Notas iniciais
Olá Little Kat's! Desculpa por ter demorado a postar esse capítulo. É porque eu faço o livro em um caderno, para poder passar para o editor para postar aqui para vocês, e no momento estou sem muita criatividade. Peço mil desculpas. Mas, se você estiver gostando da história ajude a divulgar e favoritem, também comentem o que estão achando. Agradeço desde já! :D

Estávamos quase chegando em Manhattan. O sol estava realmente quente, não como num dia normal de sol. Parecia que Manhattan estava dentro de um forno.

—Está muito quente aqui. – disse Katy.

—Eu não me incomodo com o calor. – disse Alana.

—Você é filha do deus do Sol, claro que não se incomoda! – contrapôs Katy.

—Meninas! – exclamei. – Katy beba água, deve ajudar.

Ela bebeu um pouco d’água. Alana segurou o riso.

Andamos um pouco mais até chegarmos a um prédio não muito alto, com janelas quebradas e pichações nas paredes.

—Eu conheço este lugar. – disse Alana. – Era aqui que eu vinha com minha mãe para consertar o carro. Já faz tanto tempo. Não sei como me lembro disso.

—Pelo menos a gente sabe que aqui era uma mecânica. – disse Katy. – Vamos entrar?

—Tenho um pressentimento ruim sobre isso. – falei.

—Mas Sarah, Percy e Annabeth podem estar ai! – disse Alana.

—Eu sei, mas há outra coisa além de Percy e Annabeth lá dentro.

—Então vamos ajudá-los! – disse Katy.

Fomos até a entrada do prédio.

Quando entramos, empunhamos nossas armas. O interior do prédio era muito abafado, sendo que havia ventiladores ligados.

Havia três corredores na nossa frente.

—Por onde vamos? – perguntou Alana.

—Acho que teremos que nos dividir. – falei.

—Mas, como vamos nos comunicar? – perguntou Katy. – Se alguma de nós achar Percy e Annabeth, as outras precisam saber.

—Eu não sei Katy. Temos que fazer do jeito mais difícil. – falei. – Katy vai no corredor da esquerda, Alana no da direita e eu no do meio.

Elas concordaram e seguimos nossos caminhos.

O corredor estava completamente escuro. Não havia sons, nem mesmo vozes. Continuei andando mesmo assim.

Parei de andar quando percebi que a passagem por onde eu entrei havia se fechado.

Espero encontrar Katy e Alana no final, pensei.

Quando avistei uma luz no fim do túnel, parecia que eu tinha tirado um peso das minhas costas.

Corri até o final do túnel. Quando cheguei, Katy e Alana estavam conversando uma com a outra.

Me aproximei e perguntei:

—Acharam alguma coisa?

Elas perceberam que eu estava ali.

—Não, nada. – respondeu Katy.

—Vocês estão bem? – perguntei.

—Estamos. Não precisa ficar fazendo tantas perguntas. – reclamou Alana.

Ouvimos um rugido vindo de uma sala próxima.

—O que foi isso? – perguntou Katy.

—Parece que vem daquela porta. – respondeu Alana, indicando a porta no canto da sala.

—Vamos. – falei, indo até a porta.

O rugido ficou mais intenso. Peguei Graecus e toquei a maçaneta.

—Prontas? – perguntei. Elas se armaram e assentiram com a cabeça.

Abri a porta e lá estavam Percy e Annabeth jogados no chão, desacordados. E lá estava ele.

Aquele manticore não parava de me seguir! Eu não o aguentava mais.

Ele rugiu para mim.

—Sarah o que faremos? – perguntou Katy.

—Eu não sei Katy. – respondi.

O manticore avançou na minha direção.

—Alana! – chamei. – O arco!

Parece que ela havia entendido, porque pegou o arco, armou e atirou a flecha no manticore.

Ele parou e olhou para Alana, avançando em sua direção.

Corri atrás do manticore, que não me notou. Alana continuava atirando.

Quando o manticore encurralou Alana e parou na sua frente, cortei as suas pernas traseiras com Graecus. O manticore rugiu e arranhou o braço de Alana, que gritou de dor e caiu no chão.

O manticore caiu no chão, rugindo mais alto que o normal.

Por fim, o seu rugido cessou e o manticore morreu.

Contornei o manticore e me agachei ao lado de Alana.

—Você está bem? – perguntei. O arranho estava horrível. Estava sangrando mais do que o meu nariz.

—Estou bem, foi só um arranhão. – respondeu ela. – Estou bem, não se preocupe. Vou fazer um curativo. Onde está Katy?

Katy estava junto com Percy e Annabeth, já acordados.

—Katy! – chamou Alana. – Venha aqui agora antes que eu quebre o seu CD da Katy Perry que está dentro da minha mochila!

Katy se levantou e correu até Alana.

—Você não teria coragem de quebrar o meu CD! – disse Katy, se agachando ao lado de Alana.

—Cala a boca e me ajude a curar meu braço! – ordenou Alana.

Levantei-me e fui ver como estavam Percy e Annabeth.

—Nunca mais vou ao Mundo Inferior com você, Jackson. – falei, lhe dando um sorriso.

—Da próxima vez eu não te convido! – disse ele. – Me ajude a levantar.

Ofereci a mão a ele. A mão dele estava suada. Ele ajudou Annabeth a se levantar.

—Acho que podemos ir embora. – disse Annabeth. – Katy já acabou de fazer o curativo de Alana.

—É acho que está na hora. – respondi.

Quando nos viramos, uma voz disse:

—Não tão rápido, filha de Zeus.

Quando me virei, estava cara a cara com Hades.

—Achou que iria escapar de mim tão fácil assim?