não imenda na semana inteira no carnaval)

_Prazer, Mike – cumprimentou Camila – bom, vamos entrar?

_ESPERAAAAAAAAAAA!!! – a voz familiar de um menino ecoou pela rua, e logo depois o barulho do motor de um carro.

Todos olharam para o lado, e viram um fusca branco estacionando do lado da pizzaria, e de lá de dentro, saiu um rosto familiar: Gabriel, o irmãozinho de Freddy saltou do pequeno fusca com um sorriso de orelha a orelha. De lá também, saiu a mãe do menino, com uma mochila nas mãos.

_Yaaaay! Cheguei para a festa! – disse o menino

_Filho! Calma! – dizia a mãe

_Mas espera, Tampinha? Mãe? O que é que vocês estão fazendo aqui? — Freddy olhou para os lados e viu que os outros estavam tão confusos quanto ele.

_Freddy... Bem, resumindo a história... – a mãe suspirou — O Gabrielzinho queria vir aqui com você, mesmo eu achando uma péssima ideia. Tudo bem pra você?

_Claro...

_Ótimo! Tchau Freddy! Tchau meninos!

A mãe foi embora, deixando todos um pouco confusos.

_Bem – Gabriel disse – vamos lá?

Mike os conduziu para uma sala onde ficam o guarda noturno (AUTOR: Acho que nem preciso descreve-la, pois todos conhecem a sala onde o jogador fica, certo?) onde tinha um computador estilo tijolão onde se mostrava as câmeras em cima de uma escrivaninha, além de duas portas de metal, luzes e um ventilador. Mas, não poderiam usar muito o computador, acender as luzes e fechar as portas, pois o Sr. Fazbear havia estipulado um limite de gasto de energia de noite, no qual se fosse gasta por total, haveria um apagão no estabelecimento. Um ótimo jeito de economizar luz.

Eram uma e meia da manhã, quando todos estavam entediados. Então, Mike teve uma ideia besta:

_Já sei! Alguém tem giz?

_Pra quê? – disse Gabriel que já estava quase dormindo

_Vou fazer uma experiência que vi na internet. Sobre espíiiiiiritrooooos!!!

_O quê? N-não! – Gabriel estava assustado mesmo não querendo demostrar isso

_O que foi, baixinho? Tá com medo?

_Mike – interrompeu Freddy – deixa meu irmão em paz. E só EU posso chamar ele de baixinho. Bem, quanto a brincadeira, o que você quer fazer?

_Ah, eu vi um vídeo na internet de um cara invocando espíritos. Foi show! Vamos fazer isso aqui!

_Do que precisa? – Bryan pareceu interessado

_Só de giz.

_Acho que deve ter... Vou lá pegar.

Bryan saiu da salinha e foi para o depósito: Um lugar empoeirado onde só tinham armários, caixas e fantasias reservas. Achou o giz em cima de uma prateleira velha e voltou para junto de seus amigos

_Achei – disse ele – vamos começar?

_De boa Mike, mas acho que isso não é uma boa ideia – disse Jack

_Jack tem razão – concordou Camila – eu e o Gabrielzinho vamos só ficar observando vocês pelas câmeras, o.k.?

_Tá, não me importo – Mike deu de ombros – vamos começar então.

Os únicos que queriam participar eram Mike, Bryan e Freddy, porque os outros haviam ficado na sala. Eles seguiram em direção ao palco e desenharam uma estrela de Davi, e Mike ficou no meio. Ele começou a sussurrar alguma coisa, e depois disse alguma palavra bizarra. Logo depois, um clarão iluminou a sala. A estrela, que era de giz branco, agora estava vermelha. Mike tentava sair da estrela, mas não conseguia, como se houvesse algum tipo de parede invisível interrompendo a passagem.

_Freddy! Bryan socorro! – ele gritava de pavor, mas os outros dois estavam aterrorizados de mais para fazer qualquer ato. Até que tudo voltou ao normal assim, do nada. Mike caiu no chão, exausto. Freddy conseguiu se levantar e correr em direção de Mike, que parecia estar desmaiado. De repente, seus olhos se abriram, mas já não eram os mesmos: estavam brancos, como se alguém houvesse arrancado suas pupilas. Mike sorriu, um sorriso demoníaco. Por fim, ele disse:

_Olá, caro amigo. – sua voz soava como a de um psicopata -Infelizmente, terei de lhe matar. Mas não se preocupe: farei com que sua próxima vida seja de puro terror e sofrimento.

Enquanto isso, Jack, Camila e Gabriel observavam o que aconteciam pelas câmeras, horrorizados com o que seus olhos lhe mostravam.

_C-c-c-c-c-Camila – gaguejava a criança – o-o-o-que que é isso?

_Não sei – confessou Camila – mas só te afirmo uma coisa: ele quer nos matar.

_Jack continuava a olhar as câmeras, que agora estavam chuviscadas. Mas dava pra ver que o novo Mike era forte: empurrou Freddy até o outro lado da sala, e Bryan foi socorre-lo. Mike correu em direção a cozinha. Jack foi verificar as câmeras de lá. Viu Mike chegando, e pegando um facão do tamanho de uma perna. Para a surpresa de Jack, Mike olhou em direção a câmera e sorriu, com aquele maldito sorriso. Depois, quebrou a câmera, de jeito que só funcionasse o áudio.

Jack rezou uma Ave Maria, e depois disse a Camila:

_Pessoal – pelo seu tom de voz Jack estava claramente com medo – ele está armado.

Notas finais
É isso. Erros? Sugestões? Dúvidas? Tudo é bem vindo. Até semana que vem^^