Notas iniciais
Oe! Essa é minha primeira fic. tava sem imaginaçao para postar nenhuma entao essa deve tar um merda :( Desculpa ae pelos erros de ortografia. Dp eu posto uma melhor.
Bye, malikisses e horanhugs liamdas ♥ :*

Noite de sexta feira! É hoje que os jovens costumam sair para se divertirem junto aos amigos, familia ou namorados. Mas nao fui convidada para nenhuma dessas atividades sociais. Meus amigos mais proximos ou estão fazendo trabalho — que eu ja fiz — ou estão namorando, ou estão enchendo a cara. Nao estou a fim de segurar vela para ninguem e nem bebo. Nao acho a mínima graça em beber pra ficar doidao, fazer um monte de merda e depois nem se lembrar. Tambem nao to afim de carregar alguem fedendo que nao consegue ficar em pé nas próprias pernas e que nao fala coisa com coisa.

Contanto, a noite esta bonita demais para ficar em casa. Saio de casa com apenas minha chave num bolço e o celular no outro. Nao pretendo demorar. Posso ir a praça ou andar pelo parque. Chamo o elevador que chega em 2 minutos. Uma senhora de cabelos curtos e vermelhos está dentro, junto com seus dois cachorros. Estranho. Acho que nunca a vi pelo prédio. Deve ser a nova moradora do 62.

- Será que cabe? — analisei o elevador bem pequeno, feito de metal e sem nenhum espelho.

- Claro, a gente dá um jeitinho.. — ela dá um passo para traz para que eu entre. — tudo tem sempre um jeito, menos a morte. — ela sorriu para mim com os dentes amarelados sujos de batom tambem vermelho.

Essa foi a segunda vez que me falaram isso essa semana e nao foi a mesma senhora. Que medo! Parece até aqueles filmes de premonição . Seguindo a teoria de que essas coisas sao reais isso pode significar 3 coisas: 1- eu vou morrer. 2- alguem que eu conheco vai morrer e nao importa o que eu faça nada vai mudar isso. Eu tenho que me conformar com a perda dessa pessoa e seguir em frente com a vida ou 3- vai acontecer uma grande mudança na minha vida. Espero ser a 3! Quem sabe eu ganho na loteria. Improvável por que eu nem jogo.

Salto do elevador assim que este chega ao térreo. Olho para traz e a senhora sumiu. Talvez ela tenha continuado lá ou apenas sumiu. Nao é possível! Nao tem como ela simplesmente evaporar e se misturar com o ar! Estou vendo coisas só pode. Sabia que eu tava louca!

A noite está maravilhosa! Clara, com a luz das estrelas espalhada pelo céu, sem nenhuma núvem para tapar a lua cheia e impedi-lá de refletir na agua tremeluzente da fonte de pedra bem no meio da praça de meu bairro. As arvores cheias de folhas bem verdinhas que caem com a brisa formando um tapete.

Gostaria de ter trazido minha câmera fotográfica para tirar uma foto desse quadro. Ficaria lindo! Tenho que me contentar com a câmera do celular, sem HD, balanceamento de cores nem nada. Tiro algumas fotos mas nenhuma fica boa. Estou perto de mais. Nao da pra captar a imagem inteira. Me distancio poucos metros. Tiro uma foto. Uma criança jogou uma moeda na fonte assim que tirei. Ficou boa, espontânea, mas quero uma só de paisagem. Tiro outra foto. Caio no chao. Minha cabeça se choca contra o asfalto pintado de amarelo. A testa esta mais quebte que o normal, deve ser por causa do sangue que desce à linha dos meus olhos. Os fecho, nao quero sangue neles. O barulho da cidade parece estar a um bilhão de quilômetros de distancia. Estou ficando surda? Meus sentidos se perdem, é como se eu estivesse dentro de uma banheira, submersa, tentando a todo custo fazer com que meus músculos obedeçam para me libertar da água sufocante, mas eles me ignoram.

Era sobre isso que a senhos de cabelos vermelhos me alertara? Eu morri? Assim, sem mais nem menos, sem nenhuma historia dramática para mostrar minha luta para sobreviver de uma ameaça eminente, a qual eu lutaria com todas as forças ainda restantes para que, no final, eu morra tragicamente? E meu flashback de memórias que deveria estar passando em minha cabeça? Quais imagens deveriam aparecer nele, meus melhores momentos, os tristes, as brigas ou injurias, ou os momentos toscos em que dou risada sozinha? Todos esses momentos... eles compõem a vida. Fazem parte de viver. Num momento estamos vendo um filme, agarrados a nossa coberta e a um copo de chocolate quente e no outro nos queimamos com o chocolate por causa de um susto que levamos. Num momento estou tirando uma foto de uma bela capital cheia de vida e luz e no outro estou caída, morta, no asfalto duro debatendo em minha mente o porque de nao haver nenhum flashcback de memórias passando por ela. Apago.

Agora acho que morri. Adeus....

Notas finais
obrigado por lerem, se gostare comente plz? se nao gostarem procurem outra historia para lerem pq nem eu mesme gostei k
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!