A Terrível Geada
1 A Geada
Notas iniciais
Chico dormia em sua cama na República, ele tinha pesadelos constantes com a Geada, onde ela ameaçava ele e ria por estar prestes a acabar com a plantação de seu pai.
-(Violette)Chicô, esses pesadelos non acabam?
-(Chico)Não, e o pior é que esses pesadelos são reais, eu vejo toda hora no jornal, que a Geada está se aproximando no interior.
-(Bombeta)Calma, Goiabento! Tudo vai dar certo.
-(Chico)Você falando parece o Jura...
No sítio, o Seu Bento olhava na janela com um olhar de tristeza, a Dona Cotinha viu que ele não estava bem e fez um café com bolo de fubá.
-(Seu Bento)Gradecido, Cotinha!
-(Dona Cotinha)Ara, num vai querer nem um pedacinho di bolo di fubá?
-(Seu Bento)To preocupado com a Giada.
-(Dona Cotinha)Ara, é vredade.
-(Seu Bento)I si ela distrui minha prantação? Como vo pagar a facurdade do Chico.
-(Dona Cotinha)Mais o Chico não está trabaiando?
-(Seu Bento)Mais ele vai si matar de tanto trabaiar, ansim num vai poder estuda pra ser agromono.
-(Dona Cotinha)Agronomo, Bento.
-(Seu Bento e Doca Cotinha) Há Há Há! Vai ficá tudo bem.
Um vento forte batia nas janelas da república do Chico, todos nem estavão ligando, só que acabou a luz pelo forte vento. Lee, com raiva, começou a pragrejar por estar sem seu computador. Chico escutava da janela uma voz dizendo:
-Chico, Chico!
-E-Eu...
-Eu estou chegando em Vila Abobrinha.
-Ge-Geada?!
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