Notas iniciais
Spoiler: cap QUENTE



Pov's Austin


O cheiro de Bella entrava em minhas narinas. Meus braços estavam ao seu redor, segurando-a, protegendo-a.... Sua cintura era fina e delicada, ela era delicada. Estava virada de costas para mim, de forma que deixasse caminho livre para seu pescoço. Afundei meu rosto em seus cabelos, eles tinham cheiro de morangos misturado com Bella. Plantei vários beijos em seu pescoço e na curva de sua mandíbula, mas nem sinal dela acordar. A puxei mas para perto de mim e enterrei-me em seus cabelos e deixei-me cair em um sono profundo.

Ouço risadinhas vindo da porta, abro os olhos imediatamente e lá estão elas. As três criadas de Bella, todas são muito bonitas e estão completamente envergonhadas e coradas. Eu inspiro e olho para o anjo que está ao meu lado, ela dorme tão profundamente. Nem reparei que ela havia trocado de posição e que agora estava enterrada na linha do meu pescoço, nossas pernas estavam misturadas e embraçadas por trás do cobertor. Meus braços ainda estavam em sua cintura e suas mãos estavam as acompanhando num entrelaço. Tente lentamente me levantar sem acordá-la. Por sorte ela dormia que nem pedra.

Olhei para baixo e fiquei envergonhado pela minha nudez. Bem, eu não estava tanto assim... Meus sapatos estavam jogados em um canto do quarto junto a minha camiseta, mas eu sabia que não devia tirar proveito naquele momento então eu havia dormido com calças (N/M: Yes, baby. Austin dorme apenas de cueca ;) ) Peguei minha camiseta e vesti, depois fui até as meninas e as cumprimentei o que as deixaram ainda mais envergonhada. Na verdade, se elas não soubessem o porquê de eu realmente ter dormido ao lado de Bella elas suspeitariam que eu tivesse “dormido com ela”. Mas ontem elas me viram chegar com Bella quase morta nos braços. A lembrança me causa arrepios. E eu ainda não faço ideia de como ela foi parar naquele bendito jardim quando uma tempestade estava caindo. Mas eu não forçaria nada enquanto ela estivesse naquele estado. E quando eu cuidei dela... Meu Deus... eu a deixei nua. E confesso que não foi nada fácil aguentar para meu amiguinho aqui em baixo. Mas eu nunca iria tirar proveito disso, aquela era a garota que eu amava e mesmo se não fosse eu sempre teria respeito com as mulheres, ou pelo menos com as mulheres que tem respeito próprio.

—Majestade—Elas fizeram uma reverencia.

—Oh, sem formalidades meninas. Err... Anna?... —Senti meu rosto ficar vermelho, eu nem sabia o nome de suas criadas.

—Sim, alteza. Anna, Beth e Sara, ao seu dispor—ela tinha um ar nobre. Cumprimentei cada uma delas antes de dizer.

—Por favor a deixem dormir e assim que ela acordar chamem um médico, eu não estarei aqui quando ela acordar. As selecionadas irão visitar um novo orfanato, acredito que vocês já estejam informadas—elas concordaram—Por favor, eu não quero que ela vá—Pedi—Ela com certeza ainda está fraca e sair só irá piorar. Fiquem com ela até eu voltar, eu não sei exatamente a hora que voltarei, mas em hipótese alguma a deixem sozinha. Por favor não a deixem sozinha!

Eu odiava ser tão mandão e exigente mas eu amava demais aquela garota e não deixaria nada e ninguém machuca-la. Elas concordaram e afirmaram que não a deixariam sozinha. Dei uma última olhada para meu anjo que ainda dormia, eu podia sentir seu peito subindo e descendo com sua respiração. Eu podia sentir o doce hálito que exalava de seus lábios macios. Me despedi das meninas e sai.

Eu sentia uma dor no peito ao deixa-la ali, sozinha. Eu queria voltar...coloca-la em meus braços novamente e dizer que tudo ficaria bem, que não a deixaria, que eu a amava...

Já estava no terceiro andar quando me esbarrei em Grace. Assim que ela me viu, abriu o sorriso que eu amava mas que foi substituído quando ela viu meus cabelos bagunçados, minha camisa meio aberta e meus sapatos carregados na mão.

—Você não dormiu aqui? —ela sussurrou, pude notar o desapontamento em sua voz.


—Não.

—Ah—foram suas únicas palavras. —você vai sair com as selecionadas hoje não é?

—Err... Na verdade eu já estou atrasado.

—Eu pensei que a gente poderia passar o dia juntos, quem sabe de noite? Você vai descer para o banquete.

Não pude deixar de reparar quando seus olhos brilharam de excitação. Ela mordia os lábios de forma agressiva e cutucava as pontas dos cabelos com a cabeça abaixada.

—Me perdoe, Grace. Eu tenho compromissos.

Eu passei por ela e quando estava entrando no meu quarto ela me chamou.

—Eu sinto sua falta.

Olhei em sua direção e vi que ela chorava. Eu sabia que estava atrasado, eu sabia que não deveria fazer aquilo. Eu sabia que Grace era um passado distante. Mas eu o fiz. Agarrei-a pela cintura e a envolvi em meus braços, em um abraço.

—Eu também sinto sua falta, Baby. Eu prometo que você terá um dia só para você, agora eu preciso ir—beijei sua cabeça antes de entrar no quarto.

♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Conversava com Paloma e Maria enquanto os carros ainda não chegavam. No começo achei estranho quando as vi juntas. Maria sempre andava com Bella e Thayla. As duas mantinham uma conversa animada sobre cultura comigo. Elas estavam com vestidos curtos apesar do frio e Paloma não perdia tempo em demonstrar os seios fartos que escapavam de seu decote. Mas eu não me importava com aquilo, minha cabeça estava em outro lugar ou melhor em outra pessoa, Bella. Eu ficava imaginando se ela já teria acordado, se ela havia sentido minha falta ou se ela estiva brava por eu não ter acordado ao seu lado.

No momento em que os carros haviam chegado ofereci o braço as duas, que aceitaram com prazer. Estranhei novamente o fato de Maria quase pular para cima de mim. E quando estávamos caminhando para a saída ouvi risos. Risos diferentes e bem altos, vire-me na direção daquele som celestial. E foi ai que encontrei seus olhos.

Ela estava mais linda do que antes. Uma simples calça jeans e botas altas, um cardigã rosa por trás de um casaco, sua áurea loura estava solta e lisa. Bella estava aqui. Balancei a cabeça, expulsando qualquer lembrança de tê-la em meus braços igual hoje cedo. Ela estava aqui. Ela havia me desobedecido. Instantaneamente soltei os braços das garotas que me olharam confusas, as deixei para trás e fui em direção a Bella, que sorria calorosamente para Thayla.

—Posso saber o motivo de tanta alegria? —Tentei passar todo meu charme enquanto olhava interrogativo para Bella.

—Não é nada demais, alteza—Thayla se manifestou.

Meus olhos não deixavam os de Bella. Ela ainda estava muito pálida e podia sentir o tremor que vinha debaixo do seu casaco. Seus lábios estavam com um batom rosado e naquele momento senti uma vontade de pegá-la em meus braços e a beijar até sua boca doer. Até ela aprender a ser obediente.

—Acho melhor a gente ir—Ela pegou os braços de Thayla e caminhou até a saída.

Não foi difícil a puxar para mim e prende-la em meus braços.

—Você tem o dom da desobediência.

Sussurrei perto de sua boca. Ela estava ofegante apenas com isso. O que me deixou mais excitado ainda. Deslizei minhas mãos para sua cintura e as apertei.

—Oh, Bella, Bella, Bella—provoquei—O que eu faço com você? —Mordi a ponta de sua orelha e senti seu corpo reagir—Você é tão desobediente, suas criadas não te avisaram.

Ela se afastou, tentando criar alguma distância entre nós.

—Você não é o meu dono, Austin. Eu posso fazer o que eu bem entender, e não me leve a mal mas não é você que defini se eu posso ou não sair da cama.

Ela se soltou dos meus braços e a puxei novamente. Mas vamos dizer que dessa vez usei toda minha força. A prensei em meus braços e apertei meu corpo ao dela, sua boca deliciosa estava centímetros da minha. Seus olhos estavam arregalados de excitação.

—Você está me desafiando Srta. Miller?

Confesso que aquela voz não era minha e sim de um modelo Sexy Appeal. Eu me aproximei mais e beijei seu pescoço. Ela cheirava tão bem, tão Bella... Eu a queria naquele momento... Só para mim...

—Entenda como quiser, Schreave—Ela sussurrou no meu ouvido.

E naquele momento eu pensava em puxá-la para o quarto. Para tê-la para mim. Apenas para mim... Mas ela já havia se soltado e já caminhava para a saída e dessa vez eu não a parei.

Pov Bella

A viajem de carro foi ainda mais tentadora, Austin fez questão que eu e Thayla fossemos no seu carro. Logicamente eu não iria aceitar, mas quando eu vi Maria e Paloma quase nua, se exibindo para o meu Austin. Sim Meu. E ele não deixou dúvida ontem enquanto dizia que me amava...Quando ele me beijava hoje de manhã...Quando ele me prensou aqui, na frente de todas... Me provocando...

Eu havia sentado no meio dele e de Thayla. Thayla tagarelava animadamente, falando como aquilo era emocionante, como todas as selecionadas haviam ficado morrendo de ciúmes... Na verdade eu não estava prestando atenção exatamente nela e sim em um par de olhos azuis que me analisavam dos pés à cabeça.

Foi quando enfim descemos do carro ele disse:


—Você fica ótima nesse jeans.

Sinto o calor subir e meu rosto esquentar. Olho meu jeans novo, ele é lindo. E totalmente colado, não é de se duvidar que Austin gostou.

—Você é um tarado.

Eu o empurro para longe de mim, ele fingi que bate contra o capo do carro e depois esfrega onde eu o empurrei e me dá uma carreta de dor.

—Ai, isso doeu. —Ele faz beicinho—E eu sou apenas com você.

Eu sorrio com aquilo. A ideia dele flertando com outra garota me dá náuseas. Thayla desce do carro e ele fica mudo novamente. Yes, baby, ele morre de vergonha perto das pessoas, mas tem a cara de pau de me provocar enquanto estou sozinha. PERVERTIDO.

Eu analiso o orfanato em que vamos entrar. Ele é grande, mas parece meio triste. Eu já estive em um orfanato. Na verdade eu já morrei em um orfanato, mas eu não contarei essa história triste e horrenda pra vocês agora...

As mãos de Thayla haviam se entrelaçado com as minhas eu encaro seus olhos flamejantes.

—Eu não sou boa com crianças carente e...

Ela nem precisa terminar de falar. Ela é uma das pessoas mais alegres e divertidas que eu conheci. Ela ainda não sabe sobre Maria e eu não sei se quero falar sobre isso com ela ou com Austin. Mas eu sei que Austin vai me interrogar assim como minhas criadas fizeram hoje de manhã, eu sei que ele não vai engolir essa história. E eu sei que eu não contarei a ele o que ela me fez. Eu não quero o mal de Maria!

Apago essas lembranças enquanto caminhamos para dentro da casa. Uma mulher de cabelos negros e olhos castanhos nos recebe ela aparenta estar por voltas dos 30 mas sua pele esta descuidada e envelhecida.

Ela nos cumprimenta e se apresenta como Ashley. Ela é a organizadora do orfanato e nos divide em grupos, por sorte eu fico com Thayla e Austin. Como Austin está no nosso grupo ela mesma nos guiará.

Primeiro nós visitamos a ala dos menores de 3 anos. Confesso que foi emocionante, haviam muito e muitos bebês, eu fiquei chocada, mas depois me acostumei com a gritaria e os choros.

Ashley me deixou pegar uma das crianças, ela ainda era um bebê e devia estar por voltas dos 6 meses, ela era adorável. Se chamava Lisse e tinha os cabelos em perfeitos cachinhos. Ashley nos informou que sua mãe havia falecido ainda no parto e seu pai havia sumido. Acho que foi meio que por isso que eu me apeguei aquela criança. Foi difícil deixá-la quando eu já havia me apegado a ela.

Depois visitamos as crianças de 12 para cima e Meu Deus! Eu me senti tão velha diante daquelas crianças, como cabelos coloridos, jeans rasgados... As meninas pularam para cima de Austin e os meninos puxaram assunto com a gente. Eu estava em uma conversa “emocionante” com Chuck um garoto de 12 anos que tinha a cara de pau de me paquerar em uma conversa sobre livros.

Ele estava dando uma de suas piscadelas para mim, quando mãos fortes apertaram a minha cintura, não era preciso me virar para saber que aqueles braços pertenciam a Austin. E foi só Austin piscar que Chuck saiu correndo pelos corredores, foi impossível não rir com aquela cena. Me virei para Austin e dei um soco no seu ombro de brincadeirinha.

Depois de longas e emocionantes 3 horas eu já estava acabada. Eu sentia meu corpo mole e minhas pálpebras se fechando. Eu realmente não deveria ter vindo, era para mim estar na cama dormindo e descansando. Mas eu tentava ao máximo ficar ali e dar atenção a todas as crianças.

—Se você quiser a gente pode ir embora—Austin segurou em minhas cinturas antes que eu caísse.


—Não—eu me apoiei em seu braços, fechei os olhos e contei até cinco, foi quando uma voz macia e celestial me chamou.

Me virei ao alcance da voz. E perdi o folego. Era ela, era a criança...Seus cabelos finos e loirinhos balançavam enquanto ele corria em minha direção.

A cena a partir daí foi cômica. A garotinha me agarrou em um abraço e Austin também estava atrás de mim como em um abraço. A gente parecia como um comercial de natal "Família abraçada".

—Ei—eu abaixei a sua altura, ficando cara a cara com ela. Seus olhos eram de um negro profundo e foi ai que eu percebi.

Flashback On

Havíamos acabado de desembarcar. Todos gritavam e aplaudiam, vi que havia várias placas com o meu nome. Fiquei feliz com aquilo. Mas de repente sinto mãos em minha cintura, mãos pequenininhas. Olho para baixo, para o pequeno ser que me agarra. É apenas uma criança.

—Ei mocinha! —digo devolvendo o abraço e me agachando para ficar a sua altura.

—Oi! —diz ela alegremente.

—Olá, como a senhorita se chama?

...

—Gostei do seu ato—disse Maria, se aproximando de mim e me tirando do devaneio de “exploração castelo”.

—Oi? —perguntei, agora olhando para ela.

—Você abraçou a criança—disse ela, como se aquilo não fosse claro.


—Oh, sim, foi só um abraço nada de mais—dou de ombros.


—Você não reparou? —ela perguntou amistosa.


—Reparei em que? —perguntei sem entender nada.


—A criança é deficiente Bella, você não percebeu a falta de um braço? — perguntou ela com os olhos arregalados.

Flashback Off

Dirijo meu olhar para o braço direito da garotinha ou melhor meio braço. Ele está na altura dos cotovelos e percebo que há uma profunda cicatriz na ponta. Estremeço com aquilo e volto meu olhar para a garotinha que de certa forma reparou que eu estava á olhando e agora tinha o rostinho inclinado para o chão.

Com toda a delicadeza eu peguei seu rostinho e o levantei, aproximei-me e lhe dei um beijo molhado nas bochechas.

—Qual seria o nome dessa princesinha?

Ela sorriu com o nome carinhoso que eu havia lhe dado e em segundos ela tirou o rostinho triste.

—Isabelly.


—Oh—eu passei minhas mãos em seu rosto—Um belo nome para uma bela princesinha!

Eu sentia que Austin estava atrás de mim, e eu sabia exatamente o que ele estava encarando então sem ser obvia dei uma pisada em seu pé.

—Ai—ele reclamou.

Isabelly olhou por cima dos meus ombros e quando ela viu Austin ela congelou, definitivamente ela ficou imobilizada. A comparei com a atuação de um desenho antigo, Chaves, quando ele fica paralisado e não pude deixar de sorrir.

—Princesa Isabelly apresento-lhe Austin Schreave. Príncipe apresento-lhe a princesa Isabelly.

Austin olhou para mim, entendendo a brincadeira. E em minutos eu e Austin estávamos rindo e brincando com Isa, ela era a criança mais adorável que eu havia conhecido. Ela falava sobre tudo, ela perguntava como eu havia entrado para a seleção, como era o castelo, se as outras selecionadas eram iguais a mim, e por inocência eu respondi que sim, eu não queria magoa-la com a realidade. E quando ela perguntou se Austin já havia me beijado a sala inteira caiu em gargalhadas, e confesso que depois de me corar dos pês a cabeça eu também ri. Ela não era uma criança normal e eu não me refiro a sua deficiência, ela é pura e inocente. Eu tinha vontade de abraça-la e protege-la de qualquer ameaça.

—Isabella Swan—Ashley se aproximou enquanto Isa brincava com outras crianças—Ela é a criança mas adorada do instituto. Seus pais morreram em um acidente de carro. Isso foi a um ano atrás. Seu pai era um grande empresário, mas conseguiu o sucesso através do controle e enganando as pessoas, quando o governo o descobriu foi seu fim. Ele pegou todo o dinheiro do banco, pegou a filha e a esposa que eram inocentes e fugiu...Infelizmente eles nunca chegaram no local desejado, o carro bateu em um caminhão. A mãe morreu na hora, o pai teve duas paradas cardíacas antes de morrer e Isa, bem, ela sobreviveu mas teve que viver com as cicatrizes da vida.

Se alguma vez eu reclamei sobre os meus traumas e cicatrizes eu retiro agora. Aquela criança sofreu tanto...Ela não tinha culpa de nada e mesmo assim a vida à castigou.

Mas quando eu olho para Isabelly eu não sinto dó ou pena. Quando eu olho para ela eu vejo a criança feliz e alegre que existe dentro dela.

Pov's Austin

Depois de Ashley nos explicar sobre a vida de Isa, eu senti Bella fraquejar ao meu lado. Ela tinha lagrimas nos olhos. Oh, Bella... Sempre tão humilde e companheira.

Segurei-a pela cintura. E falei que estava na hora de partimos, eu sentia um nó na garganta em deixar Isa para trás. Mas sabia que Bella não aguentaria muito então partimos, não sem antes abraçarmos e mimarmos Isa. Eu prometi que a levaria para o castelo para conhecer minha irmã. Ela ficou super animada o que foi substituído quando Bella falou que nos iriamos embora, ela nos fez prometer que nos voltaríamos para vê-la.

A viajem de volta para casa foi silenciosa. Não me importei quando Bella descansou a cabeça no meu ombro e ela também não se importou quando entrelacei nossas mãos e nem quando dei-lhe um beijo antes dela desmaiar no banco.

Quando chegamos acordei ela e Thayla que haviam cochilado no caminho, sussurrei para Bella que resolveria algumas coisas antes de ir ao seu quarto.

Fui para meu quarto, tomei um banho. O banquete já estava sendo servido então pedi que alguma criada pegasse algumas guloseimas.

E quando eu já estava com uma bandeja cheia de comida desci para o quarto de Bella.

Bati duas vezes antes dela abrir. E Uou, eu quase tive um treco quando a vi. Ela estava com um baby-doll branco de renda, ele ia até a altura das coxas. Seus cabelos estavam naturais e jogados em cascatas sobre seus seios.

Tive que segurar a bandeja forte para não deixa-la cair. Senti Bella ficar vermelha.

Tentei ao máximo me concentrar na comida, mas estava impossível com Bella vestindo apenas…aquilo. Nós estávamos em sua cama, enquanto ela se entupia de bolo e Coca-Cola.

—O que foi? —ela perguntou quando viu que a encarava.


—Bella, me fala para parar, ok? Eu não sei... talvez você possa se arrepender depois.

—Do que? —Ela olhou dentro dos meus olhos.


—Disso.

Eu não estava mais aguentando, prensei-a na cama e comecei a beijá-la com toda força e vontade que ficou acumulada todos esses dias. O beijo era voraz e ela não se importou quando nossas línguas dançavam numa dança animada. Suas mãos deslizavam sobre os meus braços e ombros... Eu apertei-a na cintura e fui subindo minhas mãos por todo seu corpo. Ela era tão macia e cada vez que a tocava era como se chamas a consumissem. Mordi seu lábio inferior e comecei uma trilha de beijos em sua barriga. Que a certo ponto já estava a mostra, minha mão direita estava em suas coxas enquanto a outra a mantinha presa. Ela gemeu e direcionei até a sua boca para abafar o gemido. Ela tirou minha camiseta, sua respiração estava desigual e seus olhos eram como chamas. Olhei para seu corpo, que agora estava apenas com peças intimas. Meu Deus. Aquela garota me deixava louco.

—Você tem certeza? —Sussurrei em uma voz áspera.

Ela afirmou com a cabeça. E não pensei duas vezes antes de voltar a beija-la. Mas eu não podia fazer isso. Não agora. Eu a queria tanto, tanto, tanto... Mas não desse jeito... Ela seria minha... Minha esposa... Minha mulher...Eu a teria...Mas não agora.

Notas finais
O que acharam? Falem sobre sua parte favorita do capítulo, eu gostei da parte do Chuck e do Jeans "Pervertido" (Risos) E a Isa ELA SERÁ MUITOOOOOOO IMPORTANTE NO FINAL DA FIC ;) Eu to postando rápido ag, perceberam? E hj é a prova do ETEC, ME DESEJEM BOA SORTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! BJS E NÃO, O AUSTIN NÃO VIU AS CICATRIZES DELA. AINDA NÃO