A Unexpected Love
10 Capítulo 10 : What? ( PARTE 2 )
Notas iniciais
ée. espero que gostem, boa leitura'
POV Finn
-Amor, você ta bem? – perguntei quando Rachel me abraçou – desculpa não ter feito nada. Que tipo de namorado eu sou? – murmurei.
-Estou ótima. Melhor do que nunca – Rachel sorriu. – fiz isso porque eu te amo e não era pra se meter mesmo, faz tempo que queria fazer isso.
-Mas eu deveria ter feito algo.
-Finn, esquece. E alias. Você é o melhor namorado do mundo e eu te amo muito.
-Ama? – ri.
-Amo sim. Mais que tudo Finn.
-Eu te amo muito mais. Você é minha vida pequena. – sorri e dei um beijo demorado em Rachel sem me importar com os olhares em volta. Fomos para a sala e no final das aulas, Rachel foi almoçar na minha casa, queria dar a noticia do nosso namoro para minha mãe. Os pais de Rachel iriam também, ela ligou para eles. Tanto eu como a Chel estávamos ansiosos.
-Chel, espero que seu pai não esteja mais com raiva de mim. – disse sentando na cama, minhas costas encostadas na cabeceira.
-Não está meu amor – Rachel se olhava no espelho. – o Hiram já te adora. E o Leroy, é só questão de tempo.
-Mas Chel se ele não gostou de mim na primeira vez que me viu, vai gostar agora?
-Não gostei de te quando conheci, e hoje sou completamente louca por você – ela sentou no meu colo e me deu um selinho. – e vice versa.
-Não quero que ele se apaixone por mim – ri e ele me deu uma tapinha fraca no ombro.
-Se a filha dele gosta, ele também vai gostar,
-Espero. – mordi os lábios de ansiedade.
-Não faz assim, por favor – disse Rachel tocando seu nariz no meu. – porque eu fico excitada – ela sussurrou.
-Bom saber disso – mordi os lábios outra vez.
-Finn... – dessa vez ela mordeu meu lábio inferior – você me enlouquece quando morde os lábios. Agora sempre que fizer isso, vou te agarrar, não importa o lugar.
Chupei o lábio superior dela: — você está muito safadinha dona Rachel.
-Você não imagina o quanto – ri e ela me beijou. As mãos de Rachel passaram para dentro da minha camisa, arranhando meu peito. Rachel começou a se movimentar no meu colo, me deixando excitado. Baixinha safada; rasguei sua blusa rapidamente e desviei minha boca da dela, descendo para os seios, beijando-os loucamente. Ela gemia e apertava minha cabeça contra seus seios me excitando ainda mais. –Amo quando você beija meus seios – gemeu Rachel.
-Não devíamos está fazendo isso, mas é difícil controlar o desejo que sinto pelo teu corpo garota.
-Nem pense em tentar controlar. – Rachel tirou minha camisa e deitou na cama. – por que não estamos fazendo nada errado. – ela me puxou e colou os lábios no meu pescoço.
-Não estamos. – disse antes de beijá-la. A boca de Rachel pedia minha, mas dessa vez com mais voracidade, a sua língua explorava cada milímetro da minha boca, me causando arrepios.
-Eu sei. – disse ela descendo um pouco embaixo de mim. – não deita completamente, por favor. Você é muito grande amor. – uma coisa dessa não era pra ser dita nesse momento, corta o clima. Ate o momento que senti Rachel abrir o botão e o zíper da minha calça, uma de suas mãos adentraram na cueca chegando ao meu membro, soltei um gemido quando Rachel apertou-o levemente.
-Rachel, o que está tentando fazer comigo? – a voz quase não saiu por causa da excitação.
-Vendo como será nossa primeira vez – ela desceu minha calça e cueca ate o meio da coxa. Agora eram as duas mãos dela me tocando, me deixando maluco. – nossa amor, que grande. – disse Rachel virando e ficando em cima de mim, sua boca bem próxima do meu membro.
-Chel... – sussurrei ao sentir a boca dela encostar-se no meu membro, me segurei nas bordas da cama – você... – como se tivessem vida própria, minhas mãos pousaram na cabeça de Rachel pressionado-a, fazendo meu membro ficar quase todo na boca dela. – quer me matar. – foi difícil, mas puxei-a, aquela sensação de tê-la me chupando foi a mais incrível de toda minha vida, mas precisava parar, mais um segundo ali e eu a faria transar comigo de qualquer jeito. Mas não significou que pararia por ali. – minha vez de te fazer delirar. – fiquei por cima de Rachel, colocando uma de suas pernas em minha cintura, apertando sua coxa e beijando-a.
-Duvido que consiga me fazer delirar como fiz com você. – murmurou Rachel entre o beijo.
-Não duvide. – minha mão desceu pelo corpo dela, trilhando cada curva chegando a sua calcinha por baixo da saia. Adentrando e parando sobre sua virilha.
Rachel chupou meu lábio inferior com força: — agora você quer me matar.
-Eu disse para não duvidar. – comecei a massagear a virilha dela que gemia enquanto chupava meu pescoço. Samantha foi à única garota, fora a Rachel, com quem tive tanta intimidade, apesar de termos perdido nossa virgindade juntos, Samantha parecia ser mais experiente e eu me sentia meio envergonhado às vezes. Já a Rach, às vezes, parece que faz as coisas por inocência e ela ainda é virgem, e ser o primeiro dela me torna especial, a meu ver, e quando estou com ela não sinto vergonha de tocá-la ou de fazer coisas... Intimas.
-Finn... – gemeu Rachel quando penetrei um pouco meu dedo dentro dela, movimentando ele. – o que você ta querendo fazer comigo?
-Te preparando para nossa primeira vez – disse penetrando mais um dedo. Instantaneamente tirei meus dedos de dentro dela, pois Rachel gritou. – Que foi?
-Finn, isso vai doer? – perguntou ela com uma cara de horror e se afastando de mim.
-Não sei. Dizem que em algumas garotas dói, mas em outras não.
-Não estou preparada para isso. Não mesmo. – confesso que fiquei decepcionado com Rachel pelo que ela disse, mas fiquei mais decepcionado comigo, pelo que fiz. Devia ter lembrado isso, Samantha reclamou da dor. Céus vê-la assim me deixou mal.
-Desculpa Chel. – abaixei a cabeça. – você deve tá com ódio de mim.
-Não Finn. Não estou com raiva de você meu amor. Mas não estou pronta pra sentir essa dor quase insuportável. Eu que peço desculpa.
-Agora é serio. Eu prometo nunca mais perder o controle. – disse segurando suas mãos.
-Também prometo. – Rachel sorriu envergonhada e me deu um selinho. – mas Finn, saiba que quero que seja com você, mesmo. Você foi o único cara por quem me apaixonei. Por quem sou apaixonada. Não posso dizer o mesmo sobre você, por causa da Quinn e da Samantha... – pra que falar delas? Odeio isso.
-Não fala delas como se eu ainda as amasse. Elas são passado. Sim, elas já fizeram parte da minha vida, mas isso não significa que ainda as amo. – Rachel abaixou a cabeça. – olha pra mim, Chel. – disse colocando o dedo em seu queixo e levantando sua cabeça. – é você que eu amo Rachel, elas não importam, não significam nada, quando eu estava com elas pensei que as amava, mas só me dei conta do que era amar alguém quando conheci você. Eu te amo nada e nem ninguém vai mudar isso, entendeu?
-Por você eu seria capaz de sentir essa maldita dor a cada segundo durante o resto da minha vida.
-Não precisaria passar por isso durante tanto tempo. – abracei-a – vamos descer agora?
-Vamos, mas preciso de uma camisa – Rachel olhou para sua blusa rasgada ao nosso lado. – você foi muito maldoso com ela.
-Desculpa, mas quem mandou você me deixar maluco daquele jeito?
-Quem mandou VOCÊ me deixar maluca com essas mordidas nos lábios?
-Empate então. – vesti minha camisa – você vai querer uma camisa minha ou vai descer assim, só de sutiã?
-Acho melhor vestir o uniforme das cheerios, para meus pais e sua mãe não desconfiarem do que houve aqui.
- Chel, eles devem desconfiar, principalmente minha mãe, quando você vem pra cá, passamos a maior parte do tempo trancados no meu quarto, e ela tem razão, porque não teve uma vez sequer que não nos “pegamos” quando estávamos aqui.
-É normal, não e? Afinal, somos namorados.
-Minha namorada gostosa. – disse dando um beijo molhado em um dos seios de Rachel que gemeu.
-Namorado safado. – Rachel riu.
-Foi você que fez sexo oral em mim.
-E foi você que quase tirou minha virgindade com os dedos – Rachel rebateu.
-Ta, já pedi desculpa, poxa. – fiz cara de raiva.
-Nossa que estressadinho. – Rachel deu uma risada – não precisa ficar com raiva meu amor.
-Não gosto de lembrar isso, to muito decepcionado comigo mesmo.
-Não digo pra esquecer, porque sinceramente, foi uma sensação muito boa, e a dor é passageira, amor. Nem estou mais sentindo nada.
-Desculpa.
-Se você me pedir desculpa outra vez, te amarro nessa cama e te obrigo a fazer sexo comigo. Ai todos irão ouvir meus gritos.
- Não Chel. Tá louca? Minha mãe me mata.
-Então pare já com esses pedidos de desculpa. – Rachel vestiu o uniforme dela e descemos.
Eu estava muito nervoso, os pais da Rach já haviam chegado há meia hora e nós no quarto. TÔ MORTO! Estávamos todos sentados, Rachel ao meu lado, claro, segurando minha mão por baixo da mesa, mamãe na ponta e os pais de Rach na nossa frente.
-Rachel, agora vocês podem nos explicar o motivo dessa reunião? – Leroy perguntou para Rachel, mas estava me encarando.
-Bom. Acho que nem é preciso perguntar Leroy, pelo menos eu já desconfiava desde que voltamos de viagem. – Hiram sorria para mim e Rachel, fiquei aliviado por isso.
-N — nós queremos oficializar – gaguejei. – eu gosto muito da Rachel, muito mesmo. Na verdade, eu a amo, pode ate parecer loucura por nos conhecermos a pouco tempo, mas esse tempo foi o suficiente para eu apaixonar por ela. – tentei parecer calmo, mas meu nervosismo era evidente.
-Leroy, você tem algo contra? – minha mãe perguntou.
-Não tenho nada contra, Carole. Só me espantei com o jeito que “conheci” seu filho, fazia muito tempo que não o via, nem notei que era ele quando o encontrei com a Rach.
-Foi uma cena bem... Exótica – Hiram riu. Poxa, não precisavam falar sobre aquele vexame, bastava o que aconteceu com minha mãe. – o casalzinho abraçadinho, deitado no sofá, dormindo.
-Pai. – Rachel murmurou.
-Como assim? – minha mãe me olhou espantada.
-É brincadeira – Leroy mentiu. – eles estavam estudando. – Leroy me olhou e eu sorri aliviado, e agradecido.
-Hum, ótimo. – o almoço foi longo, mas foi ótimo. Leroy parecia está gostando da ideia de eu namorar com Rachel, minha mãe e Hiram já adoravam.
Notas finais
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