Notas iniciais
Ai está um cap novinho em folha.
Atencion: Qualquer nome mitologico com erros, se devem a mistura do portugues e do español, pq eu moro em um pais da america central.
enjoy



- Percy, o que você vai fazer no Olimpo? – Grover
parecia interessado



- Uma missão... Vão me dizer qual é lá.- respondi- E
você?



-Reunião. Dos espíritos na natureza. – disse com certa
tristeza- As plantas... Estão morrendo, Percy. Ninguém sabe por que.



Eu comecei a ficar preocupado. Não sei por que, pois
nunca fui muito ‘’ecologista’’. Eu acho que, no momento que a ‘’alma’’ de Pan
entrou em mim no labirinto, comecei a ser assim.



Estava tocando uma música na rádio, ‘’It must have been Love’’, e eu
me lembrei de Annabeth. Da maneira que ela beijou tão calorosamente outra
pessoa, sendo minha namorada.



Isso me tirou da atenção, e eu quase que atropelo uma
vaca. Eu disse uma vaca? Nããããããããooooo! Era metade homem! O-ou.



-Perrrrrrrrrceee!- Grover estava maluco- O
minotaurrrrooooo!



Eu saí de meu carro pela janela e tirei Anaklusmos do meu bolso
(não sei porque ainda tinha ela no meu bolso, acho que era por via das dúvidas)
e corri até o Minotauro.



-Oi amiguinho! Quanto tempo né?- tentava ser amigável,
mas ele não queria.



Ele correu em minha direção, eu, muito esperto,
desviei sua chifrada, contornei o seu corpo, e cravei a espada em sua coluna.
Mas... Ele continuava alí! Bufando! Até que eu ouvi. Por segunda vez, aquele
grito grave, que me dava vontade de cavar um buraco, me esconder e chorar de
pânico. Da onde vinha aque... Ai, como eu sou lerdo!



- Grover!- exclamei- Porque você não pode fazer isso
na batalha de New York? Eu preferia!



Grover apenas sorria. Ele sempre ficava assim quando
ajudava em algo.



Eu entrei no carro, ainda abatido. Fazia tempo que não
lutava com monstros. Estou em completa desforma! Preciso treinar!



Continuamos a correr com o carro. Estariamos em praticamente
9 horas em Nova York.



Eu amo a minha casa. Ele é o lugar humilde, mas tão
aconchegante quanto um abraço em momentos tristes.



Mas deveria ser por isso que era tão aconchegante:

1° motivo: O lugar era infestado de azul e verde.



2° motivo: Minha mãe é super legal e sempre faz doces
azuis.



3° motivo: A casa em si era confortável.





E agora eu ia em direção. Ouvindo músicas alegres como
baladas e mixagens.

Resumindo: Eram dois loucos, um semideus e um garoto bode cantando como loucos
músicas alocadas.



Não sei era por conta da minha hiperatividade, mas
quando me dei conta, já estávamos na metade do caminho.



Paramos em um hotel. Um tanto caído, mas para passar
somente uma noite, estava bom. Era de madeira, como uma pousada, tinha o saguão
pequeno, com um sofá verde e uma mesinha com revistas. O recepcionista chamou
nossas atenções.



-Os viajeiros querem um quarto?- ele disse



Era um homem loiro, com expressões alargadas e um
sorriso que derrete qualquer uma.



- Hermes?!- eu disse. A lerdeza de repente quis tirar
férias!



-Sim, Percy. – ele começou- Eu sempre apoio os
viajantes, já que sou o Deus deles.



-Então, quer dizer que você vai ajudar a gente?
-Grover estava entendendo...



- Sim, sátiro.



Hermes abriu uma bolsa e tirou uma bolsa de pastilhas
de menta. Tinha mais ou menos 10 pastilhas. Se aquilo era uma nova invenção, eu
não sei. Só sei que nunca ouvi falar em ‘’pastilhas de menta que Hermes te dá para
ajudar’’.



-São pastilhas auto transportadoras. -ele disse- Sim.
É minha nova invenção.

Elas são pastilhas que te transportam para onde você quiser. É só focar o
pensamento nesse lugar e comer a pastilha. Ela te transportará para onde você
desejou. Ela não leva pra muito longe, se for muito longe, ele te levará ao
mais perto do que você falou. Eu vou te dar o pacote inteiro, mas use com
precaução.



-Obrigado Hermes!- disse- dos Deuses você foi sempre o
que mais ajudou.



Hermes sorriu e entregou o pacote. Acho que não vamos
necessitar dormir aqui. Recolhi duas pastilhas e dei uma para Grover.



-Para o Olimpo, viu?



Ele afirmou com a cabeça.



Comi a pastilha. Com o pensamento firme no Olimpo.
Senti uma sensação como se um tubo me engolisse, me esticara e me apertara.



De repente, estávamos eu e Grover de pé na sala dos
Deuses. Todos nos olhavam assustados.



-Pastilhas de Hermes- disse



Todos suspiraram de alívio. Talvez pensassem que fosse
uma mensagem íris. E essas mensagens quase nunca são boas.



Naquele momento, eu percebi Annabeth. Ali no canto da
sala. Ela estava diferente. Seus cabelos loiros estavam mais sedosos e brilhosos,
seus olhos mais vivos. Ela estava... Bonita.



Poseidon começou a dizer a nossa missão.



- Percy Jackson e Annabeth Chase. Vocês estão
destinados a cumprir uma missão. Há o uma semideusa, filha de Perséfone. O
problema, é que o pai dela é um semideus filho de Zeus. –ele olhou rapidamente
ao irmão. –logicamente, ela está mudando o ambiente natural. As flores morrem,
sofrem mutações... Enfim queremos que vocês procurem essa semideusa. Não
sabemos se ela pode tender para o lado Deus ou humano. Necessitamos que ela
venha para vermos o que ela é.



— Eu aceito a
missão. –Eu e Annabeth falamos um uníssono.



- Ok. As informações básicas são que ela vive em Novo
México. Ela será fácil de achar. Só ver as flores. Quanto mais bonitas e
exóticas forem, mais perto estarão.



Eu cheguei junto de Annabeth e a saludei. Dei uma
pastilha e expliquei tudo sobre ela. Annabeth estava mais Madura. Não guardava
rancor. Mais deixei esse pensamento.



Comemos as pastilhas pensando em Novo México, e senti
de novo aquela sensação.



Notas finais
Obrigada voces, corujinhas que chegaram até aqui!
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