A Second Change For Us

18 Isso não tem importância


Notas iniciais
Pessoas, eu voltei!!! Eu tava muito a fim de postar esse capitulo, serinho mesmo. Eu ia postar antes de dar esse defeito tecnico no site, eu fiz o capitulo, mas naum consegui postar, e depois quando eu fui tentar postar de novo o site tava fora do ar.... me desculpem ! :'( Esse capitulo vai abrir os olhos da Piper (ja estamos no meio) e começar a fase leyna! Aproveitem!! LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!

Voltei para o quarto do dormitório feminino terminando de ouvir a última música da playlist, This Is War. Aquela música tem muitos significados, mas o que mais vinha na cabeça era "o jogo começou!".

Bati a porta do quarto com força e olhei a o redor. Reyna ainda não havia chegado aqui, pois o quarto ainda estava a mesma bagunça que havíamos deixado, se ela estivesse aqui, por exemplo, o kit de maquiagem espalhado na cama de Reyna estaria cuidadosamente guardado no banheiro. Jason disse que ela estaria se acertando com Leo nesse momento, mas chamar Jason Grace de fonte confiável não é algo que esteja correto no ponto de vista do mundo.

Me troquei no quarto mesmo, trocando pela roupa casual um pijama infantil e confortável do Hora de Aventura. Eu sei que é infantil uma adolescente de 16 anos vestir pijamas de desenhos animados mas eu simplesmente não me importo. Fui até o banheiro onde escovei os dentes e prendi meu cabelo na costumeira trança lateral. Deitei na minha cama e olhei pro chão ao lado encarando a roupa que eu usara pra logo em seguida jogá-la na escrivaninha, peguei meu celular e ajeitei o alarme para me acordar uma hora antes da primeira aula com a música Boy Division do My Quimical Romance, tenho certeza que Reyna não ficará feliz em acordar com solos de guitarra, mas é o único jeito de eu acordar.

Fechei os olhos e comecei a pensar no último momento com Jason esta noite, era errado com toda a certeza, mas eu gostava de me lembrar de seus olhos azuis puros e com brilho ao me ver mesmo que sua atitude fosse completamente diferente. Uma coisa leva a outra e eu comecei a voltar no tempo até a nossa fase antes, eu não devia fazer isso mas fiz, abri um sorriso com as lembranças e o sono veio chegando de leve como nunca acontecera, talvez meu ultimo pensamento tenha sido ele e eu no pátio da escola encarando um ao outro.

(...)

Quando acordei não foi com um rock, não era nem em sonho músicas do qual eu geralmente escuto, eu acordei ouvindo uma música da Lana Del Rey e entendi que aquele não era o meu alarme, era o de Reyna. Provavelmente ainda mais cedo que o meu.

– Desliga. — murmurei virando para o outro lado da cama — Eu preciso continuar a sonhar com o Ian e o Paul. Desliga! Eles estavam tirando a camisa e me oferecendo pudim.

Reyna riu. Eu levantei chocada. Para as pessoas que não conhecem a Rey pela manhã eu aviso, ela é extremamente mal-humorada de manhã, ela fica com a paciência curta e me joga um balde d'água pra eu levantar quando estou com preguiça.

– Hora de acordar. — ela falou alegre e com um sorriso do gato da Alice.Eu entrei num universo paralelo?

– Pode ser a SUA hora de acordar, a minha é só sete e meia, ok?- falei voltando a dormir.

Fechei os olhos e Ian estava sem camisa me oferecendo pudim na boca para depois se aproximar para um beijo.Eu não consegui beijá-lo nem em sonho, pois Reyna jogou água, ÁGUA em mim! Eu só sei que dei um pulo da cama completamente assustada.

– Você quer me matar? Eu poderia ter morrido. — falei cuspindo restos de água do meu pulmão.

– Não, não poderia. — ela falou com um sorriso no rosto em pose profissional- Seu estado de sono estava extremamente leve, portanto quando um ser humano não está em estado profundo de sono jogar água em seu rosto nunca o matará já que ele terá o reflexo para acordar. Além disso, é humana e fisicamente impossível morrer afogada num travesseiro, McLean.

Eu a encarei chocada. Muita informação para de manhã cedo? Com certeza.

– Li isso num livro de medicina jogado por aí.- ela explicou — Eu estava num tédio terrível e tinha que ler algo.

– Ok. — respondi e fui para sua cama e me deitando logo em seguida — Vou fingir que entendi tudo isso que você falou e voltar a dormir já que, você alagou a minha cama.

– Isso é uma hipérbole. — ela disse franzindo os lábios.

– Dane-se e boa noite!

– Na verdade, são sete e cinquenta e dois.

Pulei da cama literalmente quando ela disse isso.

– O QUÊ?!

– Seu alarme não tocou, não é mesmo?

– Não. Ele deve ter bugado. Cara, eu quero um Iphone!

– Uma pena que não tenha, agora, eu te espero no refeitório, ok? Não se atrase. — ela mandou.

Assenti correndo para o banheiro.

Essa sou eu quando faço tudo nas pressas: entrei no chuveiro para sair 5 segundos depois, me enxugo, passo perfume, escovo os dentes, pego uma combinação de roupas qualquer jogando a mochila por cima do ombro e correndo para a lanchonete.

Sim, eu consegui. Entrei na fila como se nada houvesse acontecido e coloco na bandeja cereal de chocolate com suco de uva, seguindo para a mesa onde o povo já estava.

– Bom dia. — cumprimentei sentando entre Thalia e Annabeth.

– Não é um bom dia. — reclama Percy que estava sentado na minha frente e encarando as panquecas — Minhas panquecas não estão azuis.

WTF? Como assim a panqueca não está azul?

– Percy! Para de reclamar! Você deveria sentir orgulho dela! — ralhou Annie com o namorado.

– Mas eu estou. Vamos concordar Annie, panqueca com cor normal no café da manhã é triste.

– Hmm, eu perdi algo? — perguntei me referindo a história das panquecas azuis.

– Na verdade sim. E não foi pouco. — Thalia falou abrindo um sorriso para Luke com se dissesse " Conta o resto idiota!".

– A tia Sally, mãe do Percy, no ano passado era cozinheira da escola e sempre fazia panquecas e cupcakes azuis no café da manhã. Nosso amigão aqui ficou mau acostumado com isso. — Luke explicou.

– E agora ela é o que?

– Ela é escritora. — respondeu Percy ainda encarando seu café — Está fazendo sucesso com a sua nova série de livros.

Eu juntei os fatos. O sobrenome de Percy é Jackson e o nome da mãe dele é Sally. Sally Jackson! Sally Jackson, a escritora! Ela fez um livro em homenagem á minha mãe e ele virou um filme em que meu pai foi protagonista.

– Sua mãe é Sally Jackson?

Ele assentiu com um sorriso.

– Caramba. Ela escreveu um livro em homenagem á... — então eu me lembrei que não seria legal revelar para ela de quem eu sou filha — Quer dizer, o livro que ela escreveu retrata a personagem principal exatamente com a minha mãe.

Todos me encararam dando uma risadinha logo em seguida. Meu mico foi tão grande que eu só quis procurar um saco pra enfiar minha cabeça.

Terminei de comer e tirei da minha bolsa o horário das minhas aulas enquanto caminhava entre Leo e Reyna.

– Qual sua aula agora? — perguntou Reyna.

– Teatro, e você?

– Teatro também.

– Que triste para vocês Leozetes. — Leo falou — Valdelícia aqui tem que ir pra aula de pintura.

– Desde quando vocÊ sabe pintar? — perguntei lhe encarando surpresa.

– Fecha a boca, Beauty Queen, não é surpresa pra ninguém, todos sabem que eu seduzo todos de todos os jeitos. — ele falou piscando para Reyna e indo para a direção oposta á nossa. Reyna revirou os olhos.

– Você tem um precipício por ele, Rey.- comentei quando ele já estava longe.

– Digo o mesmo sobre você e o Jay.

"Jay"? Como assim eles tem tanta intimidade? Ele nunca me deixou chamá-lo assim e... Ok! Eu não estou com ciúmes e vou parar de pensar sobre isso.

– Jay? Quem diria. De badboy durão para passiva pink. -soltei sem pensar e talvez com um pouquinho de remorso.

– Se ele fosse uma passiva não teria te agarrado todas aquelas vezes, lembra? Natal, ano novo, prédio do pânico,... Acho que você ainda tem sonhos com ele, não é dona Piper? — ela questionou. No momento eu estou me amaldiçoando mil vezes por ter contado á ela todas essas ocasiões.

Entramos no teatro da escola, onde seria a aula hoje pelo que Reyna falou, e sentamos na fileira onde estavam os Stoll e seu irmão Chris.

– Olha só Connor, temos mel pra dar e vender. — Travis falou olhando com desejo pra mim e Reyna — Mal chegamos e as gatas já estão vindo em nossa direção.

– Sabe Rey, — Connor começou — acho que o Valdez não vai se importar de virar corno.

Reyna corou e Connor deu uma piscadela.

– Mas a Miranda se importa, mano. — Chris disse com um sorriso e dando leves batidas no ombro do irmão.

Eu abri um sorriso e Travis gargalhou.

– Miranda e eu não temos nada. Nem namorados somos. — Connor revela.

– Como a Kate e o Travis? — perguntei.

Travis corou. Connor ia se defender quando um homem gordinho com cabelos ralos e pretos entra com uma blusa roxa e bermudas caqui.

– Sentem-se alunos. O professor Baco chegou. Dando seguimento á nossa última aula, vamos começar com os ensaios das apresentações. Senhorita Ávila? — ele encarou Reyna como se lhe pedisse para ir ao palco.

– Professor, temos uma aluna nova. — disse apontando para mim.

Ele bufou.

– Levante-se jovem. — ele disse me encarando e eu obedeci.- Diga seu nome bem alto, quais são seus talentos e depois defina teatro em uma palavra. No final da aula, por favor, venha até mim.

O tom dele era de extremo tédio e seriedade ao mesmo tempo. Me levantei da cadeira com vergonha e encarando um ponto fixo: o professor.

– Meu nome é Piper e, bem, eu não gosto do meu sobrenome e por isso não vou dizer qual é, meus talentos são música, dança e teatro e pra mim teatro é o mesmo que respirar.

– Ok, ok. Obrigada, senhorita Piper. Senhorita Ávila, o palco te espera. — ele falou ríspido.

Reyna levantou-se e dirigiu-se ao palco normalmente. Ele olhou para ele e se posicionou em uma espécie de varanda que estava ali.

– Reyna Ávila Ramírez-Arellano vai interpretar Romeu e Julieta. Nesta cena, Julieta conheceu Romeu na festa e agora está na varanda de seu quarto tendo a lua como sua confidente. — o professor explicou.- Ação.

Reyna levantou o sue olhar para o teto e sua expressão ficou sonhadora. Ela começou a cena fazendo perguntas com o ar sonhador como se seu sonho fosse se tornar realidade, com o passar do tempo se tornou algo melancólico como se ela soubesse que tudo o que desejasse fosse proibido para ela e renegado permanentemente. Ela era uma ótima atriz. Reyna acabou a cena e o professor abriu um sorriso enquanto ela voltava para seu local.

– Bom trabalho. — lhe elogiei.

– Obrigada.

A aula foi passando e cada um foi se apresentando. O professor encerrou a aula depois de quase uma hora, uma hora que eu parecia estar nas nuvens. Me dirigi até ele como pediu no início da aula.

– Senhor? O que queria comigo? — perguntei.

– Confiança. — ele respondeu — Senhorita McLean, sei que deve estra chocada agora por eu saber seu sobrenome diga-se de passagem, mas observe que eu sou um professor rígido e que se lhe dou um elogio foi merecido. Eu quero lhe dar um elogio e por isso fará sua parte. Todos tem uma cena e a sua será uma em Otelo. Não é nada difícil. Próxima aula começará com você. Pode ir.

Ele se virou depois de me dar o roteiro e eu também fui embora. Reyna não havia me esperado, nossa próxima aula era diferente. Eu tinha esse horário livre e ela tinha que correr para o outro lado do campus.

Saí da sala andando e lendo o roteiro ao mesmo tempo. Esbarrei com uma pessoa e meu roteiro caiu no chão junto com seu caderno. Me abaixei para pegar meu roteiro e logo levantei a cabeça. Por ironia e clichênismo do destino, era Jason Grace na minha frente.

– Quando eu disse que você gostava de clichê você apenas riu da minha cara. — ele falou com um sorriso de lado. Nós dois já estávamos de pé e já havíamos guardado nossas coisas na bolsa.

– Quando eu digo que você me persegue... — ele não me deixou completar a frase.

– Você está certa. Eu gosto de perseguir nos meus sonhos.

– Sua cantada é podre.

– Bem diferente dos seus lábios. — ele disse encarando minha boca. Estávamos á uns 5 centímetros de distância.

– Tem certeza? — provoquei. Por que eu estava fazendo isso? Talvez seja a tremenda vontade de sentir seu gosto na minha boca.

– Vamos tirar a prova.

Ele selou nossos lábios e aprofundou o beijo. Não estava impróprio para olhares, mas mesmo assim parei depois de um tempo, por minha própria vontade.

– Sei que vou me arrepender disso, mas... Vamos continuar isso em outro lugar? — perguntei e ele assentiu.

Eu o puxei até para o quarto andar do prédio e comecei a atacar seus lábios quando estávamos em um corredor deserto. Ele me prendia pela cintura e eu esqueci de tudo á minha volta. Quem liga se eu fui uma aposta? Eu só quero beijá-lo antes que meu alarme de "se toca" volte a funcionar. Me separei dele por falta de ar.

Ele apontou para uma porta que provavelmente seria a salinha do zelador. Se era pra ser clichê e quente na escola que fosse na salinha do zelador. Abri um sorriso, para minha defesa mais tarde eu ainda estava em êxtase, e voltei a lhe beijar enquanto ele abria a porta do zelador. Olhos fechados e sentindo os lábios de Jason.

– Piper? Jason? — exclamou Reyna de dentro da sala. Me separei de Jason no mesmo instante.

Abri meus olhos e olhei dentro da salinha. Reyna estava com os lábios vermelhos e o cabelo levemente bagunçado, ao lado dela estava Leo, ele estava com a blusa amassada, cabelos totalmente bagunçados, mordidas no pescoço e lábios vermelhos.

Leo + Reyna + Salinha escura =.... Céus! Eles estavam se pegando!

Minha mente veio num flash. Eu devia estar na mesma situação e ainda por cima com o Grace. Eu só posso estar louca ou na seca.

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P.S. Minha nova assinatura!!

Notas finais
Gostaram? Grandãooo pra vcs meus amores. Desculpe pela demora, parte da culpa foi minha. Pra quem acompanha minhas outras fics, eu ainda não sei quando vou conseguir atualizar,ok? Capitulo inspirado naquele negocio de copiar e colar no perfil.... Eu estava louca pra fazer cena de pegação Leyna e Jasiper. Estamos mais ou menos no meio da fic. Marry Piper McLean, a fase piper perdoa jason começa a partir de agora. Leyna começou. Para a Mrs. Valdez, eu ainda me lembro da promessa de treta e sim, vai começar agora. Gostou do ciúmes da Pips? heuheuheuhee. Filha de Netuno, sobre a ajuda que vc me deu no MP, pleaseee, não conte pra ninguem e nem comente aki.... IT'S SURPRISE!!! OK meus