Notas iniciais
Oie! Um cap novo mais cedo, só que curto. Pois ninguem disse se recussito a Anie ou dexo ela morta. Vou enrrolar até vcs dizerem.
Boa leitura



POV Nico



E ainda não acreditava que Annie se havia
ido. Sempre fomos melhores amigos. Você deve estar pensando, ‘’ Mas você é
filho da Morte, se supõe que você não liga pra essas coisas sentimentais!’’



Mas imagine, você foi resgatado por essa
pessoa, com ela você praticamente foi criado, você cria um laço forte de
relação com essa pessoa. No mínimo, você vai sentir falta!



E Annabeth era como uma irmã para mim. Ela
sempre esteve ali do meu lado, para me ajudar, para me levantar se eu caísse
(sim, eu sou bem poético). Agora
pensava, sonhava com o julgamento de Annie. Não só o julgamento, também em
quanto chegava lá.



‘’ Ela ia
navegando em um bote. Um homem de terno de seda italiana estava levando-a. Do
nada, seu terno desapareceu. Em seu lugar, estava um capuz negro que escondia
seu rosto. Quando ele a ‘’olhou’’ se pode perceber um sorriso meio diabólico em
seu rosto.



-Annabeth! Você acordou... Faz tempo que espero sua
visita... –o homem disse



- Quem é você?-Annabeth indagou- Como sabe o meu nome?



-Ah! Vai me dizer que você não se lembra de mim? –o
homem disse, fingindo estar surpreso.



- Não! –ela disse – Quem é você?



-Sou Caronte. Eu te vi faz... 10 anos. –Caronte
respondeu.



Ela se calou. Parecia que estava tentando entender o
que se passava naquele lugar. O que se passava com ela. Então entendeu tudo (se
lê, lembrou). Caronte era servente de Hades. Ele levava as almas para o
Inframundo. Agora ela o olhava assustado e surpresa. Havia entendido tudo.



-Agora você percebeu?- Caronte disse totalmente
debochado. Pude perceber uma cara de raiva no rosto (agora transparente e
coberto com um capuz negro).



Ela olhava atentamente aquele rio. Com certeza
lembrava a ela muitas coisas que ela e Percy haviam passado juntos. Quando ela
avistou o solo, ela se levantou do assento e começou a procurar um velho amigo.
Ela pôs a mão nos bolsos e fez uma cara triste. Caronte entendeu e apontou sua mão ossuda para
uma bola de borracha pequena de cor vermelho sangue. Ela sorriu e pegou a
bolinha de borracha. Guardo-a entre os dedos esperando chegar a terra. Ela
olhava o rio, lembrando-se do julgamento.



Ela parecia absorta em pensamentos. Mas prestou atenção
na borda quando chegaram nela.



- Foi um prazer ver você aqui Annabeth... – Caronte disse
com um horrível sorriso cínico.



Ela saiu. Caminhou triste pelo caminho de pedras
pretas. Quando ela ouviu um latido, (quer dizer, três latidos) saiu correndo em
direção ao som. Chegou lá e deu um abraço em seu velho amigo, Cérbero. Jogou a
bolinha e brincou com ele, até que achou necessário ir-se. Ela ouviu o choramingo
do enorme cão e disse:



- Não chore, agora sempre estarei aqui para brincar
com você... Sempre – ela disse a última palavra com dificuldade.



O cão ‘’bufou’’ de felicidade e voltou a seu lugar.
Annabeth foi ao julgamento, onde, por alguma razão, todos lhe deram prioridade.
Ela entrou em um tribunal feito de ônix e mármore escuro.



Todos os juízes entraram no acordo de que Annabeth poderia entrar nos Elíseos. Ela ficou feliz e caminhou pelos caminhos que levavam ao seu destino. Era fácil reconhecer tais caminhos, pois estes se enchiam de flores e cores. Já os outros se enchiam de ossos humanos e cinzas. Quando ela chegou ao seu lugar, se maravilhou com as construções. Era tudo de mármore branco, limpo. Tudo esteticamente bom. Ela estava feliz’’



Ela parecia feliz naquele lugar... Será que era realmente o certo tira-la de ali?

Notas finais
Obrigada a vc que chegou até aqui. Se vc esta gostando da fic, deixa uma recomendacao. Faz super bem e deixa a autora muito feliz. Ah! Deixe seu Review dizendo o que vc acha que faco com a Annie. Deixo ela Morta ou recussito ela? Lembre-se que vou enrrolar até uma opiniao chegar,
Bjs pras corujinhas!