Notas iniciais
Olá, westerosi! Como está? Lhe apresento o primeiro capítulo oficial da história. A partir daqui, todos os acontecimentos se dão alguns anos depois do prólogo da história e você poderá conhecer os mais diversos personagens dessa história. Aqui, você conhece o Príncipe Aegon e alguns outros personagens. Assim como em ASOIAF, ele está repleto de informações, mesmo que elas não sejam dadas de cara. Espero que goste!

O som da madeira batendo repetidamente em alguma superfície que Aegon ainda não podia ver o que era, provinha da grande passarela sob o ameno sol daquela tarde. Suas passadas rápidas eram urgentes para descobrir o que produzia tal som, mesmo que o jovem príncipe já imaginasse. Assim que uma pilastra se abriu no caminho às escadas que levavam ao hall aberto, um meio-sorriso cresceu em seu rosto ao avistar a figura esguia, apenas alguns centímetros mais baixo que o próprio, com os cabelos marrons desgrenhados pelo suor e sujeira e as feições duras concentradas no rosto pálido e ossudo, e sua mão direita instintivamente segurou o cabo de sua espada. Ele sabia que não ia atacar o rapaz que ali treinava, mas saber que sua arma estava bem embainhada consigo lhe era confortante.

O jovem que batia repetidamente um pedaço de madeira bem refinado contra um suporte de madeira com um saco de feno atravessado parou assim que ouviu os passos de Aegon e parou em uma posição respeitosa, fazendo uma leve reverência. — M’lorde! — Florian saudou respeitosamente, levantando o corpo para voltar à sua posição rígida de servente a espera de um comando. — Desculpe.

— Desculpas por quê? Não fez nada contra mim. — O príncipe respondeu em seu tom monótono, observando as feições levemente engraçadas de vergonha do servente de sua família. Florian convivia com a família real desde que eram pequenos, e Aegon sabia que o rapaz era bastante amigo de seu irmão gêmeo.

— Eu não devia estar fantasiando dessa forma. Sei que não é permitido. — Suas palavras eram cautelosas, o chamado Cyder sempre fora cauteloso quando falava com Aegon, e o príncipe nunca entendera o motivo, apesar de quando mais novo, nunca ter tido a curiosidade de sabê-lo.

— Não me importo com o que faz no tempo livre desde que suas tarefas estejam cumpridas, Florian. Estava imitando os cavaleiros do reino, não é? — O menino confirmou com a cabeça. — Alguém como você dificilmente se tornará um cavaleiro. Precisa ser escudeiro de alguém antes, mas você é apenas um servo. — Não era a intenção de Aegon ser maldoso, ele apenas queria lembrar o rapaz que não adiantava sonhar com tantas bobagens. Sonhos eram bobagens para o príncipe, que não perdia seu tempo com essas coisas. Ele gostava da praticidade das coisas, da certeza, não de idealizações que não pudessem ser cumpridas.

— Não, m’lorde. — Confirmou com os olhos brilhando em um castanho avermelhado contra o sol. — Eu admiro os cavaleiros, mas sei que não posso ser um deles. Eles protegem o reino e a sua senhora mãe, a rainha. — Continuou, ganhando um pouco mais de confiança nas palavras. Aegon podia perceber a animação voltando à voz do jovem, que sempre tivera apreço por sua mãe e sua família no geral. Essa era a uma qualidade de Florian que Aegon aprovava. Lealdade. — E claro, a vocês, m’lorde. Um dia o senhor será rei também, e a Guarda Real lhe servirá.

Aegon decidiu interrompê-lo ali mesmo antes que o Cyder começasse a dizer o quão grato era por ter sido acolhido quando criança. Ele já estava farto de ouvir aquilo toda vez que os dois conversavam. Talvez esse tenha sido um dos motivos pelos quais nunca se afeiçoou ao garoto como o irmão. Honestamente, ele ainda não entendia como Aegor podia ser tão amigo de alguém como Florian.

— Aegor poderia te escudar se fosse um cavaleiro. — Sua fala fora abrupta. — Mas ele não é...

— O Príncipe Aegor tem outras qualidades, m’lorde, assim como o senhor. — A resposta veio em uma lisonja inesperada. — O senhor é treinado para ser rei, m’lorde e o senhor irá reinar muito bem no futuro, tenho certeza. E então o senhor poderia me tornar cavaleiro se quisesse, mas eu não poderia aceitar a honra — Humilde, como sempre. Algo em Florian chamava atenção. Ele era humilde demais para o gosto de Aegon.

— Por que não, Cyder? — questionou-lhe, agora com um tom mais arrogante. — Negar a honra concedida por um rei é uma verdadeira afronta. — Revirando os olhos, Aegon pousou a mão sobre o cabo de sua espada novamente, não em um tom ameaçador, mas procurando algum tipo de apoio. — Mas afinal... — Decidiu questionar, percebendo só então que sutilmente o rapaz já sabia que ele era ele antes mesmo de citar o nome do irmão gêmeo. — Como sempre sabe que sou eu, e não Aegor? Somos idênticos em tudo. Até em nossas vozes.

Florian permitiu-se rir um pouco, ele costumava rir constantemente na presença de Aegor. Aquilo incomodava um pouco o príncipe herdeiro. Florian olhou para baixo por dois segundos, Aegon acompanhou seu olhar. A camisa branca de tecido fino como a de todos os serventes estava suja por conta do suor e poeira – Aegon sabia que Florian a trocaria antes de voltar às cozinhas. As calças em um tom de terra seca eram também simples, reafirmando sua classe dentro da Fortaleza Vermelha.

O rapaz subiu os olhos. — Convivo com vossas altezas desde o sexto dia de meu nome, m’lorde. Sei diferenciar os dois apenas no olhar. E seria falta de educação confundir o herdeiro dos Sete Reinos com seu irmão mais novo.

Aquilo não era exatamente satisfatório, mas Aegon se permitiu um meio-sorriso novamente. Ele gostava de saber que todos sabiam que ele era o futuro rei dos Sete Reinos e não o seu irmão. Ele assentiu levemente com a cabeça, como se estivesse dispensando Florian, mas sabia que o rapaz não iria embora. Os nove anos que Florian passara na Fortaleza Vermelha e sua grande amizade com seu irmão concediam ao servo alguns privilégios que outros de sua classe não possuíam, como aquela afronta de não deixar a passarela, mesmo dispensado.

— M’lorde... — Chamou a atenção o servo. — Se me permite... Nunca o vi treinando com o mestre-de-armas do castelo. O senhor possui uma espada. Não deveria saber guerrear com ela? — Aegor estreitou os olhos. Aquela era uma pergunta verdadeiramente incomum e o príncipe se viu no seu direito de não responder.

Deixando a passarela pelos mesmos degraus que descera, o rapaz fez todo o caminho de volta para dentro da construção de paredes vermelhas. Os passos eram apressados, mas não havia fúria no rapaz, apenas uma vontade insana de ficar o mais longe possível de Florian por conta do abuso. Ele sabia bem que a mãe e o irmão gêmeo eram apegados demais ao garoto para que o punisse, mas aquilo não passaria impune.

— Insolente... — grunhiu para si mesmo, passando pelo longo corredor com câmaras de descanso para seus frequentes hóspedes. Ouviu um riso atrevido ao passar por uma das portas de madeira envelhecida envernizada, fazendo o negro de seus detalhes cravados de forma a esculpir alguma arte abstrata que Aegon simplesmente não se importava em decifrar. Fechou os olhos, parando imediatamente à frente da porta. Um meio-sorriso surgiu novamente em seu rosto.

A porta estava entreaberta, ele percebeu. No escuro do quarto, uma figura surgia no espaço aberto, sorrindo para ele. As íris roxas reluzindo, junto das bochechas rosadas de Alyssa Velaryon, que sorriu novamente, abrindo a porta por completo, caçoando do príncipe, parando com seu vestido azul tão fino e fresco como uma brisa de verão, ressaltando os olhos roxos e cabelos tão louros como trigo seco.

— Sempre tão sério, tão resmungão. — Foram as primeiras palavras da mulher que ele ouvira. Suas provocações realmente lhe tiravam do sério. A garota era atrevida, mas Aegon gostava disso. Seus olhos e mãos eram sagazes e a garota percebia tudo ao seu redor. Era uma boa aliada. — O herdeiro do trono deveria ser mais feliz. Dizem que carrancas como essa trazem má sorte aos nobres.

Aegon balançou a cabeça com um bufar, descrente daquela superstição que a mulher provavelmente inventara naquela hora enquanto analisava as maçãs bem contornadas de seu rosto e os olhos de raposa sempre atentos a tudo que estivesse ao seu redor. Nada fugia aos olhos da mulher Velaryon, que muito bem poderia ser sua Mestra dos Sussurros, mas preferia o cargo de Mestra da Moeda, o que não cabia na cabeça de Aegon. A moça era sim muito boa em seu trabalho, mas não havia segredo que ela não soubesse tem toda a capital.

— Essa é a cara de um príncipe que lidera seu povo. — Ele respondeu com um toque de diversão em sua voz. — Um rei deve sempre se preocupar com seu povo, é o que minha mãe me ensinou.

— Então a Rainha está certa. — Ela começou a se aproximar, e Aegon percebeu que os pés de Alyssa estavam descalços contra o chão de pedra, foi então que ele analisou os robes da moça com mais cuidado, desviando o olhar em seguida. — Mas isso não significa que um príncipe não pode sorrir. A Rainha ganhou o título de Gentil justamente por sempre estar sorridente.

O herdeiro levantou uma sobrancelha, ainda olhando com o rabo do olho para as colunas pelas quais o sol adentrava o corredor, banhando os dois ali presentes. Claro que ela fizera aquilo de propósito, era a cara de Alyssa agir dessa forma.

— Minha mãe ganhou o título de Gentil por governar com bondade. — Ele falou com um tom confiante, mas sabia que suas palavras eram comparáveis a de um garoto que ainda se carregava no colo de uma ama de leite. Patético, ele nunca falava de sua mãe assim. Ela era a Rainha e ele era seu herdeiro, deveria agir como um príncipe, não como um garotinho que se esconde atrás da saia da mãe.

Alyssa se permitiu um riso divertido, claramente se deleitando com o momento mais gentil de Aegon. Raros eram os momentos que o rapaz agia como um garoto, porque simplesmente não compactuava com esse tipo de bobagem. Ele já era um homem crescido e treinado nas artes de políticas, governo e batalhas, diferente do que o insolente do Florian imaginava. Não, Aegon era aquilo de melhor que podia se esperar de um príncipe, e ele fazia questão de demonstrar isso a todo momento.

— Ele tem um coração! — Anunciou em um tom presunçoso, os olhos vidrados nos do rapaz e suas feições como as de uma raposa escondendo algo sob seu sorriso travesso. Após tantos meses, Aegon sabia muito bem o que aquele sorriso significava.

Estreitando os olhos, com uma expressão mais dura, o príncipe parecia mais velho, e no momento em que a carranca se formou, a sobrancelha esquerda de Alyssa se levantou, parcialmente em surpresa, mas também em um tom de desafio. Aegon tirou a mão que repousava sobre o cabo da espada, suspendendo-a no ar por alguns instantes. A mandíbula trincada demonstrava que o rapaz estava pensativo, tentando escolher as palavras certas para a ocasião.

— Lady Velaryon... — Sua pausa foi proposital, ao que a moça correspondeu juntando as mãos em antecipação. — Eu ficaria mais que feliz mostrando-lhe meu coração. — Com dois passos firmes, Aegon se aproximou da mulher, que permanecia parada, atenta aos seus gestos, fala e movimentos. Já bem próximos, ele podia olhar para Alyssa de cima, quase um palmo e meio maior que ela. Seus olhos eram tempestuosos, mas firmes. — Quando minha senhora for parte do meu Pequeno Conselho, é claro.

Alyssa Velaryon assentiu, com um sorriso diminuto em forma de respeito. — Sou parte do Pequeno Conselho de Vossa Majestade, a rainha. — Ela se suspendeu na ponta dos pés, deixando sua boca na altura da orelha do príncipe para poder sussurrar. — Tenho alguns conselhos para lhe dar, se meu lorde aceitar as palavras de uma jovem Velaryon, é claro.

Afastando-se, a mulher passou novamente pela porta, apoiando-se nela, convidando o príncipe a entrar. Mantendo a compostura, Aegon assentiu com a cabeça antes de adentrar aos aposentos, com a porta sendo fechada atrás de si.

O amplo cômodo cheirava fortemente a lavanda, consequência dos vários incensos acesos em um cinzeiro sobre a mesa próxima à janela, que tinha vista para a costa da Baía de Água Negra. Sobre a mesa também havia uma jarra com vinho que Aegon presumiu ser dornês levando o gosto da Velaryon em consideração, uma generosa fatia de bolo de limão intocada e um par de taças, pratos e talheres dispostos à frente das duas cadeiras de madeira escura com acento aveludado em um alaranjado tom pastel, que combinava com as sedas claras da grande cama na parede oposta e também com a confortável poltrona recostada à escrivaninha onde Alyssa mantinha seu livro de registros contábeis.

Alyssa rumou delicadamente até a mesa, ao que Aegon lhe seguiu, fazendo-lhe a cortesia de puxar a cadeira para ela se sentar. Ele copiou seu movimento à outra cadeira enquanto a Mestra da Moeda servia as duas taças de vinho.

— A um longo e próspero verão, e que Vossa Majestade reine em paz por muitos anos. — Ela declarou, levantando sua taça e o príncipe brindou de imediato, inexpressivamente. Pousando a taça sobre a mesa, Aegon limpou os lábios tentando não demonstrar como estava pensativo sobre toda aquela situação, ou incomodado com o brinde que sua companheira propusera, mesmo sem saber realmente o motivo de tal sentimento.

— Minha senhora parecia me esperar... — Comentou com um meio-sorriso tentando parecer simpático, ao que Alyssa deu de ombros.

— Irei me juntar ao príncipe Aegor mais tarde. Iremos revisar nossos planos à ordem do Alto Septão. — Sua voz soou animada enquanto ela cortava dois pedaços do bolo. — Mas acho que ele não se importará se eu aproveitar alguns momentos com seu irmão mais velho antes.

Aegon concordou com a cabeça, começando a sentir-se incomodado com tudo aquilo. Quando aceitou o convite de Alyssa, não imaginou que o “conselho” seria uma tarde de garotas para fofocar. Era um sentimento raro, mas Aegon estava se sentindo constrangido naquele momento e não poderia voltar atrás. Ele aceitara o convite de um dos membros mais importantes da corte de sua mãe, seria uma desonra deixá-la agora.

— O que foi? — Ela perguntou, terminando de servir seu pedaço, o de Aegon já estava no prato, intocado, assim como a prata do talher à sua frente. Ela riu um pouco, levantando-se. — Perdão, meu príncipe. Imagino que não se sente confortável tomando o lugar de seu irmão.

Ela caminhou até a escrivaninha, pegando o livro com capa de couro negro e se dependurou sobre a janela.

— Veja, meu príncipe. — Ela chamou, virando o caderno para que ele o pegasse e avaliasse. — Esses foram os gastos documentados por Lorde Lennart desde a última lua. — Os valores eram quase alarmantes de tão altos, ou seriam, julgou Aegon, se fosse qualquer outro lorde das grandes casas. Mas Lennart Lannister tinha ouro de sobra, não era nenhum segredo. — Eu temo que esses investimentos de Lorde Lennart não estão trazendo benefícios à Coroa. — Aegon estreitou os olhos ao ouvir a entonação da mulher, perguntando-se quais os interesses dele naqueles números.

— Deveria consultar a rainha sobre isso, minha senhora. Não entendo qual seria meu interesse em saber sobre os gastos de Lorde Lannister.

— Consultei vossa alteza na última reunião do Pequeno Conselho, meu príncipe. Estou lhe mostrando para lhe ensinar. — Aegon franziu as sobrancelhas, ainda confuso sobre a situação. — Lorde Lennart não tem trazido tantos benefícios à Coroa com todas as suas viagens e ainda assim insiste em gastar uma grande quantidade de ouro que deveria ser sua contribuição. — Ela engoliu em seco. — Vossa alteza afirma que nossos cofres estão cheios e que Lorde Lennart contribui com a Coroa com muito mais do que ouro... — Outra pausa, Alyssa parecia não estar sendo clara propositalmente, e a paciência de Aegon já estava se esgotando.

— Lady Velaryon... — Entregou o livro de volta à mulher com certa rigidez em seus movimentos. — Mesmo sendo o herdeiro do Trono de Ferro, não é correto eu palpitar em questões da Coroa sem o consentimento de minha mãe.

Ela balançou a cabeça. — Meu respeito pela Rainha Elleanore e suas decisões é muito grande, meu príncipe, mas acredito que isso não deveria terminar assim. Creio que vossa majestade deveria ser mais firme em suas decisões. — Ela deixou o livro sobre o parapeito, levantando-se. — Mais prática. Mais... — Suas mãos envolveram a cintura do rapaz com força. — Firme.

Aquele mesmo sorriso do corredor voltou, com suas expressões iguais as de uma raposa. E rápida como o animal também, ela subiu as mãos para o tórax do príncipe, sentindo as camadas de roupa negras e vermelhas como o símbolo de sua casa contra o calor do corpo de Aegon, que ao mesmo tempo agarrou-lhe pela cintura. Seus olhos tempestuosos estavam fixos nos dela novamente, era um olhar voraz, penetrante, assim como a vontade de penetrar os pensamentos da Velaryon.

— Tudo isso para atrair seu futuro rei para seus aposentos, para poder aproveitar-se dele? — Ele soava indignado, sentindo a mulher desfazer os nós de suas vestes para lhe despir o peito.

— Um futuro rei deve saber agradar seu povo. — Ela respondeu, ainda olhando em seus olhos, finalmente abrindo a parte superior de suas vestes, revelando o largo peitoral do rapaz. Aproveitando que eles haviam se desvencilhado, Alyssa correu para sua cama, desamarrando os próprios robes, despindo-se por completo. — E já sei que meu príncipe é capaz de agradar-me muito bem...

Aegon contemplou a beleza de Alyssa por completo durante um instante. A beldade de seus seios, macios como as maçãs do rosto, que ele muito bem conhecia e a palidez da pele que normalmente lhe era escondida. Desprendendo-se de suas calças, o príncipe juntou-se à mulher em seu leito, sobrepondo-se a ela para então provar de seus lábios, adocicados pelo vinho dornês, conhecendo por mais uma vez seu corpo com as mãos, sentindo o calor crescer abaixo de sua cintura com o incentivo das quentes mãos de Alyssa. E assim continuaram pelos próximos minutos, com a junção de seus sexos em um ato que ambos ansiavam desde quase uma quinzena, rápido, para infortúnio de ambos, mesmo cientes de seus compromissos.

Notas finais
E chegamos ao fim do primeiro capítulo. Obrigado por ler até aqui. Gostaria de saber o que está achando e se já tem alguma teoria sobre o que pode acontecer no futuro. Algum deles morre? Algum deles vive? Me diga nos comentários, por favor! Mais uma vez, obrigado por ter lido até aqui. Nos vemos no próximo capítulo!