Notas iniciais
Olá seus lindos! Please leiam e favoritem essa fic! Deêm uma chance a ela e não vão se arrepender, sérião *-*

Gostaria de divulgar a fic da autora "Sammy K"

Entrei em pânico. O que eu faria naquele momento?

Maxon ainda segurava Celeste, que mesmo mantendo sua expressão furiosa, parecia gostar de estar nos braços... dele. Quando Aspen entrou, olhou para mim atônito, e ficamos alguns segundos conversando com os olhos. Quando olhei para Maxon num relance, Aspen entendeu.

Graças aos céus.

– Senhorita America, está tudo bem aqui? — ele perguntou, frizando as palavras e olhando para mim e para Celeste e Maxon como quem diz "Mas o que está acontecendo aqui?" . Eu rapidamente respondi:

– Celeste. — eu olhei para ela, que ergueu as sobrancelhas, cética. Será que ela se surpreendeu ao ver que ela em meu quarto era um sinal de que havia,sim, algo de errado? — Tire-a daqui. — ordenei, com uma certa ironia na voz. Faria daquele momento o mais humilhante possível para Celeste. Ela pagaria — nem tudo o que me fez — mas já era uma centelha esperançosa para mim.

– Como? — ela perguntou, quando Aspen se aproximou para puxá-la, arrancando-a dos braços de Maxon, que soltou sem hesitação. — VOCÊ NÃO PODE ME EXPULSAR DESSE JEITO! QUEM PENSA QUE É?NÃO PASSA DE UMA CANTORA DE QUINTA! -Celeste riu, sarcástica. — Aliás, você é uma CINCO! - ela disse, tentando se desvencilhar de Aspen.

Quando Celeste disse aquilo, meu sangue esquentou. Não muito pelo que disse, mas porque Aspen se irritara. Ele apertou os braços de Celeste com força — pude ver que o sangue dela ficou preso acima do cotovelo — e a enxotou para fora. Achei que ela fosse gritar — fazer mais um de suas peças — mas isso não aconteceu.

Porque Maxon foi atrás dela.

– A senhorita não tem permissão para entrar no quarto de Meri. — Aspen falou elevando a voz com raiva.

Gelei.

"Meri"?

Ele havia soltado uma palavra, sim, não havia nada demais.

Acontece que, para Celeste, uma palavra indicava segredos que ela poderia usar contra mim na Seleção. Maxon olhou para mim, confuso, mas eu dei de ombros. Sabia que teria de explicar mais tarde, talvez no café da manhã, e inventaria uma desculpa barata para o apelido. Já Celeste... foi o mesmo que oferecer um espaço para uma cobra morar no castelo.

"Engraçado", pensei. "Achei que teria problemas com Maxon e Aspen, mas Celeste foi o problema."

Ela olhou para mim com as sobrancelhas erguidas e a boca aberta, surpresa. Tentei manter minha expressão séria, não deixando transparecer. Mas receei que ela tivesse entendido aquele apelido. O simples fato de que eu tinha certa intimidade com um guarda já era algo para usar contra mim.

E Celeste faria qualquer coisa para acabar comigo.

***

Maxon foi atrás dela sem nem me dizer adeus. Já Aspen, depois de pôr Celeste para fora, ficou entre a porta para conversar comigo sem levantar suspeitas. Suspeitei que fosse a última noite na qual ele pudesse chegar perto de mim.

– Por que ela estava aqui? — ele perguntou, franzindo a testa. — E quanto a Maxon?

Entrelacei as mãos. O que eu diria dessa vez?

Notas finais
LEIAM E COMENTEM *-*