Notas iniciais
Little Kat's, eu queria dizer (ou escrever) que esse é o fim dessa história. Eu queria agradecer as pessoas que me ajudaram com essa história, principalmente a co-autora e é claro, a vocês que acompanharam a história até aqui. E para você que gostou da história, haverá sim uma continuação, mas futuramente. Obrigada Little Kat's, sempre serei grata a vocês!

Eu estava em uma floresta. As árvores eram altas e cheias de cipós. Eu estava correndo de alguma coisa, mas não sabia do quê.

Quando olhei para trás, vi uma figura com um capuz vermelho. Não pude ver o seu rosto, mas era uma mulher, pois os seus cabelos negros estavam para fora do capuz.

Eu estava ficando cansada, mas eu não podia parar de correr. Eu sabia que se aquela criatura me pegasse, seria o fim.

Corri até chegar em uma cabana de madeira no meio da floresta. Abri a porta da cabana e entrei.

O interior da cabana era abafado, a sensação era de estar presa dentro de um forno. A cabana não tinha janela, seu teto estava quase destruído, o chão rangia a cada passo que eu dava e as paredes eram cheias de cipós.

Eu estava investigando a cabana quando piso em alguma coisa. Era uma semente de romã. Olho em volta e vejo várias sementes de romã.

As sementes de romã fazem uma trilha até uma porta escondida pelos cipós.

Tiro os cipós e toco a maçaneta da porta. Posso ouvir a respiração de alguém ou alguma coisa vindo de dentro.

Quando abro a porta, encontro Nico sentado no chão tremendo e suando. Sua pele parecia mais pálida e seus cabelos mais escuros.

—Sarah, me a-ajude. — gaguejou ele. — Me des-culpe. Me ajude.

Me aproximei para tocá-lo.

—Não! — gritou Nico.

Acordo em minha cama no chalé 1. Eu estava suando e minhas mãos estavam geladas. Ainda era de madrugada, percebi pelo céu do chalé.

Sento-me na cama e respiro fundo. Acho que esse sonho foi um aviso que tenho que encontrar Nico. Mas não posso sair sozinha. Talvez eu deva esperar uma próxima missão. Nico pode esperar.

Quando amanheceu me arrumei e estava pronta para sair quando alguém bateu na porta. Quando a abro, vejo que são Katy, Alana e Liza.

—Oi! — cumprimentaram elas, em uníssono.

—Oi. — cumprimentei de volta. — O que vocês estão fazendo aqui?

—Viemos ver como você está. — respondeu Liza.

—Foi bom vocês terem vindo. Preciso contar uma coisa, entrem. — falei. Elas entraram e sentaram em minha cama.

Contei a elas sobre o sonho que tive com Nico.

—Acho que não devemos ajudá-lo. — disse Alana. — Não depois do que ele fez com a gente.

—Eu concordo com Alana. — disse Katy. — Só de lembrar das aranhas... Eca!

—Eu sei que vocês são contra o Nico, mas a culpa não foi dele. O pai dele e Perséfone que o manipularam. — lembrei.

Houve um silêncio.

—Acho que vocês devem ajudá-lo. — disse Liza. — Se ele foi manipulado pelo pai e por Perséfone, ele merece uma segunda chance.

—Acho que você está certa Liza. — concordou Katy. — Devemos dar mais uma chance a ele, já que a culpa não é totalmente dele. Alana?

—Ah! Tá bem, tá bem! — exclamou Alana. — Vamos ajuda-lo.

—Mas como? — perguntou Liza.

Pensei um pouco.

—Não sei. — respondi. — O jeito é esperar uma oportunidade até lá.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!